| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 9.746,00 |
| Dez/25 | R$ 9.650,00 |
| Nov/25 | R$ 9.555,00 |
| Out/25 | R$ 9.750,00 |
| Set/25 | R$ 9.587,00 |
| Ago/25 | R$ 9.783,00 |
| Jul/25 | R$ 9.687,00 |
| Jun/25 | R$ 9.592,00 |
| Mai/25 | R$ 9.788,00 |
| Abr/25 | R$ 9.988,00 |
| Mar/25 | R$ 10.192,00 |
| Fev/25 | R$ 10.092,00 |
Panorama técnico e mercadológico da Tabela FIPE para o Kadett GLS 1.8 EFI / SL/e 1.8 (1992)
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado automotivo brasileiro para estimar o valor de negociação, mas seu uso vai além da compra e venda. Para quem atua no seguro veicular, entender como esse referencial funciona ajuda a calibrar coberturas, determinações de indenização e a orientar o cadastro de valor de reconstrução do veículo. No caso específico do Chevrolet Kadett GLS 1.8 EFI e da versão SL/e 1.8, fabricadas no início dos anos 1990, esse conhecimento se torna ainda mais relevante, já que carros com mais de duas décadas exigem atenção redobrada em itens de manutenção, disponibilidade de peças e histórico de proprietários. Aqui, exploramos a ficha técnica, o cenário da marca e as implicações da FIPE para seguros, sempre com o foco educativo para quem cuida de proteção veicular.
Ficha técnica do Chevrolet Kadett GLS 1.8 EFI / SL/e 1.8 (1992)
Antes de mais nada, vale destacar que a família Kadett, produzida pela GM no Brasil sob a marca Chevrolet, ocupou posição de destaque no segmento de sedan compactos durante várias décadas. Abaixo apresenta-se uma ficha técnica simplificada, com os principais componentes que costumam interessar a quem avalia seguros, manutenção e custo de propriedade:

- Cilindrada e alimentação: motor 1.8 L (1799 cm³) com injeção eletrônica de combustível EFI, desenho de 8 válvulas, adaptado aos padrões de emissões da época.
- Potência e torque: potência aproximada de 95 cv, com torque em torno de 13 kgf.m, variando conforme a calibragem e o combustível utilizado. Esses valores refletem o comportamento de uso diário, especialmente em trechos urbanos com subidas leves e trechos rodoviários com aceleração moderada.
- Transmissão e tração: transmissão manual de 5 velocidades, com tração dianteira, adequado ao objetivo de economia de combustível e manuseio previsível no uso diário. Em algumas versões, havia configurações de câmbio automáticado ou opções com diferentes pacotes de acabamento, mas a especificação mais comum para o GLS/SL/e envolve manual de 5 marchas.
- Dimensões, peso e capacidade: carro compacto, com comprimento próximo de 4,0 metros e largura em torno de 1,6 a 1,7 metros. O peso em ordem de marcha costuma ficar próximo de 970 kg, com capacidade de tanque de combustível em patamar típico de cerca de 40 litros, variando conforme o ano de fabricação e o acabamento da versão.
Essa síntese técnica oferece uma base estável para entender como o Kadett se comporta em termos de mecânica, conforto e consumo, além de servir como referência prática para cálculos de seguro. Vale lembrar que números exatos podem ter pequenas variações entre unidades, dependendo do mês de fabricação, da origem da cabine (GLS vs. SL/e) e de eventuais alterações de fábrica ocorridas durante a vida útil do veículo.
