| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 12.420,00 |
| Dez/25 | R$ 12.372,00 |
| Nov/25 | R$ 12.321,00 |
| Out/25 | R$ 12.277,00 |
| Set/25 | R$ 12.177,00 |
| Ago/25 | R$ 12.131,00 |
| Jul/25 | R$ 12.082,00 |
| Jun/25 | R$ 12.030,00 |
| Mai/25 | R$ 11.984,00 |
| Abr/25 | R$ 11.873,00 |
| Mar/25 | R$ 11.824,00 |
| Fev/25 | R$ 11.771,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o GM Astra GLS 2.0 MPFI 1996 e sua importância na corretagem de seguros
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de reposição ou de mercado de veículos usados. Quando pensamos em seguros, entender como essa tabela funciona se torna fundamental para orientar a precificação de coberturas, a definição de valores seguros de reposição e a avaliação de riscos em sinistros. No caso específico do Chevrolet Astra GLS 2.0 MPFI de 1996, carro que marcou época na linha da GM no Brasil, a Tabela FIPE oferece um referencial que ajuda tanto seguradoras quanto proprietários a alinhar expectativas, compatibilidade de coberturas e limites de indenização com o valor atual do veículo, considerando as particularidades desse modelo, sua idade e o contexto de disponibilidade de peças.
Antes de entrar nos detalhes do Astra 1996, é importante frisar que a FIPE trabalha com valores médios, calculados a partir de transações informadas pelos veículos anunciados e vendidos no mercado. Esses valores variam conforme o estado de conservação, a quilometragem, a versão, opcionais presentes, histórico de sinistros e também a variação de mercado ao longo do tempo. Para seguradoras, esse referencial orienta o cálculo de cobertura total, franquias, indenizações em caso de perda total e, em muitos contratos, o valor de aquisição de peças de reposição. Por isso, entender a Tabela FIPE e seus desdobramentos ajuda o corretor a oferecer opções de seguro mais transparentes e ajustadas à realidade do veículo antigo, que traz especificidades próprias devido à idade, à disponibilidade de peças originais e ao histórico de mercado.

Por que o Astra GLS 2.0 MPFI de 1996 merece atenção na avaliação de seguro
O Chevrolet Astra GLS 2.0 MPFI 1996 integra a geração G do Astra, linha que a GM utilizou globalmente para oferecer um hatch médio, com foco em conforto e dirigibilidade na época. No Brasil, esse modelo ganhou a identidade de um veículo popular entre quem buscava espaço interno, motor robusto e desenho que transmitia status de veículo moderno para a época. Em termos de seguro, veículos dessa faixa etária costumam exigir uma análise cuidadosa por dois motivos principais: a depreciação natural acelerada pela idade e a disponibilidade de peças originais para reparo. A partir da Tabela FIPE, o corretor consegue estimar o valor de reposição de forma mais objetiva, o que facilita a definição de limites de cobertura, valor de risco em sinistros parciais ou totais, e até mesmo a avaliação de franquias e assistências adicionais.
Além disso, compreender a marca GM e a história do Astra ajuda a entender aspectos práticos que influenciam o seguro. A GM, ao longo de sua atuação no Brasil, disponibilizou rede de assistência técnica, peças originais e serviços compatíveis com veículos da linha Opel/GMS, o que tende a impactar custos de mão de obra e disponibilidade de peças para modelos mais antigos. Para quem mantém esse veículo em circulação ou pensa em mantê-lo como carro de uso moderado, o conhecimento sobre o comportamento de peças de reposição, de face de desgaste e de reparos ajuda a formar expectativas realistas sobre custos de apólices e de reparos. Tudo isso é útil quando se negocia com a seguradora uma cobertura que faça sentido para o tipo de uso, a idade do veículo e o perfil do condutor.
Ficha Técnica do Chevrolet Astra GLS 2.0 MPFI 1996
Abaixo, apresento um resumo técnico que refere-se às especificações comuns associadas a essa versão do Astra brasileira, com foco em informações úteis para avaliação de seguro. Em veículos mais antigos, pequenas variações entre unidades existem devido a opções de fábrica, estado de conservação e modificações efetuadas ao longo dos anos. Por isso, trate as informações como referências que orientam a compreensão do perfil do carro e não como dados absolutizados de cada unidade.
- Motor e desempenho: motor 2.0 MPFI em linha de quatro cilindros, com alimentação por injeção multiponto (MPFI). Em termos de desempenho, esse conjunto oferecia uma resposta adequada para uso urbano e rodoviário da época, equilibrando consumo e potência para um hatch médio da década de 1990.
