Valor FIPE Atual
R$ 14.266,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 004073-8
Ano: 1995-1
MêsPreço
Jan/26R$ 14.266,00
Dez/25R$ 14.558,00
Nov/25R$ 14.414,00
Out/25R$ 14.272,00
Set/25R$ 13.993,00
Ago/25R$ 13.855,00
Jul/25R$ 13.718,00
Jun/25R$ 13.583,00
Mai/25R$ 13.449,00
Abr/25R$ 13.186,00
Mar/25R$ 13.056,00
Fev/25R$ 12.927,00

Entendendo a Tabela FIPE para o GM Astra GLS 2.0 MPFI SW 1995

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados, servir como base de cálculo para seguros, financiamentos e negociações entre compradores e vendedores. Quando falamos de um modelo específico como o Chevrolet Astra GLS 2.0 MPFI SW do ano 1995, entender como a FIPE se aplica ajuda tanto proprietários quanto profissionais de seguros a definir coberturas, indenizações e ajustes de contrato com maior precisão. Este artigo apresenta a Tabela FIPE voltada para esse carro, explorando a ficha técnica, a relevância da marca GM no cenário automotivo brasileiro e as nuances que influenciam o cálculo de valor no seguro de um veículo com mais de duas décadas de existência. O objetivo é oferecer uma leitura educativa, prática e alinhada aos padrões de corretagem de seguros, sem se desviar do foco do tema que é a Tabela FIPE GM para o Astra GLS 2.0 MPFI SW 1995.

Ficha Técnica do Chevrolet Astra GLS 2.0 MPFI SW (1995)

Fabricante e linha: General Motors do Brasil, através da marca Chevrolet, apresentando o Astra na configuração GLS com motor 2.0 MPFI em uma carroceria SW (station wagon). Ano/modelo: 1995. Carroceria: station wagon de 4 portas, com espaço ampliado para quem transporta família e bagagens, mantendo a praticidade de um veículo de uso diário aliado a uma maior capacidade de carga. Motorização: 2.0 litros, quatro cilindros em linha, com sistema de injeção eletrônica MPFI (inyeção multiponto), projetado para oferecer desempenho estável e resposta adequada às exigências do trânsito urbano e rodoviário. Potência e torque: valores típicos situam-se na faixa de 95 a 110 cavalos-vapor (cv) e torque entre 14 e 15 kgf·m, variando conforme calibração de fábrica e condições de uso; essa variabilidade é comum em veículos antigos, dependendo de manutenção, combustível utilizado e condições de conservação. Transmissão: manual de 5 velocidades, com câmbio tradicional da época, proporcionando boa relação de marchas para arrancadas e retomadas; direção: assistida, comum em carros de segmento intermediário do período. Sistema de freios: dianteiros com discos e traseiros com tambores, em muitos exemplares a configuração incluía, a depender de pacote, freio ABS opcional, especialmente em versões mais equipadas. Suspensão: dianteira independente tipo McPherson e traseira suspensa em eixo rígido com braços triangulados, favorecendo conforto e estabilidade em diferentes solos. Combustível: gasolina; Tanque de combustível com capacidade aproximada de 50 litros, suficiente para percursos urbanos com boa autonomia. Dimensões e peso: comprimento próximo de 4,4 metros, largura em torno de 1,7 metro, entre-eixos próximo de 2,5 a 2,6 metros; peso não carregado na casa dos 1.100 a 1.250 kg, variando com opcionais, acabamento, estado de conservação e configuração de acessórios. Conforto e recursos: itens como ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, rádio com cassette/monofuncionalidade de época e volante simples costumavam compor o kit básico de conforto; em termos de segurança, a disponibilidade de airbags frontais e sistemas avançados era limitada, com evolução gradual ao longo dos anos. Observação: modelos com quinze a vinte e poucos anos costumam apresentar variações significativas em função de manutenção, substituição de componentes e eventuais restaurações ou modificações. Essa ficha técnica resume as características mais relevantes do Astra GLS 2.0 MPFI SW de 1995, servindo como referência para avaliações de valor, histórico de propriedade e cenários de seguro.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Astra GLS 2.0 MPFI SW 1995

A Era GM e a presença do Astra no Brasil: contexto da marca e da linha

A General Motors, fabricante norte-americana com operação consolidada no Brasil há décadas, construiu uma trajetória de abrangência tecnológica e diversidade de ofertas para o mercado local. A Chevrolet, uma das marcas-chave do portfólio da GM, consolidou-se como parceira de famílias brasileiras ao longo dos anos, oferecendo modelos que ajudaram a moldar o dia a dia de milhões de condutores. O Astra, em particular, chegou ao Brasil trazendo uma proposta de carroceria mais espaçosa e uma configuração voltada para quem precisava de espaço interno e capacidade de bagagem sem abrir mão de desempenho e conforto. Embora a linha Astra tenha passado por diferentes gerações e atualizações, a presença de um modelo com motor 2.0 MPFI, carroceria SW e acabamento GLS remete a uma época de transição tecnológica, em que a injeção eletrônica multiponto substituiu sistemas de injeção mais simples e proporcionou respostas mais estáveis em várias condições de uso. A escolha de uma configuração station wagon também refletia uma demanda de utilidade prática, alinhada a famílias que valorizavam espaço interno sem abrir mão da dirigibilidade típica de um sedã ou hatch compacto. Nesse cenário, a marca GM desempenha um papel importante não apenas como fabricante, mas como símbolo de confiabilidade e presença tecnológica, aspectos que impactam a percepção de valor na Tabela FIPE e, por consequência, no seguro do veículo.

