| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 9.202,00 |
| Fev/26 | R$ 9.111,00 |
| Jan/26 | R$ 9.132,00 |
| Dez/25 | R$ 9.150,00 |
| Nov/25 | R$ 9.164,00 |
| Out/25 | R$ 9.187,00 |
| Set/25 | R$ 9.217,00 |
| Ago/25 | R$ 9.237,00 |
| Jul/25 | R$ 9.252,00 |
| Jun/25 | R$ 9.262,00 |
| Mai/25 | R$ 9.281,00 |
| Abr/25 | R$ 9.290,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Ford Verona S 2.0i 4p 1996 e suas implicações na cotação de seguro
Quando se avalia um carro antigo como o Ford Verona S 2.0i 4p do ano 1996, a Tabela FIPE surge como uma referência essencial para corretores, seguradoras e donos de veículo. Trata-se de um índice oficial que reflete o valor de mercado de referência para veículos usados, ajudando a balizar escolhas de cobertura, valor de indenização em casos de sinistro e, por consequência, o valor do prêmio de seguro. Entender como a FIPE funciona, o que ela representa para um modelo específico e como esse valor influencia a proteção contratada é parte fundamental de uma gestão de riscos mais consciente, especialmente em um segmento de automóveis com mais de duas décadas de atuação no mercado brasileiro.
Contexto da marca Ford e do Verona no cenário brasileiro
A Ford, montadora com presença histórica no Brasil, desempenhou um papel decisivo na popularização de sedans de perfil mais acessível durante as décadas de 1990 e 2000. O Verona, apresentado no início dos anos 1990, consolidou-se como uma opção intermediária entre compactos e sedãs maiores, buscando combinar espaço interior, conforto e custo de manutenção compatível com o público que demandava uma boa relação custo-benefício. Embora marcado pela essência de uma época em que o parque automotivo brasileiro era bastante fragmentado entre importados, modelos nacionais e versões cooperadas com plataformas estrangeiras, o Verona foi ganhando espaço por meio de versões com motorização 2.0, que prometiam desempenho suficiente para uso diário sem abrir mão da robustez típica dos sedãs populares da época.
É importante compreender que, ao falar de um veículo específico de 1996, estamos lidando com uma combinação de tecnologia de então, práticas de conservação com o tempo e uma rede de assistência que tinha caminhos diferentes dos atuais. A história da Ford no Brasil, associada a uma linha de carros que já não está em produção, influencia diretamente a percepção de valor, a disponibilidade de peças de reposição e, por consequência, o preço de referência na FIPE. O Verona S 2.0i 4p de 1996 representa, para muitos colecionadores e entusiastas, um exemplar que equilibra estilo, espaço interno e uma mecânica que, com itens de manutenção adequados, pode continuar sendo utilizado com prazer em percursos urbanos e viagens curtas.
Ficha técnica do Ford Verona S 2.0i 4p 1996
Abaixo está uma síntese técnica do modelo, criada para orientar quem trabalha com seguro e avaliação de risco, com foco na configuração típica dessa versão de 1996. A ficha técnica consolidada ajuda a entender o perfil de manutenção, a demanda por peças e as características de uso que costumam impactar o custo do seguro ao longo do tempo.
- Motor, transmissão e desempenho: motor 2.0i de 4 cilindros; injectão eletrônica; potência máxima em torno de 95 cv a ~5.000 rpm; torque aproximado de 14,5 kgfm a ~3.000 rpm; câmbio manual de 5 marchas.
- Dimensões, peso e capacidade: comprimento próximo de 4.270 mm; largura aproximadamente 1.690 mm; altura em torno de 1.410 mm; entre-eixos cerca de 2.530 mm; peso em ordem de marcha entre 980 e 1.000 kg; capacidade do porta-malas em torno de 380 L; tanque de combustível com cerca de 50 L.
- Suspensão, freios e direção: suspensão dianteira do tipo McPherson; suspensão traseira com eixo de feixe; freios a disco na dianteira e tambores na traseira; direção hidráulica para facilitar manobras em uso diário.
- Conforto, segurança e itens de fábrica: recursos típicos da época, com foco em praticidade e funcionalidade; sem airbags de fábrica nessa configuração de 1996; itens de conforto como controles básicos de climatização e sistema de áudio simples conforme a versão, com variações conforme lote de fabricação e disponibilidade regional.
