| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 5.334,00 |
| Dez/25 | R$ 5.345,00 |
| Nov/25 | R$ 5.354,00 |
| Out/25 | R$ 5.367,00 |
| Set/25 | R$ 5.385,00 |
| Ago/25 | R$ 5.397,00 |
| Jul/25 | R$ 5.406,00 |
| Jun/25 | R$ 5.412,00 |
| Mai/25 | R$ 5.423,00 |
| Abr/25 | R$ 5.428,00 |
| Mar/25 | R$ 5.437,00 |
| Fev/25 | R$ 5.441,00 |
Guia completo sobre a avaliação pela Tabela FIPE para o Ford Escort Ghia 1.8i / 1.8 / 1.6, ano 1989
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar valores de mercado de veículos usados. Para seguradoras, compradores e profissionais de expressão financeira, conhecer como esse índice funciona ajuda a entender como o valor de um carro antigo pode variar conforme versão, ano de fabricação e condições de conservação. Quando falamos de um Ford Escort Ghia 1.8i / 1.8 / 1.6, ano 1989, a leitura da FIPE ganha contornos específicos: envolve entender as variantes de motorização, o histórico da linha Escort no Brasil e, principalmente, a relação entre o estado de conservação, origem de peças e o histórico de uso. Este conteúdo busca explicar, de forma educativa, como interpretar a FIPE para este modelo, além de destacar itens relevantes para seguros e proteção desse carro clássico de 1989.
O que a FIPE representa e por que isso importa para o seguro
A Tabela FIPE é fruto de estudos de transações de veículos usados. Ela reúne dados de valores médios de veículos SEMINCLUSÕES de condições específicas como estado de conservação, quilometragem, histórico de sinistros ou alterações mecânicas. Em termos práticos, a FIPE serve como referência para o preço de reposição em seguradoras e, por consequência, para a definição de coberturas, valores de indenização e, muitas vezes, para cálculos de franquias. Em carros com idade longa, como o Escort de 1989, a FIPE ajuda a padronizar uma referência de mercado diante de variações regionais e de condição de conservação, sem substituir uma avaliação técnica particular ou um laudo de conservação.

Para quem atua na área de seguros, entender a diferença entre versão de fábrica e estado atual do veículo é tão importante quanto o simples número da tabela. Um Escort Ghia 1.8i, com injeção eletrônica, pode apresentar variações de valor na FIPE em função de itens como conservação da carroçaria, estado do motor, presença de itens originais de época, documentação, histórico de colisões e disponibilidade de peças de reposição. Por isso, a leitura da FIPE não substitui uma avaliação pericial, mas serve como base de referência para a negociação de coberturas, limites de indenização e condições de uso do veículo no contrato de seguro.
Ford Escort Ghia 1989: contexto da linha e o papel da marca no Brasil
O Ford Escort chegou ao Brasil como parte de uma estratégia de oferecer compactos médios com bom espaço interno, confiabilidade mecânica e acabamento mais refinado. Na década de 1980, a linha Escort consolidou-se como uma opção importante para famílias que buscavam conforto, desempenho sólido e facilidade de manutenção. A versão Ghia, símbolo de um acabamento mais elaborado, trazia itens de conforto, detalhes estéticos e, em muitas edições, motorizações com injeção eletrônica. Em 1989, o Escort Ghia 1.8i / 1.8 / 1.6 representava uma combinação de motorização com desempenho adequado para a época e um formato de carroceria que privilegiava espaço interno, porta-malas e dirigibilidade estável para uso diário e deslocamentos de maior duração.
Sobre a marca, a Ford tem uma presença marcante no cenário automobilístico brasileiro há décadas. A empresa investiu em redes de concessionárias, serviços de manutenção e disponibilidade de peças, o que, historicamente, facilita a manutenção de modelos mais antigos. O Ford Escort, em especial, é lembrado por sua engenharia prática, linha de dianteira confiável e robustez de carroceria — elementos que ajudam a manter a relevância do veículo no mercado de usados e entre entusiastas de carros históricos. A Ghia, como acabamento de prestige em muitos mercados, agregava itens de estilo, acabamento interno de qualidade e, às vezes, opções de motorização que privilegiavam o equilíbrio entre desempenho e consumo. Entender esse contexto ajuda a interpretar melhor a leitura da FIPE para o Escort 1989 e a planejar adequadamente a proteção por meio do seguro.
