| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 69.385,00 |
| Dez/25 | R$ 69.734,00 |
| Nov/25 | R$ 69.618,00 |
| Out/25 | R$ 69.968,00 |
| Set/25 | R$ 70.320,00 |
| Ago/25 | R$ 69.475,00 |
| Jul/25 | R$ 68.748,00 |
| Jun/25 | R$ 69.094,00 |
| Mai/25 | R$ 69.135,00 |
| Abr/25 | R$ 69.123,00 |
| Mar/25 | R$ 69.471,00 |
| Fev/25 | R$ 69.595,00 |
Guia de referência da Tabela FIPE para o Chevrolet CRUZE HB Sport LT 1.8 16V FlexP. 5p Mec 2016
Quando se trata de seguros de automóvel e de avaliações de veículo, a Tabela FIPE é um recurso frequente para estabelecer um valor referencial. Ela serve como base para correções, cálculos de indenização e definição de coberturas, especialmente para veículos usados ou com origem de fábrica já consolidada no mercado brasileiro. No caso específico do Chevrolet CRUZE HB Sport LT 1.8 16V FlexP. 5p Mec 2016, entender como a FIPE se relaciona com esse modelo ajuda o segurado a compreender melhor como é formada a avaliação de risco, bem como a interpretar os valores que aparecem na cotação de seguro ou na hora de acionar a garantia. A seguir, apresentamos uma visão educativa sobre a ficha técnica do veículo, a importância da marca GM no cenário brasileiro e aspectos relevantes para quem busca proteção veicular adequada.
Ficha Técnica do Chevrolet CRUZE HB Sport LT 1.8 16V FlexP. 5p Mec 2016
A ficha técnica de um veículo descreve suas características centrais, fundamentais para entender o comportamento do carro, consumo, desempenho e adequação a diferentes perfis de condução. Para o CRUZE Hatch (HB) Sport LT equipado com motor 1.8 16V FlexP. e câmbio manual de 5 marchas, ano/modelo 2016, apresentamos os pontos-chave que costumam compor a documentação de referência de fábrica e de consultorias técnicas. Vale lembrar que os números podem variar conforme configuração específica, nível de equipamentos e condições de uso. Consulte sempre a ficha oficial do veículo adquirido ou consultada pela FIPE para confirmar as informações exatas da unidade. Abaixo, sintetizamos os componentes centrais dessa versão do Cruze:

Motorização e alimentação: motor 1.8 16V ECOTEC, com tecnologia de alimentação FLEX (capaz de operar com gasolina ou etanol). Trata-se de um conjunto que busca equilíbrio entre desempenho moderado e eficiência para uso urbano e rodoviário, típico de um hatch médio da época. A injeção eletrônica é de múltiponto (ou similar à configuração ECOTEC aplicável à linha GM da época), visando resposta ágil em condução diária e boa adequação a percursos curtos e extensos.
Câmbio e tração: transmissão manual de 5 velocidades associada à traction dianteira. O conjunto de transmissão manual costuma oferecer boa sensação de condução, controle de marchas mais direto e uso adequado em tráfego urbano, com manutenção relativamente simples. A configuração de tração dianteira favorece estabilidade e previsibilidade em diferentes condições de piso, desde as vias urbanas até trechos de estrada de terra leve.
Dimensões, peso e capacidades: o hatch Cruze da geração correspondente tem proporções típicas de um carro compacto/mediano, com foco em espaço interno adequado para cinco ocupantes e bagagem moderada. Em termos de capacidades, espera-se tanque de combustível com capacidade compatível a veículos da faixa, além de espaço de porta-malas adequado para uso familiar. O peso pode variar conforme pacote de equipamentos, rodas, pneus e opcionais. Em resumo, trata-se de um conjunto projetado para atender às demandas do dia a dia com conforto e prática de uso.
Desempenho e consumo: o conjunto motor/transmissão da versão 1.8 16V FLEX oferece desempenho suficiente para circulação urbana, trechos de rodovia e deslocamentos entre cidades, aliado a uma faixa de consumo que depende do combustível utilizado, do estilo de condução e das condições de tráfego. Em termos de economia, veículos desse porte costumam apresentar variações entre uso de gasolina e etanol, com diferenças notáveis no custo por quilômetro rodado. Reforçamos que números específicos de consumo podem variar de acordo com o lote de fabricação, configuração e equipamentos instalados no veículo.
Capacidade de combustível e espaço interno: o capacity de tanque costuma ser compatível com a média do segmento, oferecendo autonomia adequada para viagens sem frequentes abastecimentos. O espaço interno, com foco em conforto para quatro ocupantes e espaço de carga até certo nível, é típico de hatch médio de sua época. A presença de bancos traseiros rebatíveis amplia a versatilidade para pequenos transportes de itens maiores, conforme necessidade do usuário.
