| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 19.394,00 |
| Dez/25 | R$ 18.739,00 |
| Nov/25 | R$ 18.106,00 |
| Out/25 | R$ 17.494,00 |
| Set/25 | R$ 16.903,00 |
| Ago/25 | R$ 16.816,00 |
| Jul/25 | R$ 17.427,00 |
| Jun/25 | R$ 17.332,00 |
| Mai/25 | R$ 17.835,00 |
| Abr/25 | R$ 18.302,00 |
| Mar/25 | R$ 17.741,00 |
| Fev/25 | R$ 17.633,00 |
Guia prático sobre a Tabela FIPE para GM Corsa Sed Classic Life 1.6 MPFI VHC 8V (2006) e o efeito no seguro
Ficha técnica do Chevrolet Corsa Sed Classic Life 1.6 MPFI VHC 8V (2006)
O Chevrolet Corsa Sed Classic Life 1.6 MPFI VHC 8V, ano de 2006, é um exemplar típico de compacto sedan produzido pela GM do Brasil para atender a usuários que buscam econômica, facilidade de manutenção e uso diário confiável. Abaixo, apresentamos uma ficha técnica resumida para facilitar a compreensão do veículo e ajudar na avaliação de seguro, com foco em informações essenciais que costumam constar na Tabela FIPE e na prática de apólices.
- Motor: 1.6 MPFI VHC 8V
- Transmissão: manual de 5 velocidades
- Tração: dianteira
- Combustível: gasolina
Observação: a ficha técnica pode variar conforme o equipamento original de fábrica e a configuração de cada unidade, bem como eventuais opcionais. Dados adicionais, como potência, torque ou dimensões, costumam aparecer em manuais ou notas técnicas específicas do veículo e podem apresentar pequenas variações entre unidades do mesmo modelo.

Sobre a marca GM e a linha Corsa no Brasil
A General Motors, fabricante por trás da marca Chevrolet no Brasil, tem uma história marcada pela produção de veículos populares, acessíveis e com ampla rede de concessionárias. Desde a década de 1960, a GM consolidou-se como uma das opções de mobilidade mais económicas para famílias brasileiras, acompanhando as mudanças de mercado com versões que priorizam custo de aquisição, manutenção e disponibilidade de peças. Dentro desse portfólio, o Corsa Sed Classic emergiu como uma opção de uso diário para quem busca conforto em cidade e baixos custos operacionais.
O Corsa, em sua geração sedã, ficou conhecido por um conjunto balanceado entre espaço interno, baixo consumo relativo ao período e robustez mecânica. Mesmo sendo um modelo de fabricação antiga, a disponibilidade de peças de reposição no Brasil permanece alta, o que facilita não apenas a manutenção, mas também a avaliação de seguro para proprietários que desejam coberturas justas ao longo de anos de uso. Além disso, a rede de assistência da GM, muitas vezes integrada a redes parceiras, facilita a gestão de sinistros e serviços de manutenção com relativa praticidade.
Ao considerar a Tabela FIPE para este veículo, é importante compreender que a percepção de valor de uma peça tão antiga depende de mudanças no mercado e de como a FIPE acompanha as variações de preço de carros usados. O valor venal de referência é utilizado por seguradoras para determinar a indenização em caso de perda total ou para estabelecer a base de cobertura, sempre levando em conta o modelo, o ano, a versão, o estado de conservação e a quilometragem. No caso do Corsa 2006, a idade do veículo entra como fator de depreciação, mas a manutenção adequada e o histórico do veículo podem atenuar esse efeito, sobretudo quando o proprietário demonstra cuidado constante.
Por que a Tabela FIPE é relevante para seguros
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência de mercado para o valor de carros usados no Brasil. Ela serve de base para diversos pleitos: negociação entre comprador e vendedor, avaliação de crédito, estabelecimentos de prêmios de seguro e até mesmo indenizações em casos de sinistros. No seguro de automóvel, o valor definido pela FIPE é comumente utilizado para indicar o “valor venal” do veículo, que por sua vez determina limites de cobertura, valores de franquias e de indenização em situações de perda total. É comum que a seguradora utilize esse benchmark para calcular o risco, o prêmio e o regime de indenização, sempre alinhando com políticas internas e com as escalas de risco da seguradora.
