Valor FIPE Atual
R$ 6.102,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 003038-4
Ano: 1987-1
MêsPreço
Mar/26R$ 6.102,00
Fev/26R$ 6.042,00
Jan/26R$ 5.983,00
Dez/25R$ 5.995,00
Nov/25R$ 5.936,00
Out/25R$ 5.951,00
Set/25R$ 5.971,00
Ago/25R$ 5.984,00
Jul/25R$ 5.994,00
Jun/25R$ 5.935,00
Mai/25R$ 5.947,00
Abr/25R$ 5.953,00

Guia prático sobre a Tabela FIPE para o Ford Escort XR3 1987: explorando as versões 1.8 e 1.6 Beneton/Form./Laser

A Tabela FIPE é uma referência fundamental para quem trabalha com seguros, venda ou avaliação de veículos no Brasil. Ela padroniza o valor de mercado de carros usados com base em dados coletados mensalmente, ajudando a assegurar que corretores e seguradoras atuem com critérios consistentes. No caso do Ford Escort XR3 de 1987, especialmente nas variantes 1.8 e 1.6 associadas aos pacotes Beneton/Form./Laser, entender como a FIPE classifica cada versão facilita a precificação de seguro, a comparação entre propostas e a comunicação com clientes que buscam informações transparentes. A seguir, mergulhamos no contexto histórico, nas características técnicas dessas versões e na relação entre FIPE e a avaliação de risco pelas seguradoras, sempre com foco educativo para quem atua no setor de seguros.

Contexto histórico: Ford e o Escort XR3 no Brasil

Nos anos 80, a Ford consolidou no Brasil uma linha de hatchbacks esportivos que atraía fãs de performance acessível. O Escort XR3 emergiu como uma referência nessa proposta, trazendo uma configuração com apelo de alta performance para o público que gostava de dirigir com sensação de resposta e dinamismo. O XR3 tinha elementos de estilo, aerodinâmica e chassis voltados para uma condução mais ágil, o que o tornava diferente do restante da linha de família de compactos da marca. Além das versões puramente esportivas, surgiram variantes de acabamento que buscavam combinar apelo visual com foco em conforto e usabilidade no dia a dia, como os pacotes Beneton/Form./Laser. Esses pacotes refletiam a prática da época de personalização de carros, com detalhes estéticos que variavam entre mercados e anos de produção, mantendo o espírito da linha Escort XR3 intacto para quem procurava uma opção com identidade visual marcante.

Tabela FIPE Ford Escort XR3 1.8 / 1.6 Beneton/Form./Laser 1987

Para quem atua com seguros, entender essa diversidade de versões é essencial. A FIPE considera não apenas o modelo base, mas também as distintas variantes de acabamento e motor, já que cada combinação pode influenciar a avaliação de valor do veículo. No Escort XR3 de 1987, as diferenças entre motor 1.8 e 1.6, bem como entre pacotes de acabamento, costumam se refletir em pequenas variações de desempenho, robustez de componentes e, consequentemente, no entendimento de risco para a seguradora. Ao alinhar o entendimento com o cliente, o corretor consegue explicar por que determinadas versões aparecem com códigos FIPE diferentes e como isso impacta a cotação de seguro.

Ficha técnica consolidada: versões 1.8 e 1.6 Beneton/Form./Laser

  • Motor e potência (1.6 L ou 1.8 L): quatro cilindros, aspirado, com alimentação típica da época (carburador na maioria das configurações originais). A potência varia conforme versão e mercado, mas pode ser observada uma faixa de desempenho que contempla motores de até aproximadamente 90 a 120 cavalos, dependendo da calibração e do conjunto. As versões XR3 com 1.8 L costumam apresentar maior resposta em rotações médias e altas, enquanto o 1.6 L tende a oferecer suavidade e consumo diferente. A variação entre motorizações é relevante para a classificação FIPE de cada versão e, consequentemente, para a avaliação pela seguradora.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de 5 marchas com tração dianteira. Esse conjunto é comum nas versões XR3 e em variantes de acabamento associadas aos pacotes Beneton/Form./Laser, favorecendo uma condução mais direta e uma percepção de performance adequada ao perfil do carro.
  • Dimensões e capacidades: o Escort XR3 de 1987 apresenta dimensões compatíveis com hatchs médios da época. Comprimento aproximado na casa de 4,0 metros, largura próximo de 1,7 metro, entre-eixos em torno de 2,5 metros, peso em ordem de marcha variando conforme a configuração e o estado de conservação. O tanque de combustível costuma situar-se próximo de 50 a 60 litros, e o porta-malas acompanha o padrão de compactos da época, com espaço suficiente para uso cotidiano e para deslocamentos mais longos com bagagem básica.
  • Desempenho e consumo: números exatos variam conforme a versão e a condição do veículo, mas é comum encontrar o intervalo de aceleração de 0 a 100 km/h na casa de 9 a 12 segundos, com máxima estimada entre 170 e 190 km/h. O consumo médio pode oscilar entre faixas que dependem do uso (cidade vs. estrada) e de eventuais modificações ou ajustes na motorização. Em termos gerais, veículos com motor 1.8 tendem a exibir desempenho um pouco mais vigoroso, enquanto o 1.6 pode oferecer uma relação mais contida entre potência e consumo.

