| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 55.952,00 |
| Jan/26 | R$ 54.586,00 |
| Dez/25 | R$ 55.700,00 |
| Nov/25 | R$ 56.837,00 |
| Out/25 | R$ 56.276,00 |
| Set/25 | R$ 55.173,00 |
| Ago/25 | R$ 54.628,00 |
| Jul/25 | R$ 54.088,00 |
| Jun/25 | R$ 54.765,00 |
| Mai/25 | R$ 54.441,00 |
| Abr/25 | R$ 53.374,00 |
| Mar/25 | R$ 52.920,00 |
Análise aplicada da Tabela FIPE para a Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990: contexto, ficha técnica e impactos para seguros
Este artigo aborda a Tabela FIPE do Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel de 1990, explorando como esse veículo se encaixa no universo de seguros, quais são os fatores que a FIPE considera para avaliação e o que o corretor deve observar ao orientar um cliente que pouco tempo atrás circulava com esse modelo. O objetivo é oferecer uma leitura educativa e útil para quem trabalha com seguro de automóveis, bem como para proprietários e entusiastas que desejam entender melhor a relação entre histórico de mercado, preservação do veículo e custos de proteção.
Visão geral do modelo: Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990
A Ford consolidou, ao longo das décadas, uma linha de utilitários que marcou presença em diferentes mercados com propostas de robustez, capacidade de carga e confiabilidade. No Brasil, especialmente na década de 1980 e início dos anos 1990, o F-1000 apareceu como uma opção de trabalho pesada, destinada a atividades que exigiam torque, durabilidade e facilidade de reparo em campo. Entre as variantes daquela época, o SR XK Deserter Diesel surge como uma configuração pensada para uso intensivo, com motor diesel, cabine simples ou dupla conforme a versão, e uma proposta de durabilidade voltada a serviços pesados, como transporte de cargas em estradas de terra, serviço público e atividades agrícolas de maior porte.

É relevante observar que, para fins de seguro, veículos utilitários e de trabalho pesado costumam apresentar um conjunto de fatores de risco diferente de carros de passeio. A FIPE, no dia a dia das seguradoras, utiliza dados de mercado, histórico de sinistralidade, disponibilidade de peças e custo de manutenção para calibrar o prêmio, sem abrir mão de critérios de segurança ativos e passivos. O Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel de 1990 entra num quadro de avaliação em que a idade avançada do veículo, a disponibilidade de peças originais e a possibilidade de uso intenso costumam influenciar o cálculo de prêmio e cobertura.
Ficha técnica do Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990
Abaixo está uma reconstrução técnica baseada em informações históricas comuns à linha F-1000 daquele período, organizada para facilitar a leitura pelo leitor que trabalha com seguros. Vale lembrar que variações de configuração (cabine simples ou dupla, tração 4×2 ou 4×4, pacotes de acabamento) podem alterar alguns números. Use como referência geral para entender o perfil do modelo na FIPE e no seguro.
- Marca/Modelo: Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel
- Ano de referência: 1990
- Tipo de carroceria: Pick-up (utilitário de cabina simples ou dupla, conforme versão)
- Segmento: Utilitário leve a médio-pesado, com foco em uso de serviço pesado
- Motorização: Diesel (registro comum em motores destinados a torque e durabilidade em uso diário)
- Disposição do motor: 6 cilindros em linha (inline) clássico para diesel de aplicação em pick-ups
- Deslocamento estimado: aproximadamente 4,9 litros
- Potência estimada: faixa entre 120 a 150 cv, variando conforme calibração e afinação de fábrica
- Transmissão: manual, tipicamente com 5 velocidades (alguns exemplares podiam trazer opções de 6 marchas dependendo da linha de produção)
- Tração: 4×2 como configuração base, com versões 4×4 em opções específicas de mercado
- Comprimento aproximado: cerca de 5,3 a 5,5 metros (variações por cabine e caçamba)
- Peso próprio (curto/médio): em torno de 2,8 a 3,2 toneladas, dependendo da cabine, carroceria e configuração de chassis
- Capacidade de carga: típica em torno de 1 tonelada (varia com o entre-eixos e suspensão)
- Tanque de combustível: capacidade estimada em 60 a 90 litros, conforme versão e disponibilidade de tanque maior para uso rodoviário
- Dimensões internas: espaço de cabine adequado para uso funcional, com foco em conforto de condutor em longas jornadas
- Condições de preservação: veículos de época exigem atenção especial a ferrugem, vedações de cabine e estado de componentes elétricos
Observação importante: as informações acima apresentam uma síntese técnica que pode variar conforme a configuração real de cada unidade do ano. Em qualquer avaliação de seguro, a ficha técnica precisa é confirmada pela documentação do veículo, pela nota de fabricante (quando disponível) e pelo laudo de vistoria da seguradora. O objetivo da ficha técnica aqui é oferecer um retrato claro do perfil do F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990 para fins educativos e de compreensão de como esses dados impactam a FIPE e a apólice de seguro.
