| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 83.543,00 |
| Dez/25 | R$ 82.716,00 |
| Nov/25 | R$ 81.898,00 |
| Out/25 | R$ 81.088,00 |
| Set/25 | R$ 82.341,00 |
| Ago/25 | R$ 81.527,00 |
| Jul/25 | R$ 80.721,00 |
| Jun/25 | R$ 79.923,00 |
| Mai/25 | R$ 79.132,00 |
| Abr/25 | R$ 77.582,00 |
| Mar/25 | R$ 76.815,00 |
| Fev/25 | R$ 77.216,00 |
Guia completo sobre a Tabela FIPE para a GM Chevrolet D-20 S Luxe 3.9/4.0 TD Diesel de 1994
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados, servindo como base para negociações, seguros e avaliações de sinistros. Quando falamos da GM, especialmente de modelos icônicos da linha Chevrolet como a D-20, entender como a FIPE classifica e atualiza esses veículos é essencial para quem atua no ramo de seguros de carros e também para quem busca entender o retorno de mercado. A Chevrolet D-20 S Luxe com motor diesel 3.9/4.0 TD, ano de 1994, representa uma época de transição entre utilitários pesados de trabalho e picapes cada vez mais versáteis, com foco em robustez, utilidade e confiabilidade. Abaixo, exploramos como a FIPE aborda esse modelo, traçando uma visão educativa que auxilia tanto corretores quanto clientes a entenderem o raciocínio por trás da cotação de seguro, depreciação e necessidades de proteção veicular.
A marca GM e a trajetória da Chevrolet no Brasil
A General Motors, presente no Brasil há décadas, consolidou a Chevrolet como uma das marcas mais associadas a utilitários e picapes de trabalho. A D-20, no portfólio da GM, foi um exemplo marcante da prática automotiva nacional: unir robustez, força de torque para trabalho pesado e um espaço útil para profissionais que dependem de uma solução de veículo confiável para deslocamentos no campo, construção e atividades logísticas leves. A história da GM no Brasil envolve adaptações locais, redes de concessionárias bem estabelecidas e uma relação próxima com clientes que demandavam disponibilidade de peças, manutenção acessível e peças de reposição de fácil acesso. Nesse ecossistema, veículos como a D-20 ganharam um lugar de destaque por serem duráveis, simples de reparar e com blocos mecânicos cuja manutenção podia ser mantida com componentes de uso comum da época. Ao entender o valor de mercado de um exemplar, é fundamental reconhecer que a marca, associada a uma linha de utilitários com histórico de confiabilidade, agrega atributos que ajudam a sustentar a autoestima de seguro, a confiança do proprietário e a percepção de custo-benefício a longo prazo.

Ficha técnica – Chevrolet D-20 S Luxe 3.9/4.0 TD Diesel (1994)
Abaixo está um retrato técnico resumido da versão D-20 S Luxe com motor diesel 3.9/4.0, de 1994. Este conjunto descreve o que, na prática, compõe o veículo, sem entrar em dados de mercado ou valores de seguro. Observação: as especificações podem variar conforme a configuração exata de cada unidade e lote de fabricação.
- Motorização e desempenho: motor diesel turbo de deslocamento próximo a 4,0 litros, com seis cilindros em linha. O conjunto é voltado para torque útil em baixas rotações, adequado para trabalho de carga e deslocamentos com eficiência para a categoria da picape de uso rural e urbano misto.
- Transmissão e tração: câmbio manual de múltiplas marchas (geralmente 5). Tração típica 4×2, com versões ou configurações que podem oferecer opção de 4×4, conforme o pacote de fábrica ou acessórios instalados pela concessionária.
- Carroceria e utilidade: picape de cabine simples com caçamba, design voltado para utilidade. Estrutura robusta para enfrentar terreno acidentado e demanda de carga, com portas de uso diário e cabine voltada para motorista e um ocupante adicional conforme a configuração.
- Dimensões, peso e capacidade: chassis robusto com capacidade de carga útil condizente com o segmento de utilitários médios da época. Tanque de combustível compatível com uso prolongado em trajetos de trabalho e, em muitos casos, dimensões que favorecem a estabilidade em vias não pavimentadas. Observa-se também uma relação peso/desempenho típica de picapes dotadas de motor diesel de grande deslocamento, com foco em torque e durabilidade.
O que a FIPE leva em conta ao classificar modelos como a D-20
A Tabela FIPE baseia-se em dados agregados de mercado, consolidando valores médios observados ao longo do tempo para veículos parecidos em condições semelhantes. Para modelos como a Chevrolet D-20 S Luxe (1994) com motor diesel, a FIPE observa questões relevantes para seguradoras, compradores e avaliadores, tais como:
- Condição geral do veículo, histórico de uso e manutenção. Um exemplar bem conservado com registros de serviço tende a apresentar valor de referência mais alinhado à média de mercado.
- Tipo de motor e configuração de transmissão, que influenciam a demanda e a disponibilidade de peças, afetando a percepção de risco para seguro e custo de reparo.
