Valor FIPE Atual
R$ 10.851,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 004023-1
Ano: 1987-1
MêsPreço
Jan/26R$ 10.851,00
Dez/25R$ 10.872,00
Nov/25R$ 10.889,00
Out/25R$ 10.916,00
Set/25R$ 10.952,00
Ago/25R$ 10.976,00
Jul/25R$ 10.994,00
Jun/25R$ 11.006,00
Mai/25R$ 11.029,00
Abr/25R$ 11.039,00
Mar/25R$ 11.056,00
Fev/25R$ 11.063,00

Guia prático para entender a Tabela FIPE da GM em relação à Chevrolet A-20 Custom / C-20 S 4.1 de 1987

Entendendo a Tabela FIPE e seu papel para clássicos da GM

A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência de valor de veículos usados, inclusive para modelos mais antigos da linha GM. Ela funciona como um marco de mercado que ajuda seguradoras, concessionárias, médios de comunicação e compradores a terem uma referência comum sobre o preço de veículo em determinadas condições, como estado geral de conservação, quilometragem e origem (origem de fábrica ou de restaurações). No entanto, é importante entender que a FIPE não representa um preço fixo nem um aval técnico de restauração; trata-se de uma média histórica coletada a partir de anúncios, transações e avaliações de mercado. Por esse motivo, para uma Chevrolet de 1987, como a A-20 Custom ou a C-20 S com motor 4.1, o valorFIPE serve como base, mas pode sofrer reajustes conforme fatores específicos do exemplar, de sua documentação e de seu histórico de manutenção.

Para quem atua no setor de seguros, a leitura da FIPE em veículos antigos envolve nuances distintas. O veículo pode apresentar modificações ou restaurações, além de itens originais preservados ao longo das décadas. esses elementos pesam na hora de calcular coberturas, limites de indenização e condições de cobertura. Por isso, o entendimento da tabela não é apenas sobre “quanto vale” no papel, mas sobre como o valor de referência dialoga com a condição real do automóvel, o que ele representa para o assegurado e quais riscos a seguradora precisa considerar. Neste contexto, conhecer a linha GM, especialmente modelos clássicos como a A-20 Custom ou a C-20 S 4.1, ajuda a compreender como diferentes versões, estados de conservação e histórico de uso influenciam a percepção de valor pelo mercado e pela seguradora.

Tabela FIPE GM – Chevrolet A-20 Custom/ C-20 S 4.1 1987

Além disso, vale observar que a Tabela FIPE é atualizada periodicamente, incorporando novas informações de mercado. Em veículos de produção nacional, especialmente utilitários da GM da década de 1980, pequenas variações entre versões costumam ocorrer entre o que se vê em anúncios e o que consta nos catálogos originais. Por isso, quando se trabalha com seguros para clássicos, é comum alinhar a avaliação com a FIPE e, ao mesmo tempo, considerar um laudo técnico, fotos detalhadas e documentação que atestem as particularidades do exemplar específico. Essa combinação costuma resultar em uma proteção mais alinhada ao valor real de reposição ou de mercado, conforme a política da seguradora.

Neste artigo, exploraremos a ficha técnica típica da Chevrolet A-20 Custom e da C-20 S 4.1 de 1987, destacando a importância de entender o conjunto de informações para quem busca uma proteção adequada, sem abrir mão de uma leitura educativa sobre a história da marca e suas opções de uso, seguras e bem estruturadas.

Ficha técnica da Chevrolet A-20 Custom / C-20 S 4.1 1987

A Chevrolet, presente na indústria automotiva brasileira com uma linha de utilitários que marcou época, manteve, nas últimas décadas do século XX, uma presença robusta no segmento de pickups e comerciais leves. A A-20 Custom e a C-20 S, com o motor 4.1, representam uma fase importante da produção GM Nacional, quando as fabricantes buscavam aliarmos robustez a conforto básico, adaptando-se às necessidades de trabalho e de uso urbano da época. Abaixo, uma visão objetiva das características técnicas associadas a esse conjunto de modelo e motorização:

Marca e linha: Chevrolet A-20 Custom / C-20 S

Ano de referência: 1987

Motorização: motor 4.1 litros, seis cilindros em linha

Cilindrada: aproximadamente 4.1 litros (4100 cm³)

Alimentação/combustível: gasolina (característica comum de motores de uso misto na época)

Configuração do motor: seis cilindros em linha

Transmissão: manual, com várias marchas conforme configuração original de fábrica (comum na época entre 3 a 4 velocidades)

Tração: traseira (2 rodas motrizes, eixo rígido típico de pickups de uso utilitário)

