| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 70.139,00 |
| Jan/26 | R$ 70.294,00 |
| Dez/25 | R$ 70.428,00 |
| Nov/25 | R$ 69.731,00 |
| Out/25 | R$ 69.041,00 |
| Set/25 | R$ 67.688,00 |
| Ago/25 | R$ 67.831,00 |
| Jul/25 | R$ 67.940,00 |
| Jun/25 | R$ 67.268,00 |
| Mai/25 | R$ 66.602,00 |
| Abr/25 | R$ 65.297,00 |
| Mar/25 | R$ 64.651,00 |
Guia completo da Tabela FIPE para a Ford F-1000 S.S. Diesel e S.S. Diesel Turbo 1997 e a ficha técnica correspondente
A Tabela FIPE é uma referência importante no mercado automotivo brasileiro, utilizada para balizar valores de aquisição, venda e, principalmente, para cálculos de seguro de veículos usados. Quando falamos de modelos de nicho, como a Ford F-1000 na configuração S.S. Diesel e S.S. Diesel Turbo de 1997, a interpretação da FIPE requer atenção às particularidades dessa linha antiga e às diferenças entre as versões propostas pela Ford Brasil na época. Este artigo traz um panorama educativo sobre como a FIPE se aplica a esse veículo, apresenta a ficha técnica da F-1000 nesse período, explica as diferenças entre as versões Diesel sem turbo e com turbo, e discute aspectos que impactam a avaliação de risco e a contratação de seguros. Além disso, ao final, há uma sugestão discreta de cotação com a GT Seguros, para quem busca proteger esse exemplar com qualidade e tranquilidade.
Entendendo a Tabela FIPE e como ela orienta a contratação de seguros
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) realiza, mensalmente, a coleta de preços de veículos usados no mercado nacional. Esses dados formam a Tabela FIPE, que representa o valor de referência de mercado para cada modelo, ano e versão de veículo. É importante entender que o valor FIPE não é o preço de venda praticado pelo vendedor nem o custo de reposição em caso de sinistro; ele funciona como uma régua padronizada para ajudar seguradoras, concessionárias e consumidores a terem uma referência comum, especialmente para indenizações parciais ou totais, pagamentos de franquias e ajustes de contrato.

Para veículos com mais tempo de uso, como a Ford F-1000 de 1997, a leitura da FIPE requer atenção às particularidades da versão. Verificações como o estado de conservação, histórico de manutenções, modificações mecânicas (especialmente em versões turbo) e o nível de originalidade influenciam o valor efetivo de mercado. Em termos de seguro, a FIPE pode servir como base para a indenização, a definição de cobertura de valor total ou de itens específicos, além de orientar o cálculo de prêmio com base na periculosidade associada ao perfil do veículo antigo. Assim, ao solicitar uma cotação, vale informar à seguradora se o exemplar está na configuração S.S. Diesel ou S.S. Diesel Turbo, se houve alterações mecânicas relevantes e qual é o estado geral do veículo. Tudo isso ajuda a calibrar o seguro de forma mais fiel ao valor de uso no dia a dia e às expectativas de indenização.
Ficha técnica da Ford F-1000 S.S. Diesel / S.S. Diesel Turbo (1997)
A Ford F-1000, linha destinada a trabalhos pesados leves no mercado brasileiro, ganhou, ao longo de seus anos de produção, versões com motor diesel simples e com turbocompressor. A versão S.S. Diesel representa o diesel convencional, enquanto a S.S. Diesel Turbo adiciona o turbocompressor para maior torque em rotações mais baixas e melhor desempenho em subidas, entre outros ganhos. A seguir, um resumo técnico para esse cenário de 1997:
- Marca: Ford
- Linha/Modelo: F-1000
- Versões: S.S. Diesel (diesel aspirado) e S.S. Diesel Turbo (diesel com turbocompressor)
- Ano de fabricação/modelo: 1997
- Tipo de carroceria: Pick-up de cabine simples/dupla, com configuração voltada para uso comercial e utilitário
- Motorização: Diesel, 4 cilindros, deslocamento próximo de 2,5 L; versões com turbo apresentam ganho de torque e resposta em faixa de regime alta/baixa conforme o turbo
- Potência aproximada: entre 60 e 90 cv, dependendo da versão e do ajuste de fábrica; o turbo tende a entregar maior torque em faixas de giro mais baixas
- Torque aproximado: entre 12 e 22 kgf.m, com a versão Turbo oferecendo leve vantagem em torque utilizável para trabalho pesado
- Transmissão: Manual, tipicamente de 5 marchas
Observação sobre o estágio técnico: os dados acima refletem características comuns daquela época para a linha F-1000/1997, com variações por lote de fabricação. Além dos itens acima, a linha podia trazer opções de suspensão dianteira e traseira adequadas à missão de trabalho, pneus de uso misto, e componentes de freio com configuração típica de veículos de serviço, ou seja, freios a disco na frente com freios a tambor na traseira em muitos conjuntos da década de 1990. A manutenção regular, a qualidade do óleo diesel utilizado e o estado das válvulas e do sistema de arrefecimento são fatores cruciais para o desempenho de ambos os modelos, e especialmente relevantes para o seguro, que pode considerar o perfil de risco associado a esse tipo de veículo antigo.