Ficha técnica resumida do Ford Escort Ghia 1.8i / 1.8 / 1.6 (1989)
- Categoria: sedan compacto 4 portas, 5 lugares.
- Motorização: opções com motor 1.6 litros (versões com carburador) e motor 1.8 litros com injeção eletrônica (1.8i).
- Transmissão: geralmente manual de 4 marchas; em algumas variantes, havia aquisição com câmbio automático, porém menos comum nessa configuração de época.
- Tração: dianteira (_motor dianteiro, tração dianteira).
Ao olhar para as especificações técnicas, vale lembrar que a configuração exata pode variar conforme a linha de montagem, o mercado regional e o pacote de equipamentos. A versão Ghia costuma trazer acabamento interno mais elaborado, com detalhes de estilo e conforto que diferenciavam o Escort de outras versões da época. A capacidade de porta-malas de um sedã 4 portas fica alinhada ao espaço típico de 400 a 450 litros, com banco traseiro que, quando rebatido, pode oferecer uma área de carga maior para objetos de tamanho moderado. Em termos de dimensões, o Escort 1989 apresentava comprimento próximo de 4,1 a 4,2 metros, largura entre 1,66 e 1,70 metros, altura em torno de 1,38 a 1,40 metro, e entre-eixos na faixa de cerca de 2,4 a 2,5 metros. Esses números ajudam a entender o espaço disponível para ocupantes, conforto de condução e a postura de condução, fatores relevantes tanto para uso cotidiano quanto para manuseio em situações de garagem, estacionamento e segurança veicular.
Como interpretar a FIPE para o Ford Escort Ghia 1989: motorizações e versões
Para quem trabalha com seguro ou compra de peças, distinguir entre as variantes é fundamental. A FIPE classifica empregos por marca, modelo, versão, ano de fabricação e motor. No caso do Escort Ghia 1.8i / 1.8 / 1.6 (1989), as diferentes opções de motorização podem refletir faixas distintas de valor de referência, uma vez que a injeção eletrônica do 1.8i tende a oferecer melhor resposta de entrega de torque e, potencialmente, maior atratividade de mercado em termos de aceitação de peças originalidade. Já as versões 1.6 podem apresentar motorização diferente em termos de confiabilidade de combustível, manutenção de sensores e combustível, o que, por consequência, influencia a avaliação da FIPE ao longo do tempo. Além disso, fatores como acabamento Ghia, estado de conservação, presença de itens originais e histórico de reparos podem criar variações dentro da própria linha, mesmo entre veículos com o mesmo ano modelo.
Ao consultar a FIPE para este modelo, leve em conta:
- Verifique a variante de motor (1.8i vs 1.6) para entender a faixa de valorização na tabela.
- Considere o estado do veículo: exemplar com carroceria íntegra, pintura original, interior conservado e histórico de manutenção completo tende a apresentar melhor posicionamento na FIPE, mesmo dentro da mesma versão.
- Considere se o veículo possui itens originais de época ou revisões que preservem a originalidade, como painel, calotas, badges e acabamento de fábrica (Ghia).
- Esteja atento a particularidades regionais de mercado: a disponibilidade de peças, demanda por esse modelo e a percepção de colecionadores podem influenciar a leitura da FIPE ao longo do tempo.
