Valor FIPE Atual
R$ 14.223,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 003071-6
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 14.223,00
Dez/25R$ 14.083,00
Nov/25R$ 14.083,00
Out/25R$ 14.301,00
Set/25R$ 14.021,00
Ago/25R$ 14.049,00
Jul/25R$ 14.120,00
Jun/25R$ 13.950,00
Mai/25R$ 14.021,00
Abr/25R$ 13.891,00
Mar/25R$ 13.754,00
Fev/25R$ 13.953,00

Entenda a Tabela FIPE para o Ford Versailles GL 2.0i (1996): versões 2p e 4p, ficha técnica e impacto no seguro

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Para corretoras de seguros e para quem está negociando um carro clássico ou de uso diário, entender como a FIPE funciona ajuda a tomar decisões mais informadas na hora de cotar seguros, calcular indenizações ou planejar a manutenção. No caso do Ford Versailles GL 2.0i, especialmente nas versões de 1996 com carroceria de duas ou quatro portas (2p e 4p), a leitura da tabela envolve considerar características técnicas do modelo, o histórico da marca e o estado atual do veículo. O Versailles, produzido na linha Ford no Brasil na década de 1990, é um exemplo de como as referências do FIPE convivem com particularidades de versões e configurações que podem influenciar o custo do seguro e a forma como o carro é utilizado no dia a dia.

Visão geral sobre o Ford Versailles e o que a FIPE representa para esse modelo

O Ford Versailles, no Brasil, foi lançado para atender a uma demanda de sedãs compactos com acabamento mais sofisticado dentro da linha de produção da Ford na época. O modelo ganhou versões com motor 2.0i que, no contexto dos anos 1990, combinavam desempenho moderado com boa dirigibilidade para uso familiar e de trabalho. A denominação GL indica um nível de acabamento que, na prática, reunia itens de conforto, proteção e estética adequados àquele segmento. Quando falamos da Tabela FIPE, cada carro listado recebe um valor de referência que funciona como referência de preço de venda entre veículos usados. Esse valor é utilizado por seguradoras para calcular o prêmio de seguro, para estimativas de indenização em caso de sinistro e para avaliações de compra e venda entre particulares. Para modelos como o Versailles GL 2.0i 1996, com 2p ou 4p, é comum observar pequenas variações de valor entre as versões, dependendo da configuração de portas, do estado de conservação e de fatores como a quilometragem, histórico de acidentes e procedência do veículo. Assim, a FIPE funciona como um norte, não uma garantia absoluta, pois as seguradoras podem aplicar ajustes com base no perfil do motorista, no uso do veículo e em particularidades do carro.

Ficha técnica do Ford Versailles GL 2.0i (1996) – versões 2p e 4p

A ficha técnica a seguir resume os componentes centrais que costumam aparecer na FIPE para a versão GL 2.0i, com base nas configurações típicas da época e no que se observa na documentação de referência da base FIPE. Vale lembrar que pequenas variações podem ocorrer entre unidades, especialmente por conta de opcionais, estado de conservação e reparos ao longo da vida do veículo.

  • Motor: 2.0 L, 4 cilindros, 8 válvulas, gasolina, injeção eletrônica (EFI)
  • Transmissão e tração: transmissão manual de 5 velocidades; tração dianteira
  • Dimensões e peso (aproximados): comprimento ~4,25 m; largura ~1,65 m; entre-eixos ~2,50 m; peso em ordem de serviço próximo a 1.050–1.100 kg

Capacidade de combustível, capacidade do porta-malas e outros itens costumam variar com o acabamento e com alterações ocorridas ao longo de séries. Em termos práticos, o Versailles GL 2.0i oferecia um tanque de combustível de aproximadamente 50 litros e um porta-malas com capacidade suficiente para uso familiar, bom para viagens curtas e deslocamentos diários. A confiabilidade mecânica do conjunto 2.0i, com injeção eletrônica, era valorizada pela simplicidade de manutenção física, bem como pela disponibilidade de peças de reposição no mercado de segunda mão. Esses aspectos costumam influenciar, inclusive, as avaliações da FIPE para o modelo, pois refletem a facilidade de reposição de componentes e a previsibilidade de custos de manutenção ao longo do tempo.

