| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 35.634,00 |
| Fev/26 | R$ 35.282,00 |
| Jan/26 | R$ 35.360,00 |
| Dez/25 | R$ 35.428,00 |
| Nov/25 | R$ 35.482,00 |
| Out/25 | R$ 35.568,00 |
| Set/25 | R$ 35.683,00 |
| Ago/25 | R$ 35.330,00 |
| Jul/25 | R$ 34.981,00 |
| Jun/25 | R$ 34.635,00 |
| Mai/25 | R$ 34.293,00 |
| Abr/25 | R$ 33.621,00 |
Guia prático para interpretar a Tabela FIPE no GM Blazer Jimmy 4.3 V6 1995
Quando se fala na proteção de um veículo clássico ou de uso diário com histórico de 1995, a Tabela FIPE aparece como referência central para entender o valor de mercado e orientar decisões de seguro. A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, agrega dados de negociação e leva em conta diferentes versões, condições de conservação e variantes de acabamento. No caso do GM Blazer Jimmy 4.3 V6, ano 1995, esse conjunto de informações ganha ainda mais relevância, pois trata-se de um modelo icônico da linha SUV da Chevrolet, marcada pela robustez, capacidade off-road e pelo apelo nostálgico entre entusiastas. Este artigo explora como ler, interpretar e aplicar a Tabela FIPE nesse contexto, com uma abordagem educativa voltada para quem atua no mercado de seguros e busca compreender melhor os impactos da avaliação na hora de contratar coberturas.
Antes de mergulhar na ficha técnica, vale destacar a relação entre a marca GM, a linha Chevrolet e os hábitos de uso dos modelos da década de 1990. A General Motors (GM) é uma das maiores fabricantes globais de automóveis, com atuação consolidada não apenas na linha de carros de passeio, mas também em utilitários esportivos, trucks e veículos comerciais leves. No Brasil, a Chevrolet, uma das marcas emblemáticas do grupo, desempenhou papel decisivo na popularização de SUVs de porte médio na década de 1990. Modelos como o Blazer e o Jimmy representaram uma proposta de veículo que conciliava espaço interno, capacidade de aclimatar terrenos difíceis e uma experiência de condução relativamente previsível para motoristas com diferentes perfis — desde famílias que valorizavam o espaço até aventureiros que buscavam versatilidade em trilhas ou estradas de terra. Por isso, entender a Tabela FIPE para esse conjunto de veículos é útil não apenas para quem negocia ou compra, mas também para quem assegura esse patrimônio recente de antiguidade tecnológica.

A Tabela FIPE funciona como um referencial de valor de mercado mensal, que serve de base para cálculos de seguro, compra e venda, bem como avaliações de sinistros. No contexto do GM Blazer Jimmy 4.3 V6 1995, o valor atribuído pela FIPE deve ser entendido como uma referência agregada, não como uma cotação em tempo real de um veículo específico. Variações ocorrem conforme o estado de conservação, a quilometragem, o histórico de proprietários, a existência de peças originais e a presença de acessórios. Em seguros, esse valor de referência ajuda a dimensionar coberturas como perda total, cobertura contra terceiros e proteção veicular, bem como a definir limites de indenização compatíveis com o mercado para esse tipo de veículo. Por isso, compreender como a FIPE se consolida para esse modelo é essencial para quem planeja proteção e tranquilidade ao longo dos anos.
Ficha técnica do Chevrolet Blazer Jimmy 4.3 V6 1995
- Motor e desempenho: conjunto V6 de 4,3 litros com alimentação por injeção, típico de versões da época, oferecendo faixa de potência e torque dentro de parâmetros compatíveis com SUVs utilitários médios. A configuração do motor proporciona boa robustez para uso diário e para deslocamentos com carga, além de manter desempenho razoável em estradas e em trechos com desnível ou piso irregular.
- Transmissão e tração: transmissão automática de 4 velocidades associada a um sistema de tração 4×4, com opção de reduzida para situações de off-road leve e terrenos difíceis. Esse conjunto é tradicional em SUVs da Chevrolet da época, buscando equilíbrio entre conforto na cidade e capacidade fora de estrada.
- Dimensões, peso e capacidade: o veículo apresenta dimensões compatíveis com um SUV de porte médio da década de 1990, com espaço interno que atende famílias e atividades ao ar livre. O peso de referência fica dentro de faixas que ajudam a entender o comportamento em comparação com outros utilitários da linha GM, bem como a consumos moderados e estabilidade em diferentes pisos.
- Capacidade de uso e importância prática: capacidade de reboque e aproveitamento de espaço são características observadas nesse conjunto, com utilidade prática para quem utiliza o veículo para viagens, atividades recreativas e eventual transporte de equipamentos, sem abrir mão de conforto para passageiros.
Essa ficha técnica, ainda que apresentada de forma sucinta, é útil para orientar a avaliação de seguros, pois oferece um panorama dos componentes-chave que influenciam risco, custo de reparo e disponibilidade de peças. Em modelos antigos, elementos como disponibilidade de peças originais, condições da motorização, histórico de manutenção e eventuais modificações podem impactar a proteção. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE e ao avaliar a documentação do veículo, é comum que corretores peçam informações complementares sobre o estado atual do carro e o histórico de manutenção para estimar coberturas adequadas sem extrapolar o valor de referência.
