Valor FIPE Atual
R$ 72.386,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 003354-5
Ano: 2012-3
MêsPreço
Fev/26R$ 72.386,00
Jan/26R$ 72.546,00
Dez/25R$ 72.685,00
Nov/25R$ 72.795,00
Out/25R$ 72.971,00
Set/25R$ 73.207,00
Ago/25R$ 74.607,00
Jul/25R$ 75.108,00
Jun/25R$ 77.833,00
Mai/25R$ 77.989,00
Abr/25R$ 78.060,00
Mar/25R$ 78.178,00

Entenda como a Tabela FIPE orienta o valor de referência da Ford Transit Furgão 2.2 TDCi Longo Jumbo (2012)

Quando um veículo é avaliado para seguro, esteve em circulação por tanto tempo que já não está mais em condições de venda como novo, o que importa é o seu valor de mercado atual. A Tabela FIPE — Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas — funciona exatamente como um referencial para esse tipo de estimativa. Ela fornece, mês a mês, valores médios de venda de veículos usados no Brasil, considerando versões, ano de fabricação e estado de conservação. O objetivo principal não é definir o preço que você pagou na compra nem o preço de venda de um veículo específico, mas estabelecer uma base de referência que as seguradoras usam para calcular coberturas, indenizações em casos de roubo ou colisão, e para orientar a composição de garantias adicionais. No contexto da Ford Transit Furgão 2.2 TDCi Longo Jumbo, ano 2012, vale entender que o valor de referência da FIPE serve como bússola para o ajuste de prêmios e para a definição de limites de cobertura, especialmente em operações de seguro de frotas ou de uso comercial. A depender da política de cada seguradora, o valor FIPE é ajustado pela idade do veículo, pela quilometragem, pelo histórico de manutenção e por itens de configuração específicos, como a versão Longo Jumbo, que impacta tanto o perfil de uso quanto o custo de reposição de peças reparáveis. Além disso, é comum que o preço FIPE seja utilizado, de forma indireta, para cálculos de depreciação em sinistros de perda total, o que reforça a importância de compreender como esse indicador funciona no dia a dia da contratação de um seguro. Abaixo, vamos explorar a ficha técnica, a identidade da marca, o papel da FIPE no seguro e os fatores que costumam influenciar a variação do valor de referência para este modelo específico.

Ficha técnica do Ford Transit Furgão 2.2 TDCi Longo Jumbo (2012)

A ficha técnica consolida elementos que ajudam a definir o perfil do veículo e, por consequência, seu comportamento em termos de risco e de reposição. Para o Ford Transit Furgão 2.2 TDCi Longo Jumbo de 2012, as informações a seguir costumam compor o retrato técnico do modelo, ainda que haja pequenas variações entre unidades fabricadas para diferentes mercados e por diferentes fornecedores de peças originais ao longo do tempo. Observa-se que a versão Longo Jumbo se destaca pela maior capacidade de carga útil e pela geografia de uso voltada a serviços de entrega, logística interna de empresas e frotas que demandam espaço de baú adicional.

  • Motor: 2.2 L diesel Duratorq TDCi, turboalimentado, quatro cilindros, com sistema de injecção direta e intercooler
  • Potência e torque: potência máxima em torno de 125 cv (92 kW) a aproximadamente 3.500 rpm; torque máximo próximo de 310 Nm, entre 1.500 e 2.000 rpm
  • Transmissão: manual de 6 velocidades, com marchas bem distribuídas para uso urbano e rodoviário de carga
  • Capacidade de carga e combustível: payload até cerca de 1.300 kg, tanque de combustível em torno de 80 litros, o que favorece longos percursos com menor necessidade de reabastecimento

Sobre a marca Ford

A Ford é uma das marcas automotivas mais reconhecidas globalmente, com uma trajetória que remonta ao início do século XX e à popularização da linha de produção em série. O legado da marca envolve não apenas o desenvolvimento de veículos de passeio, mas também uma forte presença no segmento de utilitários e comerciais. No Brasil, a Ford consolidou, ao longo de décadas, uma rede de assistência, peças originais e serviços que atendem tanto a pequenos empresários quanto a grandes frotistas. A filosofia de engenharia da Ford tem voltado, nos últimos anos, para soluções que unem robustez, eficiência de consumo e confiabilidade, características que são particularmente valorizadas em frotas de furgões, como a Transit. Além de motores com boa relação entre desempenho e consumo, a Ford tem investido em sistemas de segurança ativa, conforto para o motorista e facilidade de manutenção, aspectos que influenciam o custo de seguro por meio de fatores como a probabilidade de sinistro e a facilidade de reposição de peças. Em termos de reputação, a marca costuma ser associada a um portfólio que atende desde o usuário urbano até o transportador de carga, com soluções para gestão de frotas, conectividade e suporte técnico. Esses elementos ajudam a explicar, ao longo do tempo, por que o valor de referência FIPE de uma Transit pode diferir de modelos de menor porte ou de segmentos diferentes, ainda que o alvo seja o mesmo tipo de uso profissional. Ao considerar o seguro, a escolha de uma Ford Transit Furgão 2.2 TDCi Longo Jumbo reflete um equilíbrio entre capacidade de carga, confiabilidade do motor diesel, disponibilidade de peças e a abrangência da rede de assistência, variáveis que costumam ter impacto direto no custo do seguro e na estratégia de proteção oferecida pela seguradora.

Como a FIPE é usada na avaliação de seguros

O funcionamento da FIPE no contexto de seguros envolve entender que o valor de referência não é o preço de venda de um exemplar específico, mas um indicador de mercado que serve de base para cálculos de indenização e cobertura. Ao abrir uma cotação, a seguradora utiliza o valor FIPE para: determinar o valor segurado (limite de indenização no caso de perda total ou roubo), orientar pacotes de coberturas adequadas ao perfil do veículo (casco, danos a terceiros, assistência 24h, peças originais, etc.) e calibrar o prêmio de acordo com o seu risco relativo. Para veículos comerciais como a Transit 2.2 TDCi Longo Jumbo, a FIPE funciona como referencial estável que ajuda a compensar variações de preço que ocorrem com o passar dos meses e com a diferença entre estados de conservação. Vale lembrar que, embora a FIPE seja amplamente aceita pelo mercado, cada seguradora pode aplicar ajustes internos com base em políticas próprias, histórico de sinistros, perfil do condutor (quando relevante) e uso de frota. Por isso, mesmo com a mesma referência FI