| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 99.081,00 |
| Jan/26 | R$ 99.300,00 |
| Dez/25 | R$ 98.495,00 |
| Nov/25 | R$ 98.644,00 |
| Out/25 | R$ 98.883,00 |
| Set/25 | R$ 99.202,00 |
| Ago/25 | R$ 99.412,00 |
| Jul/25 | R$ 99.572,00 |
| Jun/25 | R$ 99.673,00 |
| Mai/25 | R$ 99.873,00 |
| Abr/25 | R$ 99.964,00 |
| Mar/25 | R$ 100.115,00 |
Guia abrangente sobre a Tabela FIPE para o Corvette da GM em 1998: versões com motor 5.7/6.0/6.2 e o apelo do Targa/Stingray
A Tabela FIPE funciona como referência de mercado para veículos usados no Brasil, reunindo dados que ajudam seguradoras, compradores e vendedores a entenderem uma faixa de valor baseada em ano, modelo, versão e condições do veículo. Quando o assunto é o Chevrolet Corvette, especialmente o modelo de 1998 na linha GM com opções que costumam ser descritas como 5.7/6.0/6.2 e com carroceria Targa ou Stingray, é fundamental entender como esses elementos influenciam a leitura da tabela. Este artigo explora o que a FIPE considera, o que diferencia as variações de motor e carroceria e, principalmente, como esses fatores impactam a avaliação para seguro e contratação de coberturas. O objetivo não é apresentar preços, mas explicar o que está por trás dos números para que você possa tomar decisões mais bem informadas.
O que é a Tabela FIPE e como ela se aplica ao Corvette GM de 1998
A Tabela FIPE é um sistema de referência utilizado no Brasil para estimar o valor de mercado de veículos usados. Ela agrega dados de negociação, oferecendo faixas de preço que ajudam seguradoras e compradores a chegar a um acordo. No caso do Corvette GM de 1998, a FIPE costuma contemplar as diferentes configurações de motor e carroceria disponíveis para aquele ano-modelo, com especial atenção às informações registradas de fábrica, bem como ao histórico de uso registrado no país. Importante esclarecer: a FIPE não determina custos ou pagamentos de seguro; ela oferece uma referência de mercado que influencia cálculos de indenização, franquias e parcelas de seguros, entre outros aspectos. Por isso, entender como as variações (motor, carroceria e acabamento) aparecem na tabela é essencial para quem atua no ramo de seguros, corretoras e clientes que buscam proteção adequada para um veículo de nicho e alto desempenho como o Corvette 1998.

Quando falamos de Corvette com motor 5.7/6.0/6.2 e com carroceria Targa ou Stingray, o interpretador da FIPE observa diferentes ventos de mercado: as variações de motor, os pacotes de equipamentos, o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de serviço. Tudo isso influencia na faixa de valores registrada pela FIPE para aquele ano específico. Não se trata de uma precificação fixa, mas de uma referência que deve ser interpretada no conjunto de dados do veículo, incluindo documentação, origem, singularidades de cada unidade e eventual modificação posterior. Esse cuidado é importante para quem usa a FIPE como base para contratar um seguro ou para negociações de compra e venda com maior previsibilidade.
Para entender a aplicação prática, pense no Corvette 1998 em três dimensões-chave: motor (quais blocos e calibrações são reconhecidas pela FIPE), carroceria (cooupe com teto fixo, targa com teto removível, ou configurações específicas que aparecem nos registros) e estado de conservação (condição de uso, histórico de manutenção, possíveis modificações). A soma desses fatores resulta na faixa de referência da FIPE e na possível variação de prêmio de seguro, franquias e coberturas, sempre levando em conta as políticas da seguradora e o perfil do proprietário.
