Valor FIPE Atual
R$ 11.808,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 004043-6
Ano: 1995-1
MêsPreço
Jan/26R$ 11.808,00
Dez/25R$ 11.693,00
Nov/25R$ 11.578,00
Out/25R$ 11.816,00
Set/25R$ 11.856,00
Ago/25R$ 11.739,00
Jul/25R$ 11.623,00
Jun/25R$ 11.509,00
Mai/25R$ 11.465,00
Abr/25R$ 11.414,00
Mar/25R$ 11.301,00
Fev/25R$ 11.190,00

Como interpretar a Tabela FIPE para o Chevrolet Kadett GLS 1.8 EFI / SL/e 1.8, 1995

Em um cenário de seguros automotivos, a Tabela FIPE funciona como uma bússola para entender o valor de referência de um veículo usado. O Chevrolet Kadett GLS 1.8 EFI e a versão SL/e 1.8, ano de 1995, integram um capítulo específico desse universo: modelos de transição entre tecnologia analógica e soluções eletrônicas, dentro de um contexto brasileiro onde a rede de assistência e a disponibilidade de peças moldam a confiabilidade de manutenção. Este artigo explora como ler a Tabela FIPE para esse Kadett, apresenta a ficha técnica do modelo, comenta o papel da marca GM na história automotiva do Brasil e aponta impactos práticos para quem busca proteção por meio de seguro veicular. Tudo com foco educativo, para que proprietários e profissionais de corretagem possam entender como esse conjunto de informações influencia decisões de seguro, sem depender de números de comparação de mercado que já estarão no topo do post.

A Tabela FIPE é amplamente utilizada por seguradoras, compradores e vendedores para estimar o valor de referência de veículos usados. Ela coleta dados de transações do mercado, atualiza mensalmente e categoriza modelos por ano, versão e condições gerais. Para o Kadett de 1995, a leitura exige atenção às variantes GLS e SL/e, já que pequenas diferenças de acabamento podem influenciar, mesmo que modestamente, o quanto o veículo é considerado valioso no momento de uma cotação de seguro, de indenização ou de reajustes contratuais. Em termos práticos, entender essa referência ajuda a calibrar a cobertura, o valor segurado e as franquias, equilibrando custo de prêmio com a proteção efetiva do bem.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Kadett GLS 1.8 EFI / SL/e 1.8 1995

Ficha Técnica do Chevrolet Kadett GLS 1.8 EFI / SL/e 1.8 (1995)

  • Motor: 1.8 L com alimentação eletrônica (EFI), com deslocamento próximo de 1,8 litro
  • Potência: aproximadamente entre 90 e 100 cv
  • Transmissão: manual de 5 velocidades
  • Tração: dianteira

A ficha técnica acima resume o que define o Kadett de 1995 para fins de seguro e manutenção: motor de 1,8 litro com injeção eletrônica, transmissão manual e tração dianteira, combinação que favorece dirigibilidade com consumo moderado para a época. A presença de EFI indica maior controle sobre a mistura ar-combustível, contribuindo para a eficiência e para as exigências de emissões daquela década. Em termos de seguros, esse conjunto de características influencia a avaliação de risco, a disponibilidade de peças originais e as opções de reparo, sem falar na avaliação de depreciação prevista pela FIPE para o modelo específico da configuração GLS ou SL/e.

A história da marca GM no Brasil e o papel do Kadett

Nos anos 90, a General Motors consolidou presença significativa no mercado brasileiro, investindo em linhas que combinavam produção local com tecnologias importadas. O Kadett foi um marco dessa atuação, oferecendo espaço interno, conforto e uma proposta de valor associada a uma marca com rede de concessionárias e assistência técnica bem estabelecida no território nacional. As versões GLS e SL/e do Kadett refletiam diferentes linhas de acabamento, mantendo a base mecânica comum: motor 1.8 EFI, câmbio manual e uma configuração que, para a época, priorizava dirigibilidade em uso diário e viagens curtas. O Kadett, neste contexto, ajudou a moldar a percepção de veículo acessível, confiável e capaz de acompanhar a demanda de famílias e profissionais que precisavam de um carro com boa relação custo-benefício, além de ser um objeto de confiança para quem dependia de serviço de assistência e de disponibilidade de peças para manutenção.

