Valor FIPE Atual
R$ 9.444,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 004051-7
Ano: 1987-1
MêsPreço
Jan/26R$ 9.444,00
Dez/25R$ 9.351,00
Nov/25R$ 9.259,00
Out/25R$ 9.168,00
Set/25R$ 8.989,00
Ago/25R$ 8.900,00
Jul/25R$ 8.812,00
Jun/25R$ 8.725,00
Mai/25R$ 8.743,00
Abr/25R$ 8.572,00
Mar/25R$ 8.488,00
Fev/25R$ 8.404,00

Visão detalhada sobre o Monza Classic SE 2.0 (1987): injeção MPFI e EFI nas versões 2 portas e 4 portas, e o papel da Tabela FIPE na avaliação

O Chevrolet Monza, integrante do portfólio da GM no Brasil, é um modelo que carrega uma história marcante para entusiastas, colecionadores e também para quem atua no setor de seguros de automóveis. Lançado no início dos anos 80, o Monza rapidamente se firmou como uma opção de desempenho acessível dentro do segmento de médios, oferecendo linhas enxutas, boa dirigibilidade e uma plataforma que permitia versões coupé (2 portas) e sedã (4 portas). Em 1987, a edição Classic SE trouxe a combinação de um motor 2.0 com sistemas de injecção MPFI (padrão na época) e, em alguns mercados, EFI (injection eletrônica), refletindo a transição tecnológica da indústria automotiva. Nesse contexto, entender a ficha técnica, as variações de motor e carroceria, bem como como a Tabela FIPE trabalha para a avaliação de valor, é essencial para quem administra seguros, negocia com clientes e avalia oportunidades de cobertura para veículos clássicos.

O papel da Chevrolet no Brasil e a herança do Monza

A indústria automobilística brasileira recebeu com a Chevrolet modelos que cruzaram décadas, conectando tecnologia mundial a necessidades locais. O Monza é um exemplo claro dessa conexão entre engenharia mundial da GM e o mercado brasileiro. Embora tenha raízes na plataforma Opel Kadett, o Monza brasileiro foi adaptado ao gosto do público nacional, com versões que privilegiavam modernidade de motores, robustez de chassis e disponibilidade de peças em rede de assistência. A presença do Monza no portfólio da GM permitiu que concessionárias oferecessem um sedã prático, bem equipado para a época, sem abrir mão de um caráter esportivo que ajudou a compor a identidade da marca no segmento médio.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Monza Classic SE 2.0 /MPFI e EFI 2p e 4p 1987

Para quem trabalha com seguros, esse histórico de marca não é apenas curiosidade: ele influencia percepções de confiabilidade, disponibilidade de peças de reposição e facilidade de manutenção. Embora o Monza tenha passado por diversas fases de produção e ajustes ao longo de sua vida, a lembrança de um veículo com propulsor 2.0, linhas diretas e uma posição de condução que agradava a muitos motoristas permanece como referência no universo de carros clássicos brasileiros. Com isso, a avaliação de um Monza Classic SE, especialmente nas configurações 2 portas e 4 portas, precisa considerar não apenas o estado de conservação, mas também o histórico de uso, a originalidade de componentes-chave e a disponibilidade de peças na região onde o veículo circula hoje.

Ficha técnica resumida do Monza Classic SE 2.0 (1987)

Abaixo estão os itens centrais que costumam compor uma ficha técnica para este modelo, com foco nas informações úteis para avaliação de seguro, manutenção e histórico do veículo. Os dados ajudam a compreender o comportamento do carro na prática, bem como as diferenças entre as variantes MPFI e EFI.

  • Motor: 2.0 L (1998 cm³), 4 cilindros, com injeção MPFI (Multi-Point Fuel Injection) na versão inicial e EFI (Electronic Fuel Injection) em evoluções, conforme configuração de fábrica.
  • Carrocerias: 2 portas (versão coupé SE) e 4 portas (versão sedã SE), com design característico da linha Monza da época.
  • Transmissão: tipicamente manual de 4 marchas como configuração mais comum, com possibilidade de transmissão automática em mercados específicos da época.
  • Tração: dianteira, apoiada em uma plataforma derivada de projetos da família Opel Kadett D, combinando dinamismo de condução com praticidade de uso diário.