A marca Ford: legado, confiabilidade e presença no Brasil
A Ford, uma das maiores fabricantes de automóveis e utilitários do mundo, construiu ao longo de décadas uma reputação associada à robustez, ao design funcional e à rede de assistência que tornou seus veículos particularmente atrativos para clientes que dependem de transporte de carga e trabalho em terreno desafiador. No Brasil, a marca teve períodos de produção local que se tornaram referência para quem busca caminhonetes duráveis, com facilidade de manutenção e disponibilidade de peças originais ou de reposição. A linha F-1000, em especial, ocupou posição de destaque em frotas empresariais, empreendimentos agrícolas e setores de construção, onde o custo de propriedade e a confiabilidade são tão relevantes quanto o desempenho em estrada ou em trilhas não pavimentadas.
Para corretores de seguros, entender o DNA da marca ajuda a contextualizar as escolhas de cobertura. Veículos da Ford, especialmente utilitários de trabalho pesado, costumam exigir atenção a itens como freios, motor e sistemas de transmissão, que podem ter ciclos de vida diferentes de um carro de passeio. Além disso, a rede de assistência técnica da marca, disponibilidade de peças originais e histórico de sinistros de frotas podem influenciar a decisão de coberturas adicionais. Por fim, a memória afetiva associada à marca favorece a compreensão dos hábitos de uso: muitos desses veículos continuam ativos por décadas, o que impacta a avaliação de depreciação, valor de reposição e custos de manutenção ao longo do tempo.
O que é a Tabela FIPE e como ela funciona na prática de seguros
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela é produzida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e serve como base para diversas operações no setor automotivo, não apenas na definição de prêmios de seguro, mas também em venda, financiamento e avaliação de sinistros. Para seguros, o uso da FIPE ajuda a padronizar critérios de indenização, reduzir distorções por preço de tabela local de cada vendedor e oferecer uma visão de referência sobre o valor de mercado de um determinado modelo, ano e configuração.
Alguns pontos-chave sobre a FIPE que ajudam o corretor de seguros a orientar clientes:
- É um índice de referência nacional que agrega dados de veículos usados na praça; não substitui avaliação técnica específica, mas orienta a base de valor.
- O índice considera o estado de conservação, quilometragem e histórico de usados, com variações regionais que podem exigir ajustes na apólice.
- Para veículos antigos, o valor objeto da FIPE pode ser menor em função de disponibilidade de peças, depreciação acelerada de componentes e alterações de uso (ex.: de utilitário a veículo de coleção).
- Corretores devem trabalhar com a nota de vistoria e com a documentação de manutenção para justificar o valor de referência da FIPE na hora de emitir uma nova apólice ou de fazer reajustes de prêmio.
As seguradoras costumam usar a FIPE como base, mas realizam validações adicionais durante a vistoria: estado da carroceria, condição do motor, estado do interior, itens de segurança, estado dos sistemas elétrico e de suspensão, além de fatores como histórico de sinistros e uso atual do veículo. Veículos de fim de linha, como o Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel de 1990, podem exigir uma avaliação mais detalhada para se chegar a uma cotação adequada, principalmente se houver modificações, alterações de motor, ou histórico de uso em frotas.
Fatores de risco e considerações de segurança relevantes para este modelo antigo
A idade avançada de um veículo traz implicações relevantes para o seguro. No contexto do F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990, é comum considerar os seguintes fatores de risco no momento da cotação:
- Condição da carroceria e da galvanização: ferrugem, reparos estruturais ou soldas mal executadas podem impactar a severidade de impactos e a integridade do veículo em casos de sinistro.