Segurança e itens de conforto: itens de segurança frequentemente incluídos em versões esportivas do Cruze compreendem airbag duplo (frontal) e sistemas básicos de frenagem com ABS ou especificações equivalentes, dependendo do pacote de equipamentos. Em termos de conforto, o veículo pode apresentar ar-condicionado, comando de áudio, vidros elétricos, travas elétricas e other conveniences típicas da linha GM na época. A concentração de equipamentos de segurança e conforto pode variar conforme a configuração específica de fábrica, o que impacta, indiretamente, no perfil de risco para seguradoras.
Observação: as informações acima descrevem características comuns associadas à versão citada. Valores numéricos exatos (copiados da engenharia de fábrica) podem variar entre unidades, especialmente entre diferentes meses de fabricação ou pacotes de opcionais. Sempre confira a ficha técnica oficial da unidade em questão ou a referência FIPE correspondente à versão para confirmar números específicos.
A marca GM no Brasil e o papel da Chevrolet no segmento de hatchs
A General Motors (GM) chegou ao Brasil com uma trajetória marcada pela presença de marcas de estreia e pela construção de uma base sólida de produção e distribuição. A Chevrolet, uma das marcas emissoras de veículos mais reconhecidas do grupo, consolidou-se como opção popular entre motoristas que buscam equilíbrio entre custo, desempenho e confiabilidade. A história da Chevrolet no Brasil remonta a décadas, com fábricas que ajudaram a desenvolver a indústria automotiva local, gerando empregos, transferência de tecnologia e uma rede de atendimento que se manteve ao longo dos anos.
Entre os modelos que marcaram presença no mercado, o CRUZE surge como uma opção de segmento médio, com foco em oferecer conjunto de motor, conforto de cabine, espaço interno e comportamentos de condução que agradam tanto a quem dirige diariamente quanto a quem realiza viagens mais longas. A linha Cruze trouxe para o Brasil uma proposta de design moderno para a época, aliados a uma tecnologia de motor que buscava equilíbrio entre desempenho e eficiência. A partir de 2016, o hatch HB Sport LT com motor 1.8 16V FLEX representou uma alternativa interessante para quem queria um veículo com visual esportivo, boas opções de acabamento e um pacote de equipamentos compatível com o que era oferecido no segmento naquele período.
O ecossistema GM no Brasil também envolve o ciclo de reposição de peças, assistência técnica e rede de concessionárias, que, ao longo do tempo, se adaptou a cenários regulatórios, evoluções de segurança veicular e mudanças no comportamento do consumidor. Essa integração entre fabricante, rede de assistência e seguradoras cria um ecossistema que facilita o entendimento de valores de referência, além de permitir que o proprietário tenha acesso a soluções de proteção que acompanhem o ciclo de vida do veículo. Em termos de seguros, conhecer a reputação de procedência da marca, a disponibilidade de peças e a cobertura de serviços associados à rede de serviço pode influenciar a percepção de risco e, consequentemente, o custo da apólice ao longo do tempo.
Como a Tabela FIPE se relaciona com a avaliação de seguro para esse modelo
A Tabela FIPE funciona como ancoragem de referência para o valor de mercado de veículos usados, servindo como base para cálculos de indenização, valor de compra de peças em caso de sinistro e definições de cobertura de seguro. Para o Chevrolet CRUZE HB Sport LT 1.8 16V FlexP. 5p Mec 2016, a FIPE consolida um conjunto de números que refletem, de forma agregada, como o mercado tem avaliado esse modelo ao longo do tempo. Seguradoras costumam usar o valor FIPE como parâmetro inicial para estabelecer o valor segurado do veículo, o que impacta diretamente na calculação do prêmio, bem como na definição de franquias e coberturas. Além disso, a FIPE ajuda a padronizar comparações entre veículos similares, facilitando o processo de cotação para quem busca proteção veicular.
É fundamental compreender que o valor FIPE não é necessariamente o preço pago na loja nem o valor de revenda exato de uma unidade específica. Fatores como conservação, quilometragem, histórico de sinistros, acessórios, estado de conservação da pintura, documentação e documentação de manutenção podem levar o valor de mercado real a ficar acima ou abaixo do índice FIPE. Por isso, ao solicitar uma cotação de seguro, é comum que a seguradora utilize o FIPE como referência, mas também avalie o estado particular do seu carro, assim como o perfil do motorista, o uso previsto e as coberturas escolhidas. Essa combinação resulta em uma apólice alinhada ao risco real e às necessidades de proteção do proprietário.
