| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 1.397,00 |
| Fev/26 | R$ 1.401,00 |
| Jan/26 | R$ 1.405,00 |
| Dez/25 | R$ 1.408,00 |
| Nov/25 | R$ 1.411,00 |
| Out/25 | R$ 1.415,00 |
| Set/25 | R$ 1.420,00 |
| Ago/25 | R$ 1.423,00 |
| Jul/25 | R$ 1.426,00 |
| Jun/25 | R$ 1.428,00 |
| Mai/25 | R$ 1.431,00 |
| Abr/25 | R$ 1.433,00 |
Guia explicativo sobre a Tabela FIPE para o FYM FY100-10A 100cc (2007) e seus impactos na seguros
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguro e avaliação de veículos
A Tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como uma referência socioeconômica para o valor médio de veículos usados no Brasil. Ela não representa um preço de venda específico, mas sim um índice com o qual seguradoras, autorizadoras de crédito e compradoras costumam trabalhar para estimar o valor de indenização em caso de poluição, colisão, roubo ou perda total. No cotidiano das operações de seguros, o valor FIPE atua como base para a comunicação entre corretoras, seguradoras e clientes, servindo principalmente para padronizar as cotações de prêmios e para orientar a decisão sobre coberturas adequadas. Quando falamos do modelo FYM FY100-10A 100cc de 2007, a Tabela FIPE fornece uma referência de valor de mercado que, combinada a fatores como estado do veículo, histórico de manutenção e localização geográfica, ajuda a calibrar o prêmio de seguro de forma mais precisa. Importante destacar que o valor FIPE é uma referência estável, sujeita a revisões periódicas, e que o preço efetivo de compra ou venda pode divergir conforme as condições reais do veículo e do mercado local.
Para quem está avaliando a compra ou a renovação de uma apólice, entender esse parâmetro facilita o diálogo com a corretora e com a seguradora, reduzindo surpresas na hora de acionar o seguro. A Tabela FIPE funciona como uma linha de partida: ela orienta a definição de coberturas, limites e franquias, além de influenciar a forma como a indenização é calculada em caso de sinistro. Em veículos de baixa cilindrada, como a FY100-10A, essa referência costuma ter impacto direto sobre o valor segurado, sobre o custo do seguro e sobre a viabilidade de determinados tipos de cobertura, como a proteção total contra roubo/furto, colisões contra terceiros ou assistência 24 horas.

Ficha técnica do FYM FY100-10A 100cc (2007)
- Motorização: 100 cm³, 4 tempos, monocilíndrico, arrefecido a ar, carburado
- Potência, transmissão e performance: aproximadamente 6,5 a 7,0 CV a ~6.500 rpm; câmbio de 4 marchas; transmissão por corrente
- Peso, capacidade e pneus: peso em ordem de marcha ~110 kg; tanque de combustível com capacidade de ~6,5 L; pneus dianteiro 2,75-17, traseiro 3,00-17
- Suspensão e freios: garfo telescópico dianteiro, monochoque traseiro; freios a tambor na dianteira e na traseira
Sobre a marca FYM: contexto histórico e atuação no segmento 100cc
A FYM é apresentada no mercado como uma fabricante voltada a modelos de baixa cilindrada, com foco em opções urbanas que combinam economia de combustível, simplicidade de manutenção e baixo custo de aquisição. Em 2007, esse tipo de linha era comum entre marcas que buscavam atender a motoristas que utilizavam a moto principalmente para deslocamentos diários dentro da cidade, trajetos curtos e uso corporativo leve. A reputação de uma marca nesse segmento costuma depender da robustez de componentes básicos (motor, sistema elétrico, suspensão), da disponibilidade de peças de reposição e da facilidade de encontrar oficinas especializadas. Embora marcas menores enfrentem desafios de escala, a vantagem de um modelo 100cc reside na simplicidade mecânica, o que facilita reparos simples e manutenção programada. Ao avaliar a FY100-10A, o segurado costuma considerar não apenas o preço de aquisição, mas também a disponibilidade de assistência técnica e peças originais, fatores que podem impactar o custo total de propriedade e, por consequência, o prêmio de seguro ao longo do tempo.
Nesse cenário, entender a origem da marca ajuda a interpretar a proposta de seguro com mais clareza. Observa-se, por exemplo, que montadoras com histórico mais curto de mercado podem exigir atenção extra a itens como histórico de sinistros, qualidade de componentes e facilidade de reposição de peças. Por outro lado, usuários que guardam bem a moto, realizam manutenções regulares e mantêm um registro de serviço completo tendem a obter uma relação custo-benefício melhor com a apólice, pois a confiabilidade operativa influencia a probabilidade de sinistro e, consequentemente, o custo da cobertura ao longo do tempo.
