Valor FIPE Atual
R$ 24.084,00
↓ 0,5% vs mês anterior
FIPE: 003074-0
Ano: 1995-1
MêsPreço
Mar/26R$ 24.084,00
Fev/26R$ 24.206,00
Jan/26R$ 24.328,00
Dez/25R$ 24.451,00
Nov/25R$ 24.120,00
Out/25R$ 23.967,00
Set/25R$ 23.498,00
Ago/25R$ 23.617,00
Jul/25R$ 23.736,00
Jun/25R$ 23.856,00
Mai/25R$ 23.904,00
Abr/25R$ 23.926,00

Guia técnico da Tabela FIPE para o Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 (1995)

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para orientar seguradoras, compradores e vendedores sobre o valor de mercado de veículos usados. Quando se trata de modelos mais antigos, como o Ford Explorer XLT 4×4 com motor 4.0 V6 de 1995, a leitura correta da tabela envolve entender não apenas o ano de fabricação, mas também a versão, o tipo de tração, o estado de conservação e as eventuais alterações que o veículo possa ter recebido ao longo do tempo. Este artigo foca nesse carro específico para esclarecer como a FIPE trata esse histórico, quais aspectos influenciam a avaliação e como isso se traduz em informações úteis para seguros, financiamentos e planejamento patrimonial. A Ford, como fabricante, deixou uma marca marcante no segmento de SUVs durante a década de 1990, quando o Explorer consolidou-se como uma opção versátil para famílias, aventureiros e usuários urbanos que buscavam espaço, robustez e capacidade de enfrentar diferentes condições de piso. Abaixo, exploramos a ficha técnica, a identidade da marca e a relação entre a FIPE e as seguradoras, sempre com uma abordagem educativa para quem está avaliando coberturas e riscos nesse tipo de veículo.

Ficha técnica do Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 de 1995

  • Motor: 4,0 litros V6, com configuração de válvulas e distribuição típica da época, oferecendo uma potência estimada em torno de 160 cv (aprox. 119 kW) e torque próximo de 319 Nm. Trata-se de um motor capaz de fornecer desempenho suficiente para uso urbano e off-road moderado, mantendo o equilíbrio entre conforto e robustez mecânica.
  • Transmissão e tração: geralmente equipado com transmissão automática de 4 velocidades e sistema de tração nas quatro rodas (4×4), com opções de acionamento que permitiam selecionar modos de uso conforme o terreno. Esse conjunto contribuía para a versatilidade do Explorer XLT 4×4, principalmente em situações de lama, chuva ou piso de terra.
  • Dimensões e capacidades: o veículo pertence ao segmento de SUVs médios da época, com tamanho adequado para acomodar até cinco passageiros e bagagem. A carroceria apresenta carroçaria robusta, com espaço interior generoso para passageiros e itens, além de capacidade de combustível compatível com a proposta de viagem mais longa. O tanque de combustível fica em faixa compatível com SUVs da linha; detalhes exatos variavam conforme a linha de montagem e o país de origem da adaptação.
  • Conforto, equipamentos e acabamento: a versão XLT trazia itens de conveniência e conforto típicos de maturidade da década de 1990, como ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas elétricas, controles de áudio com padrão cassete/CD, e acabamento interior que privilegiava durabilidade. Em veículos usados, é comum encontrar variações nesses itens, dependendo de manutenções e substituições realizadas ao longo dos anos.

Contexto da marca: Ford e o Explorer na história automotiva

A Ford tem uma trajetória centenária na indústria automotiva, marcada por inovações, expansões globais e uma presença consistente em segmentos como utilitários, picapes e SUVs. Nos anos 1990, a Ford investiu na consolidação de SUVs como uma linha estratégica para atender à demanda crescente por veículos com espaço para a família, capacidade de enfrentar diferentes superfícies e facilidade de reconfiguração de interior para cargas diversas. O Explorer, em particular, emergiu como um dos modelos mais reconhecidos da marca nos Estados Unidos e, com o tempo, alcançou mercados internacionais, incluindo o Brasil, onde SUVs com apelo familiar ganham espaço na composição da frota de muitas seguradoras e proprietários.

Tabela FIPE Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 1995

Essa posição da Ford no segmento de SUVs ajudou a moldar percepções de valor, durabilidade e custo de manutenção. Em termos de confiabilidade, os modelos da família Explorer costumam ser lembrados pela robustez mecânica, pela suspensão voltada para o conforto em vias ruins e pela facilidade de busca por peças originais ou compatíveis no mercado de reposição. Para quem observa a Tabela FIPE, esse histórico de marca contribui para a percepção de valor de carros antigos, especialmente quando a condição geral do veículo — incluindo motor, transmissão, sistema 4×4, carroceria e interior — encontra-se relativamente bem conservada.

