Valor FIPE Atual
R$ 37.854,00
↑ 1,1% vs mês anterior
FIPE: 003088-0
Ano: 1996-1
MêsPreço
Mar/26R$ 37.854,00
Fev/26R$ 37.458,00
Jan/26R$ 37.286,00
Dez/25R$ 36.917,00
Nov/25R$ 36.552,00
Out/25R$ 40.704,00
Set/25R$ 40.511,00
Ago/25R$ 40.557,00
Jul/25R$ 40.156,00
Jun/25R$ 39.759,00
Mai/25R$ 39.366,00
Abr/25R$ 38.595,00

Panorama explicativo sobre a Tabela FIPE para a Ford Ranger XLT 4.0 4×2 CS 1996

A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado para veículos usados no Brasil, servindo de base para inúmeras decisões no setor automotivo, inclusive para seguros. Quando pensamos na Ford Ranger XLT 4.0 4×2 CS de 1996, é comum considerar como essa referência dialoga com a realidade de um veículo histórico, de difícil reposição de peças e com particularidades próprias do conjunto mecânico e da carroceria. Este artigo explora a ficha técnica do modelo, o papel da marca Ford no cenário nacional e o modo como a Tabela FIPE é utilizada por seguradoras para orientar acordos de proteção, sem apresentar valores monetários ou tabelas de preços neste texto. O objetivo é oferecer um panorama educativo que ajude o leitor a entender melhor o que pode influenciar o custo de um seguro para um veículo com esse perfil, além de fornecer diretrizes práticas para quem está avaliando a compra ou a proteção de uma Ranger antiga.

Ficha técnica resumida da Ford Ranger XLT 4.0 4×2 CS 1996

  • Motor: V6 4.0 litros, alimentação a gasolina.
  • Transmissão: manual, com 5 velocidades.
  • Tração: 4×2 (tração traseira), tradição de uso em picapes médias.
  • Capacidade de carga útil: aproximadamente 700 kg, refletindo o uso típico de uma Ranger de cabine simples na configuração XLT.

Observação: dimensões externas, peso em vazio e capacidades de reboque variam conforme a versão específica, condições de uso e modificações realizadas no veículo ao longo do tempo. Para dados exatos, é recomendável consultar a documentação original ou fontes técnicas confiáveis da época de fabricação.

Tabela FIPE Ford Ranger XLT 4.0 4×2 CS 1996

A marca Ford e a Ranger no contexto brasileiro

Fundada nos Estados Unidos no início do século XX, a Ford é uma das marcas automotivas mais tradicionais globalmente, com história marcada por inovações, robustez e uma presença marcante em diversos segmentos. No Brasil, a Ford consolidou, ao longo das décadas, uma linha de veículos que inclui picapes, utilitários e SUVs, sempre com foco em confiabilidade, disponibilidade de rede de concessionárias e serviço de pós-venda relativamente amplo, sobretudo nas décadas de 1990 e início dos anos 2000. A Ranger, nesse cenário, ocupou posição de destaque entre as picapes médias nacionais, fortalecendo-se como opção para uso profissional, agrícola e recreativo. A geração dos anos 1990, especialmente com a Ranger XLT 4.0 4×2 CS, é lembrada pela combinação de robustez mecânica, estilo utilitário e capacidade de trabalho, características muito valorizadas em serviços de BR-estrada, obras, transporte de cargas leves e atividades de campo.

>Nesse período, a Ford investia em oferecer versões que atendessem a diferentes perfis de clientes: desde cabines simples, voltadas para quem priorizava espaço de carga, até configurações com mais conforto para uso diário. A Ranger tornou-se referência por combinar plataforma robusta com uma mecânica capaz de suportar jornadas mais exigentes, algo que aparece nas avaliações de durabilidade de modelos dessa idade. Embora o tempo tenha trazido avanços tecnológicos e novos padrões de segurança, o espírito de utilidade e a reputação de confiabilidade associadas à Ranger ainda aparecem com frequência nas memórias de usuários que atuavam em setores que dependiam de veículos de trabalho confiáveis. Em termos de seguro, esse histórico de marca e modelo influencia como as seguradoras avaliam o risco, especialmente quando se trata de peças de reposição mais escassas e custos potenciais de manutenção para modelos mais antigos.

