| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 45.979,00 |
| Dez/25 | R$ 46.067,00 |
| Nov/25 | R$ 46.137,00 |
| Out/25 | R$ 46.248,00 |
| Set/25 | R$ 46.397,00 |
| Ago/25 | R$ 46.495,00 |
| Jul/25 | R$ 46.570,00 |
| Jun/25 | R$ 46.617,00 |
| Mai/25 | R$ 46.711,00 |
| Abr/25 | R$ 46.754,00 |
| Mar/25 | R$ 46.825,00 |
| Fev/25 | R$ 46.854,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Ford Cargo 814 Turbo 2p Diesel de 1996
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada pelo setor de seguros, concessionárias e compradores para estimar o valor de veículos usados. Embora muita gente associe a FIPE apenas a automóveis de passeio, os mesmos princípios se aplicam a caminhões e veículos comerciais leves e médios, incluindo modelos da linha Ford Cargo. No contexto de um Ford Cargo 814 Turbo 2p (diesel) fabricado em 1996, entender como a FIPE funciona ajuda o consumidor a ter uma base objetiva para negociações, avaliações de seguro e planejamento financeiro. Em linhas gerais, a FIPE captura um valor de referência com base em dados de mercado, considerando a idade, o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de manutenção e as configurações do veículo. Em veículos comerciais, fatores adicionais, como a configuração da caçamba ou baú, a presença de itens opcionais e o tipo de motor, pesam na variação desse índice ao longo do tempo. Analisar a Tabela FIPE com cuidado é essencial para quem pretende manter o caminhão na rota de custos controlados, seja para frete urbano, rodoviário ou operações de distribuição que exigem confiabilidade de longo prazo.
Ficha técnica (estimada) do Ford Cargo 814 Turbo 2p Diesel – 1996
- Motor: Diesel turbo, 6 cilindros em linha, deslocamento estimado entre 6,0 e 8,0 litros, configuração típica para caminhões da linha Cargo da época.
- Transmissão: Manual, de 5 a 6 velocidades, com relação de marchas adequada para trabalho de carga e aclives moderados em vias urbanas e rodovias.
- Tração e cabine: 4×2 com cabine simples de 2 portas, voltada para otimizar o espaço de carga e facilitar a entrada/saída do motorista.
- Capacidade e peso: PBT (peso bruto total) entre aproximadamente 12.000 kg e 14.000 kg; carga útil estimada entre 6.000 kg e 8.000 kg, dependendo da configuração e de acessórios instalados (caçamba, baú, carroceria, etc.).
É importante frisar que as especificações acima refletem uma faixa típica para o modelo na década de 1990. O universo de caminhões usados é marcado por variações de acordo com o ano específico de fabricação, a configuração de trem de força, a caçamba ou baú instalados, além de intervenções de proteção de chassi, suspensão e freios. Por isso, ao consultar a FIPE para o Cargo 814 Turbo, é recomendável confirmar o conjunto específico de itens que compõem a versão anunciada ou avaliada — o que pode impactar diretamente no valor de referência.

A marca Ford no segmento de caminhões: legado e atuação no Brasil
A Ford, ao longo das décadas, consolidou-se como um player relevante no mercado de caminhões no Brasil, oferecendo uma linha que combina robustez, disponibilidade de reposição e uma rede de serviço que atravessa o território nacional. O histórico da Ford Caminhões no Brasil inclui modelos que enfrentaram cargas desafiadoras em rodovias, estradas rurais e trechos urbanos com tráfego intenso. A presença de motores confiáveis, cabine simples e soluções de tração adaptadas às necessidades de frota ajudou a estabelecer a reputação de durabilidade e custo total de propriedade relativamente previsível para muitos operadores de transporte de carga leve a média. Mesmo com evoluções técnicas ao longo dos anos, caminhões da família Cargo carregaram consigo a herança de engenharia de robustez, projetada para suportar jornadas extensas, manutenções periódicas e intervenções de oficina com peças de reposição disponíveis em ampla rede de distribuição. Esse conjunto de fatores faz diferença não apenas no desempenho diário, mas também no cálculo de seguros, pois seguradoras levam em conta a disponibilidade de peças, a facilidade de serviço e o histórico de confiabilidade da marca ao avaliar risco e premium. Além disso, a presença de serviços de manutenção e a disponibilidade de mão de obra especializada influenciam a percepção de risco para frota e o custo de proteção veicular.