Tipo de suspensão (tração dianteira/traseira): componentes compatíveis com o layout de pick-up GM da época; a dianteira e a traseira foram projetadas para suportar carga moderada sem abrir mão de dirigibilidade confiável

Configuração de bodyshell: variante de cabine simples ou estendida, com caçamba típica de utilitário médio

Peso e capacidades: valores específicos variam conforme a versão exata, estado de conservação e eventual restauração; a ficha técnica original costuma indicar peso próprio compatível com utilitários médios da linha GM, bem como capacidade de carga útil adequada ao uso profissional

Principais características de uso: robustez do conjunto mecânico, facilidade de manutenção, disponibilidade de peças originais compatíveis no mercado de reposição de peças clássicas; scripts de documentação variam conforme a origem do exemplar

Observação importante sobre a ficha técnica: os números exatos podem variar entre unidades devido a versões específicas, pacotes de equipamento e eventuais restaurações. Para quem atua na área de seguros, ou para quem busca avaliação de FIPE mais precisa, é recomendável combinar a leitura da ficha com um laudo técnico recente, fotos atualizadas e o histórico de manutenção do exemplar. Essas informações ajudam a calibrar o valor de referência e proporcionam respaldo na hora de definir coberturas, franquias e limites de indenização, sem depender apenas de uma única fonte de dados.

Chevrolet: tradição e relevância no segmento de veículos utilitários

A Chevrolet, marca pertencente ao Grupo GM, tem uma trajetória longa e marcante no Brasil. Desde a introdução de linhas de caminhonetas e utilitários leves até a consolidação de modelos populares de uso profissional, a Chevrolet desempenhou um papel fundamental na movimentação de frota e no atendimento a pequenos e médios negócios que dependiam de veículos confiáveis para operações diárias. A presença da GM no país, com um portfólio que inclui picapes, utilitários leves e SUVs, ajudou a moldar uma cultura de confiabilidade, disponibilidade de peças e redes de assistência que, mesmo décadas depois, ainda influenciam a percepção de valor de modelos clássicos no mercado de seguros.

Neste contexto, veículos como a A-20 Custom e a C-20 S representam não apenas peças de história automotiva, mas também ativos com potencial de restauração e preservação. Profissionais de seguros observam que a força de uma marca se traduz, em parte, pela continuidade de peças e pela facilidade de recebimento de suporte técnico — fatores que impactam diretamente a confiança dos clientes na contratação de coberturas para clássicos. A tradição da Chevrolet, associada à durabilidade de seus utilitários, facilita a narrativa de proteção e a compreensão dos riscos envolvidos, desde a integridade de carrocerias até a preservação de sistemas mecânicos que, com o tempo, exigem manutenção preventiva mais cuidadosa.

Para quem avalia o histórico de uso, vale destacar que modelos GM de 1987 costumam exigir verificações adicionais de conformidade com peças originais, bem como a verificação de eventual restauração de motor, câmbio ou componentes de suspensão. A consistência entre documentação de fábrica, peças originais e histórico de serviço é um diferencial na hora de assegurar com tranquilidade, principalmente quando se trata de valores de reposição compatíveis com o patamar da tabela FIPE para veículos clássicos.

Cuidados com o seguro de clássicos GM: orientações úteis para proteção adequada

Ao tratar de seguro para clássicos GM, especialmente modelos históricos como a A-20 Custom e a C-20 S 4.1, é essencial alinhar a cobertura com as características do exemplar, o uso pretendido e as condições de risco. Abaixo, estão sugestões práticas que ajudam a estruturar uma proteção mais adequada, sem cair em simplificações. Lembre-se de que cada caso pode exigir ajustes conforme o estado do veículo, a documentação disponível e o perfil do condutor.

  • Valor de referência: utilize a FIPE como base de avaliação de mercado, mas combine com laudo técnico e documentação de manutenção para evitar subestimativas ou supervalorizações que possam impactar a proteção.
  • Documentação histórica: mantenha prontas notas fiscais de manutenção, registros de restauração, fotos atuais da carroceria e do motor, além de comprovantes de origem de peças originais ou de reposição compatíveis.
  • Proteção adicional: considere a instalação de dispositivos de segurança (alarme, rastreador) e opções de estacionamento seguro. itens que costumam reduzir o risco de sinistros e podem influenciar positivamente as condições da seguradora.
  • Uso do veículo: descreva o uso real do veículo (participação em encontros de carro antigo, uso ocasional em fins de semana, participação em eventos históricos) para que a seguradora ajuste as condições de uso e eventuais limitações de coberturas.

Quando pensamos em proteção para um clássico