A Chevrolet e a GM no Brasil: presença histórica e relevância de marca
A Chevrolet, marca de origem norte-americana, encontrou no Brasil um terreno fértil para crescer e se consolidar como uma das referências do mercado de automóveis. A participação da GM no país remonta a décadas, apoiada por linhas de montagem locais, redes de concessionárias e programas de garantia de assistência técnica que contribuíram para a popularização de modelos compactos como o Kadett. O Kadett GLS e suas variantes fizeram parte de uma fase de transição tecnológica e de design, em que injeção eletrônica, diversos itens de conforto e melhorias de segurança começaram a figurar com mais frequência em versões de entrada e de topo. Mesmo com o tempo, o Kadett permanece na memória de muitos motoristas pelo equilíbrio entre desempenho, confiabilidade e custo de manutenção — aspectos que também influenciam pesquisas de seguro, especialmente quando se trata de avaliações de desgaste, disponibilidade de peças originais e histórico de proprietários.
O legado da GM no Brasil também envolve a evolução de redes de assistência, a padronização de processos de qualidade e a adoção de peças de reposição originais para manutenção adequada. Em termos de seguro, essa presença histórica se traduz em um conjunto de percepções sobre confiabilidade e disponibilidade de atendimento, o que, por sua vez, ajuda a seguradora a estabelecer parâmetros de cobertura, períodos de indenização e condições de substituição de peças. Assim, a marca não é apenas um símbolo de design, mas um indutor de valor de reposição, de disponibilidade de peças e de suporte técnico, elementos que guardam relação direta com a Tabela FIPE quando este referencial é utilizado como base para compor o valor segurado.
Entendendo a Tabela FIPE e seu efeito sobre o seguro
A Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é, em essência, um conjunto de valores médios de mercado que refletem a variação de preços de veículos usados no Brasil. Ela é amplamente utilizada por seguradoras como referência para definir o valor de indenização, ou seja, o montante que pode subsidiar a reposição ou reparo, em casos de sinistro total ou parcial. Para o Kadett GLS 1.8 EFI / SL/e 1.8 (1992), o valor FIPE funciona como um norte estável para calibrar a soma segurada, o prêmio e as coberturas oferecidas pela apólice. Desde que a FIPE é atualizada mensalmente, as cotações de seguro podem sofrer ajustes ao longo do tempo, especialmente em carros clássicos ou com menor circulação no mercado, como alguns Kadetts de primeira metade dos anos 90.
É importante entender que o valor FIPE não é o preço de compra atual do veículo, nem representa necessariamente o custo de reparação. Em seguros, ele serve como parâmetro de referência para reconstrução e para estimar perdas, levando em conta fatores como disponibilidade de peças, custos de mão de obra, de museu se houver interesse histórico, e eventuais variações cambiais que afetam o mercado de peças importadas. Assim, quem contrata um seguro com base na FIPE deve observar as cláusulas de indenização, as regras de sub-rogação, e as possibilidades de reposição por peças originais ou equivalentes, caso haja indisponibilidade de itens genuínos. Em síntese, a FIPE é uma bússola do valor de referência, enquanto o contrato de seguro traduz a proteção efetiva contratada pelo proprietário.
Cuidados práticos ao segurar um Kadett de 1992
Ao falar de um veículo com mais de 30 anos de fabricação, surgem particularidades que influenciam não apenas a prática de condução, mas também a decisão de contratação de seguro. Abaixo estão pontos que costumam orientar a avaliação de risco e a escolha de coberturas ideais para o Kadett 1992:
Primeiro, a disponibilidade de peças e a complexidade de manutenção: para modelos antigos, a reposição de peças originais pode exigir tempo de entrega maior ou o uso de peças paralelas. Isso impacta diretamente o custo de reparo e, consequentemente, o prêmio. Por isso, é comum que seguradoras considerem cenários de maior facilidade de reposição ao adaptar as coberturas, incluindo opções de peças de reposição e serviços de assistência técnica especializada. Em segundo lugar, o histórico do carro: regularidade de revisões, manutenção em dia, trocas de componentes críticos (freios, suspensão, sistema de direção) e o registro de sinistros anteriores influenciam a percepção de risco. Tratar de manter o Kadett com registros organizados facilita a avaliação pelo corret
