| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 31.635,00 |
| Dez/25 | R$ 31.322,00 |
| Nov/25 | R$ 33.825,00 |
| Out/25 | R$ 33.491,00 |
| Set/25 | R$ 32.835,00 |
| Ago/25 | R$ 32.510,00 |
| Jul/25 | R$ 32.563,00 |
| Jun/25 | R$ 32.596,00 |
| Mai/25 | R$ 32.662,00 |
| Abr/25 | R$ 32.083,00 |
| Mar/25 | R$ 32.132,00 |
| Fev/25 | R$ 31.814,00 |
Guia da Tabela FIPE para o GM Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel (1988)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para indicar valores de mercado de veículos usados. Em seguros, ela funciona como um ponto de referência para estimar o valor de reposição ou de mercado de um bem diante de uma cobertura contratada. Quando o tema envolve um modelo clássico, como a Chevrolet Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel de 1988, compreender como a FIPE se aplica pode fazer a diferença na hora de escolher a apólice adequada, entender o custo de seguro e planejar a proteção contra furtos, danos acidentais e riscos específicos de veículos com mais de três décadas de história. Abaixo, exploramos não apenas a relação entre a Tabela FIPE e o seguro de automóveis, mas também mergulhamos na ficha técnica deste SUV raro, no papel da marca GM no Brasil e em orientações úteis para quem cuida de um clássico como este.
Resumo sobre a Tabela FIPE e o seu papel para seguros de veículos
A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) consolida mensalmente preços médios de veículos usados no Brasil, com base em pesquisas de mercado que consideram uma grande amostra de negociações entre consumidores, concessionárias e lojas de veículo usados. Para um modelo específico, como a Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel de 1988, a tabela oferece um valor orientador que o mercado reconhece como referência. Em seguros, esse valor entra no cálculo de coberturas de terceiros, de colisão, de roubo e de valor de reposição em caso de sinistro total. A vantagem de consultar a FIPE é oferecer uma base objetiva, reduzindo assim a subjetividade na avaliação do veículo ao firmar a apólice. Além disso, quando o veículo é antigo ou tem poucas unidades em circulação, a FIPE ajuda a evitar variações extremas de preço que poderiam impactar premiações irregulares ou coberturas inadequadas.

Para quem atua como corretor de seguros ou consumidor final, é essencial entender que a FIPE não é um orçamento de compra atual; ela representa, sim, uma média histórica que pode oscilar conforme condições do mercado, disponibilidade de peças, estado de conservação, histórico de manutenção e a demanda por modelos clássicos. Quando se trata de uma Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel de 1988, muitos agentes recorrem à FIPE como referência inicial, mas ajustam a avaliação com base no exemplar específico, estado de conservação, quilometragem, acessórios originais e a documentação de originalidade. Em termos práticos, a FIPE oferece uma linha de referência para alinhamento entre seguradora, corretor e proprietário, reduzindo ruídos de avaliação e facilitando a tomada de decisão sobre coberturas, franquias e limites.
É válido lembrar: para o seguro de veículos clássicos, as seguradoras costumam considerar fatores adicionais, como museabilidade, histórico de sinistros, valor de reposição por estimativas de mercado de colecionadores e, por vezes, avaliações independentes. Em veículos com menos disponibilidade de unidades, como a Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel de 1988, é comum que a apólice preveja cláusulas específicas para cobertura de peças originais, avaliação periódica de valor e condições distintas de manutenção, com o objetivo de manter a proteção condizente com a importância histórica e o estado de conservação do exemplar.
Ficha Técnica resumida da Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel (1988)
- Motor e alimentação: diesel 4.0 litros com seis cilindros em linha, alimentação por injeção direta, projetado para oferecer torque e força em vias de uso misto, comuns em SUVs de imagem robusta.
- Transmissão e tração: câmbio manual, com opções de tração 4×4 e uma marcha reduzida, adequado para terrenos irregulares e terrenos de cassino urbano, típico dos utilitários de época.
- Carroceria e capacidade: SUV de grande porte com 5 portas, espaço para até 5-6 ocupantes e interior de operação prática para uso familiar ou de trabalho; porta-malas com boa capacidade para equipamentos, ferramentas e bagagens.
- Dimensões e capacidades: comprimento aproximado entre 4,6 e 4,9 metros; largura em torno de 1,8 a 1,9 metros; altura próxima de 1,7 a 1,9 metros; peso estimado perto de 1,9 toneladas; tanque de combustível com capacidade relativa à configuração original, tipicamente de grande porte para deslocamentos de maior autonomia.