Ficha técnica essencial do Corvette 1998 (visão geral, com foco nas versões Targa e Stingray)
- Marca e modelo: Chevrolet Corvette (GM), geração C5, ano-modelo 1998
- Tipo de carroceria: 2 portas, duas portas com opção de teto removível tipo Targa; versões de coupé com o formato esportivo característico da linha
- Motorização: motor V8 de 5.7 litros na configuração comum de fábrica para aquele período, com calibrações que atingiam potências próximas ao patamar de alto desempenho da época
- Transmissão: opções de câmbio manual de 6 marchas e automática de 4 velocidades, com cada configuração oferecendo distintos atributos de condução e consumo
- Tração: traseira (RWD), o que reforça o comportamento esportivo típico da Corvette
- Número de lugares: 2 passageiros
- Dados gerais de desempenho (faixa típica para o conjunto da geração): aceleração e velocidade máxima variam conforme a configuração, peso, aerodinâmica e condições de uso; o Corvette 1998 é reconhecido pela entrega de resposta rápida do motor V8 e pela estabilidade em condução em estrada aberta
- Consumo de combustível (ou rendimento energético): alimentado a gasolina; o consumo varia conforme uso, peso de carga, condição de pneus e estilo de condução; para um esportivo da época, o desempenho é prioritário, com prudência ao planejar necessidades de abastecimento em itinerários longos
- Dimensões e peso (aproximados, variando com a versão e o estado do veículo): carroceria curta, compacto para o segmento, com peso que se alinha a um esportivo dianteiro de duas portas; as medidas exatas dependem da configuração específica (Targa ou Coupé) e de itens opcionais instalados
- Acessórios e tecnologia: itens de série variáveis entre as versões e pacotes; entre eles, sistemas de segurança e conforto, com o objetivo de manter o caráter clássico e o desempenho característico do Corvette
Observação sobre o entitlement de motor: a família de motores de 5.7 litros foi a base mais comum para aquele Corvette de fim dos anos 90. Em algumas leituras da FIPE, aparecem menções a variantes de configuração que podem abranger evoluções de potência em diferentes mercados ou em registros oficiais da GM. O que importa para o seguro é reconhecer que, independentemente da nomenclatura de motor, o Corvette de 1998 carrega características de alto desempenho, com ênfase na condução esportiva, qualidade de construção e histórico de uso. Essas características influenciam diretamente a avaliação de risco, a necessidade de coberturas como dano a terceiros, roubo, incêndio e acessórios, bem como a necessidade de coberturas adicionais para itens de alto valor como teto Targa removível e componentes originais de fábrica.
Como diferenciar as versões Targa e Stingray dentro da leitura FIPE
O termo Targa, historicamente, está ligado a uma configuração de carroceria com teto removível, mantendo o painel fixo e oferecendo uma experiência de condução que aproxima o Corvette do conceito de roadster com tetos removíveis. Já o termo Stingray, no universo da linha Corvette, carrega uma tradição de design esportivo que remete aos modelos históricos da marca. Em 1998, a família C5 apresentava principalmente a opção de teto removível (Targa) na linha Coupé, enquanto o apelido Stingray aparece mais como referência de estilo esportivo do que como uma designação de versão distinta dentro da geração C5. Na FIPE, etiquetas associadas a “Targa” costumam constar para identificar a presença do teto removível, affectando o peso, o centro de gravidade e o custo de manutenção, o que, por consequência, pode influenciar as faixas de valor de referência para aquele exemplar específico. Entender essa diferenciação ajuda a interpretar com mais clareza a leitura da Tabela FIPE e a comparação entre veículos com características semelhantes.
Ao considerar uma contratação de seguro, é essencial informar com precisão a versão do carro, o tipo de carroceria (Targa ou coupe) e o motor disponível no momento da avaliação. Seguradoras utilizam esses dados para calibrar o prêmio, avaliar o risco de sinistro, considerar o custo de reposição de peças originais e estimar o tempo de indenização. Em veículos esportivos com alto valor de mercado, como o Corvette 1998, a precisão das informações facilita a obtenção de coberturas condizentes com o valor de reposição, sem surpresas futuras no momento de acionar a apólice.
Por que a FIPE é relevante para quem trabalha com seguros de veículos
Para corretores e clientes, a FIPE funciona como referência estável para entender o valor de mercado, orientar negociações e balizar a cobertura de seguro. No caso do Corvette GM 1998, a referência de valor pode variar com base na condição mecânica, estado da carroceria, integridade do teto Targa, histórico de manutenção, quilometragem e alterações realizadas ao longo dos anos. Ao cruzar as informações da FIPE com a avaliação prática do veículo, o seguro pode ser estruturado com coberturas que reflitam o risco real, evitando sub ou super cobertura. Além disso, a FIPE serve como base para avaliações de indenização em caso de sinistro, auxiliando na determinação de valores de reposição ou de indenização conforme a política da seguradora. Entender esse ecossistema ajuda tanto o corretor quanto o proprietário a navegar com mais tranquilidade pelo universo de seguros para carros de alto desempenho e peças originais valiosas.
Dicas rápidas para avaliação de um Corvette 1998 na prática
- Verifique a história de manutenção e a consistência do serviço autorizado pela fabricante, com registro de revisões da linha de motor 5.7 L e de eventuais upgrades ou
