| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 36.701,00 |
| Dez/25 | R$ 36.771,00 |
| Nov/25 | R$ 36.827,00 |
| Out/25 | R$ 36.916,00 |
| Set/25 | R$ 37.035,00 |
| Ago/25 | R$ 37.113,00 |
| Jul/25 | R$ 37.173,00 |
| Jun/25 | R$ 37.211,00 |
| Mai/25 | R$ 37.286,00 |
| Abr/25 | R$ 37.320,00 |
| Mar/25 | R$ 37.377,00 |
| Fev/25 | R$ 37.400,00 |
Guia prático da Tabela FIPE para a GM Bonanza S/Luxe 4.1 1994
A Tabela FIPE é a referência oficial amplamente utilizada no Brasil para medir o valor de mercado de veículos usados. Quando se trata de modelos mais antigos, como a Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.1, de 1994, entender como essa referência funciona é essencial para quem negocia seguros, financiamento ou venda. Este artigo explora a relação entre a Tabela FIPE, o perfil da Bonanza e os aspectos que impactam a elaboração de coberturas com seguradoras, oferecendo uma visão educativa para quem atua no universo de corretagem de seguros.
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolidou-se como um dos principais parâmetros para avaliação de valor de veículos usados no Brasil. Ela sintetiza, com base em dados de mercado, uma referência que muitas seguradoras utilizam para calcular o valor segurado e, consequentemente, a indenização em casos de perda total ou danos significativos. Para carros de fábrica mais antiga, como a Bonanza 4.1 de 1994, a FIPE oferece uma linha de referência que orienta o segurado na hora de escolher coberturas e limitações de contrato, sem, contudo, exigir que o veículo esteja em condições perfeitas para ser aceito pela seguradora.

Neste contexto, a relação entre a Tabela FIPE e o seguro não se resume a um único número: trata-se de um referencial que pode variar conforme o estado de conservação, quilometragem, histórico de uso, instalações adicionais e o panorama econômico do momento. Em termos simples, quanto mais próximo o veículo estiver do estado de referência da FIPE, mais previsível tende a ser o alinhamento entre o valor segurado e a indenização. Já veículos com modificações significativas, restaurações de qualidade duvidosa ou histórico de sinistros podem sofrer ajustes desse valor referencial, o que impacta a composição de franquias, coberturas e parcelas de seguro.
Para profissionais de corretagem, entender esse ecossistema é fundamental. A consultoria adequada envolve não apenas consultar a planilha FIPE, mas também avaliar o estado real do exemplar, a originalidade de componentes, as intervenções mecânicas e estéticas, e como tudo isso se converte em parâmetros de seguradoras. Em modelos de colecionador ou com valor de mercado especialmente elevado, pode haver necessidade de avaliações técnicas adicionais ou aceite de coberturas específicas para itens de valor agregado, como itens de época ou peças originais de reposição.
Ficha técnica resumida da Chevrolet Bonanza S/Luxe 4.1 1994
- Motor: 4,1 litros, seis cilindros em linha. Configuração típica de torque elevado para uso utilitário, com opções de carburador ou injeção conforme a versão; potência estimada na faixa de cavalos médios para caminhonetes da época e torque adequado para carga e desempenho urbano.
- Transmissão/Tração: transmissão disponível em versão manual de várias marchas ou automática, com tração traseira, adequada ao uso de picape leve a moderado, incluindo trabalho com carga moderada.
- Dimensões e capacidade: comprimento típico próximo a uma faixa de 4,5 a 4,9 metros, largura entre 1,7 e 1,9 metros, altura na casa dos 1,8 a 1,9 metros; peso próprio estimado entre 1.400 e 1.800 kg; capacidade de carga útil compatível com picapes de porte médio, com tanque de combustível na faixa de aproximadamente 60 a 70 litros.
- Conforto, suspensão e segurança: configuração de cabine simples a razoavelmente equipada para a época, com suspensão projetada para uso misto (estrada e trechos de terra em menor escala), freios e sistemas de segurança básicos para o período; detalhes podem variar conforme a versão Luxe ou S, e eventuais melhorias de fábrica ao longo da produção.
Observação importante: as informações técnicas da Bonanza podem variar conforme o lote de fabricação e a origem das unidades no Brasil, já que a Chevrolet ofereceu diferentes níveis de acabamento ao longo de sua produção. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE para esse modelo, vale confirmar a versão específica (S ou Luxe) e comparar com a documentação do veículo para obter uma leitura mais precisa do valor de referência atual na seguradora.
A marca Chevrolet e a presença da Bonanza no cenário automotivo brasileiro
A Chevrolet, uma das marcas mais tradicionais da indústria automotiva mundial, tem uma história marcante no Brasil, especialmente no segmento de veículos utilitários e leves. A chegada de modelos como a Bonanza reforça o papel da montadora na construção de opções de uso prático para famílias, pequenos negócios e profissionais autônomos que precisavam de uma picape robusta, com tração capaz de enfrentar diferentes terrenos. Em meados dos anos 90, a linha de picapes da Chevrolet já era reconhecida pela confiabilidade típica de engenharia GM e pela rede de concessionárias que oferecia suporte técnico, peças originais e assistência pós-venda bem estabelecida.
