| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 10.282,00 |
| Fev/26 | R$ 10.181,00 |
| Jan/26 | R$ 10.081,00 |
| Dez/25 | R$ 9.982,00 |
| Nov/25 | R$ 9.884,00 |
| Out/25 | R$ 9.908,00 |
| Set/25 | R$ 10.111,00 |
| Ago/25 | R$ 10.133,00 |
| Jul/25 | R$ 10.150,00 |
| Jun/25 | R$ 10.161,00 |
| Mai/25 | R$ 10.182,00 |
| Abr/25 | R$ 10.390,00 |
Guia de leitura da Tabela FIPE para o Versailles Ghia 2.0i (2p e 4p) de 1992
Quando o assunto é seguro de automóvel, entender como a Tabela FIPE influencia o valor referencial do veículo é essencial. Para modelos históricos como o Ford Versailles Ghia 2.0i, disponíveis em versões de duas ou quatro portas no ano de 1992, ter uma visão clara ajuda na hora de contratar ou renovar o seguro, bem como na hora de avaliar a depreciação ou reposição de peças. A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mantém uma referência mensal amplamente utilizada pelos seguros no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Mesmo que números específicos variem com o tempo e as condições de cada veículo, a lógica de uso da FIPE permanece a mesma: servir como base padronizada para o cálculo de prêmio, franquia e cobertura de sinistros. Neste artigo, vamos explorar o Versailles Ghia 2.0i/2.0, com foco nos aspectos que ajudam o corretor de seguros e o consumidor a navegar com mais segurança pelo universo de seguros de carros antigos.
Ford no Brasil: contexto histórico e o posicionamento do Versailles
A Ford teve uma trajetória relevante no mercado brasileiro ao longo das décadas 1980 e 1990. Nesse período, a fabricante buscou oferecer opções que combinassem conforto, desempenho e acabamento com preços competitivos para o público brasileiro. O Versailles surgiu como uma linha de sedãs médios produzido pela Ford do Brasil com foco em estilo e acabamento, integrando propostas de design modernas para a época. Em termos de posicionamento, o Versailles Ghia era a versão de topo, destinada a clientes que valorizavam itens de acabamento e uma experiência de condução mais apurada — mesmo em um carro com DNA clássico e mecânica compartilhada com outros modelos da casa. A década de 1990, marcada pela oferta de versões com motores 2.0 e injeção eletrônica, atraiu usuários que procuravam confiabilidade e um conjunto que se portasse bem em uso diário, além de apresentar carrocerias em duas configurações distintas: 2 portas (2p) e 4 portas (4p). Assim, quando pensamos na Tabela FIPE para 1992, é preciso considerar que o Versailles era parte de uma linha que enfatizava esse equilíbrio entre estilo e funcionalidade, com atenção especial para peças de reposição, disponibilidade de serviços autorizados e o histórico de manutenção desses veículos.
Ficha Técnica do Versailles Ghia 2.0i / 2.0 (1992)
Abaixo está uma síntese técnica com base na configuração Ghia 2.0i, disponível nas versões 2p e 4p em 1992. Dados de fábrica podem variar conforme o veículo específico e o país de origem da unidade; consulte o manual e o documento do veículo para confirmar cada especificação.
Marca: Ford
Modelo: Versailles
Versões: Ghia 2.0i (2p e 4p)
Ano de fabricação/modelo: 1992
Motor: 2.0 L inline-4
Cilindrada: aprox. 1.980 cm³ (2.0)
Alimentação: Injeção eletrônica (EFI)
Potência máxima: cerca de 90–95 cv a ~5.700 rpm
Torque máximo: aproximadamente 14–15 kgf.m a ~3.900–4.000 rpm
Câmbio: Manual de 5 marchas
Tração: Dianteira
Suspensão dianteira: independente (tipo McPherson)
Suspensão traseira: eixo rígido com feixes de molas
Freios: dianteiros a disco, traseiros a tambor
Comprimento (aprox.): 4.250 mm
Largura (aprox.): 1.660 mm
Altura (aprox.): 1.420 mm
Entre-eixos (aprox.): 2.500–2.550 mm
Peso em ordem de marcha (aprox.): 1.100–1.150 kg
Capacidade do tanque: ~50 L
Porta-malas: ~410–430 L
Notas importantes: esses valores representam uma síntese típica da linha Versailles Ghia 2.0i de 1992. Peças, especificações de fábrica e números exatos podem variar conforme o lote de fabricação, o país de exportação e a configuração específica do veículo. Em todo caso, esse conjunto técnico facilita o entendimento geral para avaliações de seguro, manutenção e valor de mercado segundo a FIPE.
Versões 2p e 4p: diferenças práticas e impactos no seguro
- Configuração de carroceria: o Versailles 2p apresenta uma silhueta mais esportiva com portas reduzidas, enquanto o 4p oferece espaço adicional para ocupantes e bagagem, o que pode influenciar o tamanho do habitáculo e a percepção de valor pelo comprador.
- Bagagem e uso diário: a versão 4p costuma ter porta-malas com maior capacidade útil, útil para famílias que precisam transportar mais pertences, o que pode refletir em usos de seguro com foco em roubo de itens e danos internos.
- Acesso e conforto: as versões 4p podem receber interior mais completo (dependendo do pacote Ghia), incluindo itens que elevam o valor de revenda e, por consequência, a avaliação FIPE. Em seguradoras, isso pode impactar o prêmio por maior valor segurável.
- Manutenção e reposição de peças: peças para o Versailles podem apresentar variação de disponibilidade conforme a carroceria. Em geral, tanto 2p quanto 4p compartilham a mesma base mecânica, o que ajuda na disponibilidade de itens de reposição, mas a frota maior de 4p pode exigir atenção específica para itens internos de acabamento e conectores de portas, por exemplo.
Como a FIPE influencia o seguro do Versailles 1992
A Tabela FIPE funciona como referência oficial para o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Quando o corretor calcula o prêmio de seguro, ele utiliza o valor determinado pela FIPE para estipular a soma segurável, o valor de reposição ou de Indenização Integral, dependendo da cobertura contratada. No caso de um Versailles Ghia 2.0i 1992, a FIPE ajuda a estabelecer o quão próximo o valor segurado fica do valor de reposição em caso de sinistro total, o que influencia diretamente o custo do prêmio e as condições da apólice. Com carros mais antigos, como o Versailles, as seguradoras costumam considerar também a quilometragem, o estado de conservação, o histórico de manutenções, se houve reformas de motor ou de câmbio, bem como a disponibilidade de peças originais. Por isso, é comum ver dois aspectos relevantes: a evolução do valor FIPE ao longo dos anos (que tende a ficar estável ou cair de forma gradual) e o ajuste necessário na cobertura para refletir melhor o valor atual de mercado do veículo, sem subestimar ou superestimar o risco.
Além disso, vale lembrar que, para seguros, o tipo de cobertura pode afetar a forma como a FIPE é utilizada: seguradoras costumam oferecer opções como Cobertura Total, Seguro Compreensivo e coberturas específicas para terceiros; a escolha depende do perfil do condutor, uso do veículo e expectativas