MPFI vs EFI: o que significam para o desempenho e a manutenção

Durante a trajetória do Monza 2.0, as versões com MPFI e EFI representam fases distintas da evolução tecnológica. Em termos simples, MPFI (injeção multiponto) utiliza bicos injetores distribuídos ao longo do coletor de admissão para pulverizar o combustível próximo às válvulas de entrada. Já a EFI (injeção eletrônica direta de combustível) envolve sensores e controles mais sofisticados para ajustar a mistura ar/combustível com maior precisão. A transição entre MPFI e EFI, comum em muitos modelos da época, trouxe impactos reais para o uso diário:

• Consumo e resposta em marcha: a EFI tende a oferecer resposta mais estável em diferentes regimes de motor, especialmente sob carga moderada e em condições de subida, quando o controle eletrônico facilita uma mistura mais estável.

• Emissão e conformidade: a adoção de sistemas EFI/eletrônica refletiu uma busca por redução de emissões, algo que ganhou importância no cenário automotivo global durante a década de 1980.

• Manutenção e disponibilidade de peças: a MPFI, por ser menos complexa, pode ter menor custo de manutenção em algumas ocasiões, enquanto a EFI, com seus sensores e módulos, pode exigir diagnósticos mais específicos em oficinas especializadas.

• Desempenho geral: a transição para injeção eletrônica costuma oferecer melhor controle de combustível e ignição, o que pode resultar em desempenho mais estável, especialmente em temperaturas variadas e em uso diário.

Para quem atua na área de seguros, entender essa diferença é importante: a condução de um Monza 2.0 com EFI pode exigir documentação mais detalhada sobre a configuração original, especialmente se houver substituições de componentes ou de sensores ao longo do tempo. Além disso, a originalidade do motor e da injeção pode influenciar a avaliação de valor dentro de uma apólice voltada a veículos clássicos.

Dimensões, peso e consumo: o que considerar na prática

Por se tratar de um veículo de quase quatro décadas, as informações técnicas de dimensões e peso variam conforme a versão, lote de fabricação e eventual atualização de componentes. O Monza Classic SE, em suas variantes de 2 portas e 4 portas, costuma apresentar uma configuração que privilegia o equilíbrio entre espaço interno e agilidade na condução urbana. O conjunto motor-câmbio, aliado à suspensão típica da época, oferece uma experiência de condução que muitos motoristas da época consideravam moderna, com respostas proporcionais ao tamanho do carro. Quando se avalia o consumo, é comum encontrar uma faixa correspondente ao uso de combustível típico de 1980s, com variações que dependem de fatores como estado de conservação, qualidade das peças, calibragem do motor e estilo de condução. Para quem está segurando um Monza clássico hoje, detalhes como alinhamento de rodas, estado da suspensão, condição do sistema de freios e integridade da estrutura ajudam a definir com maior precisão o potencial de consumo e o comportamento em diferentes situações de uso.

Contexto da Tabela FIPE e a avaliação de valor de veículos clássicos

A Tabela FIPE é reconhecida como referência amplamente utilizada no Brasil para indicar valores de mercado de automóveis. Ela funciona como uma base de comparação, reunindo dados de negociações reais e disponibilizando uma estimativa de referência que orienta seguradoras, lojistas e compradores. Em veículos clássicos como o Monza 1987, o papel da FIPE é especialmente relevante, servindo como parâmetro de entrada para cotações, cálculos de depreciação e definir faixas de cobertura em seguros de valor. No entanto, é importante compreender que o valor FIPE não determina sozinha o preço de substituição ou o valor assegurado: veículos clássicos podem ultrapassar ou ficar aquém dessa referência, dependendo de fatores como originalidade, estado de conservação, características especiais, histórico de manutenção, factualidade de documentação e demanda do mercado de colecionadores.

Para quem trabalha com seguro, compreender a relação entre a FIPE e o estado real do veículo é fundamental. Um Monza Classic SE bem conservado, com documentação em dia, peças originais ou de substituição compatíveis, e histórico de manutenções, pode apresentar uma valorização acima da média em um seguro específico para veículos clássicos. Por outro lado, um carro com sinais de uso intenso, modificações significativas ou ausência de histórico de manutenção pode receber uma avaliação diferente dentro da apólice.

