| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 58.532,00 |
| Jan/26 | R$ 59.727,00 |
| Dez/25 | R$ 59.136,00 |
| Nov/25 | R$ 58.551,00 |
| Out/25 | R$ 58.692,00 |
| Set/25 | R$ 57.542,00 |
| Ago/25 | R$ 57.664,00 |
| Jul/25 | R$ 57.757,00 |
| Jun/25 | R$ 58.936,00 |
| Mai/25 | R$ 58.353,00 |
| Abr/25 | R$ 57.209,00 |
| Mar/25 | R$ 57.295,00 |
Guia abrangente sobre a Tabela FIPE para o Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.0 Diesel Turbo 1991 e seu impacto no seguro
O papel da Tabela FIPE na avaliação de veículos usados e no seguro
A Tabela FIPE é amplamente utilizada no Brasil como referência para o valor de mercado de carros usados. Ela serve como base para diferentes operações financeiras e contratuais: financiamento, venda entre particulares, aquisição de seguros e até mesmo para cálculos de indenização em caso de sinistro. Quando se trata de modelos clássicos e utilitários da década de 1990, como o Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.0 Diesel Turbo de 1991, a função da FIPE permanece importante, porém o valor pode apresentar variações mais acentuadas por conta de itens como condições gerais do veículo, quilometragem, originalidade de peças e histórico de manutenção. Em seguros, o valor de referência FIPE costuma orientar a quantia segurada, impactando o prêmio e as coberturas previstas. Entender como essa referência funciona ajuda o proprietário a alinhar a proteção com o custo real de reposição ou reparo, especialmente para um veículo com uso tradicional de trabalho, que pode exigir manutenção específica para manter a confiabilidade operativa.
A presença da Chevrolet no Brasil e a identidade da marca GM
A Chevrolet, marca emblemática do portfólio da General Motors (GM), tem uma trajetória histórica bem consolidada no Brasil. A atuação da Chevrolet no mercado brasileiro atravessou décadas de transformações, acompanhando a evolução da indústria automotiva nacional. Em especial, a linha de utilitários leves se destacou ao atender demandas de trabalho rural, de construção e de uso empresarial, onde a robustez, a disponibilidade de peças e a rede de assistência técnica tiveram papel fundamental. O Chevrolet Bonanza, em versões como S e Luxe com motor diesel turbo 4.0, surge nesse contexto como uma opção voltada para quem precisava de capacidade de carga aliada a uma mecânica de simples reparação e manutenção. Mesmo com o passar dos anos, essa geração mantém uma aura de utilitário resistente, reconhecido por torque para tarefas de tração, durabilidade de componentes estruturais e, muitas vezes, facilidade de configuração para trabalhos específicos.

Quando pensamos em seguros, a marca ganha relevância pela reputação de confiabilidade associada a determinados componentes, bem como pela disponibilidade de peças originais nos períodos de reposição. Por isso, modelos da Chevrolet, especialmente aqueles de gerações anteriores, costumam exigir uma avaliação cuidadosa do estado mecânico, histórico de sinistros, bem como do conjunto de componentes originais que ainda possam estar presentes. O resultado é um perfil de risco que o corretor de seguros interpreta para definir coberturas, franquias e assistência veicular adequada ao uso típico desses veículos.
Ficha técnica do Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.0 Diesel Turbo 1991
- Motorização: diesel turbo de 4.0 litros, com alto torque disponível para trechos de trabalho e atividades de reboque leve, adequado para uma picape utilitária da época.
- Transmissão: caixa manual com várias marchas (configuração tradicional para veículos de uso prático); a implementação de câmbio simples facilita manutenções em oficinas diversas.
- Carroceria e configuração: pickup com caçamba, geralmente com cabine simples ou estendida conforme a versão; construção robusta, indicada para atividades de campo, agroindustrial e uso comercial leve.
- Dados de uso e dimensões: variações entre versões ao longo de 1991; capacidades de carga variáveis conforme a configuração e o eixo de montagem; dimensões externas e internas que influenciam a manobrabilidade e o espaço de carga, com peso bruto total típico para o segmento de utilitários médios da época.
Como a FIPE se relaciona com o seguro deste modelo específico
Para seguradoras, a FIPE funciona como uma referência objetiva para estimar o valor de reposição em caso de sinistro ou para definir coberturas compatíveis com o perfil do veículo. Em veículos de linha antiga ou utilitários de nicho, o valor FIPE tende a refletir menos a procura por peças de reposição de alto custo e mais a disponibilidade relativa de peças usadas ou recondicionadas. No caso do Bonanza S/Luxe 4.0 Diesel Turbo 1991, o fator de idade, a raridade de correções originais à época de fabricação e o estado de conservação influenciam fortemente a avaliação. Por isso, ao formular uma proposta de seguro para esse veículo, é comum que o corretor leve em conta não apenas o valor FIPE, mas também o custo de reposição de peças originais, a eventual necessidade de itens específicos para manter a originalidade, e a probabilidade de maior gasto com mão de obra devido à raridade de profissionais especializados em esse tipo de utilitário clássico.