Como a Tabela FIPE orienta decisões de seguro no contexto GM
A Tabela FIPE funciona como base para a seguradora entender o valor de referência do veículo ao configurar coberturas, limites de indenização e franquias. Para o Chevrolet Blazer Jimmy 4.3 V6 1995, esse referencial é particularmente útil em situações onde o objetivo é alinhavar uma proteção que cubra perdas causadas por colisões, roubo, incêndio ou events adversos, mantendo coerência com o mercado de veículos usados da época. O uso de um valor de referência ajuda a evitar avaliações excessivas ou desproporcionais em casos de sinistros, contribuindo para uma indenização mais justa e previsível. Além disso, a FIPE é atualizada mensalmente, e pequenas oscilações ao longo do tempo refletem mudanças gerais no mercado de usados, tendências de oferta e demanda e ajustes econômicos amplos. Para o público que lida com seguros, entender esse dinamismo é essencial para conversar com precisão com corretores e entender como as coberturas respondem a diferentes cenários de sinistro.
Ao nível prático, quem busca uma cotação para o veículo em questão deve considerar como o estado de conservação influencia o valor de referência. Um Blazer Jimmy com pintura original, interior preservado, histórico de manutenção documentado e sem modificações relevantes tende a apresentar uma leitura mais próxima do valor médio da faixa FIPE para o modelo. Já veículos com modificações saem de fábrica ou com itens não originais podem exigir avaliações adicionais por parte da seguradora, que avalia o impacto dessas alterações no risco, na segurança e na disponibilidade de peças de reposição. Em suma, a Tabela FIPE não é apenas um número; é um instrumento que, usado com critério, ajuda a calibrar a proteção de forma responsável e alinhada ao universo de atuação do GM Blazer/Jimmy nos anos 1990.
Para quem está começando a entender esse universo, algumas perguntas permanecem úteis: qual é o papel da FIPE na avaliação de seguros? Como as variações regionais afetam a leitura da tabela para um modelo tão específico? Que fatores, além da idade, devem ser considerados ao planejar a cobertura? A resposta envolve uma combinação de leitura de dados, histórico do veículo e uma visão realista de uso. O objetivo é chegar a uma proteção que corresponda ao valor de mercado esperado e ao perfil do condutor, sem extrapolar a necessidade de cobertura para itens que não agregam valor ao caso específico. Nesse contexto, o Blazer Jimmy de 1995 representa um exemplo claro de como a FIPE, a marca GM e o usuário final interagem na prática, na hora de decidir sobre seguro, franquias, coberturas adicionais e condições de indenização.
Fatores que influenciam a leitura da Tabela FIPE para este modelo
Embora a Tabela FIPE forneça uma referência estável, alguns fatores podem modificar a leitura de valor para o GM Blazer Jimmy 4.3 V6 1995. Esses pontos ajudam a explicar por que duas unidades do mesmo modelo podem aparecer com leituras diferentes na FIPE em meses distintos, ou por que o seguro pode indicar variações de cobertura mesmo quando o veículo é o mesmo. Entre os fatores mais relevantes, destacam-se:
- Condições de conservação e histórico de manutenção: veículos bem mantidos, com peças originais e sem alterações significativas tendem a se aproximar de leituras mais estáveis dentro da faixa FIPE para o modelo.
- Quilometragem e uso: unidades com quilometragem elevada podem apresentar maior probabilidade de desgaste, o que costuma influenciar a avaliação de risco para seguradoras, refletindo uma necessidade de cobertura que leve em conta maiores possibilidades de falhas.
- Peças originais e histórico de modificação: modificações não originais ou a instalação de itens que divergem do padrão de fábrica podem afetar a percepção de valor de mercado e o custo de reparo.
- Documentação e procedência: veículos com documentação completa, histórico de manutenção registrado, e sem sinistros relevantes tendem a ser vistos como menos arriscados, principalmente por seguradoras que valorizam o histórico como parte do cálculo de cobertura.
Esses fatores ajudam a explicar por que a leitura da FIPE não é um único número fixo, mas sim uma referência que deve ser ajustada com base em informações completas sobre o veículo específico. Para quem trabalha com seguros, essa compreensão facilita a comunicação com clientes e facilita a definição de coberturas que correspondam com mais fidelidade ao uso real do automóvel, sem perder a previsibilidade de indenizações em caso de sinistros.
Por que vale a pena conhecer a marca GM ao lidar com esse modelo
A General Motors, hoje consolidada em várias regiões com a Chevrolet como uma de suas marcas-chave, tem no portfólio de SUVs um capítulo importante da história automotiva. O GM Blazer/Jimmy, especialmente na década de 1990, destacou-se pela proposta de utilitário com espaço interno decente, versatilidade para uso diário e capacidade de enfrentar situações de terreno mais desafiadoras do que um típico sedan urbano. Entender a identidade da marca ajuda a compreender a filosofia de engenharia por trás do veículo e, por consequência, o que a FIPE pode refletir como referência de valor. A GM, com sua herança em engenharia de motores robustos, transmissão confiável e redes de assistência técnicas, cria um contexto onde o veículo pode ser valorizado por fatores como durabilidade, disponibilidade de peças e facilidade de manutenção – elementos que influenciam diretamente as avaliações de seguros e a percepção de risco pelos agentes envolvidos no processo de seguro.
Para quem está envolvido na negociação de seguros, lembrar que a FIPE não é estática e que as particularidades da GM, da linha Chevrolet e do mercado brasileiro podem moldar a leitura de valor é fundamental. O Blazer Jimmy de 1995, com seu motor 4.3 V6, representa uma era de design e engenharia que muitos condutores ainda apreciam. Ainda que o mercado tenha evoluído com novas gerações de SUV, o modelo de 1995 continua a ser referência para quem valoriza o equilíbrio entre espaço, capacidade off-road e a tradição de uma marca que, ao longo das décadas, manteve presença consistente no cenário