Ao mesmo tempo, é importante reconhecer que veículos de idade média de 1990s podem apresentar particularidades de desgaste, como vedações, juntas, suspensão, componentes de freio e processos de galvanização da carroçaria. Na prática, isso significa que a avaliação FIPE de um Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 de 1995 leva em conta não apenas o ano, mas também o estado de conservação, histórico de manutenções, substituições feitas com peças originais ou compatíveis e a regularidade com que o veículo foi utilizado e armazenado. Consumidores e corretores de seguros devem considerar esses fatores ao interpretar o valor de referência, para evitar distorções que possam ocorrer pela simples idade do modelo.

A FIPE e o seguro: como essa referência influencia a proteção do veículo

A Tabela FIPE funciona como uma métrica padronizada de referência para o valor de mercado de um veículo usado. Seguradoras utilizam esse indicador para definir o valor segurado, as coberturas disponíveis e, muitas vezes, o cálculo de prêmios com base no risco agregado. Em modelos como o Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 de 1995, a FIPE ajuda a estabelecer uma linha de comparação entre unidades semelhantes, levando em conta variações de versão (XLT, 4×4, V6 4.0) e o ano de fabricação. Além disso, a FIPE é uma referência útil para o segurado que busca entender se a avaliação da seguradora está alinhada com o valor de mercado, especialmente quando é necessário fazer uma atualização de cobertura ou acionar um seguro em caso de sinistro.

É comum que a avaliação de risco na apólice também considere fatores complementares ao valor FIPE: o estado de conservação mecânica e estética, o histórico de sinistros, o tipo de uso (particular ou comercial), a localidade de circulação e a qualidade da assistência técnica disponível na região. Em veículos com uma história de manutenção cuidadosa e com documentação organizada, o processo de cotação tende a refletir de forma mais fiel o valor de mercado, evitando tanto a subavaliação quanto o supervalor agregado pela seguradora. Por isso, entender a tabela FIPE, especialmente para um modelo específico como o Explorer 1995, capacita o proprietário a discutir coberturas com segurança e clareza.

Boas práticas para preservar o valor FIPE e facilitar a cotação com a GT Seguros

  • Manter um dossiê de serviços: guias de manutenção, notas fiscais de peças originais, histórico de revisões e manuais ajudam a comprovar que o veículo foi cuidado ao longo do tempo, o que favorece uma avaliação estável.
  • Conservar a originalidade: alterações estéticas ou mecânicas que descaracterizam o conjunto original podem impactar o valor de tabela. Quando possível, manter componentes originais ou devolvê-los ao estado de fábrica tende a favorecer a referência FIPE.
  • Atenção ao estado da carroçaria e do interior: ferrugem, danos estruturais decorrentes de colisões não reparadas adequadamente ou desgaste prematuro do interior podem reduzir o valor de recuperação em caso de sinistro.
  • Manter a quilometragem sob controle e registrar uso: principalmente em modelos com histórico de uso misto (urbano e off-road leve), a quilometragem organizada ajuda a contextualizar o desgaste relativo das peças e sistemas aplicáveis ao valor FIPE.

Para quem administra um veículo antigo como o Explorer XLT 1995, alinhar o histórico de manutenção com as expectativas da FIPE facilita também a negociação de prêmios com as seguradoras. Em termos práticos, quando o corretor de seguros entende o estado real do carro e a elegibilidade de cada item (motor, transmissão, sistema 4×4, suspensão, freios, itens de conforto), a cotação tende a refletir com mais precisão o risco envolvido e, consequentemente, o custo da proteção. Isso também ajuda na hora de optar por coberturas adicionais, como proteção contra terceiros, casco total ou coberturas específicas para acessórios originais que estejam no veículo.

Ao considerar o Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 de 1995 sob a ótica da FIPE, é útil lembrar que o valor de referência muda ao longo do tempo: ano de fabricação, alterações mecânicas, estado de conservação e a disponibilidade de peças originais caminham lado a lado com fatores de mercado, como demanda por SUVs de época e disponibilidade de mão de obra especializada. Dessa forma, a leitura da tabela não é apenas uma comparação de números: é uma leitura contextualizada de como esse veículo se encaixa no ecossistema de seguros, financiamento e posse responsável.

Conclusão: por que entender a Tabela FIPE do Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 de 1995 importa para seguro e negociação

Para proprietários, corretores e seguradoras, compreender a Tabela FIPE aplicada a um exemplar específico de Ford Explorer XLT 4×4 4.0 V6 de 1995 oferece uma base sólida para discutir coberturas, reajustes e condições de risco. A combinação entre a ficha técnica do veículo (motores, transmissão, tração, dimensões e conforto), o histórico da marca Ford e a maneira como a FIPE enquadra o modelo contribui para avaliações mais transparentes e decisões mais informadas. Quando o estado do carro é bem documentado e mantido, as projeções de seguro costumam