Outro ponto relevante é a verificação de sinistros anteriores e do histórico de utilização do veículo. Carros desse perfil costumam ter documentação que atesta manutenção regular, uso típico de trabalho ou lazer, e possíveis modificações. Tudo isso impacta a avaliação de risco para seguradoras, que podem oferecer pacotes com coberturas adicionais como casco, roubo, incêndio, assistência 24h e, em alguns casos, proteção de peças originais. A leitura correta do valor FIPE em conjunto com o estado de conservação ajuda o proprietário a negociar condições de prêmio que reflitam o custo real de reposição, evitando tanto subseguro quanto sobrecusto desnecessário.
Considerações sobre a manutenção, peças e valor de mercado
Para modelos como o Bonanza 1991, a manutenção adequada é um fator crítico para manter o veículo íntegro ao longo do tempo. A disponibilidade de peças, a qualidade de reparos e a documentação de serviço têm papel direto na percepção de valor pela seguradora. Peças originais ou compatíveis de boa procedência tendem a preservar o valor de mercado de maneira mais sólida do que componentes genéricos de qualidade questionável. Além disso, a frequência de inspeções, a estabilidade de componentes estruturais, o estado da caçamba e a ausência de modificações que comprometam a integridade do veículo costumam influenciar positivamente o seguro. Dessa forma, manter um histórico de manutenções, notas fiscais e registros de inspeção pode colaborar com uma avaliação mais precisa do risco, contribuindo para condições de cobertura estáveis e adequadas ao uso pretendido.
É comum que veículos de linha clássica ou utilitários de período específico apresentem variações regionais de preço refletidas na FIPE. Mesmo com uma base sólida, pequenas oscilações no valor podem ocorrer entre estados e entre diferentes plataformas de compra e venda. Por isso, quando o proprietário pensa em seguros, é sensato reavaliar o valor segurado periodicamente, especialmente se houver restaurações significativas, substituição de componentes críticos ou incremento de cargas úteis que modifiquem o perfil de uso do veículo.
Reflexões finais sobre a proteção deste modelo e opções de cobertura
Para quem dirige ou mantém um Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.0 Diesel Turbo de 1991, entender a ligação entre FIPE, valor de reposição e cobertura de seguro é essencial para alinhar proteção com o custo efetivo. A combinação de um motor diesel turbo robusto, transmissão simples e uma carroceria utilitária que já demonstrou resistência ao trabalho pesado confere ao Bonanza uma identidade particular entre os veículos de sua época. No entanto, por ser um modelo antigo com especificidades técnicas e de disponibilidade de peças, a contratação de seguros voltados para veículos clássicos ou utilitários de estilo antigo pode ser mais adequada do que pacotes genéricos de seguradoras. A proposta é equilibrar a tranquilidade de ter proteção financeira com a necessidade de manter o custo de prêmios compatível com o valor de uso diário e com a provável depreciação de mercado ao longo do tempo.
Ao planejar a cobertura, vale considerar opções como casco, roubo e incêndio, responsabilidade civil contra danos a terceiros, assistência 24 horas e, se disponível, cláusulas específicas para peças originais ou restaurações. A avaliação de sinistralidade, o estado atual do veículo, e a coerência entre o valor FIPE e o custo de reposição devem guiar as escolhas de franquia e limites de cobertura. Por fim, manter a documentação organizada facilita a negociação com a seguradora e contribui para um fluxo mais suave no processo de indenização, caso seja necessário.
Para quem busca uma orientação personalizada sobre o seguro adequado a um Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.0 Diesel Turbo 1991, vale a pena consultar um corretor experiente, que possa cruzar dados da FIPE com o estado real do veículo, o uso previsto e o histórico de manutenção. Assim, você terá condições mais precisas para proteger seu patrimônio com uma solução de seguro que combine tranquilidade, custo-benefício e confiabilidade ao longo do tempo. E se desejar uma avaliação especializada de seguro para esse modelo, a GT Seguros está pronta para atender com propostas ajustadas às suas necessidades.
Chamada para cotação: para esclarecer dúvidas específicas sobre a sua situação e entender como o valor de reposição pode impactar sua proteção, faça uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação rápida pode trazer tranquilidade adicional e alinhar o seguro às particularidades do seu Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.0 Diesel Turbo 1991.