Por que a FIPE é relevante para seguradoras e compradores de caminhões usados
Para seguradoras, a FIPE funciona como um referencial objetivo de valor de mercado, servindo como base para cotações de seguro, para indenizações em casos de sinistro ou para validação de terceiros. Para compradores e corretores, a tabela auxilia na tomada de decisão ao comparar veículos semelhantes de diferentes anunciantes, mantendo uma referência comum de equilíbrio entre idade, estado de conservação e configuração. No caso do Ford Cargo 814 Turbo 2p de 1996, a FIPE ajuda a situar o preço relativo entre unidades com diferentes quilometragens, componentes substituídos ou reparos e alterações de carroceria. A leitura dessa referência deve considerar que o mercado de caminhões é sensível a variações regionais: alguns estados, por exemplo, podem apresentar maior demanda por caminhões 4×2 com caçamba para distribuição de materiais, o que pode puxar o valor de referência para cima em determinados períodos. Por outro lado, a disponibilidade de peças usadas, o custo de mão de obra qualificada e o histórico de manutenção influenciam fortemente o apetite de seguradoras para tarifar o risco, refletindo-se nos valores de prêmios, franquias e coberturas disponíveis. Em síntese, a FIPE é uma bússola útil, mas não substitui a avaliação detalhada do veículo, da configuração e do histórico de uso antes de fechar negócio ou contrato de seguro.
Como interpretar o valor da Tabela FIPE para o Cargo 814 Turbo 2p (1996) na prática
Ao considerar uma avaliação baseada na FIPE, vale observar alguns pontos práticos que ajudam a alinhar expectativa e realidade no momento da compra ou contratação de seguro. Primeiro, a idade do veículo é fator decisivo: modelos com 25 anos ou mais costumam apresentar depreciação mais acentuada, especialmente se a cabine e a carroceria apresentam sinais de desgaste estrutural ou corrosão. Segundo, a quilometragem representa o desgaste acumulado de componentes essenciais, como motor, transmissão, eixos, sistema de freios e suspensão. Uma quilometragem extremamente baixa para a idade pode sinalizar coleta de veículo com curto uso, o que pode ter impactos positivos para o valor de mercado, desde que a manutenção tenha sido regular. Terceiro, o histórico de manutenção — registros de revisões, troca de correias, filtros, fluidos, e informações sobre ocorrências de reparos — aumenta a confiabilidade do veículo aos olhos de seguradoras e compradores. Por fim, a configuração específica (tipo de caçamba, baú, carroceria, itens opcionais) pode elevar ou reduzir o valor de referência, pois alterações afetam não apenas a utilidade prática, mas também o custo de substituição de componentes ou de reparos em caso de sinistro. Em resumo, a leitura da FIPE para o Cargo 814 Turbo envolve uma leitura holística do veículo, indo além do número bruto apresentado pela tabela.
Para quem trabalha com seguros, compreender esses aspectos se traduz em melhores condições de proteção, com coberturas ajustadas ao risco real. Por exemplo, uma frota com veículos preservados, manutenção em dia e configuração de carroceria padronizada tende a receber cotações mais estáveis, ao passo que variações abruptas de estado de conservação ou de uso (como mudanças na caçamba para operações diferentes) podem exigir ajustes adicionais de cobertura, franquias e limites de indenização. Por isso, é essencial fornecer à seguradora informações atualizadas sobre o veículo, o uso pretendido, a frequência de operação e o histórico de sinistros para obter uma cotação precisa e competitiva.
Quando se trata de manutenção preventiva e gestão de risco, donos de caminhões como o Cargo 814 Turbo podem se beneficiar de um planejamento que leve em conta não apenas o custo imediato de peças, mas o custo total de propriedade (TCO). Em termos simples, isso envolve avaliar a frequência de manutenções programadas, a disponibilidade de oficinas autorizadas, a rede de reposição de peças originais e a durabilidade de componentes críticos sob condições de uso típicas, seja no trânsito urbano com paradas frequentes, seja em longas viagens rodoviárias com carga constante. Uma gestão adequada de TCO não apenas facilita a negociação com seguradoras, mas também auxilia na tomada de decisão sobre renovação de frota, venda de ativos usados ou participação em programas de seguro com módulos de proteção adaptados ao perfil operacional.
Considerações finais para proprietários e corretores de seguros
Ao trabalhar com modelos mais antigos de caminhões, como o Ford Cargo 814 Turbo 2p (1996), é crucial manter um diálogo claro sobre a configuração atual do veículo, incluindo alterações que possam ter sido realizadas ao longo dos anos. A documentação de manutenção, a verificação de estado de motor, transmissão, freios e chassi, bem como a avaliação de acessórios instalados (caçamba, baú, carrocerias adicionais e dispositivos de segurança), ajudam a fundamentar a avaliação de risco e a precificar o seguro com mais precisão. Além disso, manter o veículo em boas condições de operação, com histórico de manutenção disponível, favorece não apenas a confiabilidade operacional, mas também a percepção de valor pelo mercado e pelas seguradoras. O objetivo é equilibrar custo de proteção com o nível de cobertura necessário para a função do veículo na frota, levando em consideração que caminhões com idade mais avançada exigem atenção redobrada em termos de manutenção preventiva e de documentação.
Por fim, ao planejar a aquisição ou renovação de seguro para um Ford Cargo 814 Turbo 2p diesel de 1996, a consulta a uma corretora especializada pode facilitar o caminho. Uma avaliação personalizada pode contemplar o uso típico (distribuição local, transporte regional, operações de construção), as condições de estrada da região de atuação, a frequência de manutenções e o histórico de sin