Contexto da FIPE e a aplicação prática em seguros

A Tabela FIPE agrega uma visão de referência de mercado, levando em conta uma média de valores observados em todo o território nacional para modelos, versões e faixas de ano específicos. Ela serve como norte para cenários de indenização, reposição e comparação entre propostas de seguro, entre outros usos. Em veículos mais antigos, como a Ranger XLT 4.0 4×2 CS de 1996, a FIPE pode refletir a raridade de determinada configuração, a disponibilidade de peças e a percepção de risco associada a esse tipo de veículo no mercado de reposição. Para as seguradoras, esse conjunto de fatores influencia a maneira como as coberturas são estruturadas, como se avalia o custo de reposição ou reconstrução, e quais limites de indenização são mais adequados ao perfil do veículo e ao histórico do condutor.

> Vale destacar que, embora a FIPE seja amplamente utilizada como referência, cada seguradora pode adotar metodologias próprias de avaliação. Além disso, regiões com disponibilidade de oficinas especializadas, estoque de peças originais ou o histórico de sinistros na área podem gerar ajustes, sempre com o objetivo de alinhar a proteção à realidade de uso e ao risco envolvido. Dessa forma, entender o papel da FIPE ajuda o consumidor a dialogar com a corretora ou seguradora, assegurando que a cobertura escolhida corresponda ao cenário prático de uma Ranger antiga, que pode exigir cuidados específicos, como manutenção preventiva, disponibilidade de peças de reposição e opções de assistência 24h em situações de estrada.

Como pensar a proteção de um modelo 1996 na prática

Para quem tem uma Ford Ranger XLT 4.0 4×2 CS de 1996, é fundamental alinhar a estratégia de seguro com as peculiaridades de um veículo de idade, com histórico de uso diverso e dependência de componentes que podem ter menor disponibilidade no mercado atual. Abaixo, destacam-se considerações centrais para orientar a tomada de decisão, com foco em aspectos educacionais que ajudam a compreender a relação entre a Tabela FIPE, o veículo e o seguro:

  • Verifique a configuração exata: cabine simples (CS), motor 4.0 e 4×2 são fatores que influenciam a avaliação de risco.
  • Considere cenários de reparo: peças originais ou substitutas podem ter disponibilidade limitada, o que impacta prazos e custos de reparo.
  • Leve em conta a manutenção como indicativo de risco: histórico de revisões, trocas de componentes vitais e estado geral ajudam a entender a confiabilidade contínua do veículo.
  • Analise opções de proteção específicas: além da cobertura básica, pense em assistência 24h, guincho, carro reserva e proteção veicular para danos causados por terceiros, incêndio ou roubo.

Esses aspectos ajudam a entender por que a FIPE é usada como referência, sem assumir que ela representa exatamente o custo de reposição em todos os cenários. Em veículos com especificidades como a Ranger 1996, o diálogo com a corretora de seguros é essencial para adaptar a apólice às reais necessidades de proteção, levando em conta o estado particular do exemplar, o uso pretendido e as condições de tráfego onde circula com maior frequência.

Dicas práticas para quem possui uma Ford Ranger XLT 4.0 4×2 CS 1996

  • Documentação atualizada: mantenha junto do veículo manuais, histórico de manutenção e comprovantes de serviços realizados.
  • Consciência sobre a idade do veículo: motores, sistemas elétricos e componentes mecânicos podem exigir atenção especial; planejar revisões preventivas ajuda a reduzir imprevistos.
  • Proteção adequada: avalie coberturas que aumentem a segurança contra roubo, danos acidentais e despesas com guincho, especialmente em deslocamentos fora de grandes centros.

Para encerrar, pense na proteção da Ranger como um equilíbrio entre a cobertura necessária e o custo da apólice, levando em conta a realidade de um veículo com história de uso e disponibilidade de peças. Se quiser explorar opções de proteção com orientação especializada, faça uma cotação com a GT Seguros.