| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 19.533,00 |
| Dez/25 | R$ 18.873,00 |
| Nov/25 | R$ 18.235,00 |
| Out/25 | R$ 17.619,00 |
| Set/25 | R$ 17.024,00 |
| Ago/25 | R$ 16.449,00 |
| Jul/25 | R$ 16.823,00 |
| Jun/25 | R$ 16.668,00 |
| Mai/25 | R$ 17.273,00 |
| Abr/25 | R$ 16.997,00 |
| Mar/25 | R$ 16.436,00 |
| Fev/25 | R$ 16.079,00 |
Como interpretar a Tabela FIPE para o Ford Fiesta Sed. com motor 1.0 8V 4 portas, ano 2006
Ficha técnica essencial do veículo
Para entender o que a Tabela FIPE representa e como ela pode influenciar as decisões de seguro, convém observar a ficha técnica do Ford Fiesta Sed. Supercharger 1.0 8V 4p de 2006. Embora versões e configurações possam variar por mercado, alguns elementos costumam aparecer de forma consistente na documentação de fábrica e nos catálogos de concessionárias da época. Abaixo apresento uma síntese objetiva, organizada para facilitar a leitura e a comparação com outros modelos da mesma época:
- Motor: 1.0 litro, 8 válvulas, gasolina, com configuração de sobrealimentação (supercharger) em relação à versão básica, visando melhor resposta de torque em rotações baixas.
- Potência e torque: valores típicos variam entre 70 e 90 cv, com torque situando-se entre 9 e 11 kgf·m, dependendo da calibração específica do mercado e do conjunto de transmissão.
- Transmissão e tração: caixa manual de 5 marchas; tração dianteira, adequado ao uso urbano e rodoviário com boa dirigibilidade.
- Dimensões e capacidade: comprimento aproximado ao redor de 4,0 metros; entre-eixos próximo de 2,5 metros; tanque de combustível entre 40 e 45 litros; peso de referência próximo a 970–1.000 kg em condições normais de fábrica.
A Ford no Brasil: tradição, evolução e o papel da marca no cotidiano
A Ford é uma das marcas automotivas mais emblemáticas do cenário brasileiro, com uma presença histórica que remonta a décadas de produção, importação e adaptação às preferências do consumidor nacional. Ao longo dos anos, a Ford construiu uma reputação associada a veículos de dirigibilidade estável, confiabilidade mecânica e soluções pensadas para o dia a dia das famílias brasileiras. O Fiesta, em suas diversas gerações, foi apresentado como uma opção prática para quem busca espaço interno adequado, consumo moderado e facilidade de manutenção em boa parte do território nacional.

Entre os pilares que caracterizam a atuação da Ford estão o foco em inovações que agregam valor ao cotidiano do motorista, a rede de concessionárias com suporte técnico e uma linha de peças que, pelo histórico da marca, tende a manter disponibilidade de componentes mesmo em modelos mais antigos. Mesmo quando se observa uma versão com sobrealimentação, como o Fiesta Sed. Supercharger, a ideia central permanece: entregar uma experiência de condução relativamente ágil para uso diário, sem complicações de manutenção excessivamente onerosas. Dessa forma, o entendimento da Tabela FIPE para esse tipo de veículo passa pelo equilíbrio entre valor de mercado histórico, estado de conservação e custos operacionais.
Outra característica relevante é a percepção de risco que a seguradora tem ao avaliar modelos da Ford. Em muitos casos, o Fiesta de 2006 é visto como um veículo com boa robustez mecânica, desde que as revisões estejam em dia. O histórico de manutenção, peças originais e originais de fábrica, bem como o número de proprietários anteriores, podem influenciar o valor segurado de forma significativa. Por isso, quem busca uma apólice adequada deve considerar, além da Tabela FIPE, o estado atual do veículo, o histórico de acidentes e a quilometragem acumulada.
Tabela FIPE e seguro: como a referência de mercado orienta a proteção do seu veículo
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência oficial de preço de veículos usados no Brasil. Ela coleta dados de transações reais, atualiza mensalmente e é amplamente utilizada por seguradoras para estabelecer o valor segurado e o cálculo de indenização em caso de sinistro. No caso do Ford Fiesta Sed. Supercharger 1.0 8V 4p 2006, o valor segurado, quando definido com base na FIPE, reflete o equilíbrio entre o que o mercado está pagando por unidades equivalentes e o estado básico de conservação aceito pelas diretrizes da seguradora.
É importante entender que a FIPE não é um preço de venda único para cada carro, tampouco uma garantia de que todas as unidades daquela versão custem exatamente o mesmo valor. Em vez disso, ela representa uma faixa de mercado para aquele modelo, ano e configuração, levando em conta variações como a motorização, a presença de itens de fábrica, a condição do habitáculo, a quilometragem e o histórico de uso. Por isso, as seguradoras costumam ajustar o valor segurado com base em comprovantes de manutenção, histórico de serviços e a verificação física do veículo, especialmente quando falamos de modelos com versões de desempenho (como a de sobrealimentação) que podem ter itens adicionais de maior custo de reposição.
Além disso, é comum que o valor FIPE seja utilizado como base para conversões de pagamento de indenização ao segurado, especialmente em casos de perda total. Nesses cenários, o montante pago pela seguradora costuma não exceder o valor de referência da FIPE para aquela configuração, salvo exceções relacionadas a políticas internas da empresa ou a acordos específicos com o consumidor. Por essa razão, compreender a leitura da FIPE ajuda tanto na negociação da apólice quanto na definição de coberturas adicionais, como a reposição a valor de custo ou a cobertura de peças originais e de sistemas de segurança.
