Valor FIPE Atual
R$ 8.205,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 004116-5
Ano: 1986-1
MêsPreço
Jan/26R$ 8.205,00
Dez/25R$ 8.221,00
Nov/25R$ 8.234,00
Out/25R$ 8.254,00
Set/25R$ 8.281,00
Ago/25R$ 8.299,00
Jul/25R$ 8.313,00
Jun/25R$ 8.322,00
Mai/25R$ 8.339,00
Abr/25R$ 8.347,00
Mar/25R$ 8.360,00
Fev/25R$ 8.366,00

Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para a GM/Chevrolet C-10 De Luxe 1986 com opções 2.5/4.1

A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para estimar o valor de veículos usados, especialmente em operações de seguros, venda e negociação. Quando falamos de modelos históricos, como a Chevrolet C-10 De Luxe de 1986, a interpretação dessa tabela precisa considerar particularidades do período, da linha de produção da GM e das variações entre motores disponíveis naquela época. Neste artigo, vamos explorar como a Tabela FIPE se aplica a esse modelo específico, apresentar uma ficha técnica clara e discutir aspectos relevantes para quem atua na área de seguros, educação financeira e preservação de veículos clássicos. O objetivo é oferecer uma visão educativa, com foco na compreensão do valor de mercado, sem entrar em aspectos de preço, já que esses dados são inseridos automaticamente no topo do post conforme a sua publicação.

Ficha técnica — Chevrolet C-10 De Luxe 1986 com opções de motor 2.5 L e 4.1 L

  • Marca/Grupo: Chevrolet (GM do Brasil)
  • Modelo e ano: C-10 De Luxe, versão de 1986
  • Motorização: duas opções disponíveis — 2.5 L (quatro cilindros) e 4.1 L (seis cilindros)
  • Transmissão e tração: câmbio manual (geralmente de 4 velocidades) com tração traseira

A gama C-10 teve ao longo de sua trajetória no Brasil diversas opções de motorização para atender a diferentes demandas de trabalho e uso familiar. A versão De Luxe, associada a acabamento mais completo para o segmento de picapes médias da época, combinava robustez com conforto relativo, características valorizadas por quem utiliza o veículo tanto para trabalho quanto para atividades de lazer. A presença de duas opções de motor, 2.5 L e 4.1 L, permitia ao consumidor optar por maior torque para reboque ou por consumo moderado, conforme a aplicação. A ficha técnica acima resume os pilares básicos que costumam aparecer em catálogos e documentos da época, servindo de referência para seguradoras, avaliadores e interessados em restauração ou preservação do modelo.

Tabela FIPE GM – Chevrolet C-10 De Luxe 2.5/4.1 1986

É importante frisar que, embora as especificações básicas residualizem o que foi fabricado, a prática de seguro e avaliação de mercado também depende de fatores adicionais. Estado de conservação, histórico de manutenção, originais ou não de fábrica, presença de peças de época, quilometragem acumulada, eventual restauração, modificações mecânicas ou estéticas e a originalidade de componentes como motor, câmbio, sistema elétrico e interiores influenciam diretamente o valor de mercado indicado pela FIPE e, por consequência, o prêmio de seguro. Por isso, ao lidar com veículos tão antigos, o acompanhamento de um corretor experiente ajuda a entender como cada detalhe pode alterar a percepção de risco para a seguradora.

Contexto da marca GM e da linha C-10 no Brasil

A General Motors (GM) tem uma presença histórica marcante na indústria automotiva brasileira. Com produção nacional que começou a ganhar escala nas décadas de 1950 e 1960, a GM consolidou uma linha de picapes que se tornou parte importante do cenário de trabalho e de transporte no Brasil. A Chevrolet C-10, derivação da série de caminhonetes de tamanho médio, foi estruturada para atender a demandas profissionais de pequenas e médias empresas, bem como a usuários que buscavam utilidade, durabilidade e facilidade de manutenção. O impulso de projetos como a C-10 De Luxe refletiu uma estratégia de oferecer versões com acabamento diferenciado, aliando robustez mecânica a itens que favoreciam conforto e utilidade prática no dia a dia de quem precisava de uma picape confiável para tarefas de serviço, transporte de cargas leves e deslocamentos informais.

