Valor FIPE Atual
R$ 206.238,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 504115-5
Ano: 2007-3
MêsPreço
Jan/26R$ 206.238,00
Dez/25R$ 206.631,00
Nov/25R$ 206.942,00
Out/25R$ 207.440,00
Set/25R$ 208.106,00
Ago/25R$ 208.544,00
Jul/25R$ 208.879,00
Jun/25R$ 209.089,00
Mai/25R$ 209.509,00
Abr/25R$ 209.698,00
Mar/25R$ 210.014,00
Fev/25R$ 210.141,00

Análise detalhada da Tabela FIPE aplicada ao Ford Cargo 2632 E 6×4 de 3 eixos (2007)

Este texto foi elaborado para orientar clientes e profissionais de seguros sobre como a Tabela FIPE impacta a avaliação de valor de mercado, o risco e a precificação de apólices para um caminhão de carga pesada específico: o Ford Cargo 2632 E 6×4 T 3-Eixos 2p (diesel) de 2007. Embora a FIPE sirva como referência oficial de mercado, o comportamento de seguradoras pode variar conforme o histórico do veículo, a região de atuação, o uso operacional e as condições de conservação. Ao abordar um veículo com configuração de 3 eixos, tração 6×4 e motor diesel, entramos em um cenário de alto valor agregado, demanda de transporte de cargas e exigências de manutenção próprias de caminhões pesados. Compreender como a FIPE coleta dados, como as estatísticas são atualizadas e como as seguradoras interpretam esse referencial ajuda a fazer escolhas mais informadas, desde a contratação de coberturas até a gestão de riscos no dia a dia.

Entendendo a Tabela FIPE e a precificação de seguros para caminhões pesados

A Tabela FIPE é uma referência consolidada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, novos ou seminovos. Ela é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e constitui um ponto de referência para diversas finalidades, incluindo o setor de seguros. Quando uma seguradora utiliza a FIPE para basear a indenização em caso de sinistro total, ou para estabelecer o valor de garantia em uma apólice, o objetivo é aproximar o valor de mercado observado no momento de contratação ou de liquidação do contrato. No caso de caminhões de grande porte, como o Ford Cargo 2632 E 6×4, o processo envolve atenuar variações regionais de mercado, considerar as configurações específicas do veículo (motorização, número de eixos, transmissão, cabine, entre-eixos) e levar em conta o uso típico (transporte de cargas, logística urbana, longas distâncias, rotas com pavimentação variável, entre outros fatores).

Tabela FIPE FORD CARGO 2632 E 6×4 T 3-Eixos 2p (diesel) 2007

Para quem atua na área de seguros, entender a lógica de atualização da FIPE é essencial. O valor de referência é atualizado periodicamente com base em dados de mercado reais, levando em conta fatores como idade do veículo, quilometragem típica, estado de conservação, histórico de sinistros e a disponibilidade de peças de reposição. Veículos de grande porte, que atendem operações de frete e distribuição, costumam ter uma procura estável, mas também exigem uma avaliação mais minuciosa sobre padrões de uso, condições de manutenções e incidência de danos na cabine, no conjunto de freios e nos sistemas de direção e suspensão. Assim, a FIPE funciona como uma linha de base, enquanto as seguradoras ajustam o prêmio conforme o risco agregado que cada unidade representa no portfólio de seguros.

Para motoristas, frotistas e profissionais de seguros, é fundamental reconhecer que a FIPE não é um valor de venda específico para aquele veículo no leilão, nem um orçamento de reposição imediata. Em vez disso, a FIPE capta tendências de mercado que ajudam a estimar com consistência o valor de mercado de um caminhão com determinadas características. Quando o veículo em questão — como o Ford Cargo 2632 E 6×4 com 3 eixos — aparece na carteira de seguros, a avaliação de risco também considera o estado de conservação, o histórico de manutenções, as intervenções recentes, a qualificação dos motoristas e o regime de uso (horas de operação, intensidade de carga, rotas frequentes). Esses adjetivos ajudam a complementar o valor de referência da FIPE e, juntos, orientam escolhas mais bem fundamentadas na hora de contratar ou renovar uma apólice.

Ficha técnica do Ford Cargo 2632 E 6×4 3-Eixos 2p (diesel) – 2007

A seguir apresentamos uma visão estruturada da ficha técnica, com foco em aspectos relevantes para seguro, gestão de risco e tomada de decisão de uso operacional. Observação importante: as especificações podem variar conforme configuração de motorização, equipamento de cabine e componentes auxiliares. A descrição abaixo aborda as características mais comuns associadas ao modelo Ford Cargo 2632 E 6×4 T 3-Eixos 2p (diesel) de 2007, com ênfase em aspectos que costumam influenciar a avaliação de risco e o cálculo de prêmios pelas seguradoras.