Entender a FIPE ajuda o consumidor a ter clareza sobre o que está sendo coberto:
– Como o valor do veículo pode oscilar com o tempo;
– O impacto da variação de quilometragem, estado de conservação, e histórico de sinistros no custo do seguro;
– A necessidade de atualizar a apólice conforme o veículo envelhece ou recebe melhorias;
– A relação entre o valor segurado e a cobertura de danos a terceiros, assistências e prestações de serviço ao segurado.
É comum encontrar discrepâncias entre o preço pago na compra e o valor FIPE, principalmente quando o carro recebe modificações especiais, quando há sinistros anteriores ainda não reparados adequadamente, ou quando o modelo possui diferentes versões com distintos níveis de equipamento. Por isso, a FIPE não deve ser encarada como preço de venda, mas como referência coerente para estimar o valor de mercado, especialmente útil para seguros, financiamentos, e avaliações de impostos. Ao analisar a Tabela FIPE para o Corsa Life 1.6 2006, vale considerar a palavra-chave de uma apólice: adequação. A seguradora irá verificar se o valor segurado está condizente com a realidade do veículo, de modo a evitar subseguro (valor de indenização menor que o real) ou superseguro (valor pago em prêmio desnecessariamente alto).
Como a idade do veículo, desgaste e manutenção influenciam o valor segurável
O tempo de uso de um automóvel impacta, de forma direta, a qualidade de seus componentes e, por consequência, o prêmio do seguro. No caso de um GM Corsa Sed Classic Life 1.6 2006, algumas regras costumam se aplicar, levando em conta a deprecição natural de peças, desgaste de componentes de desgaste rápido (como freios, suspensão, pneus) e a probabilidade de falhas elétricas conforme o tempo. A FIPE, ao refletir o valor de mercado, considera a idade média de cada modelo; porém, para fins de seguro, as seguradoras avaliam ainda o histórico do veículo, incluindo:
– Quilometragem atual: quanto mais rodado, maior a probabilidade de desgaste de itens críticos. Quilometragens muito altas costumam reduzir o valor segurável, a depender do estado geral.
– Manutenção regular: carros com revisões em dia, peças originais e histórico de trocas de itens-chave tendem a manter melhor o valor de indenização em caso de sinistro.
– Conservação do veículo: conservação externa e interna, presença de amassados, ferrugem, desgaste de estofados e funcionamento de itens como ar-condicionado, vidros e sistema elétrico podem influenciar a percepção de valor pela seguradora.
– Histórico de sinistros: um passado limpo, sem ocorrências relevantes, facilita manter um patamar de prêmio compatível com o valor FIPE, enquanto sinistros frequentes podem elevar o custo da apólice ou reduzir o valor segurado.
Ao proprietário, é recomendável manter diaries de manutenção, guardar notas de serviços realizados e, se possível, registrar fotografias periódicas do estado do veículo. Esses elementos ajudam a comprovar o bom estado de conservação e, consequentemente, a justificar uma faixa de valor segurável condizente com a realidade do Corsa. A escolha de coberturas, franquias e serviços adicionais, como proteção veicular contra roubo/furto ou assistência 24h, também pode influenciar o custo total do seguro, num equilíbrio com o valor mantido pela FIPE.
Atenção à marca: confiabilidade, rede de assistência e disponibilidade de peças
Ao considerar a relação entre a Tabela FIPE e o seguro, vale destacar a importância da marca e da rede de assistência. A Chevrolet, com a herança da GM, historicamente oferece uma rede ampla de pontos de atendimento, o que facilita a regularização de sinistros, obtenção de peças originais e manutenção adequada de modelos da linha Corsa. Em veículos da década de 2000, a disponibilidade de peças originais ainda é relativamente boa, o que pode reduzir o tempo de reparo e, por consequência, o tempo sem uso do veículo durante um sinistro. Tudo isso impacta, de forma indireta, no custo total do seguro, pois reparos mais rápidos costumam limitar frete, mão de obra e custos de guincho, influenciando o prêmio final de seguro de automóvel.