- Disponibilidade de peças e custos de manutenção: aobsoleta de peças pode aumentar o tempo de reparo e o custo de mão de obra, elevando o custo total de propriedade.
- Histórico de uso: veículos de utilitário com uso intenso (trabalho diário, terrenos desafiadores) podem apresentar desgaste acelerado de sistemas vitais como freios, suspensão e embreagem.
- Sistema de proteção do ocupante: o nível de proteção pode não equiparar-se a padrões modernos; a vistoria técnica costuma avaliar cintos, airbags (quando presentes) e estrutura de carroceria para determinar cobertura adequada.
Para corretores, entender esses fatores facilita explicar ao cliente como o valor da FIPE, combinado com a condição física do carro, influencia a proposta de seguro, a franquia e as coberturas recomendadas. Em veículos clássicos ou de colecionador, pode haver opções específicas de apólice e de indenização, como valor de reposição integral ou valor de mercado com limites personalizados, sempre com a necessidade de uma avaliação técnica confiável.
Custos de manutenção, conservação e impactos no seguro
Ao planejar a proteção do Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990, a manutenção regular é o melhor aliado para reduzir o risco de sinistros e manter o valor de mercado estável. Seguradoras costumam valorizar a disciplina de manutenção como um indicativo de menor probabilidade de falhas mecânicas graves que gerem sinistros de responsabilidade civil ou de danos a terceiros. Abaixo, pontos que costumam interessar compradores e seguradoras:
- Histórico de revisões e peças originais: documentos de serviços, notas de mecânica e registros de substituição de componentes contribuem para uma visão de confiabilidade do veículo.
- Condições do motor e sistema de injeção: manutenção de filtros, óleo, sistema de ar e ajuste de motor ajuda a reduzir falhas que possam levar a imprevistos na estrada.
- Suspensão, freios e direção: componentes de desgaste devem estar em ótimas condições para evitar perda de controle, o que é crucial em veículos de trabalho pesado.
- Proteção de cabina e carroceria: restaurações e proteção de pintura, tratamento anticorrosivo e vedação adequada ajudam a preservar o valor da FIPE e a reduzir custos de reparo com o tempo.
No âmbito da gestão de seguros, manter um registro de manutenção bem organizado pode facilitar a comprovação de que o veículo está em condições equilibradas de uso. Em alguns casos, a seguradora pode exigir vistorias periódicas ou reavaliações para manter a apólice ativa, principalmente se houver alterações de motor, de configuração ou de uso (por exemplo, quando o veículo passa de uso utilitário para colecionável).
Impactos práticos para seguros: como o histórico influencia a cotação
Quando uma seguradora consulta a Tabela FIPE para o Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990, ela está buscando um referencial de valor de mercado para estimar uma indenização futura. Variações nessa base podem ocorrer conforme a condição do veículo, a disponibilidade de peças e as particularidades regionais. A seguir, alguns impactos práticos a considerar durante a cotação:
- Valor de referência: a FIPE serve como base. Quanto mais próximo o estado de conservação da unidade, mais alinhada a cotação com o valor de mercado estimado pela FIPE tende a ficar.
- Tipo de cobertura: para veículos de trabalho pesado com histórico de uso intenso, faz-se, com frequência, uma combinação de coberturas que garantem proteção contra colisões, incêndios, roubo, danos a terceiros e, em alguns casos, assistência 24h com reboque especial.
- Franquias: opções de franquia mais altas costumam reduzir o valor do prêmio, mas aumentam o custo efetivo em sinistros. Em veículos antigos, a decisão pode depender da disponibilidade de peças e da gravidade dos danos potenciais.
- Inclusão de valor de reposição ou de mercado: para automóveis de idade avançada, existem abordagens diferentes de indenização; algumas apólices asseguram o valor de reposição com base na FIPE, outras utilizam o valor de mercado verificado na data de sinistro.
