| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 64.735,00 |
| Fev/26 | R$ 61.653,00 |
| Jan/26 | R$ 64.898,00 |
| Dez/25 | R$ 65.712,00 |
| Nov/25 | R$ 63.889,00 |
| Out/25 | R$ 61.729,00 |
| Set/25 | R$ 59.642,00 |
| Ago/25 | R$ 59.768,00 |
| Jul/25 | R$ 59.864,00 |
| Jun/25 | R$ 57.840,00 |
| Mai/25 | R$ 55.885,00 |
| Abr/25 | R$ 55.936,00 |
Como a Tabela FIPE representa a Ford Ranger XL 2.3 16V 137cv 4×2 CD Repower (2012) e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE é uma referência fundamental para quem compra, vende ou faz seguro de veículos usados no Brasil. Ao tratar da Ford Ranger XL 2.3 16V 137cv 4×2 CD Repower do ano 2012, entramos em um universo onde a combinação entre motor, transmissão, configuração de tração e a história de uso influencia diretamente o valor de referência utilizado por seguradoras, avaliadores e renegociações de seguros. Este artigo apresenta, de forma educativa, como interpretar a Tabela FIPE para esse modelo específico, além de dados básicos da ficha técnica, o impacto do conceito “Repower” na avaliação, a herança da marca Ford no segmento de pickups e orientações úteis para a contratação de seguros. Tudo com foco no entendimento do usuário, para que você, corretor ou consumidor, possa tomar decisões mais bem embasadas.
Ficha Técnica da Ford Ranger XL 2.3 16V 137cv 4×2 CD Repower (2012)
A Ranger XL, na configuração 2.3 16V, com câmbio manual e tração 4×2, é especificada pela versão XL que privilegia itens básicos de utilidade da linha de pickups da Ford. O rótulo “CD Repower” indica que o motor passou por uma repotenciação ou substituição que mantém ou eleva o desempenho original, frequentemente associada a manutenções ou renovações para manter a confiabilidade ao longo dos anos. A ficha técnica abaixo resume os principais atributos dessa configuração de mercado em 2012 e ajuda a entender como a Tabela FIPE a classifica dentro do conjunto de utilitárias médias da época.

- Motor: 2.3 L 16V Duratec, com potência declarada de 137 cv; torque próximo de 19 kgf·m, variando conforme a configuração de combustível e o estado de manutenção.
- Transmissão e tração: manual de 5 marchas; tração 4×2; combustível predominantemente gasolina; capacidade do tanque em torno de 80 litros.
Além desses itens, vale considerar que a carroceria da Ranger XL era concebida para uso misto: leve apoio no trabalho com utilitários leves, bem como deslocamentos urbanos com a robustez típica de uma pickup compacta. Dados complementares que costumam constar na ficha técnica envolvem peso bruto, dimensões externas, área de caçamba e capacidades de carga, entre outros. Como essas informações podem variar conforme o país de venda, a versão específica da carroceria (cabine simples ou dupla) e a presença de acessórios, recomenda-se consultar a ficha técnica oficial ou bases oficiais da Fiat/Ford/ FIPE para confirmar os números exatos de cada exemplar. Ainda assim, a essência dessa configuração 2012 é a de um veículo que equilibra economia de combustível com a utilidade de uma pickup leve, adequada para quem precisa de espaço de carga sem abrir mão da dirigibilidade cotidiana.
O aspecto da repoweração conferida pela designação Repower pode influenciar a percepção de desempenho e confiabilidade. Em termos práticos, a substituição ou renovação do motor tende a manter o veículo operante por mais tempo, o que pode ser valorizado na avaliação de seguros ou de mercado, desde que haja documentação comprobatória de manutenção ou substituição do motor. No caso da Tabela FIPE, o conjunto repower pode impactar a classificação de uso, histórico de manutenção e, por consequência, o apetite de seguradoras na hora de determinar o prêmio e as coberturas mais adequadas.
Como interpretar a Tabela FIPE para o modelo: Ranger XL 2.3 16V 137cv 4×2 CD Repower
A Tabela FIPE funciona como uma referência mensal que representa, em termos médios, o valor de mercado de veículos usados naquele mês. Para a Ranger XL 2.3 16V 137cv 4×2 CD Repower (2012), algumas diretrizes ajudam a entender a posição do veículo na tabela:
– O reconhecimento de “Repower” na denominação estrutural indica que o motor pode ter passado por substituição ou renovação. Isso pode, em determinadas situações, afetar a percepção de valor ao comparar com unidades com motor original intacto. A viabilidade de comparar com versões sem repower depende da documentação de manutenção e do estado de conservação.
– O estado geral do veículo, o histórico de manutenção e a quilometragem influenciam o deslize de valor na FIPE. Modelos com histórico de manutenções regulares tendem a ter catálogos de preço mais estáveis, o que é relevante para seguradoras ao definir prêmios ou coberturas de valor de reconstrução.
