| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 73.937,00 |
| Fev/26 | R$ 74.565,00 |
| Jan/26 | R$ 74.282,00 |
| Dez/25 | R$ 73.989,00 |
| Nov/25 | R$ 73.682,00 |
| Out/25 | R$ 73.682,00 |
| Set/25 | R$ 74.025,00 |
| Ago/25 | R$ 73.293,00 |
| Jul/25 | R$ 72.568,00 |
| Jun/25 | R$ 71.851,00 |
| Mai/25 | R$ 71.141,00 |
| Abr/25 | R$ 69.747,00 |
Panorama técnico e histórico da Ford Ranger STX 4.0 CS/CE (1997) na Tabela FIPE
O que a Tabela FIPE representa para modelos clássicos como a Ranger STX 1997
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para auxiliar no embasamento de negociações, seguros e avaliação de veículos, especialmente quando se trata de modelos mais antigos que integram a frota histórica de autos de uso urbano e utilitário. Para um veículo como a Ford Ranger STX 4.0 CS/CE do ano 1997, a tabela atua como um norte para entender o valor relativo da época em comparação aos padrões atuais do mercado. É importante destacar que a FIPE não determina o preço definitivo de venda ou de aquisição; trata-se de uma referência padronizada que serve como ponto de partida para negociações. Em seguros, por exemplo, o valor de referência da FIPE ajuda as seguradoras a estimar a cobertura adequada, o que influencia o cálculo de prêmio com base no perfil do veículo, idade, uso e estado de conservação. Nesse contexto, compreender a especificidade da versão CS (cabine simples) e CE (cabine estendida) torna-se relevante, pois diferenças de configuração podem impactar a avaliação de risco e, por consequência, o valor segurado.
Nesta leitura, vamos detalhar a ficha técnica e o contexto da Ranger STX 4.0 CS/CE de 1997, destacando como esses elementos se conectam à lógica da FIPE e ao cenário de seguros automotivos para modelos clássicos. A ideia é oferecer um guia educativo para quem avalia o veículo, seja para aquisição, venda, manutenção ou contratação de seguros, sem tratar de valores de venda específicos neste espaço, já que esses dados são inseridos automaticamente ao topo do post.

Ficha técnica resumida da Ford Ranger STX 4.0 CS/CE 1997
- Motor: V6 4.0 L com injeção eletrônica, configuração típica da linha da época, fornecendo desempenho adequado para utilitário leve com cabine simples (CS) ou cabine estendida (CE).
- Potência e torque: potência aproximada na casa dos cavalos de força típicos para o motor 4.0 L da época, com torque suficiente para uso de trabalho e reboque leve, mantendo a dirigibilidade estável em áreas urbanas e rodovias.
- Transmissão: disponibilidade de opções de câmbio manual de 5 velocidades ou automático de 4 velocidades, conforme a configuração de fábrica e o mercado; a escolha influencia no consumo, conforto e uso pretendido.
- Tração e configuração: tradicionalmente traseira com opção de tração 4×4 em variantes que aceitavam esse esquema, especialmente para aplicações de campo, carga ou uso fora de estrada; a disponibilidade de 4×4 depende da configuração adquirida na época.
Além disso, a Ranger STX de 1997 pode ser encontrada em versões de cabine simples (CS) e cabine estendida (CE), com caçamba adequada para atividades de carga. Esses detalhes da carroceria são relevantes para o seguro, já que a capacidade de carga, o perfil de uso e o tipo de cabine influenciam a classificação de risco e, consequentemente, a composição de coberturas e franquias. Em termos de dimensões e capacidades técnicas, o veículo apresentava um layout robusto voltado para trabalho, com foco na durabilidade e na funcionalidade típica de uma picape leve da época.
A Ford no Brasil e o cenário de pickups no final dos anos 90
Para entender a Ranger STX 4.0 CS/CE 1997, vale situar o papel da Ford no Brasil naquela década. A Ford chegou ao Brasil com histórico emblemático de inovações, conforto e tecnologia, expandindo sua linha de veículos de passeio e utilitários com o objetivo de atender a uma demanda crescente por opções mais robustas de transporte de cargas, serviços e atividades rurais‑industriais. As pickups eram parte desse ecossistema, competindo com modelos de outras montadoras que já tinham presença consolidada no mercado, como Toyota Hilux, Chevrolet S-10 e Mitsubishi L200. No fim dos anos 90, a disponibilidade de motores eficientes, peças de reposição relativamente acessíveis e redes de serviço ampliadas contribuía para que proprietários de picapes valorizassem modelos que combinassem confiabilidade, capacidade de carga e versatilidade de uso diário com a possibilidade de enfrentar estradas rurais ou terrenos mais desafiadores.
