| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 52.591,00 |
| Dez/25 | R$ 52.597,00 |
| Nov/25 | R$ 52.621,00 |
| Out/25 | R$ 53.922,00 |
| Set/25 | R$ 55.879,00 |
| Ago/25 | R$ 55.904,00 |
| Jul/25 | R$ 56.936,00 |
| Jun/25 | R$ 56.961,00 |
| Mai/25 | R$ 55.878,00 |
| Abr/25 | R$ 54.817,00 |
| Mar/25 | R$ 54.828,00 |
| Fev/25 | R$ 54.358,00 |
Guia técnico da Ford Ranger Limited 3.0 PSE 4×4 CD TB Diesel (2006) na leitura da Tabela FIPE
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados em diferentes estados, configurações e anos. Embora não substitua avaliações específicas de mercado, ela serve como base para negociações, seguros e consultas de cobertura. Quando se trata de um modelo robusto como a Ford Ranger Limited 3.0 PSE 4×4 CD TB Diesel do ano 2006, entender como a ficha técnica se alinha à Tabela FIPE ajuda não apenas na precificação, mas também na tomada de decisões sobre proteção veicular, especialmente no que tange a contratação de seguros pela corretora. Este artigo foca em explicar os componentes finos da ficha técnica da Ranger 2006, revelar aspectos da marca Ford, esclarecer o papel da FIPE para seguros e oferecer orientações práticas para proprietários e interessados.
Ficha técnica simplificada da Ranger Limited 3.0 PSE 4×4 CD TB Diesel (2006)
Para facilitar a leitura, apresentamos uma ficha técnica resumida, destacando os elementos mais relevantes para avaliação de seguro, manutenção e uso diário. Observação: as informações here apresentadas referem-se à configuração típica da versão citada, podendo haver variações conforme mercado, lote de fabricação e pacote de equipamentos.

- Motor e alimentação: diesel 3.0 L Duratorq TDCi com turbo intercooler, sistema de injeção direta (common rail).
- Transmissão e tração: transmissão manual de 5 marchas, tração 4×4 com reduzida, adequada para campo de trabalho e terrenos desafiadores.
- Carroceria e configuração: cabine dupla (CD), caçamba, foco em utilidade para transporte de materiais, carga útil e uso misto urbano/off-road.
- Segurança e chassis: freios com sistema ABS em versões equipadas, suspensão dianteira independente e suspensão traseira com feixes de molas, aprimorando estabilidade e conforto em terrenos variados.
A Ford como marca e sua presença no segmento de picapes
A Ford é uma referência global no segmento de veículos utilitários e de trabalho. A Ranger, desde suas primeiras gerações, consolidou-se como uma picape média robusta, combinando capacidade de carga, desempenho em vias urbanas e traços de off-road que agradam tanto a profissionais quanto a entusiastas do lazer fora de estrada. Em 2006, a Ranger Limited com motor 3.0 turbodiesel, tração 4×4 e cabine dupla representava uma proposta equilibrada entre força de tração, espaço interno e conforto para a condução diária. A configuração 4×4 com reduzida, comum nessa linha, proporcionava versatilidade para usos que vão desde o transporte de ferramentas de trabalho até passeios em terrenos mais desafiadores. A Ford, ao longo dos anos, investiu em motores diesel eficientes para o segmento de picapes, buscando oferecer torque útil em baixa rotação, durabilidade de componentes e disponibilidade de rede de assistência técnica, fatores relevantes para proprietários que dependem do veículo para atividades profissionais.
Do ponto de vista de manutenção, a Ranger 2006 com motor diesel exige atenção especial a componentes do sistema de alimentação de combustível, a durabilidade do conjunto turbocompressor-intercooler e ao sistema de arrefecimento. O diesel, por sua natureza, tende a oferecer maior torque em baixas rotações, o que favorece o desempenho em trajetos de carga e em terrenos acidentados. No entanto, esse tipo de motor requer monitoramento contínuo de filtros, possibilidade de emissões e adequação de manutenção programada para evitar perdas de desempenho. Além disso, a proteção veicular e o seguro para um modelo nessa idade costumam considerar o histórico de uso, quilometragem, conservação da caçamba, estado de ferrugem nas estruturas da carroceria e condições dos componentes de suspensão e freios. Nesse contexto, compreender o conjunto tecnológico da Ranger 2006 facilita a tomada de decisão segura e informada.