Quando pensamos na Bonanza S/Luxe 4.1 de 1994, destacam-se aspectos de design que tentam equilibrar a função com o conforto. O estilo da carroceria e os traços da cabine refletiam uma época em que utilitários se aproximavam de layouts mais voltados ao uso diário, sem abrir mão da capacidade de carga. A marca, por sua vez, carregava o peso de uma reputação de inovação constante, com foco em veículos que pudessem atender a diferentes demandas do mercado brasileiro, incluindo serviços de frotas, comércio local e transporte de cargas menores. Em termos de seguro, a presença de uma marca consolidada pode facilitar o acesso a coberturas, já que as seguradoras costumam associar histórico de reparo com disponibilidade de peças originais e redes de assistência técnicas compatíveis com o fabricante.
Para quem atua na corretagem, compreender a identidade da marca ajuda a contextualizar a avaliação de risco. A Chevrolet, tendo uma linha histórica de veículos robustos e fáceis de manter, costuma inspirar confiança entre seguradoras que na prática valorizam a disponibilidade de peças, a facilidade de encontrar oficinas autorizadas e o histórico de uso do modelo no mercado. No caso da Bonanza 4.1, o equilíbrio entre valor de referência da FIPE, condição da unidade e histórico de uso é fundamental para a construção de uma proposta de seguro equilibrada e adequada às necessidades do segurado.
Como a TIPE FIPE influencia o seguro de um veículo antigo como a Bonanza
Ao trabalhar com veículos de idade intermediária, a FIPE funciona como uma bússola para o prazo de indenização e o valor segurado. Em termos práticos, ao ser consultada, a tabela fornece um parâmetro que as seguradoras alinham com o risco de depreciação, custos de reparo e disponibilidade de peças. Em modelos como a Bonanza 4.1, a próxima etapa envolve uma avaliação adicional: a condição do veículo, a existência de peças originais, o cumprimento de revisões periódicas e o histórico de sinistros. Tudo isso pode moldar o nível de cobertura, a franquia, as limitações e, por fim, o prêmio anual.
Para o corretor, é essencial esclarecer ao cliente que a FIPE é apenas um ponto de partida. A seguradora pode exigir inspeção ou documentação específica para confirmar o estado geral do veículo, o que pode influenciar a faixa de valores usados na indenização. Além disso, veículos com alterações estéticas ou mecânicas não originais podem sofrer ajustes de valor, o que impacta diretamente sobre o custo da apólice. Em suma, a TIPE FIPE colabora com uma visão objetiva de mercado, mas o valor final do seguro sempre depende do conjunto de informações que envolvem a especificidade de cada unidade.
Riscos, cuidados e aspectos relevantes para quem possui uma Bonanza antiga
Veículos como a Bonanza S/Luxe 4.1 de 1994 costumam exigir um olhar mais atento de quem atua no seguro automotivo. A idade do veículo implica maior probabilidade de desgaste de componentes, necessidade de reposição de peças originais e, em alguns casos, limitações de uso (por exemplo, em veículos de colecionador ou com baixa quilometragem anual). O corretor deve orientar o cliente quanto a práticas de preservação que ajudam a manter o valor referencial da FIPE, como:
• Manutenção documentada: manter um histórico de revisões, peças originais e serviços em oficinas autorizadas ou de confiança aumenta a credibilidade da condição do veículo diante da seguradora.
• Conservação estética: pintura, interiores e acabamentos originais ou bem preservados influenciam positivamente a percepção de valor e, por consequência, o custo da proteção contratada.
• Registros de uso: informações sobre a finalidade de uso (condição de veículo de passeio, utilitário leve, uso agrícola etc.) ajudam a calibrar o risco de sinistro, especialmente em áreas com maior incidência de uso comercial.
• Documentação de procedência: ter origem lícita, notas de compra, certificados de regularidade para peças e inspeções facilita a validação pela seguradora, reduzindo entraves durante o processo de sinistro.
É importante lembrar que cada seguradora pode adotar políticas específicas para veículos clássicos ou de idade avançada. Alguns seguradores oferecem pacotes específicos com prêmios diferenciados, coberturas adicionais para peças originais, ou condições especiais de amortização de depreciação para peças originais. Nesse cenário, o papel do corretor é orientar o cliente com clareza sobre as vantagens e limitações, sempre com foco na proteção adequada do patrimônio e na conformidade com as regras vigentes da FIPE e da seguradora.
Para quem está pensando em renovar ou contratar um seguro pela primeira vez para a Bonanza de 1994, a dica é planejar com antecedência, pesquisar diferentes propostas e, se possível, contar com avaliações técnicas que atestem o estado do veículo. Um dossiê organizado facilita o diálogo com a seguradora e ajuda a chegar a uma solução de seguro que combine proteção, acessibilidade e utilidade prática para o dia a dia.
Ao final, a compreensão da Tabela FIPE, associada à ficha técnica e ao conhecimento da marca, oferece uma base sólida para quem deseja manter, com tranquilidade, a Bonanza S/Luxe 4.1 de 1994 protegida. A combinação entre a referência de mercado e a avaliação real do estado do veículo permite que o segurado tenha clareza sobre as opções de cobertura, bem como sobre o equilíbrio entre custo, benefício e tranquilidade no uso cotidiano.
Para quem busca uma orientação personalizada sobre as coberturas ideais, limites de indenização e opções de proteção para o seu veículo, considere consultar a GT Seguros e fazer uma cotação. Uma avaliação especializada pode ajudar a alinhar seu seguro com suas necessidades reais, mantendo você protegido com eficiência e tranquilidade.