  • Motorização: motor diesel, seis cilindros em linha, projetado para aplicação pesada. A configuração de motor para caminhões cargos é pensada para oferecer torque estável e disponibilidade de potência em faixas de operação de cargas elevadas, com injetores e sistema de alimentação que favorecem desempenho sob condições variadas de rota.
  • Transmissão e tração: caixa de câmbio manual com múltiplas marchas, acoplada a um sistema de tração 6×4, ou seja, três eixos com dois eixos motrizes. Essa configuração facilita a distribuição de carga, melhora a tração em terrenos desafiadores e é comum em caminhões destinados a transporte de cargas pesadas, especialmente em rodovias com trechos de subida ou pavimento irregular.
  • Capacidade de carga e dimensões: veículo classificado para aplicações de grande capacidade de transporte de carga. O conjunto tipicamente apresenta um peso bruto total compatível com operações de 26 ton a mais de 26 toneladas, dependendo da configuração de carroceria, cabine e acessórios. As dimensões de comprimento, entre-eixos e iluminação são ajustadas para equilibrar a manobrabilidade em áreas urbanas com a estabilidade necessária para operações rodoviárias.
  • Sistema de cabine e conforto: cabine destinada a duas pessoas (dupla), com visibilidade adequada, instrumentos que permitem monitorar parâmetros básicos de operação e, conforme a versão, recursos de conforto como ar-condicionado, bolsas de ar, proteção acústica e ajustes dos assentos. A configuração da cabine impacta não apenas o conforto do motorista em jornadas longas, mas também a segurança operacional, o que é considerado pela seguradora na avaliação de riscos de sinistros e de responsabilidade.

Observação sobre a ficha técnica: apesar de apresentarmos categorias-chave, os números exatos (como potência, torque, deslocamento e peso bruto) variam conforme a motorização específica instalada pela fábrica, a configuração de cabina (simples, simples com dormitório, entre-eixos, sistema de freios, equipamento de suspensão) e o tipo de carroceria. Por isso, para avaliações de seguros, é recomendável confirmar as especificações da unidade em questão junto ao fabricante, ao distribuidor autorizado ou aos documentos de registro do veículo. A comparação entre diferentes cargos e potências também pode influenciar o perfil de risco, principalmente em relação a consumo de combustível, desgaste de componentes e capacidade de recuperação em situações de carga elevada.

A marca Ford e seu papel no segmento de caminhões

A Ford, com a linha de caminhões Ford Cargo, consolidou ao longo dos anos uma presença marcante no setor de transporte de cargas na América Latina. A marca é reconhecida pela engenharia voltada para robustez, durabilidade e facilidade de manutenção, atributos cruciais para veículos pesados que operam em condições variadas — desde estradas asfaltadas até trechos de estrada de terra ou com pavimento menos estável. A história da Ford Caminhões no Brasil envolve uma trajetória de integração entre tecnologia de motorizações, soluções de transmissão e chassis, além de uma rede de concessionárias e assistência técnica que busca reduzir o tempo de parada em oficinas e facilitar o acesso a peças de reposição. Em frotas de transportes, essa combinação de confiabilidade, disponibilidade de serviço e histórico de operação costuma ser valorizada na avaliação de risco para seguros, especialmente quando se trata de veículos que atuam com cargas pesadas por longas distâncias.

É relevante notar que, para proprietários de frotas, o custo total de propriedade de um caminhão depende não apenas do valor de compra ou do valor de reposição estimado pela FIPE, mas também de fatores como consumo de combustível, custo de manutenção, disponibilidade de peças específicas para o modelo Cargo, rede de assistência técnica em regiões atendidas e a eventual necessidade de substituição de componentes após uso intensivo. Em termos de seguros, isso significa que o histórico de confiabilidade e a qualidade de suporte da marca podem influenciar positivamente a avaliação de risco, principalmente em sinistros que envolvam danos à carroceria, sistemas de freios e o conjunto de suspensão. Além disso, a presença de programas de manutenção preventiva e de garantia estendida pode impactar as condições de cobertura, incluindo a possibilidade de reduzir franquias ou de obter benefícios em casos de sinistros, desde que devidamente comprovados pela empresa seguradora.

O papel da FIPE na avaliação de risco e na gestão de seguros para caminhões 6×4

Para quem atua em corretoras de seguros, a compreensão prática da FIPE vai além da simples referência de valor de mercado. Em caminhões 6×4 com três eixos, a FIPE ajuda a mapear a tendência de depreciação, especialmente para modelos com configuração específica como o Cargo 2632 E 6×4. A depreciação influencia o valor coberto em caso de sinistro e o prêmio de cobertura, especialmente em apólices que utilizam cláusulas de indenização baseadas no valor de mercado de reposição ou de atual de mercado. Além disso, a FIPE serve como um complemento aos dados operacionais da frota: idade do veículo, histórico de manutenções, quilometragem, condições de conservação, uso (rodoviário, urbano, tráfego intenso), histórico de sinistros e a disponibilidade de peças de reposição. Tudo isso compõe o perfil de risco que determina o custo do seguro, a franquia associada, as coberturas recomendadas (colisão, risco de terceiros, incêndio, roubo, danos a cargas, assistência 24h etc.) e as margens de segurança para a seguradora.

Para frotistas e corretores, é essencial alinhar a expectativa de cobertura com o uso real do veículo. Um Ford Cargo configurado para operações de longa distância com carretas de grande porte tende a ter perfis de risco diferentes de um veículo utilizado apenas em operações urbanas de coleta e entrega. Em termos práticos, isso significa que a FIPE funciona como uma referência que ajuda a calibrar a base de cálculo, mas as condições de uso real, o histórico do veículo e o comportamento do condutor são fatores igualmente decisivos para estabelecer uma apólice que atenda às necessidades da operação com equilíbrio entre proteção e custo.

Considerações práticas para quem opera o Ford Cargo 2632 E 6×4

Para quem utiliza ou negocia seguros para esse tipo de veículo, algumas práticas costumam favorecer uma gestão de risco mais eficiente:

• Manutenção preventiva regular: manter um cronograma de revisões, com verificação de freios, suspensão, direção, sistema de alimentação de combustível e componentes do trem de força, ajuda a reduzir a probabilidade