Essa herança da GM no Brasil não se resume apenas ao design ou à mecânica: ela impacta a forma como as seguradoras avaliam sinistros, a disponibilidade de peças originais e o comportamento da frota em termos de risco. Modelos antigos muitas vezes requerem atenção adicional no momento da cotação, com avaliações que consideram a idade, o estado de conservação, o histórico de manutenções e a oferta de serviços de reparo. O Kadett de 1995, por exemplo, pode exigir maior cuidado com itens como suspensão, freios e componentes elétricos, que, ao longo de décadas, apresentam desgaste natural. Reconhecer esse cenário ajuda proprietários e corretores a alinhar expectativas entre o valor de referência da FIPE e as necessidades de proteção, evitando surpresas na vigência da apólice ou em casos de sinistro.

Como a FIPE se relaciona com a prática de seguro para o Kadett de 1995

A relação entre a FIPE e o seguro envolve a utilização de valores de referência para calibrar coberturas, limites de indenização e regimes de franquia. Em veículos com mais de duas décadas, a depreciação e a disponibilidade de peças podem ter efeitos mais pronunciados no custo total da proteção. A FIPE funciona como uma base estável para orientar decisões sobre o preço segurado, mas a seguradora também avalia fatores adicionais: histórico de uso (dia a dia, rodagem urbana ou viagens), condições de conservação, quilometragem registrada, histórico de sinistros e a presença de itens adicionais instalados que possam influenciar o risco (alarmas, rastreadores, dispositivos de imobilização, etc.). Para o proprietário, entender esses elementos facilita a negociação de coberturas que protegem contra colisões, roubo, incêndio, danos a terceiros e, em alguns casos, danos causados por eventos naturais ou catástrofes locais.

É comum encontrar diferentes cenários de cotação quando se compara modelos semelhantes em idade, já que a FIPE pode reconhecer variações entre versões GLS e SL/e, especialmente se houver diferenças de acessórios ou de configuração que possam impactar o custo de reposição. Por isso, ao solicitar uma cotação, é útil apresentar o máximo de detalhes sobre o veículo, incluindo informações de manutenção recente, itens de segurança instalados e qualquer modificação que esteja presente. Esse conjunto de dados ajuda a seguradora a estimar com mais precisão o risco envolvido e a estruturar uma apólice que ofereça proteção adequada sem exigir prêmios desproporcionais.

Implicações práticas para quem protege um Kadett antigo

Para proprietários de Kadett 1995, a idade do veículo é um fator relevante na hora de escolher coberturas. Carros com maior tempo de uso podem ter maior probabilidade de desgaste em componentes críticos, o que impacta não apenas o custo de reparo, mas também a disponibilidade de peças originais. Por esse motivo, é comum que as seguradoras recomendem opções de proteção com cláusulas específicas para peças de reposição, amparos de assistência, guincho e cobertura ambiental adicional. Além disso, a definição de valores de franquia costuma depender do perfil do condutor e do uso do veículo. Um histórico limpo de uso pode permitir franquias mais competitivas, enquanto um histórico com sinistros pode exigir ajustes na cobertura para manter o equilíbrio entre custo e proteção.

Outra consideração prática é a manutenção regular. Vistorias periódicas, controle de itens de segurança (alarmismo, rastreadores, imobilizadores) e documentação de serviços ajudam a manter o seguro alinhado com o valor de mercado e com o risco real. Em termos de custo, a FIPE atua como referência para a base de cálculo, mas o prêmio final é o resultado de uma avaliação integrada que depende do veículo, do condutor e do contexto de uso. Assim, manter o Kadett em bom estado de conservação é benéfico não apenas para o funcionamento, mas também para a sustentabilidade do seguro ao longo do tempo.

Conclusão e convite final

O Kadett GLS 1.8 EFI / SL/e 1.8, de 1995, representa um capítulo singular da história automotiva brasileira, com atributos que ajudam a entender boa parte do comportamento de seguros para veículos clássicos ou mais antigos. A Tabela FIPE continua sendo uma referência essencial