- Quaisquer modificações ou adaptações, especialmente aquelas que impactam a segurabilidade, como alterações no sistema de suspensão, rodas/proteções, ou configurações de caçamba trocadas por funções distintas.
- Custos de reparo e disponibilidade de peças: a presença de rede de assistência, disponibilidade de peças originais e a facilidade de manutenção impactam a avaliação de risco para a seguradora.
Para profissionais de seguros, entender a ficha técnica de uma D-20, bem como o histórico de uso do veículo, facilita a avaliação do risco de sinistro, bem como a escolha de coberturas adequadas — desde danos a terceiros até proteção contra roubo, incêndio, colisões e responsabilidade civil. Como esse modelo específico é parte de uma linha mais antiga, é comum encontrar variações entre unidades: algumas com 4×4, outras com 4×2, diferentes pacotes internos, e, por vezes, utilitários adaptados para uso agrícola.
Como interpretar a Tabela FIPE ao considerar o Chevrolet D-20 S Luxe 3.9/4.0 TD Diesel
Ao consultar a Tabela FIPE para esse veículo, alguns pontos de leitura ajudam na prática diária de seguros e avaliação de prêmios:
- O histórico de desvalorização da linha D-20 influencia o índice de depreciação utilizado na apólice. Modelos antiquados costumam apresentar faixas de depreciação diferentes de veículos mais novos, refletindo o desgaste natural e a disponibilidade de reposição de peças.
- A condição de conservação física do veículo, aliada ao estado de funcionamento do motor diesel, impacta diretamente o custo de reparo. Itens como o sistema de injeção, turbocompressor, válvulas, sistema de arrefecimento e a integridade do sistema elétrico são fatores relevantes para seguradoras.
- A localização geográfica e o tipo de uso (campo, cidade, trabalho rural) influenciam o risco de uso e, consequentemente, a avaliação de prêmio no seguro. Viagens em áreas com maior probabilidade de desgaste mecânico ou de sinistro podem exigir coberturas adicionais ou apólices específicas para veículos utilitários de trabalho.
- A disponibilidade de assistência 24h, guincho e serviços de reparo para modelos com peças mais antigas é relevante. A FIPE, ao consolidar dados de mercado, tende a refletir esse viés de disponibilidade na estimativa de valor, auxiliando corretores a propor coberturas proporcionais à realidade do veículo.
Para profissionais que trabalham com corretagem, o conhecimento da Tabela FIPE sobre a D-20 ajuda a estabelecer cenários de seguro mais realistas, definindo franquias adequadas, coberturas complementares (como assistência 24h, proteção a guinção, e cobertura de acessórios) e a necessidade de avaliações periódicas para manter a apólice alinhada ao valor de mercado atual. Além disso, ao explicar ao segurado como a FIPE trabalha, é possível esclarecer por que uma mesma versão de veículo pode apresentar faixas de valor diferentes em momentos distintos, conforme as condições do mercado de usados e as particularidades do estado de conservação de cada exemplar.
Considerações finais para seguradoras e compradores
A Chevrolet D-20 S Luxe 3.9/4.0 TD Diesel, de 1994, representa uma era de utilitários robustos priorizando durabilidade e capacidade de trabalho. Ao tratar desse veículo no âmbito da Tabela FIPE, é útil manter alguns princípios em mente:
- Modelos com motor diesel e alto torque costumam ter custos de manutenção e reposição de peças que variam significativamente conforme disponibilidade regional. Este fator pode influenciar o prêmio de seguro e a escolha de coberturas específicas para danos ao motor ou usados de reposição.
- A configuração de tração e a presença de itens de proteção ou acessórios de trabalho podem alterar o perfil de risco para sinistros, especialmente em trajetos que demandam tração extra ou uso em estradas não pavimentadas.
- A documentação do veículo e a consistência do histórico de manutenção constroem a confiabilidade percebida pelo seguro. Manter recibos, registros de revisões e notas de serviço ajuda a justificar coberturas pensadas de acordo com o real uso do veículo.
- O processo de cotação deve considerar a possibilidade de ajuste de franquias de acordo com o perfil do condutor, do veículo e das áreas de circulação previstas. Um veículo antigo, bem mantido, pode ter vantagens em cobertura com franquias mais acessíveis para sinistros de menor impacto, a depender do perfil de risco.
Para quem busca uma visão estratégica sobre o seguro de um veículo dessa época, a recomendação é trabalhar com corretores que entendam a prática da FIPE, a história da marca e a dinâmica do atual mercado de usados. Uma abordagem bem fundamentada evita surpresas no momento da indenização e ajuda a estruturar uma proteção realmente alinhada às necessidades do segurado.
Se você quiser entender como esse veículo se encaixa na sua estratégia de seguro, ou se precisa de uma cotação com base na Tabela FIPE atualizada e nas condições reais do exemplar, a GT Seguros está pronta para ajudar. Faça já uma cotação com a GT Seguros para ter uma visão clara do cenário de proteção para a Chevrolet D-20 S Luxe 3.9/4.0 TD Diesel 1994.