Como a Tabela FIPE influencia seguros e avaliações para modelos como o Astra 1995

A Tabela FIPE funciona como uma referência objetiva para o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Instituída pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, a FIPE consolida, mensalmente, um índice que reflete a média de preço de compra de veículos em diferentes estados, considerando ano, modelo, versão, quilometragem e estado de conservação. Em seguros, esse referencial é amplamente utilizado para determinar o valor de indenização em caso de sinistro, para cadastrar o veículo na apólice e para ajustar cláusulas de cobertura, franquias e bônus. Quando se trata do Astra GLS 2.0 MPFI SW de 1995, algumas características específicas merecem atenção: a idade avançada do veículo, a disponibilidade de peças originais, o estado de conservação e o histórico de manutenção, bem como a regionalidade de atuação. Todos esses elementos influenciam a confiabilidade da avaliação FIPE e, por conseguinte, o custo do seguro. Além disso, veículos clássicos ou vintages de gerações anteriores costumam exigir avaliações mais detalhadas por parte das seguradoras, que podem ponderar fatores como originalidade, documentação de restauração e up-to-date de itens de segurança, mantendo o equilíbrio entre proteção adequada e custo de coberturas.

Para entender melhor, considere que a FIPE funciona como uma linha de base: ela oferece números médios para o conjunto de veículos semelhantes ao Astra 1995, mas cada exemplar pode divergir consideravelmente em termos de valor de mercado efetivo. Um Astra com documentação regular, manutenção em dia, peças originais e pouca quilometragem tende a ser avaliado próximo de referências mais altas na FIPE, enquanto um exemplar com muitas substituições, histórico de sinistros ou condições visuais ruins pode ficar próximo de referências mais baixas. Por isso, a seguradora costuma cruzar o valor FIPE com uma avaliação interna, que pode incluir vistorias, fotos, laudos de conservação e histórico de manutenção para chegar ao valor contratado da apólice. Essa prática busca refletir com mais fidelidade o custo de reposição ou indenização no caso de um sinistro, evitando superavaliações ou subavaliações que comprometam a proteção do segurado ou a viabilidade financeira da seguradora.

Fatores que afetam a atualização da FIPE para o Astra GLS 2.0 MPFI SW 1995

Ao considerar a Tabela FIPE para um modelo antigo como o Astra 1995, alguns aspectos práticos podem impactar o valor de referência e, por consequência, a formação da apólice de seguro. Abaixo estão quatro fatores-chave que costumam influenciar a variação de valores na FIPE para esse tipo de veículo:

  • Condição de conservação e originalidade: veículos com motor original, componentes originais e estética bem preservada costumam receber avaliações mais altas, pois mantêm maior compatibilidade com a referência de fábrica e com a demanda de colecionadores e entusiastas.
  • Histórico de manutenção e quilometragem: um histórico de revisões regulares, com registros de serviços e peças substituídas por itens de qualidade, aumenta a confiabilidade do veículo. Quilometragem moderada, mantendo o desgaste sob controle, também tende a valorizar o exemplar.
  • Disponibilidade de peças e mercado de reposição: para modelos bem antigos, a disponibilidade de peças originais ou compatíveis pode variar conforme região. Em mercados com reposição mais robusta, o valor de mercado tende a se manter estável, enquanto em regiões com pouca oferta pode haver depreciação maior.
  • Uso e regionalidade: a FIPE considera um equilíbrio entre venda à vista e condições de uso. Veículos mais utilizados para deslocamentos diários em grandes centros podem sofrer influência de condições de trânsito, desgaste mecânico e necessidade de manutenção mais frequente, o que pode modificar a avaliação em relação a exemplares mantidos de forma mais estática.

É importante lembrar que, para um carro de 1995, a FIPE funciona como referência adicional. A operação de seguro pode exigir uma avaliação complementar para captar particularidades de cada exemplar, especialmente quando se trata de veículos clássicos que receberam restaurações, atualizações mecânicas ou modificações estéticas. O objetivo é manter o equilíbrio entre proteção adequada e custo de apólice, oferecendo ao segurado a cobertura que realmente reflete o valor de reposição ou indenização previsto no contrato.

Conselhos práticos para seguradoras e motoristas sobre o Astra 1995

Para motoristas que possuem um Chevrolet Astra GLS 2.0 MPFI SW 1995 ou que pretendem assegurar um exemplar deste ano, alguns passos práticos ajudam a conquistar uma proteção mais alinhada com a realidade do veículo e com a tabela FIPE:

Primeiro, mantenha a documentação em dia. Certidões de propriedade, histórico de manutenção, notas fiscais de serviços, laudos