Para o proprietário do CRUZE 2016, entender as nuances da FIPE ajuda a ter uma visão mais clara de como o seguro se adapta ao momento do veículo no ciclo de vida. Em especial, a idade do automóvel, o histórico de manutenções, a condição de componentes como sistema de freios, suspensão e airbags, bem como o local de circulação — fatores que influenciam o risco de sinistros — entram na estimativa de valor e, consequentemente, no custo do seguro. Em síntese, a FIPE atua como uma bússola no ecossistema de seguros, orientando tanto o cliente quanto a seguradora sobre o patamar de proteção mais adequado para aquele veículo específico, levando em conta as circunstâncias de uso e o valor de reposição.
Aspectos relevantes para quem busca cotação de seguro para esse veículo
Ao planejar a proteção de um Chevrolet CRUZE HB Sport LT 1.8 16V FlexP. 5p Mec 2016, alguns aspectos práticos ajudam a obter uma cotação mais precisa e alinhada com as necessidades do motorista. Abaixo, apresentamos pontos-chave que costumam influenciar o valor do prêmio, a cobertura ideal e a forma de proteção recomendada pela maioria das seguradoras:
- Perfil do motorista e uso do veículo: idade, tempo de CNH, histórico de sinistros e finalidade de uso (uso diário, lazer, deslocamento entre cidades) costumam impactar diretamente o custo do seguro. Um condutor com histórico sem ocorrências tende a ter prêmio menor, enquanto maior exposição ao risco pode elevar o valor.
- Quilometragem anual prevista: veículos com quilometragem alta costumam ter prêmios diferentes por refletirem maior desgaste, o que pode influenciar a escolha de coberturas e limites de garantia.
- Recursos de segurança e proteção: rastreador ativo, alarme/central de alarme, imobilizador, vidro antiesmagamento, carro com travas, entre outros dispositivos, podem reduzir o prêmio, especialmente se a seguradora reconhecer a mitigação de risco causada por esses recursos.
- Local de uso e estacionamento: áreas com maior incidência de roubo/furto ou condomínios com estruturas de proteção podem impactar a percepção de risco. Estacionamento em garagem monitorada ou área com menor índice de criminalidade pode refletir de forma positiva na cotação.
Além desses itens, vale considerar o tipo de cobertura desejada. Muitas pessoas optam por uma combinação que inclua danos a terceiros, colisão, roubo/furto, assistência 24 horas, e cobertura para itens de proteção (vidros, faróis, lanternas, sensores) conforme o perfil de risco. O valor citado pela FIPE como referência é apenas o ponto de partida; cada seguradora pode aplicar critérios específicos para cada categoria de sinistro, para cada tipo de uso e para o perfil único de proprietário.
Outra prática comum é comparar opções entre diferentes seguradoras para encontrar o equilíbrio entre preço e cobertura. A análise de custos deve incluir não apenas o valor do prêmio anual, mas também franquias, limite de indenização, carências, bônus por histórico sem sinistros e a disponibilidade de serviços adicionais, como carro reserva, vistoria anual e redes de oficinas credenciadas. Em resumo, a cotação de seguro para o CRUZE 2016 depende de um conjunto de variáveis que podem ser ajustadas conforme o que o segurado considera mais importante em termos de proteção.
Para quem busca orientação prática, conversar com uma corretora de seguros pode ser útil para entender as opções disponíveis no seu caso. A GT Seguros, por exemplo, oferece consultoria para mapear as coberturas ideais, o valor da proteção e as condições de contratação mais adequadas ao seu orçamento e ao uso do veículo. Caso esteja buscando uma experiência de cotação com adequada personalização, vale a pena considerar uma avaliação com a GT Seguros para alinhar a proteção às suas necessidades sem comprometer a relação custo-benefício.
Por fim, a leitura da Tabela FIPE em conjunto com a ficha técnica do CRUZE e o entendimento da proposta de seguro ajudam o consumidor a ter clareza sobre o que está sendo contratado. O seguro é uma ferramenta de proteção que deve acompanhar o ritmo de vida do veículo e do motorista, considerando as particularidades do exemplar específico, a condição de uso e o cenário de risco do dia a dia. Um planejamento criterioso, apoiado em dados como o FIPE e uma avaliação criteriosa da condição do veículo, facilita a escolha por uma apólice que combine cobertura adequada, valor justo de prêmio e tranquilidade para o proprietário.
Se você está em busca de uma cotação com atendimento especializado, considere uma cotação com a GT Seguros para encontrar a solução mais alinhada às suas necessidades. Proteger bem o seu veículo pode significar menos surpresas e mais tranquilidade no dia a dia.
