| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 22.492,00 |
| Dez/25 | R$ 22.270,00 |
| Nov/25 | R$ 22.050,00 |
| Out/25 | R$ 21.832,00 |
| Set/25 | R$ 21.404,00 |
| Ago/25 | R$ 21.193,00 |
| Jul/25 | R$ 20.984,00 |
| Jun/25 | R$ 20.777,00 |
| Mai/25 | R$ 20.572,00 |
| Abr/25 | R$ 20.475,00 |
| Mar/25 | R$ 20.273,00 |
| Fev/25 | R$ 20.073,00 |
Panorama técnico e histórico do Ford Del Rey Ghia 1991: versões 1.6/1.8 para 2 portas e 4 portas
Este artigo aborda a Tabela FIPE do Ford Del Rey Ghia 1991 nas versões 1.6 e 1.8, disponíveis em configurações de duas e quatro portas. O foco é apresentar o contexto da marca, as particularidades técnicas do modelo, bem como aspectos relevantes para quem busca entender o valor histórico, o comportamento do veículo e as implicações para seguros. Embora a tabela de preços não esteja incluída neste texto, vamos explorar aspectos que ajudam a compreender o que está por trás das cotações, das avaliações de raridade e da manutenção de um carro clássico moderno com motorizações típicas da indústria brasileira da época.
Sobre a marca Ford e o Del Rey
A Ford Motor Company é uma das marcas automotivas mais emblemáticas do mundo, com uma trajetória marcada por inovações, robustez e uma presença marcada no mercado brasileiro desde a metade do século XX. No Brasil, a Ford se consolidou como uma fabricante que soube adaptar suas linhas globais às particularidades do mercado local, incluindo a produção de modelos populares de uso cotidiano que, ao longo dos anos, se tornaram ícones de muitas famílias. O Del Rey foi um exemplo claro dessa estratégia: um sedã de porte médio que, em diferentes gerações, consolidou-se como uma opção confiável para quem buscava espaço interno, conforto e uma mecânica sólida para uso diário intensivo e, ao mesmo tempo, com apelo de status na época de lançamento. O Del Rey concluiu um ciclo de ajustes ao longo da década de 1980 e início dos anos 1990, período em que a indústria automotiva brasileira vivenciou transições importantes, com mudanças de design, evolução de motores e adaptações de acabamento. O Ghia, como variante de acabamento superior, destacava-se pelo refinamento dos materiais internos, pelo conjunto de itens de conforto e pela sinalização de uma linha mais premium dentro da família Del Rey. Em termos de seguro e manutenção, entender a origem da Ford e o posicionamento do Del Rey ajuda a compreender riscos e custos associados a peças, mão de obra especializada e disponibilidade de componentes originais, que costumam influenciar a avaliação de risco para as seguradoras.

O Del Rey, em suas variantes 1.6 e 1.8, foi pensado para oferecer um equilíbrio entre desempenho, consumo e espaço para passageiros e bagagens. Embora hoje seja visto como um clássico moderno por muitos entusiastas, na época ele representava uma solução prática para a família brasileira, com linhas de design que buscavam uma imagem de modernidade sem abrir mão da robustez. Para quem trabalha com corretagem de seguros, entender esse equilíbrio é fundamental: não se trata apenas de um automóvel antigo, mas de um veículo com engenharia de uma era anterior à eletrônica de última geração, com manter peças de reposição mais comuns e, dependendo da versão, com recursos mecânicos relativamente simples de diagnóstico. Esse conhecimento facilita a avaliação de sinistros, a determinação de coberturas adequadas e o dimensionamento de prêmios com base em histórico de uso, desgaste e disponibilidade de assistência técnica.
Ficha Técnica Detalhada do Del Rey Ghia 1991
A seguir, apresentamos uma visão compacta da ficha técnica das variantes 1.6 e 1.8 do Ford Del Rey Ghia 1991, contemplando aspectos centrais do motor, da transmissão, das dimensões e de itens de acabamento que influenciam o desempenho, o conforto e a manutenção. Vale lembrar que pequenas variações podem existir entre as séries recebidas pela concessionária, especialmente entre dois e quatro portas, bem como entre a concessão de acabamento Ghia e demais linhas de equipamento.
- Motor e configuração: 4 cilindros, com opções de motor 1.6 L (aproximadamente 1.598 cm³) ou 1.8 L (aproximadamente 1.776 cm³). Alimentação predominantemente por carburador na época, com desenho pensado para uso de gasolina disponível na rede de postos. A ideia central é fornecer robustez para condução urbana e viagens curtas com carga moderada, mantendo um comportamento previsível em diferentes condições de rodagem.