Por outro lado, é essencial reconhecer que carros mais antigos, como o Corsa 2006, costumam exigir atenção especial com itens de desgaste, como sistemas elétrico e de ignição, suspensão, freios, pneus e fluídos. A manutenção preventiva ampla, com trocas programadas, pode manter o veículo em condições ideais e, assim, preservar o valor segurável próximo ao valor FIPE para a versão Life do modelo 1.6. Essa prática, aliada a escolhas de cobertura que considerem componentes específicos do veículo, como itens de segurança e proteção contra roubo, tende a oferecer equilíbrio entre proteção e custo de seguro. Em resumo, a combinação da confiabilidade da marca, da disponibilidade de peças e da atenção aos itens de desgaste é fundamental para manter o custo de proteção adequado ao veículo.
Estratégias de leitura da FIPE para o Corsa 2006 na prática de seguros
Para quem utiliza a FIPE como referência de seguro, aqui vão algumas estratégias úteis que ajudam a obter uma cobertura adequada, sem pagar valor desnecessário:
- Use a FIPE como base, mas ajuste o valor segurado conforme o estado de conservação, o histórico de manutenção e a quilometragem atual do veículo.
- Considere a escolha de coberturas adicionais que façam sentido para um carro antigo, como a proteção de peças de alto custo (radiadores, câmbio, sistema elétrico) ou assistência residencial e de guincho ampliada para condução em locais remotos.
- Mantenha a documentação de revisões e peças originais à disposição da seguradora para comprovar o estado do veículo no momento da contratação ou da renovação da apólice.
- Avalie a relação custo-benefício entre franquias e coberturas. Em alguns casos, reduzir a franquia pode não compensar se o valor segurado estiver muito próximo da FIPE, enquanto uma franquia maior pode tornar a apólice mais econômica para sinistros de menor valor.
O objetivo é chegar a uma apólice que reflita com fidelidade a realidade do veículo. A Tabela FIPE é uma referência estável ao longo do tempo, mas a seguradora, ao considerar o custo do seguro, também observa as particularidades do veículo, o perfil do condutor, o uso diário, os locais de circulação e o histórico de sinistros. Ao aliar esses elementos, é possível chegar a uma proteção que garanta a tranquilidade do proprietário do Corsa Sed Classic Life 1.6 MPFI VHC 8V 2006, sem surpresas no momento de acionar a cobertura.
Para quem deseja conduzir com mais segurança e tranquilidade, vale conversar com a GT Seguros sobre as opções de proteção disponíveis para esse modelo específico. Uma cotação simples pode alinhar a taxa de prêmio com as necessidades reais do veículo, levando em consideração o valor estimado pela FIPE, o estado do carro e as coberturas que melhor atendem ao seu dia a dia. Faça a leitura com atenção, avalie as opções e escolha o caminho que melhor protege você e o seu Corsa.
Concluindo, entender a Tabela FIPE, o papel da marca GM e as particularidades do Corsa Sed Classic Life 1.6 MPFI VHC 8V de 2006 ajuda o proprietário a fazer escolhas mais conscientes na hora de contratar o seguro. O equilíbrio entre o valor venal, o estado de conservação e as coberturas desejadas tende a resultar em proteção sólida, com prêmio adequado e tranquilidade para enfrentar os desafios do trânsito moderno.
Chamada final: para quem busca a melhor proteção para seu veículo com base no valor real do carro e nas suas necessidades, faça uma cotação com a GT Seguros e descubra opções sob medida para o Corsa 2006, com a confiabilidade de quem entende de seguros automotivos.