Entre as décadas de 1970 e 1980, a linha C-10 representou uma parte relevante do portfólio da GM no Brasil, respondendo a um mercado com alto volume de operações de trabalho leve a médio. Essa configuração também ajudou a compor o ecossistema de seguros voltados a veículos de frota, caminhonetes usadas para transferir mercadorias ou executar serviços de manutenção de infraestrutura. O legado da C-10 mantém-se vivo entre entusiastas, colecionadores e proprietários que valorizam a história da indústria automobilística nacional, bem como a memória de um período em que o setor automotivo brasileiro vivia um ritmo de crescimento e de transformações tecnológicas relevantes. Entender esse contexto é útil para quem busca avaliação de FIPE, pois a percepção de valor para modelos históricos muitas vezes está ligada a esse repertório de produção, acabamento e disponibilidade de peças originais.

Como a Tabela FIPE impacta a avaliação de seguros para a C-10 De Luxe 1986

A Tabela FIPE funciona como uma referência central para a maioria das seguradoras ao estabelecer uma base de custo de reposição ou de avaliação de risco de um veículo usado. Para modelos como a C-10 De Luxe de 1986, a FIPE considera o conjunto de fatores observáveis nas transações de venda de veículos similares no mercado, bem como o histórico de circulação de peças originais, condições de conservação e disponibilidade de registros de manutenção. Em seguros, esse referencial ajuda a determinar o valor de indenização em caso de perda total, roubo ou dano, além de influenciar o prêmio mensal, o que reforça a importância de manter a documentação em dia e de preservar a originalidade do veículo sempre que possível.

Para modelos com mais de três décadas de uso, a leitura da FIPE pode exigir uma leitura cuidadosa de variações entre versões e de particularidades regionais de circulação. A C-10 De Luxe de 1986, com motores 2.5 L ou 4.1 L, pode apresentar diferenças de valor entre unidades com motor 4.1 L, que tradicionalmente entregam maior torque e uma experiência de condução mais robusta, e aquelas com o menor deslocamento (2.5 L), que costumam apresentar uma curva de demanda diferente no mercado de usados. Ainda assim, a FIPE tende a consolidar um intervalo de referência para cada combinação de ano e versão, servindo como âncora para negociações de seguro e de venda, desde que acompanhada de uma avaliação especializada que leve em conta o estado real do veículo.

Além disso, é comum que seguradoras identifiquem variações de valor em função de itens de segurança, de documentação como o manual original, de histórico de manutenção comprovado, de alterações mecânicas ou estéticas e de reformas que possam ter impactado a originalidade. Em veículos de coleção ou com interesse histórico, algumas seguradoras aceitam avaliações adicionais de mercado, realizadas por peritos especializados, para complementar o valor informado pela FIPE e oferecer cobertura adequada à condição real da unidade. Nesse sentido, o diálogo com o corretor de seguros torna-se ainda mais relevante, já que ele pode orientar sobre a melhor forma de apresentar a documentação e indicar opções de cobertura que protejam desde o valor de reposição até a integridade de itens originais que valorizam o veículo.

É útil também considerar que mudanças ao longo da vida do veículo, como restaurações, substituição de componentes por itens conservados originais ou de época, e a presença de modificações mecânicas não originais, podem influenciar o valor de mercado estimado pela FIPE. Quando a finalidade é contratar um seguro, o objetivo é cobrir de forma adequada o potencial financeiro envolvido na reposta ao risco, levando em conta tanto o valor de reposição quanto o custo de eventuais peças ou reparos necessários para deixar o veículo em condições de uso. O papel do corretor, nesse cenário, é orientar sobre quais informações entregar à seguradora para que o valor de referência seja compatível com a realidade da unidade, sem gerar sob ou subvalorização que possa comprometer a proteção contratada.