Observação importante: as informações técnicas acima apresentam faixas representativas para as versões 1.8 e 1.6, levando em conta as peculiaridades de mercado e de configuração dos pacotes Beneton/Form./Laser. Em cada ficha FIPE, as variações de acabamento, ano exato de fabricação e origem (mercado interno versus importação) podem impactar a classificação e, por consequência, a referência de valor para seguradoras. Por isso, ao consultar a FIPE, o corretor deve confirmar o código FIPE correspondente à versão específica do veículo em mãos, para evitar distorções na cotação de seguro.

FIPE, seguro e avaliação: como a tabela orienta a seguradora

A FIPE estabelece códigos e faixas de valores que ajudam a padronizar a avaliação de veículos usados. Em seguro, esse referencial serve como base para estimar o valor de indenização em caso de perda total ou de roubo e para orientar a seleção de coberturas, franquias e limites de cobertura. No caso do Ford Escort XR3 1987 com as variantes 1.8 e 1.6 Beneton/Form./Laser, a seguradora costuma considerar não apenas o modelo, mas também a versão de motor, o estado de conservação, o histórico de manutenção, a originalidade de peças (peças originais versus substituições) e a presença de modificações estéticas ou funcionais. Tudo isso pode influenciar o valor referencial que o sistema de avaliação da seguradora utiliza para a contratação de apólices.

Para profissionais de seguros, compreender que a FIPE atua como um padrão de mercado ajuda a justificar a escolha de limites de coberturas e a explicar para o cliente por que determinadas variações aparecem entre propostas. Além disso, a avaliação FIPE pode ser ajustada por fatores extras, como sinistralidade regional, histórico de sinistros do veículo e a existência de itens de conforto ou de desempenho não originais que alterem a percepção de valor. Em resumo, a FIPE não é apenas um número; é uma referência que, quando bem interpretada, facilita decisões mais transparentes entre corretora, seguradora e segurado.

Conselhos práticos para uma cotação de seguro mais precisa

Para quem atua no mercado de seguros, alinhar as informações com base na Tabela FIPE requer algumas etapas simples, especialmente ao lidar com versões históricas como o Escort XR3 de 1987. Primeiro, confirme o código FIPE exato da versão em questão, levando em conta motorização (1.6 vs 1.8) e o pacote de acabamento (Beneton/Form./Laser). Segundo, documente o estado atual do veículo: condição geral, histórico de manutenção, presença de peças originais e quaisquer modificações. Terceiro, registre dados-chave de uso, como quilometragem atual e regime de uso (cotidiano, colecionismo, evento/track day), pois isso influencia a percepção de risco. Por fim, prepare-se para detalhar a identificação do veículo (chassi, motor, consumo de combustível, eventuais sinistros anteriores) para que a cotação reflita com maior fidelidade o nível de exposição ao risco.

Ao se deparar com veículos clássicos ou de linha histórica como o XR3, é comum que o corretor precise esclarecer ao cliente como pequenos ajustes ou restaurações podem impactar a avaliação de valor para seguro. Itens como pintura original, documentação de restauração, histórico de peças originais e falta de modificações não autorizadas podem favorecer uma avaliação mais estável, enquanto alterações não originais podem exigir avaliação adicional. A boa prática é manter uma ficha de manutenção atualizada, guardar notas fiscais e manter fotos registradas do estado atual do carro, especialmente se for um exemplar relativamente raro ou com pacotes de acabamento diferenciados. Tudo isso ajuda a construir uma explicação embasada para o cliente e facilita a negociação com a seguradora.

Chamada sutil para cotação com a GT Seguros

Se você está avaliando o custo de seguro para o seu Ford Escort XR3 1987, com as versões 1.8 ou 1.6 Beneton/Form./Laser, a GT Seguros pode oferecer uma visão clara e alinhada com a FIPE para a sua necessidade. Considere solicitar uma cotação personalizada para entender como a sua condição específica de veículo, uso e preferências de cobertura impactam o preço e a proteção que você precisa. A partir dessas informações, você ganha tranquilidade ao planejar a sua proteção, com respaldo de um corretor que entende do tema.