| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 33.131,00 |
| Fev/26 | R$ 33.005,00 |
| Jan/26 | R$ 32.881,00 |
| Dez/25 | R$ 32.752,00 |
| Nov/25 | R$ 32.617,00 |
| Out/25 | R$ 32.496,00 |
| Set/25 | R$ 32.232,00 |
| Ago/25 | R$ 32.301,00 |
| Jul/25 | R$ 32.354,00 |
| Jun/25 | R$ 32.212,00 |
| Mai/25 | R$ 32.087,00 |
| Abr/25 | R$ 31.789,00 |
Entenda a Tabela FIPE para a Ford F-1000 Super 3.6 / Super Série 3.6 de 1996
A Tabela FIPE é um referencial essencial para avaliações de veículos usados no Brasil. Ela estabelece valores médios de mercado com base em transações reais, levando em conta versões, estados de conservação e anos de fabricação. Quando o assunto é uma Ford F-1000 na versão Super 3.6 ou Super Série 3.6 fabricada em 1996, entender como a FIPE classifica esse modelo ajuda tanto o comprador quanto o vendedor, além de ser uma ferramenta importante para corretores de seguros ao definir o valor de referência para coberturas e indenizações. Abaixo, exploramos o contexto da marca, a ficha técnica da versão mencionada e o papel da FIPE no universo de seguros de veículos usados.
Visão geral da Ford no segmento de pickups e o que isso representa para usuários profissionais
Fundada em 1903, a Ford Motor Company é uma das marcas mais emblemáticas da indústria automobilística mundial. Ao longo das décadas, a Ford consolidou uma linha de caminhonetes e pickups que ganhou a confiança de profissionais que dependem de robustez, fácil manutenção e disponibilidade de peças. No Brasil, especialmente a partir da segunda metade do século XX, a Ford estabeleceu presença sólida com modelos voltados a trabalho pesado, transporte de cargas e atividades rurais. A Ford F-1000, em suas diferentes safras, tornou-se referência para quem precisa de uma picape capaz de enfrentar tarefas de médio a pesado porte, com caçambas largas, boa capacidade de carga e boa retomada de desempenho em trechos rodoviários e urbanos de carga. Essa tradição de utilidade prática e durabilidade influencia até hoje a percepção de valor de mercado desses veículos usados, o que se reflete na maneira como as seguradoras avaliam riscos, prêmios e absorção de sinistros.

Para quem opera como corretora de seguros, compreender a natureza de uso típico da F-1000 ajuda a orientar as coberturas, desde a proteção contra terceiros até options de proteção de carga, além de entender melhor a idade do veículo e a necessidade de manutenções preventivas. As versões de acabamento “Super 3.6” e “Super Série 3.6” indicam, historicamente, uma configuração com foco em desempenho e conforto relativo para uma picape pesada, com motor mais resistente e itens de série que atendem à demanda de uso profissional. Em termos de seguro, esse conjunto costuma exigir atenção especial a componentes estruturais, sistema de suspensão, estado da caçamba e histórico de sinistros, que influenciam o valor segurado e o custo do prêmio.
Ficha técnica: Ford F-1000 Super 3.6 / Super Série 3.6 (1996)
- Motor: 3.6 L, configuração V6, alimentado por gasolina, com inductores de desempenho característicos da época.
- Potência e torque: potência estimada entre 110 e 125 cv, com torque entre aproximadamente 23 e 28 kgf.m, variando conforme o acerto de fábrica e condições de operação.
- Câmbio e tração: transmissão manual de 5 velocidades; tração traseira (4×2), adequada para uso em trabalho com peso moderado e em terrenos urbanos e rodoviários;
- Dimensões e peso: carroceria de picape grande, com comprimento típico em torno de 5,0 a 5,1 m, largura próxima de 1,8 a 1,9 m e altura na faixa de 1,7 a 1,8 m; peso aproximado em ordem de serviço entre 1.700 e 2.000 kg; capacidade de carga próxima a 1.000 kg, dependendo da configuração específica e do equipamento instalado (carrega de caixa, estrutura de lastro, entre outros); tanque de combustível com capacidade em torno de 60 a 70 litros.
Observação: os números acima representam dados de referência para a versão citada em 1996, com base em informações históricas da linha F-1000 e nas práticas de especificação da época. Variações podem ocorrer entre unidades, especialmente devido a conversões de concessionárias, condições de conservação, alterações feitas pelo proprietário e diferenças regionais de fábrica. Em termos de seguros e avaliação para a FIPE, o estado de conservação, a quilometragem e a documentação de manutenção impactam o valor venal atribuído à peça de informação.