- Transmissão e tração: opões de transmissão comuns incluíam caixa manual de 5 marchas ou transmissão automática de 4 marchas, ambas configuradas com tração dianteira. Essa combinação era típica de veículos de segmento médio na época, priorizando conforto de condução e facilidade de uso no dia a dia.
- Dimensões e capacidade: o Astra GLS 1996 apresentava dimensões próximas aos padrões do segmento, com comprimento em torno de 4,0 metros, largura aproximada de 1,7 metro e altura em cerca de 1,4 metro. O entre-eixos proporcionava espaço interno aceitável para passageiros, com peso que variava conforme a versão e os itens de acabamento. O tanque de combustível ficava na casa dos 50 litros, suficiente para percursos urbanos com boa autonomia entre abastecimentos, algo valorizado por quem usa o veículo para deslocamentos diários.
- Conforto, itens de série e segurança: entre os itens típicos de série podemos ter ar-condicionado, direção assistida, vidros elétricos dianteiros e painel com cluster analógico. Em versões mais completas ou com opcionais, alguns Astra da época poderiam trazer recursos adicionais de conforto, e, conforme o mercado, os itens de segurança passavam por evoluções. Contudo, a disponibilidade de airbags frontais e ABS variava conforme o mercado e a versão específica, sendo comum encontrar configurações mais simples em carros de uso diário nos anos 90 no Brasil.
Histórico da marca GM no Brasil e impactos para seguros de veículos antigos
A General Motors teve uma trajetória longa no Brasil, com atuação que incluiu a operação de plantas, redes de concessionárias e um portfólio que, ao longo dos anos, passou por mudanças significativas. A presença da GM no país proporcionou uma rede de assistência técnica, disponibilidade de peças originais e familiaridade com modelos da marca, como o Astra, que marcou época por oferecer acabamento competitivo, dirigibilidade agradável e um conjunto de tecnologias da época. Para o seguro, esse histórico influencia de forma prática em dois frontes principais: a disponibilidade de peças de reposição no mercado brasileiro e o custo de mão de obra especializada para reparos. Em veículos de idade avançada, a disponibilidade de peças pode impactar o tempo de reparo e, por consequência, o valor de determinada cobertura, especialmente em casos de sinistros que exijam substituição de componentes originais ou equivalentes de estoque limitado.
Além disso, a percepção de marca pode influenciar a avaliação de risco por parte de seguradoras. Veículos com reputação de confiabilidade costumam ter perfil de sinistralidade diferente, o que pode refletir em condições de cotação, especialmente quando a frota de circulação é relativamente pequena ou quando o modelo é pouco comum nas vias. Por isso, ao falar de Astra GLS 1996 no contexto de seguro, é útil considerar não apenas o valor referente à Tabela FIPE, mas também o histórico de disponibilidade de peças, a facilidade de encontrar oficinas com experiência no modelo e a facilidade de recuperação de equipamentos originais quando necessário. Tudo isso impacta a experiência de seguro ao longo da vida útil do veículo, inclusive na hora de registrar sinistros e realizar reparos.
Fatores que influenciam a cotação de seguros para carros com mais de duas décadas
Quando se avalia o seguro de um veículo de idade como o Astra GLS 1996, a seguradora costuma considerar um conjunto de fatores que ajudam a prever custos de indenização, frequência de sinistros e permanência de carro na frota segurada. A seguir, apresento alguns pontos comuns que costumam exercer influência na cotação, com foco em aspectos práticos para o proprietário e o corretor de seguros.
- Idade do veículo: carros com mais de 20 anos entram em um patamar de avaliação diferente, com foco na desvalorização, na disponibilidade de peças de reposição e na probabilidade de reparos serem mais frequentes ou dispendiosos. A idade pode encorajar a adoção de coberturas específicas, como risco de roubo/furto com apólice dedicada a itens de proteção, ou a consideração de limites de cobertura com base no valor FIPE atualizado.
- Condição geral e histórico de manutenção: uma manutenção regular, com registros consistentes de trocas de óleo, filtros, pastilhas, correias e inspeções, tende a influenciar positivamente a cotação, pois reduz a probabilidade de sinistros graves ou reparos emergenciais. A documentação de serviços facilita a comprovação de cuidados com o veículo.
- Quilometragem: veículos com quilometragem moderada costumam ter melhor perfil de seguro do que unidades com alta quilometragem que possam apresentar desgaste maior de componentes mecânicos e elétricos. No entanto, a quilometragem por si só não determina a elegibilidade para coberturas — depende do conjunto com outros fatores.
- Uso do veículo: se o Astra é utilizado principalmente no trajeto urbano diário, a seguradora pode ajustar o prêmio com base no risco de roubos, colisões de tráfego