Observações sobre a ficha técnica: a Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel de 1988 combina a robustez típica de SUVs de seu tempo com a sofisticação de um motor diesel voltado a oferecer torque para terrenos desafiadores. A configuração de potência e a transmissão manual reforçam a ideia de um veículo pensado para durabilidade, capacidade de reboque e versatilidade de uso. A distribuição de peso, o conjunto de tração 4×4 e o tipo de suspensão influenciam não apenas o desempenho, mas também a forma como o veículo é avaliado em uma apólice de seguro específica para clássicos. Ao considerar a FIPE, vale atentar que a avaliação pode variar dependendo do estado de conservação, da originalidade das peças e da documentação histórica do exemplar.
A Chevrolet (GM) no Brasil e o legado dos SUVs na linha GM
A General Motors teve presença marcante no mercado automotivo brasileiro ao longo de décadas, adaptando modelos para as condições da infraestrutura brasileira, regulamentos e preferências de consumo. A marca Chevrolet, sob o guarda-chuva da GM, consolidou-se como uma das favoritas entre motoristas que buscavam confiabilidade, distribuição de peças e redes de concessionárias amplas. Em especial nos anos 1980 e 1990, os SUVs ganharam espaço considerável no Brasil, combinando utilidade com o espírito aventureiro típico de veículos robustos para uso urbano, rodoviário e em vias com pavimento irregular.
O Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel de 1988 representa uma peça singular dessa história. Trata-se de uma junção entre a filosofia de utilidade de um SUV clássico com a produção local de componentes guiada pela presença da GM no país. O objetivo, naquela época, era oferecer aos consumidores uma opção de veículo com tração 4×4, capacidade de enfrentar terrenos menos integrantes de estruturas urbanas, além de uma imagem que agregasse valor ao dia a dia de quem precisava de espaço, conforto e a ideia de confiabilidade associada à marca Chevrolet. A relação entre a GM e o mercado brasileiro de veículos de grande porte permitiu a disponibilidade de peças, assistência técnica e rede de atendimento para proprietários que, hoje, buscam preservar um exemplar com histórico de fabricação ligado ao período de transição industrial no Brasil.
Para o usuário de seguro, entender a tradição da GM no Brasil ajuda a contextualizar a valorização de modelos clássicos. Seguradoras costumam reconhecer a importância histórica de veículos como a Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel, e isso pode influenciar as opções de cobertura, as cláusulas de originalidade, as franquias e as condições para reconstituição de peças originais. Além disso, o conteúdo histórico da marca pode abrir espaço para coberturas específicas de museabilidade, proteção de peças originais e avaliação periódica de valor, ajustando a proteção à realidade de um automóvel com valor histórico e sentimental para o proprietário.
Como a Tabela FIPE influencia o seguro de veículos clássicos
Para seguradoras, a Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado que orienta o valor de reparo ou de reposição em caso de sinistro. No caso de modelos clássicos, como a Brasinca Blazer CD 4.0 Diesel, a FIPE não é o único fator determinante. A idade do veículo, a raridade, a originalidade das peças, o estado de conservação, a existência de documentação que comprove a procedência, bem como a disponibilidade de peças de reposição, podem exigir avaliações adicionais. Em muitos casos, as apólices para clássicos preveem cláusulas específicas, como a possibilidade de reposição por valor de mercado de colecionadores ou por valor previamente acordado, o que pode assegurar ao proprietário um nível de proteção alinhado com as expectativas de preservação do veículo.
Outra faceta importante é que a FIPE serve como base de ajuste de prêmios ao longo do tempo. Como os modelos clássicos evoluem com o passar dos anos, as seguradoras costumam recalibrar o risco com base em dados de sinistralidade, disponibilidade de assistência especializada e tendências de mercado. Nesse cenário, manter a documentação em dia, realizar manutenções preventivas e conservar peças originais pode favorecer condições de cobertura mais estáveis, com custos de seguro que reflitam o valor real de mercado do veículo em cada período de contratação.
Cuidados e dicas para proteger este veículo no seguro
- Documentação em dia: mantenha registro de toda a manutenção, notas fiscais de serviços, comprovação de procedência de peças originais e histórico de proprietários anteriores. Documentação bem organizada facilita o processo de avaliação pela seguradora.
- Avaliação periódica de valor: para clássicos, é recomendável realizar avaliações periódicas com base na FIPE e em avaliações de especialistas em veículos históricos. Uma atualização de valor ajuda a manter a cobertura condizente com o estado atual do exemplar.
- Conservação e originais: priorize a manutenção com peças originais ou de origem confiável. Peças fornecidas por catálogos de época ou por fornecedores reconhecidos ajudam a manter a integridade do veículo, o que pode influenciar positivamente nas condições de seguro.
- Proteção física e armazenamento: utilize garagem segura, dispositivos ant