Diferenças entre S.S. Diesel e S.S. Diesel Turbo
A diferença central entre as duas versões é, naturalmente, a presença do turbo na S.S. Diesel Turbo. O turbocompressor oferece benefícios práticos para quem utiliza o veículo em tarefas de carga ou em trajetos com trechos íngremes, pois aumenta o torque disponível em rotações mais baixos. Em termos de uso diário, a versão Turbo costuma oferecer respostas mais consistentes em subida de serra, ao rebocar ou transportar cargas, o que pode se traduzir em menor esforço do motorista para manter a velocidade desejada sem forçar o motor. No entanto, com o turbo entram também considerações adicionais de manutenção: o sistema turbo requer óleo de boa qualidade, filtros em dia e monitoramento de pressões, pois falhas no turbocompressor podem impactar o consumo, a performance e o custo de reparo. Em termos de seguro, a versão Turbo costuma ter um perfil de risco diferente devido à possível maior demanda mecânica e a maior necessidade de peças específicas, o que pode influenciar a avaliação de sinistros, custos de peças originais e disponibilidade de reposição.
O papel da marca Ford no Brasil e o impacto no seguro
A Ford desempenha um papel histórico na indústria brasileira de utilitários e caminhonetes com timbre robusto na década de 1990. A F-1000, conhecida por sua robustez, foi amplamente utilizada em atividades de entrega, construção civil e fazendas, onde a confiabilidade de motor e a durabilidade de componentes são tão relevantes quanto a capacidade de carga. No seguro, esse legado tem implicações: veículos como a F-1000 costumam exigir apólices que valorizem a reposição de peças originais e a consideração de peças de reposição compatíveis; a disponibilidade de peças pode impactar o custo de reparo e o tempo de indenização. Além disso, por serem modelos mais antigos, é comum que as apólices considerem uma classificação de risco diferente para peças de carroceria e componentes de eletrônica, que podem exigir coberturas adicionais, como proteção para itens de segurança e acessórios originais. Por fim, a documentação e o histórico de manutenção — especialmente quando a filiação de fábrica é preservada ou quando há modificações — podem influenciar o prêmio e a cobertura, reforçando a importância de informações completas no momento da cotação.
Como a FIPE influencia as apólices de seguro e dicas para cotação segura
A FIPE, ao servir como referência, ajuda a seguradora a estabelecer um valor de referência para indenização, principalmente em casos de indenização parcial ou total, e a calibrar o prêmio com base no perfil de risco associado ao veículo. Para modelos antigos, como a Ford F-1000 1997, a leitura adequada da FIPE envolve considerar que o valor pode não refletir perfeitamente o custo de reparo ou de reposição com peças recentes. Em termos práticos, aqui vão algumas diretrizes úteis para cotação:
- Informe com clareza a versão do veículo (S.S. Diesel ou S.S. Diesel Turbo) e se o turbo está original ou foi adaptado, pois isso afeta o custo de reparo e peças.
- Descreva o estado geral do veículo, incluindo conserva de carroceria, estado de motor, sistema de freios e estado de suspensão; isso ajuda a seguradora a identificar o nível de risco de danos e a necessidade de coberturas adicionais.
- Acrescente histórico de manutenções, alterações mecânicas e registro de revisões; veículos com histórico de manutenção em dia costumam ter prêmios mais equilibrados e menores ajustes de valor ao longo do tempo.
- Considere a inclusão de coberturas específicas para guinchos, acessórios originais, proteção de vidros e assistência 24 horas; embora o foco seja o valor da FIPE, a proteção adicional pode reduzir o impacto financeiro de sinistros em peças de reposição antigas.
Ao planejar a proteção, lembre-se de que o objetivo da seguradora é alinhar o prêmio ao risco de sinistro. Um veículo bem mantido, com histórico claro e peças originais disponíveis, tende a ter condições mais estáveis de cobertura. Além disso, para quem utiliza a Ford F-1000 como ferramenta de trabalho, pode valer a pena considerar coberturas adicionais de responsabilidade civil e de danos a terceiros vinculadas a operações de carga, já que essas atividades elevam a exposição de risco. Por fim, vale acompanhar as regras da FIPE para o mês de referência, já que pequenas variações de mercado podem impactar a sinistralidade prevista pela seguradora.
Estratégias de seguro úteis para donos de Ford F-1000 1997
Para quem cuida de um veículo clássico ou de serviço com essa configuração, algumas estratégias podem facilitar a cotação e a gestão do seguro ao longo do tempo:
- Escolha uma franquia que esteja alinhada ao uso e à exposição ao risco; franquias mais altas costumam reduzir o prêmio,