- Potência e torque: faixa de potência compatível com motores de 1.6 e 1.8 típicos da linha Del Rey, geralmente refletindo valores na casa de dezenas de cavalos, com torque suficiente para atividades diárias e retomadas moderadas. Essas especificações influenciam o pacote de câmbio recomendado e a resposta do veículo em trechos urbanos com semáforos, além de impactar consumo e desgaste mecânico ao longo do tempo.
- Transmissão: manual de 4 velocidades como configuração padrão em boa parte das unidades, com a possibilidade de ter uma opção de transmissão automática de 3 velocidades em séries especiais ou pacotes de acabamento. A presença de uma caixa manual costuma favorecer menor complexidade de reparo e maior previsibilidade em manutenções rotineiras, aspecto relevante para seguradoras na hora de estimar risco de sinistro e custo de conserto.
- Dimensões, peso e tanque: comprimento típico próximo a 4,25 metros, largura em torno de 1,65–1,70 metros, distância entre eixos em cerca de 2,50 metros. Peso em ordem de marcha fica na faixa de cerca de 1.04 a 1.15 toneladas, dependendo da configuração 2p ou 4p e do acabamento Ghia. Tanque de combustível com capacidade aproximadamente em torno de 50 litros, o que influencia autonomia e necessidade de paradas para abastecimento em viagens médias. Essas medidas ajudam a entender o espaço interno, a cabine e o comportamento dinâmico do carro sob carga.
Além desses itens, vale mencionar que a linha Ghia costumava trazer acabamento interno mais refinado, com materiais de boa qualidade para a época, o que incluía painéis de porta com detalhes, bancos com boa ergonomia e uma atmosfera de habitabilidade que cativava quem precisava de conforto em trajetos mais longos. Atualmente, as notas de uso cotidiano, manutenção preventiva e disponibilidade de peças podem variar conforme a origem do exemplar, o histórico de uso, a região de circulação e o tempo de atuação de oficinas especializadas. Para quem atua no setor de seguros, essas nuances ajudam a calibrar cobertura, franquias e cláusulas de proteção para danos acidentais, colisão, roubo/furto e assistências adicionais, levando em conta o custo de reposição ou reparo de componentes específicos da era 1991.
Observação importante: o Del Rey Ghia 1991 é um carro com apelo histórico relevante, especialmente para quem valoriza a memória automotiva brasileira. A ficha técnica apresentada aqui procura sintetizar os aspectos que costumam importar nas avaliações FIPE, na simples leitura de características técnicas e na hora de planejar seguros. As informações podem variar conforme o exemplar, e a correta identificação de versões (2p vs 4p, 1.6 vs 1.8, presença de itens de acabamento Ghia) ajuda a alinhar expectativas de consumo, desempenho e possibilidade de restauração, fatores diretamente ligados à precificação de seguros e à necessidade de coberturas específicas.
Versões, motorização e diferenças entre 2 portas e 4 portas
As duas configurações principais do Del Rey Ghia 1991 – 2 portas e 4 portas – compartilham a base mecânica, porém apresentam diferenças relevantes em aspecto prático, conforto e consumos observados no uso diário. A versão de duas portas costuma enfatizar um perfil mais esportivo, com interior ainda mais focado em acabamento de luxo para a época, sem perder a praticidade para o dia a dia. Já a versão de quatro portas tende a oferecer maior comodidade para uso familiar, com espaço de porta-malas preservado e acessibilidade superior para passageiros traseiros. Em termos de motor, a escolha entre 1.6 e 1.8 continua sendo o eixo que define desempenho, reatividade e, consequentemente, as necessidades de seguro associadas a cada configuração.
Funcionalmente, entender essas diferenças ajuda na hora de avaliar a Tabela FIPE, já que itens como a probabilidade de desgaste de componentes específicos, compatibilidade de peças de reposição e disponibilidade de serviços de manutenção podem influenciar o prêmio de seguro. Por exemplo, a disponibilidade de peças originais para o motor 1.8 pode oferecer vantagens em termos de confiabilidade, mas, ao mesmo tempo, pode exigir atenção a custos de peças de reposição, o que impacta o custo total de propriedade ao longo do tempo. O conjunto de itens de acabamento Ghia, com seus diferenciais estéticos e de conforto, também pode influenciar o seguro ao ampliar o conjunto de itens de valor protegidos (bancos, acabamentos, painel, entre outros).