Como a FIPE influencia os cálculos de seguro na prática
Ao cotar uma apólice para a FYM FY100-10A, a seguradora utiliza a referência da Tabela FIPE como âncora para o valor segurável. Esse valor segurável serve como base para o cálculo de diversos elementos da apólice, tais como o valor de indenização em caso de sinistro, a necessidade de coberturas adicionais e o nível de proteção que a apólice oferece. Em linhas gerais, quanto maior o valor FIPE de referência, maior tende a ser o valor segurado e, por consequência, o valor do prêmio. No entanto, várias variáveis complementares modulam esse efeito, incluindo a idade da moto, o estado de conservação, a presença de alterações/instalações adicionais, o uso (urbano, rodoviário, recreativo) e o histórico de sinistros do proprietário.
Para motocicletas de 2007 com 100cc, o valor FIPE normalmente reflete uma combinação entre o preço de referência do mercado de usados e a depreciação natural associada à idade do veículo. A seguradora também avalia fatores de risco como localização do domicílio, padrão de garagem (garagem fechada, estacionamento na rua), uso para deslocamento diário versus uso ocasional, e o tipo de cobertura contratado (roubo/furto, colisão, proteção adicional, rastreador, entre outros). Em suma, a FIPE é um dos componentes centrais do ecossistema de cotação, mas não é o único determinante: o conjunto de informações coletadas pela corretora e pela seguradora molda o custo final da proteção.
Influência prática da idade do veículo e do modelo 2007 na apólice
Veículos com mais de uma década costumam entrar em um estágio de avaliação distinto pelas seguradoras. A idade do FY100-10A implica, entre outros aspectos, maior probabilidade de desgaste de componentes, necessidade de substituição de peças e eventuais limitações de desempenho. Por outro lado, o fato de tratar-se de um veículo de baixa cilindrada pode significar menor valor demercado e, assim, um prêmio menos oneroso em determinadas situações. O que realmente determina o custo final é o equilíbrio entre o valor segurável (influenciado pela FIPE), o risco de roubo (frequência deste modelo na região, facilidade de revenda de peças, etc.) e a coragem de incluir coberturas complementares. Por isso, ao falar de seguro para o FYM FY100-10A, é comum ver propostas com faixas de preço relativamente justas para quem mantém o veículo em bom estado e guarda-lo adequadamente, em comparação com motos modernas de maior potência ou com histórico de sinistros mais intenso.
Aspectos relevantes de manutenção, documentação e proteção contra furtos
Para quem busca manter o custo do seguro sob controle sem abrir mão de proteção, alguns aspectos são particularmente relevantes. Em primeiro lugar, manter a moto em condições técnicas adequadas, com revisões periódicas e registros de serviço, pode facilitar a comprovação de estado ao segurador, contribuindo para uma avaliação mais favorável do risco. Em segundo lugar, itens de proteção física, como cadeado de qualidade, alarma ou rastreador, costumam ser considerados como fatores de diminuição de risco, o que pode refletir no preço da apólice. Em terceiro lugar, a escolha de coberturas compatíveis com o uso real, como proteção contra roubo/furto em áreas com maior incidência de criminalidade, pode otimizar o custo-benefício. Por fim, manter a documentação do veículo em dia e atualizada facilita o processo de contratos, renovações e, se necessário, o acionamento da garantia.
Nesta linha, o público proprietário de um FY100-10A pode se beneficiar ao planejar com antecedência, avaliando cuidadosamente o estado atual da moto, o histórico de manutenção, o local de guarda e o perfil de uso. A junção desses fatores com a referência FIPE permite que a cotação reflita com mais fidelidade o risco agregado, proporcionando proteção necessária sem pagar por coberturas desnecessárias. A correta interpretação da Tabela FIPE aliada ao entendimento da marca e do modelo é, portanto, uma ferramenta estratégica para quem pretende manter a moto segura por muitos anos.
Conselhos finais para planejamento de seguro de uma moto 100cc antiga
Ao preparar-se para a contratação ou renovação da apólice, é útil considerar alguns pontos-chave: avaliar o estado geral da motocicleta, manter um histórico de manutenção organizado, verificar se existem modificações que possam alterar o valor segurável (como alterações no motor, sistema elétrico ou acessórios aumentados) e escolher coberturas proporcionais ao valor de mercado estimado pela FIPE. Além disso, pesquise opções de seguradoras que reconheçam o valor médio informado pela FIPE como referência, mas que também permitam ajustar a apólice com base na condição atual do veículo e no perfil do motorista. A combinação entre informações técnicas, estado de conservação e o uso pretendido é o que, de fato, resulta em uma solução de proteção adequada e sustentável ao longo do tempo.
Ao considerar todas essas nuances, fica claro que a Tabela FIPE FYM FY100-10A 100cc 2007 não é apenas uma referência abstrata, mas sim uma ferramenta prática para orientar escolhas de seguro mais maduras e condizentes com a realidade do veículo. Compreender esse ecossistema facilita o diálogo com a corretora e com a seguradora, contribuindo para que o proprietário obtenha cobertura compatível com o valor de mercado, com a proteção necessária e com o custo justo.
Para uma avaliação objetiva de coberturas e condições específicamente alinhadas ao FYM FY100-10A, faça uma cotação com a GT Seguros.