O Monza no panorama da marca GM e a importância do seguro para clássicos

A GM, com atuação global, consolidou ao longo dos anos uma tradição de engenharia que atravessa fronteiras. No Brasil, o Monza é uma peça dessa história, representando uma era em que as montadoras buscavam oferecer um conjunto equilibrado entre desempenho, conforto e custo de manutenção. Esse legado reforça a importância de ter uma proteção adequada para veículos clássicos, que exigem coberturas específicas, com cláusulas ligadas à originalidade, à reparabilidade de peças e à preservação de características que definem a identidade do carro. Ao considerar a contratação de um seguro para o Monza, é essencial avaliar fatores como: idade do veículo, uso (diário, fim de semana, participação em eventos), estado de conservação, histórico de restauração, valor de mercado, e disponibilidade de peças de reposição. Tudo isso ajuda a compor uma apólice que faça sentido para o proprietário e para o veículo, sem perder de vista o orçamento.

Considerações práticas para quem possui um Monza Classic SE

Ao planejar a proteção do seu Monza 1987, algumas orientações costumam fazer a diferença na hora de fechar uma apólice com foco em veículo clássico:

• Originalidade e documentação: mantenha notas de manutenção, recibos de restauração e informações sobre componentes originais. A originalidade costuma pescar positivamente em avaliações de valor dentro de seguros especializados em clássicos.

• Estado de conservação: itens como pintura, interior, estado da carroceria e função mecânica influenciam fortemente o custo de reparo e a probabilidade de sinistros, o que impacta o prêmio.

• Peças de reposição: verifique a disponibilidade de peças para o modelo e a viabilidade de substituições com peças compatíveis. Em carros clássicos, a existência de estoque de peças adequadas pode reduzir o tempo de reparo.

• Uso e histórico de sinistros: delimitar claramente o uso do veículo e manter um registro de ocorrências ajuda a calibrar o risco histórico para a seguradora.

Guia prático de seguro para o Monza Classic SE

Para proprietários que desejam proteger um Monza 1987 de maneira eficiente, vale considerar uma apólice que tenha:

– Cobertura contra danos a terceiros, incêndio, roubo e colisão, com limites proporcionais ao valor de mercado estimado pela FIPE.

– Opção de cobertura para peças originais e itens de restauração, assegurando que a avaliação do veículo reflita o estado atual de conservação.

– Assistência emergencial e apoio em guincho com rede credenciada, útil em viagens curtas ou eventos de lazer com o clássico.

– Opções de franquia compatíveis ao uso do veículo (preservando o equilíbrio entre custo do prêmio e proteção adequada).

É comum que proprietários de Monza procurem uma abordagem que associe valor de reconstrução com proteção de peças originais, especialmente quando o modelo é mantido com o objetivo de participação em encontros de carros antigos. Um corretor experiente poderá orientar sobre as melhores combinações de coberturas, levando em conta o estado do veículo, as necessidades de uso e as expectativas de preservação de valor ao longo do tempo.

Conclusão: o Monza Classic SE 2.0 e a importância de uma escolha consciente de seguro

O Chevrolet Monza Classic SE 2.0, em suas variantes MPFI e EFI, representa um capítulo interessante da história automotiva brasileira. A coexistência de 2 portas e 4 portas reflete a diversidade de aplicações e preferências do público, enquanto a presença de sistemas de injeção diferentes mostra como a engenharia caminhou para maior controle da combustão e redução de emissões. Na prática, quem lida com a Tabela FIPE e a avaliação de valor de veículos clássicos precisa considerar não apenas o número de série e a configuração do motor, mas também o estado de conservação, a originalidade e a disponibilidade de peças. Esses elementos, integrados à prática da seguradora, ajudam a criar pacotes justos, que protegem o patrimônio sem distorcer o custo de proteção ao longo do tempo.

Para quem valoriza a defesa do patrimônio automotivo e busca uma proteção que reconheça a singularidade do Monza Classic SE, a escolha de uma apólice adequada pode fazer a diferença na tranquilidade de quem dirige, participa de encontros de carros e preserva um legado de engenharia. Se você busca uma orientação personalizada, considere uma cotação com a GT Seguros e descubra opções sob medida para o seu Monza 1987, com cobertura ajustada às suas necessidades e ao histórico do veículo.