– Recursos da versão XL, como itens de conveniência, itens de segurança e acabamento, também contemplam o valor de referência. Em 2012, diferentes títulos de acabamento podiam influenciar o aluguel de preço relativo entre pequenas variações de configuração — por exemplo, cabines simples versus cabine dupla, e a presença de acessórios opcionais no veículo, como pneus, CAN bus, sistema de som, entre outros.
– A taxa de depreciação correspondente ao tempo de uso, o histórico de sinistros e o uso específico do veículo (residência urbana, área rural, uso empresarial) formam um conjunto que, somado à condição de repower, molda o leitor da FIPE de cada exemplar individual. Em suma, a FIPE fornece uma referência útil, mas a análise precisa considerar o estado real e a documentação do veículo.
A marca Ford e a Ranger: legado, confiabilidade e posicionamento no mercado brasileiro
A Ford, como fabricante, traz uma trajetória marcada pela robustez, pela engenharia voltada para trabalho e pela expansão de opções de utilitárias leves de alta durabilidade. A Ranger, desde o seu redesenho no Brasil, consolidou-se como uma das pickups médias mais populares entre quem precisa de versatilidade — espaço de carga, capacidade de reboque, conforto durante o deslocamento diário e, ao mesmo tempo, confiabilidade mecânica. O segmento de pickups no Brasil sempre teve uma confluência entre reputação de fabricante, rede de concessionárias e disponibilidade de peças. Nesse cenário, a Ranger se destacou por oferecer uma linha que atende desde o uso urbano a tarefas mais prosaicas de serviço, com uma presença marcante no varejo e uma reputação de custo-benefício ao longo de várias gerações.
Com a versão XL de 2012, a Ford enfatizava um equilíbrio entre utilidade prática e custo. Mesmo quando evolui para outras variantes com mais itens de conforto ou recursos tecnológicos, a linha Ranger mantém o DNA de robustez e facilidade de manutenção, características que influenciam diretamente a percepção de seguro. Um veículo com histórico de uso correto, revisões regulares e documentação completa tende a ser visto com mais tranquilidade pelas seguradoras, o que pode se traduzir em propostas de proteção mais alinhadas ao perfil do motorista e ao uso esperado do veículo.
Considerações para seguro: como o modelo afeta o prêmio e as coberturas
Ao pensar em seguro para a Ford Ranger XL 2.3 16V 137cv 4×2 CD Repower (2012), alguns pontos-chave devem orientar a escolha de coberturas e o orçamento. A combinação de motor repower, carroceria pickup e uso prático do veículo cria um perfil de risco que as seguradoras analisam para determinar o custo total do seguro e as opções de proteção mais adequadas. A seguir, aspectos úteis para avaliação na hora de cotar e contratar:
- Manutenção regular e documentação em dia ajudam a reduzir o risco de sinistros e podem influenciar positivamente as condições de seguro.
- Uso do veículo (pessoal ou empresarial) e local de residência afetam o prêmio, bem como as coberturas recomendadas, como proteção a terceiros, roubo/furto e assistência 24h.
Além disso, há considerações práticas que ajudam a moldar uma apólice mais adequada ao seu perfil:
– Custo de peças de reposição: para modelos com repower, é essencial confirmar a disponibilidade de peças originais ou compatíveis de reposição. Peças de reposição fáceis de encontrar costumam reduzir o tempo de imobilização do veículo em reparos e podem contribuir para custos menores no seguro, especialmente quando há necessidade de vistoria ou sinistro.
– Valor de reconstrução versus valor de mercado: as seguradoras muitas vezes utilizam o valor de reconstrução (para reposição do veículo) ou o valor de mercado indicado pela FIPE como referência para determinar a indenização em caso de sinistro total. Um histórico de manutenção detalhado e uma avaliação atualizada ajudam a evitar discrepâncias entre o que o veículo realmente vale e o que a apólice prevê.
Ao planejar a proteção para a Ranger XL, vale considerar também coberturas adicionais que podem fazer sentido para quem utiliza a pickup de forma prática no dia a dia: proteção para terceiros, casco parcial ou total, cobertura para acessórios instalados e assistência 24 horas. A escolha correta das coberturas depende do uso real, do ambiente residencial e das condições de condução, portanto, vale o apoio de um corretor que entenda as particularidades desse modelo e da região onde o veículo circula.
Se você está avaliando opções de proteção para a Ford Ranger XL 2.3 16V 137cv 4×2 CD Repower (2012), considere conversar com a GT Seguros para obter uma cotação personalizada que leve em conta seu perfil, o histórico de manutenção do veículo e as coberturas que realmente farão diferença na sua tranquilidade no dia a dia. A escolha por um seguro adequado não é apenas uma formalidade, é uma estratégia de proteção financeira que ajuda a manter o veículo em circulação com menos surpresas.