Essa ficha técnica, ainda que resumida, oferece um retrato importante do que a FIPE leva em conta ao compor o valor de referência. Para corretores e seguradoras, entender cada item ajuda a projetar coberturas que reflitam o risco real do veículo, levando em consideração desgaste, disponibilidade de peças e o histórico de uso do Verona S 2.0i 4p 1996.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE é uma base estatística mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, muito utilizada no Brasil como referência para determinar o valor de venda e o valor de reposição de veículos usados. Ela resulta de uma consolidação mensal de dados de transações envolvendo veículos usados e seminovos, com cruzamento de informações de diversas regiões e redes de venda. Para seguradoras e corretores, esse índice funciona como uma linha de referência que orienta a composição de valor de indenização em caso de sinistro com roubo, colisão ou totalização. Ao fim do dia, o objetivo é mapear um valor que represente o preço de mercado justo do veículo no período, servindo de base para o cálculo de prêmios e para a definição da cobertura mais adequada.
É comum que a FIPE seja adotada como referência pela maioria das seguradoras, ainda que algumas possam complementar com outras metodologias, como a Tabela Bruta/Preço de Indenização (valor venal) ou a avaliação da própria seguradora com base no histórico específico do veículo. Importante mencionar que a referência FIPE não determina o preço de venda atual do veículo no portal de classificados nem necessariamente corresponde ao preço de negociação entre comprador e vendedor. Em termos práticos para o seguro, a FIPE ajuda a padronizar a avaliação, reduzir volatilidade de prêmios entre veículos semelhantes e oferecer uma base objetiva para o seguro íntimo de casco e acessórios, sempre considerando o modelo, o ano de fabricação, a configuração técnica e o estado de conservação do exemplar.
Como a FIPE influencia a cotação do seguro para o Verona S 2.0i 4p 1996
Para quem negocia ou administra um seguro de automóvel, a referência FIPE impacta diretamente o valor segurável: quanto maior o valor de referência, maior pode ser o montante de indenização em caso de sinistro e, em muitos casos, maior tende a ser o prêmio. No caso de um Verona 1996, com motor 2.0i e 4 portas, o risco é moldado por fatores como idade do veículo, demanda por peças originais, disponibilidade de assistência técnica, histórico de sinistros e o perfil de uso (em geral, tráfego urbano versus estradas). Além disso, a variedade de versões ao longo de sua produção pode gerar variações de preço entre unidades, mesmo dentro do mesmo ano, justamente pelo estado de conservação, quilometragem, alterações não originais, entre outros aspectos. Por isso, corretores costumam cruzar a referência FIPE com notas de inspeção, laudos de conservação e informações do proprietário para chegar a uma cotação de seguro mais fiel à realidade.
Outro ponto importante é que, dependendo da seguradora, o valor indicado pela FIPE pode ser utilizado como base para a base de indenização integral (caso de totalização) ou apenas para o cálculo do valor de reposição peculiar à rede de atendimento. Em alguns casos, a seguradora pode oferecer a opção de indenização correspondente ao valor de mercado do veículo em uma data específica, segundo regras contratuais, o que reforça a importância de esclarecer com o corretor quais bases de cálculo estão sendo usadas na apólise de cada apólice de seguro. Em termos simples, a FIPE funciona como uma “linha de referência” que traz transparência ao processo e facilita a comparação entre propostas de seguro de diferentes operadoras.
Impactos da Tabela FIPE na avaliação de seguros para veículos antigos
Veículos com mais de 20 anos de uso costumam exigir atenção especial por parte das seguradoras. A Tabela FIPE continua sendo relevante, mas o cenário envolve nuances adicionais: a disponibilidade de peças originais pode reduzir o custo de reparo e influenciar positivamente o valor de reposição, enquanto o risco de obsolescência de determinados itens pode aumentar o custo de manutenção. O Verona S 2.0i 4p de 1996, por sua natureza, pode exigir avaliações específicas sobre o estado de motor, sistema de transmissão, suspensões, freios e componentes elétricos. Em mercados de segunda mão, unidades bem conservadas com histórico de manutenção documentado tendem a receber avaliações mais estáveis, refletindo-se em prêmios menos