É comum observar que a manutenção de modelos dessa idade demanda cuidado específico: verificação de cabos, mangueiras, estado do sistema de arrefecimento, integridade dos sistemas elétricos simples, inspeção de suspensão e freios. Esses fatores, somados à originalidade do veículo, costumam refletir diretamente na percepção de risco pela seguradora e, por consequência, no custo do seguro. Por esse motivo, ao consultar a Tabela FIPE para esse Del Rey Ghia, é útil considerar não apenas o valor de tabela, mas também o estado de conservação, o histórico de acidentes, a regularidade de revisões e a presença de documentação de importação ou de origem brasileira, que ajudam a sustentar uma cotação mais ajustada à realidade do veículo.
Além disso, o conjunto de itens de proteção oferecidos pela sociedade de seguros pode incluir, além da cobertura contra danos a terceiros, proteção contra roubo e furto, colisão, incêndio e assistência 24 horas. Em veículos de idade avançada, é comum que as seguradoras atentem para a disponibilidade de peças de reposição e a qualidade de profissionais habilitados para reparos, o que influencia a filosofia de cada apólice. Por fim, vale relembrar que o Del Rey Ghia 1991 ocupa um espaço especial no Museu do Automóvel não apenas como peça de colecionador, mas como uma referência de design e engenharia que ajudou a moldar as escolhas de consumo no Brasil em uma época de transição tecnológica e econômica.
Mercado de reposição, uso responsável e cuidado com o seguro
Para quem tem uma unidade do Ford Del Rey Ghia 1991 ou pretende adquirir uma, a agenda de manutenção e a gestão de peças de reposição são fatores centrais na hora de planejar seguro e propriedade. O mercado de reposição para modelos dessa geração é relativamente estável no Brasil, com disponibilidade de peças originais e de reposição compatíveis por meio de catálogos de aftermarket bem estruturados. O fascínio histórico do Del Rey Ghia também mobiliza clubes de entusiastas e ferros-velhos especializados, que costumam manter um fluxo de peças compatíveis com períodos de produção da Ford do Brasil. O bom relacionamento com oficinas que entendem de carros clássicos e de período é um diferencial na hora de manter o veículo em condições adequadas de uso, o que, por sua vez, influencia positivamente as condições de seguro: menor probabilidade de interrupção de serviço, documentação em ordem e histórico de manutenções bem registradas costumam reduzir o risco de sinistro e podem refletir em custos de apólice mais estáveis ao longo do tempo.
Ao considerar a Tabela FIPE para o Del Rey Ghia, vale também considerar o ritmo de uso do veículo. Em geral, automóveis com uso predominantemente urbano, em especial aqueles com configuração de portas múltiplas para atender a uma família, tendem a exigir políticas de seguro com adequada proteção para terceiros, danos materiais e cobertura de eventuais perdas por roubo. A veiculação de peças de reposição, bem como a disponibilidade de assistência técnica, pode impactar o tempo de reparo e o custo de mão de obra, fatores que seguradoras utilizam para construir pacotes de cobertura que conciliem custo e proteção. Além disso, é importante manter documentação atualizada, inclusive de passagem de inspeções, que ajudam a demonstrar um histórico estável de uso e manutenção – um ponto que as seguradoras costumam valorizar na avaliação de prêmios e limites de cobertura.
Considerações finais e orientação para cotação
Em síntese, o Ford Del Rey Ghia 1991, nas versões 1.6 e 1.8 em configuração 2p e 4p, é um exemplar que carrega um legado importante da indústria automobilística brasileira, marcado pela combinação de motorizações simples, manutenção relativamente acessível e uma afinidade prática com o uso diário. A Tabela FIPE para esse conjunto de características é útil para entender o valor histórico de reposição e de referência de mercado, mas não é apenas um número isolado: ele está intrinsecamente ligado ao estado de conservação, à disponibilidade de peças, à rede de oficinas habilitadas e, principalmente, ao cuidado com o veículo ao longo dos anos. O Del Rey Ghia, portanto, pode representar tanto um patrimônio com valor sentimental quanto um investimento em preservação que requer uma gestão cuidadosa de seguros, com coberturas pensadas para danos, roubo, disponibilidade de peças e assistência emergencial, sempre com foco na proteção de um ativo com história e significado para quem valoriza esse tipo de automóvel.
Se você está avaliando a proteção do seu Del Rey Ghia e quer entender melhor como a diversidade de motores, portas e acabamentos pode influenciar a apólice, a GT Seguros oferece soluções de cotação que ajudam a comparar coberturas, limites e custos. Faça uma cotação com a GT Seguros para verificar opções de proteção que se alinhem ao seu uso, ao estado de conservação do veículo e às suas necessidades específicas de garantia, com a tranquilidade de ter uma seguradora preparada para responder com agilidade quando você mais precisar. A contratação de uma proteção adequada é um passo essencial para manter a história do seu Ford Del Rey Ghia bem cuidada e segura, ao longo de muitos quilômetros pela frente.