Dicas educativas para quem trabalha com seguros de veículos antigos

Para quem atua na área de seguros, algumas práticas ajudam a alinhar a avaliação com a realidade do veículo, especialmente quando se trata de modelos históricos como a Chevrolet C-10 De Luxe 1986. É fundamental manter uma documentação integrada e atualizada, com histórico de manutenções, notas fiscais de peças originais, recibos de restauração (quando houver), e registros de inspeções técnicas que comprovem o estado atual da picape. Além disso, a inspeção física do veículo deve abordar itens cruciais, como o estado do motor, sistema de freios, suspensão, pneus, iluminação, sistema elétrico e acabamento externo e interno. A afinidade com o modelo, a disponibilidade de peças de época e o caráter de conservação histórica também devem ser considerados na hora de estabelecer coberturas adicionais, como proteção contra roubo de itens originais, cobertura de peças de substituição de época, ou garantia estendida para componentes mecânicos específicos.

Outra prática valiosa é entender que a FIPE funciona como uma referência de mercado, mas não é estática. Em cada região do Brasil, a demanda por determinados modelos e versões pode variar, o que impacta o valor de reposição em situações reais de sinistro. Por isso, a avaliação de risco e a proposta de seguro devem considerar o contexto local, o uso previsto do veículo e o perfil do condutor. Em modelos clássicos, também é comum que as seguradoras ofereçam opções de apólices com cobertura específica para restauração, com limites de indenização que reflitam a qualidade de componentes originais ou de época, bem como a possibilidade de coberturas diferenciadas para acidentes de trânsito, danos acidentais, colisões com objetos estáticos e eventos naturais que possam afetar o veículo.

Se o objetivo é proteger uma C-10 De Luxe 1986 com motor 2.5 L ou 4.1 L, é essencial dialogar com um corretor que entenda as particularidades do modelo, a importância de peças originais e a valorização histórica que o veículo pode apresentar para colecionadores e entusiastas. Um profissional experiente pode orientar sobre as melhores estratégias de cobertura, as inclusões recomendadas (como assistência 24h, carro reserva em caso de sinistro, e extensões para acessórios de época) e as condições de renovação da apólice que garantam a proteção contínua ao longo do tempo.

Convergência entre educação financeira, histórico automotivo e proteção adequada

Ao lidar com veículos históricos, a educação financeira se cruza com o cuidado técnico e a compreensão do mercado de seguros. Entender a função da FIPE, as nuances da linha C-10 e a forma como cada motor pode influenciar o desempenho do veículo ajuda proprietários e corretores a tomar decisões mais informadas sobre a proteção. Para quem está adquirindo uma C-10 De Luxe 1986, vale a pena investir tempo na verificação de originalidade, no registro de manutenções e na coleta de documentação que comprove a condição atual. Isso facilita o processo de cotação e reduz surpresas futuras, tanto no valor segurado quanto nos custos com sinistros.

Em resumo, a Tabela FIPE para a Chevrolet C-10 De Luxe 1986, com opções de motor 2.5 L e 4.1 L, oferece um referencial valioso, mas deve ser interpretada com cuidado e complemento por avaliações técnicas, histórico de manutenção e consideração da originalidade de cada unidade. A soma desses elementos ajuda a construir uma proteção de seguro mais fiel à realidade do veículo, promovendo tranquilidade para quem utiliza, restaura ou conserva esse modelo marcado pela memória da indústria automobilística brasileira.

Se você está buscando uma abordagem ainda mais personalizada para este modelo específico, considere conversar com a GT Seguros para uma cotação sob medida. Uma avaliação dedicada pode alinhar o seguro ao seu uso, ao estado do veículo e ao seu perfil como titular, garantindo proteção adequada sem comprometer o orçamento.