É comum que corretores apresentem ao cliente opções de cobertura que façam sentido para o uso real do veículo. Em contextos de baixa disponibilidade de peças ou de peças de reposição caras, pode ser prudente discutir limites de indenização, aquisição de peças originais ou alternativas, e a possibilidade de coberturas adicionais, como proteção de acessórios e itens de uso específico no trabalho.
Considerações para o corretor de seguros: orientações rápidas
Ao orientar um cliente que possui um Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990, o corretor pode seguir estas diretrizes rápidas para uma cotação mais precisa:
- Solicite a documentação atualizada do veículo, incluindo laudos de vistoria, histórico de manutenção e notas fiscais de peças. Esses itens ajudam a justificar o valor de referência da FIPE na apólice.
- Verifique a configuração exata do veículo (cabine simples, cabine dupla, tipo de caçamba, 4×2 ou 4×4) para calibrar a cobertura e o prêmio de forma mais precisa.
- Converse sobre o uso atual do veículo (atividade principal, frequência de uso em deslocamentos longos, terra ou estrada). O perfil de uso influencia diretamente o risco de sinistro e o custo de manutenção.
- Considere opções de coberturas adicionais que façam sentido para o uso cotidiano, sem pesar excessivamente o orçamento do cliente.
Conselhos de conservação para proprietários e futuros compradores
Quem está pensando em adquirir ou manter um Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990 pode adotar práticas simples de conservação que ajudam a manter o valor de mercado estável e a reduzir o risco de sinistros:
- Faça inspeções regulares de freios, suspensão e direção, com foco na integridade estrutural e na resposta de frenagem em diferentes condições de trânsito.
- Preserve a carroceria contra corrosão: trate áreas com ferrugem, aplique proteção anticorrosiva e mantenha vedações em bom estado para evitar infiltrações de água.
- Atualize o sistema elétrico, principalmente em áreas onde a umidade e calor podem degradar conectores e cabos ao longo do tempo.
- Guarde o histórico de manutenção em arquivo acessível; isso facilita avaliações de seguro e futuras negociações de cobertura.
Ao longo dos anos, muitos exemplares da linha F-1000 mantiveram-se em operação em função de suscetibilidade a reparos simples, disponibilidade de peças e rede de assistência local. Esses fatores ajudam a explicar por que o modelo permanece relevante para certas frotas e para colecionadores, ainda que os valores de mercado possam oscilar com o tempo, em função da disponibilidade de peças e da demanda de mercado de veículos históricos.
Como usar a FIPE na cotação com foco em seguros
Para utilizá-la de forma eficaz, o corretor pode seguir um fluxo simples ao lidar com a Tabela FIPE para o Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990:
- Verifique a versão exata do veículo e confirme o ano de fabricação correspondente à data de referência da FIPE. Anomalias de configuração podem exigir ajuste no valor de referência.
- Associe o estado de conservação com o valor da FIPE. Um veículo bem conservado tende a se aproximar do valor de mercado indicado pela FIPE, enquanto um veículo com desgaste acentuado pode ficar abaixo da referência, o que exige escolha de coberturas mais condizentes com o risco percebido.
- Conecte a avaliação com a cobertura desejada: se o veículo é utilizado para atividades profissionais com alto desgaste, considere coberturas com assistência e proteção de danos a terceiros, sem perder de vista a viabilidade financeira para o cliente.
- Documente a decisão de cobertura com base na vistoria, histórico de manutenção e na referência da FIPE. A transparência facilita a renovação da apólice e a definição de reajustes futuros.
Conclui-se que a FIPE, associada a um estudo objetivo da condição atual do veículo, permite que a seguradora formate uma proposta mais alinhada ao risco real, ao mesmo tempo em que oferece ao cliente uma visão clara sobre como o valor de mercado pode influenciar o seguro. O Ford F-1000 SR XK Deserter Diesel 1990, por ser um veículo com características de uso pesado e idade avançada, requer atenção especial do corretor para equilibrar proteção, custo e viabilidade de manutenção ao longo do tempo.
Chamada final: faça a cotação com a GT Seguros
Se você busca entender melhor as opções de cobertura para este modelo histórico e quer comparar propostas de forma simples e segura, faça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação profissional pode ajustar coberturas ao uso real do seu veículo, mantendo a proteção necessária sem surpresas no futuro.