Outro aspecto relevante é a rede de suporte da Ford na época, com disponibilidade de peças, assistência técnica autorizada e profissionais familiarizados com motores diesel de potência intermediária. Embora o cenário de peças possa variar conforme região, a reputação da Ranger como opção de uso misto — trabalho pesado e uso diário — permanece associada a valores de confiabilidade e facilidade de manutenção que costumam influenciar positivamente a avaliação pela seguradora. Em termos de valorização, a Tabela FIPE, quando bem interpretada, ajuda a calibrar o valor de referência para consultoria de seguro, sem necessariamente refletir o preço de venda atual, mas oferecendo uma base estável para comparação entre veículos da mesma geração, com a devida consideração de
Entendendo a Tabela FIPE para a Ranger 2006 com 3.0 PSE 4×4 CD TB Diesel
Por que a FIPE importa para esse conjunto específico
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil, consolidando dados de anúncios representativos. Para a Ford Ranger 2006 na configuração Limited 3.0 PSE 4×4 com cabine dupla e motor a diesel, a FIPE disponibiliza faixas distintas conforme idade, potência e a combinação de tração. Não é o preço de venda atual, mas um referencial estável que facilita a comparação entre anúncios e a estimativa de custo para seguro. Assim, quem avalia riscos de seguro ou negocia compra e venda pode alinhar expectativas com base em cenários reais de mercado, levando em conta que peças, reparos e histórico de manutenção influenciam o valor de referência.
Elementos que definem o valor na FIPE para esse conjunto
- Versão e configuração: Limited, 3.0, 4×4, cabine dupla (CD), turbodiesel (TB); cada combinação resulta em um agrupamento específico na tabela.
- Estado geral: conservação da caçamba, integridade da carroceria, presença de ferrugem, qualidade da pintura, desgaste de componentes da suspensão e dos freios.
- Quilometragem: veículos com maior quilometragem costumam figurar em faixas mais baixas, mesmo dentro da mesma versão.
- Histórico de manutenção: registros de revisões, trocas de filtros, serviços em concessionárias autorizadas e procedência de trocas de componentes críticos influenciam a percepção de valor.
- Acessórios e originalidade: itens originais bem preservados (ou a ausência de modificações não autorizadas) podem impactar positivamente a referência FIPE, principalmente quando agregam valor funcional ou estético.
Como interpretar a tabela para este modelo específico
Ao consultar a FIPE, selecione Ranger, ano 2006, versão 3.0 PSE 4×4 CD TB Diesel, confirmação de cabine dupla e tipo de tração. Compare faixas dentro da mesma configuração e trate a diferença entre anúncios como um indicativo de variação ao redor do valor FIPE. Use o estado de conservação como régua: exemplares bem mantidos e com histórico de manutenção transparente tendem a ficar no topo da faixa, enquanto carros com ferrugem acentuada, danos estruturais ou histórico de sinistros tendem a migrar para as bases inferiores. Além disso, distinguir entre equipadas com ou sem determinados acessórios pode ajustar o valor de referência de forma relevante.
Aplicação prática no seguro e na negociação de compra
Para seguradoras, a FIPE serve como referência inicial para a cotação, com ajustes baseados em riscos reais: uso em trabalho pesado, histórico de sinistros, quilômetros previstos e condições de conservação. No caso da Ranger 2006, aspectos como o estado da embreagem, eficiência do sistema de emissões e a robustez da suspensão dianteira e traseira podem influenciar o prêmio. Alinhar a soma segurada com o valor FIPE facilita a consistência entre o que é assegurado e o custo de reposição estimado.
Para uma orientação prática de proteção adequada, conte com a GT Seguros, que oferece assessoria especializada para caminhonetes de uso misto, buscando equilibrar custo de prêmio e cobertura conforme o valor FIPE e as necessidades operacionais do veículo.