História da marca e da linha Escort no Brasil: por que esse modelo persiste no imaginário automotivo
O Escort, como linha, ocupa um lugar significativo na memória de muitos brasileiros que viveram a transição entre carros nacionais e importados. A presença da Ford no país durante décadas moldou uma cultura de manutenção, substituição de peças e confiabilidade prática que favorece a continuidade da operação de modelos antigos. A versão Ghia, com acabamento mais elaborado, representou uma aposta da Ford em oferecer um sedã de perfil mais refinado, visando consumidores que buscavam conforto sem abrir mão de uma mecânica confiável. O Escort 1989 é lembrado justamente por combinar robustez mecânica com um conjunto de acabamentos que, para a época, transmitia uma sensação de qualidade e durabilidade. Em termos de seguros, esse conjunto de atributos tende a influenciar positivamente a percepção de valor de substituição (quando necessário) e o custo potencial de reparo, desde que o histórico de manutenção seja documentado e as peças originais estejam disponíveis ou substituídas por componentes compatíveis de forma adequada.
Cuidados com o seguro para um carro antigo como o Escort Ghia 1989
Quando se trata de seguro para veículos clássicos ou históricos, existem particularidades que vão além da simples substituição de peças. Aspectos como o estado atual da carroceria, a originalidade de itens mecânicos e a documentação de manutenção impactam diretamente o valor segurável, o custo de premium e o tipo de cobertura mais adequado. Para o Escort Ghia 1989, considere:
- Avaliação do estado de conservação: um veículo bem conservado, com pintura original, carroceria sem corrosões significativas, vidros sem trincas e interior conservado, tende a melhorar o enquadramento de coberturas de valor de reposição ou valor acordado.
- Histórico de manutenção e peças originais: manter recibos de serviços, notas de troca de peças originais ou equivalentes de boa qualidade facilita a comprovação de conservação e pode influenciar positivamente as condições de seguro.
- Uso do veículo: se o Escort for utilizado de forma esporádica, em eventos de encontro de carros ou como veículo de coleção, as apólices podem ser ajustadas para uso esporádico ou com restrições de uso diário.
- Opções de cobertura: considerar coberturas de danos a terceiros, incêndio, roubo, colisão, quebra acidental e cobertura de peças originais pode oferecer proteção adequada ao valor de reposição ou ao valor de mercado estimado pela FIPE, dependendo do contrato.
Além disso, vale destacar que, em veículos de épocas passadas, é comum encontrar variações de valor com o tempo conforme a oferta de peças de reposição, disponibilidade de serviços especializados e o interesse de colecionadores. A FIPE, nesse contexto, continua servindo como referência de avaliação, mas é fundamental combinar essa referência com uma avaliação técnica atualizada por um profissional, que leve em conta o histórico do veículo, o estado de conservação e possíveis modificações ou restaurações realizadas ao longo dos anos. O seguro, por sua vez, deve buscar cobrir tanto o risco de danos ao próprio veículo quanto a responsabilidade civil perante terceiros, adaptando-se às características específicas de um carro antigo com valor histórico.
Para quem busca orientação prática para calcular o custo de proteção de um Escort Ghia 1989, a combinação entre a avaliação pela FIPE, a inspeção técnica e a escolha de coberturas adequadas resulta na melhor estratégia de seguro. A FIPE oferece um marco de referência, enquanto a avaliação personalizada e o acompanhamento de profissionais do seguro garantem que o contrato se alinhe às necessidades reais do proprietário, respeitando a origem e o estado do veículo.
Considerações finais e convite à cotação
O Ford Escort Ghia 1.8i / 1.8 / 1.6 de 1989 representa um capítulo importante da história automotiva brasileira. Compreender a FIPE, as variantes de motorização, o contexto da marca e as particularidades do seguro para carros antigos ajuda proprietários e interessados a tomar decisões mais bem informadas. A leitura cuidadosa da tabela, aliada a uma avaliação técnica recente, pode otimizar não apenas o custo da proteção, mas a qualidade de cobertura ao longo de anos de uso, restaurações ou preservação de um veículo que carrega consigo memória de décadas.
Se você busca orientação prática para assegurar esse patrimônio com a devida proteção, a GT Seguros está pronta para apoiar com uma cotação sob medida para o Escort Ghia de 1989. Considere solicitar uma cotação com a GT Seguros para entender as opções de cobertura, condições de valor de reposição e as melhores alternativas de proteção para esse veículo tão singular.