Versões 2 portas (2p) e 4 portas (4p): impactos práticos para uso e para o seguro

As diferenças entre as carrocerias de duas portas e de quatro portas costumam impactar, de modo direto, a experiência de uso diário e, por consequência, a percepção de valor para o seguro. O Versailles 4p oferece maior espaço para passageiros, especialmente no banco traseiro, facilitando o transporte de família ou de grupos maiores. Em termos de manutenção, as duas configurações compartilham grande parte do conjunto mecânico, por isso o custo de reparo de itens como motor, transmissão, freios e suspensão tende a seguir a mesma linha, desde que o estado de conservação seja similar. No que diz respeito à apólice de seguro, alguns pontos costumam aparecer com mais frequência:

  • Risco de roubo e furtos tende a variar com a visibilidade do veículo: carros com boa reputação e peças disponíveis costumam ter prêmios mais estáveis.
  • Custos de reparo podem ser influenciados pela disponibilidade de peças originais para o Versailles 2.0i; versões mais comuns tendem a ter custos de mão de obra e peças mais previsíveis.
  • Histórico de sinistros e uso do veículo (diário, fim de semana, uso como veículo de trabalho) impactam a classificação de risco da seguradora.
  • Valor de reposição e indenização: com a FIPE servindo como referência, a indenização pode refletir o valor médio de mercado, sujeito a ajustes conforme o estado de conservação e de originalidade.

Para proprietários que consideram manter o Versailles 2p ou 4p sob proteção, é útil entender que a segunda opção (4p) pode ter mais utilidade prática no dia a dia com a família, o que pode briefly influenciar o perfil de uso e, por consequência, o prêmio de seguro. Já o Versailles 2p, por ser mais esportivo em termos de visual e design, pode exigir atenção adicional à estética e à preservação de peças externas, como lanternas, portas e componentes de acabamento, que impactam a percepção de valor pelas seguradoras na hora de cotar o seguro.

A marca Ford: legado, manutenção e disponibilidade de peças no Brasil

A Ford tem uma trajetória sólida no Brasil, marcada por décadas de atuação em produção, tecnologia e rede de distribuição. A presença de modelos como o Versailles faz parte de uma fase em que a montadora buscava oferecer opções que combinassem estilo com confiabilidade mecânica para o mercado brasileiro. Em termos de manutenção, a disponibilidade de peças de reposição para veículos mais antigos tende a depender de dois fatores principais: o estoque de peças no mercado de usados e a rede de oficinas que permanece experiente com motores da linha 2.0i. Em muitos casos, lojas especializadas e frotistas que operaram no período continuam a oferecer opções, seja na forma de peças originais, recondicionadas ou substituições compatíveis. Esse ecossistema de peças é relevante para o cálculo do seguro, pois o custo de reparação, bem como o tempo de conserto, está intimamente ligado à disponibilidade desses componentes.

Além disso, é comum observar que carros com linhas antigas da Ford, como o Versailles, atraem entusiastas que preservam o veículo com cuidado, realizando manutenções preventivas com maior rigor. Esse tipo de cuidado pode influenciar positivamente a avaliação de seguro, desde que seja comprovado com histórico de revisões e notas de serviço. Por outro lado, a idade do veículo também exige atenção a itens que sofrem desgaste natural, como componentes de freio, suspensão, sistema de arrefecimento e vedação, que podem exigir manutenção mais frequente para manter a confiabilidade do carro. No final das contas, o conjunto da obra — da disponibilidade de peças à qualidade da manutenção — ajuda a moldar o custo do seguro de um Versailles GL 2.0i e a percepção de risco pela seguradora.

Como a Tabela FIPE impacta a apólice de seguro do Versailles GL 2.0i

Quando uma seguradora elabora uma cotação de seguro, a Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado de reposição ou de indenização, especialmente para casos de perda total ou de veículo substituto. Em termos operacionais, veja como esse parâmetro costuma influenciar a apólice do Versailles GL 2.0i (1996):

  • Determina o valor de referência para indenização em caso de sinistro total, dentro das condições de coberturas contratadas.
  • Ajuda a compor o prêmio, já que o valor de referência da FIPE está relacionado ao nível de risco financeiro envolvido na reposição do veículo.
  • Contribui para a avaliação de amortizações e de depreciação em cláusulas de garantia de peças ou de reembolso de serviços, conforme contrato.
  • Serve como base para discussões de valor de reposição com o titular, permitindo uma negociação mais transparente entre corretora, seguradora e proprietário.

Entretanto, é importante compreender que a FIPE é uma referência de mercado que não substitui a avaliação individual do veículo. Fatores como estado de conservação, histórico de sinistros, quilometragem, originalidade de peças (se houve modificações não originais) e a finalidade de uso (carro de uso diário, colecionável ou uso ocasional) podem levar a ajustes no valor contratado. Nesse sentido, uma proteção de seguro bem estrutur