Nesse contexto, a Ranger STX 4.0 ganhava espaço entre quem precisava de um veículo com caçamba para trabalho, reboque ocasional e a cabinagem adequada para transporte de passageiros e carga. A configuração CS/CE refletia a variedade de necessidades: a cabine simples (CS) privilegiava a área de carga e a simplicidade da traseira, ao passo que a cabine estendida (CE) oferecia maior conforto para ocupantes adicionais sem comprometer significativamente a capacidade de carga. A década de 1990 também foi marcada por uma maior adoção de vidros, itens de conforto e equipamentos de segurança que, ainda que simples, elevavam o patamar de confiabilidade e usabilidade no dia a dia dos usuários.
Implicações para o seguro: como a FIPE e a ficha técnica influenciam a avaliação de risco
Para quem atua no setor de seguros, compreender a relação entre a FIPE, a ficha técnica e o perfil do veículo é essencial para estruturar cotações que reflitam o real risco do patrimônio. Modelos de idade avançada, como a Ranger STX 1997, exigem uma avaliação cuidadosa de diversos fatores que impactam o prêmio e a cobertura. Entre os aspectos mais relevantes estão a condição geral do veículo, o histórico de manutenção, o estado do motor e da transmissão, a presença de modificações ou montagem de itens adicionais, bem como o uso a que o veículo se destina (uso urbano, rural, de trabalho). A ficha técnica ajuda a definir o raio de atuação do segurado, incluindo a possibilidade de aplicações de reboque e a demanda de peças de reposição, já que itens específicos de modelos mais antigos podem exigir cuidados adicionais e custos de manutenção mais elevados.
Ao considerar a Tabela FIPE junto à ficha técnica, o corretor de seguros consegue estruturar coberturas que reflitam a realidade prática do veículo: cobertura compreensiva para danos parciais e totais, proteção contra roubo e furto, responsabilidade civil ambiental ou estendida, e opções de assistência 24h, que são particularmente úteis para usados com menor disponibilidade de peças imediatas. Além disso, é comum que veículos de cabine estendida (CE) recebam ajustes de apólice relacionados à área de cabine adicional, peso de carga transportada e possíveis modificações mecânicas que possam alterar o comportamento do veículo em pistas variadas. Em resumo, a combinação FIPE + ficha técnica oferece ao segurado e à seguradora uma base sólida para compreender o valor de uso, o custo de reposição e os riscos operacionais, sem perder de vista a natureza clássica da Ranger STX 1997.
Considerações finais para quem avalia ou possui uma Ranger STX 4.0 CS/CE 1997
Para avaliações modernas de um modelo de 1997, é fundamental manter uma leitura alinhada com o tempo de uso, o estado de conservação e as particularidades da configuração (CS ou CE). A Ranger STX 4.0 CS/CE 1997 representa um equilíbrio entre robustez, capacidade de carga e utilidade prática, características que continuam a atrair entusiastas, colecionadores e profissionais que dependem de uma picape com determinadas capacidades. A compatibilidade de peças da época, a disponibilidade de serviços autorizados e a presença de manuais técnicos ajudam a manter o veículo em operação segura, o que, por sua vez, influencia a aceitação de prêmios de seguro compatíveis com o perfil de respeito à segurança e ao investimento envolvido.
Se você está avaliando a Ranger STX 4.0 CS/CE 1997 para compra, venda ou seguro, considere que o conjunto de informações da FIPE, aliado à ficha técnica detalhada, oferece uma visão prática sobre o que esperar do veículo em termos de desempenho, custo de manutenção e necessidade de peças. A combinação de CS/CE, motor 4.0 e a presença de opções de tração e câmbio pode impactar o custo geral de propriedade ao longo dos anos, bem como a maneira como o veículo é utilizado no cotidiano. Adotar uma abordagem educativa e informativa ajuda a tomar decisões mais seguras, reduzindo riscos para o bolso e para a estabilidade do seguro contratado.
Se você busca uma cobertura ajustada para este tipo de veículo clássico/utilitário, a GT Seguros pode oferecer uma cotação sob medida, considerando as particularidades da Ranger STX 4.0 CS/CE 1997, a configuração de cabine e o histórico de uso. Aproveite a consulta para entender opções de proteção, franquias e coberturas que melhor atendam às suas necessidades, com transparência e sem surpresas.