Como a FIPE classifica esse modelo e o que isso significa para seguros
A Tabela FIPE segmenta os veículos por modelo, versão e ano-modelo, concedendo um valor médio que serve como base de cálculo para transações de compra/venda e como referência para seguradoras estimarem o valor segurado. No caso da Ford F-1000 Super 3.6 / Super Série 3.6 de 1996, a classificação envolve a versão específica (Super 3.6), o que facilita a identificação de características técnicas que influenciam o valor de reposição ou o valor venal utilizado para a indenização em caso de sinistro. Vale destacar alguns pontos relevantes para quem trabalha com seguros de veículo usado nessa faixa etária:
- Apenas veículos reconhecidos pela FIPE com base na versão e no ano-modelo recebem a classificação correspondente; alterações mecânicas significativas podem impactar a elegibilidade de determinadas faixas da tabela, dependendo de como a seguradora interpreta o histórico de manutenção.
- Condicionantes de conservação, histórico de sinistros, quilometragem e modificações que afetam desempenho, consumo ou segurança visualmente perceptíveis podem alterar o valor segurado efetivo, mesmo que a Tabela FIPE apresente um número médio para o modelo em específico.
- A FIPE funciona como referencial, não como garantia de oferta de financiamento ou de avaliação oficial de sinistro; cada seguradora pode aplicar políticas próprias com base em seu catálago de riscos e nos termos da apólice.
- Para clientes corporativos e profissionais autônomos que utilizam a F-1000 em atividades de serviço, a FIPE ajuda a calibrar o prêmio de seguro de acordo com o valor venal relativo ao estado atual de conservação, sempre complementado por inspeções técnicas quando cabível.
Essa lógica de classificação é particularmente útil para corretores de seguros, que precisam traduzir números da FIPE em coberturas adequadas para o proprietário, levando em conta o custo de reposição, a depreciação natural de um veículo com mais de duas décadas de uso e a proteção de ativos de trabalho. Além disso, o histórico de confiabilidade da marca pode ser um fator de conforto para o segurado, ajudando a reduzir incertezas em relação a peças de reposição, disponibilidade de mão de obra especializada e custo de manutenção ao longo do tempo.
O que observar ao usar a FIPE para seguros de uma F-1000 1996
Ao considerar a proteção de um veículo antigo como a Ford F-1000 Super 3.6, é comum que o corretor recomende uma combinação de coberturas que atenda às necessidades específicas do cliente. Além do valor segurado, questões como responsabilidade civil, colisão, incêndio, roubo e danos a terceiros entram em jogo. Algumas dicas importantes incluem:
– Verifique o estado atual de conservação, incluindo ferrugem, integridade da caçamba, estado do chassi e funcionamento de itens de segurança. Esses fatores influenciam o custo de reparo e, consequentemente, o prêmio.
– Considere a quilometragem efetiva, o histórico de manutenção e a disponibilidade de peças. Veículos com manutenção regular e peças ainda disponíveis tendem a ter prêmios mais estáveis e uma manutenção de custos previsível.
– Avalie a finalidade de uso: caminhão de carga leve, uso agrícola, transporte urbano ou uso comercial de pequeno porte. O perfil de uso impacta a necessidade de coberturas adicionais para carga, assistência 24h, guincho e cobertura de danos a equipamentos instalados na caçamba.
– Leve em conta a franquia escolhida na apólice, que afeta diretamente o custo do prêmio, especialmente para veículos com idade avançada. Franquias mais altas costumam reduzir o valor do prêmio, mas aumentam o desembolso em caso de sinistro.
Em suma, a FIPE oferece uma referência sólida para orientar a contratação de seguros, especialmente quando se lida com modelos de duas décadas de uso. A avaliação fica mais robusta quando aliada a um diagnóstico técnico realizado por um profissional, que pode confirmar o estado do veículo, apontar itens que exigem atenção e indicar medidas de manutenção preventiva para preservar o valor ao longo do tempo.
Para o corretor, entender a ligação entre o valor FIPE, o uso do veículo e o cenário de seguridade do cliente facilita a construção de uma solução de proteção mais alinhada com a realidade prática do proprietário da F-1000 3.6. Ao final, a meta é oferecer um seguro que cubra de forma adequada o valor de reposição ou de indenização, respeitando o orçamento do cliente e a relevância do veículo para as atividades diárias de trabalho.
Se você está buscando uma avaliação específica e segura para esse modelo, vale considerar a expertise de uma corretora que associe o entendimento técnico com as nuances da Tabela FIPE. Uma forma prática de avançar é solicitar uma cotação com a GT Seguros — um passo que pode trazer clareza sobre coberturas ideais, custo do prêmio e opções de proteção para o veículo de trabalho que conta com o histórico da F-1000 3.6.
