| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 9.836,00 |
| Dez/25 | R$ 9.739,00 |
| Nov/25 | R$ 9.643,00 |
| Out/25 | R$ 9.548,00 |
| Set/25 | R$ 9.362,00 |
| Ago/25 | R$ 9.373,00 |
| Jul/25 | R$ 9.282,00 |
| Jun/25 | R$ 9.331,00 |
| Mai/25 | R$ 9.239,00 |
| Abr/25 | R$ 9.242,00 |
| Mar/25 | R$ 9.151,00 |
| Fev/25 | R$ 9.061,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o GM Monza 1.8 1990: versões Classic, SL, E e SR em foco
O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros e avaliações
A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, é um referencial de mercado que agrega preços médios de veículos usados a partir de transações reais. Ela funciona como um ponto de partida para seguradoras, lojas e usuários no levantamento do valor de reposição ou de indenização em caso de sinistro. No universo de seguros, a FIPE ajuda a padronizar a avaliação, reduzindo variações entre seguradoras distintas e facilitando a comunicação entre o proprietário do veículo e a seguradora. Para o Chevrolet Monza 1.8, ano 1990, a tabela considera as particularidades da linha Monza da época, incluindo as diferentes versões de acabamento, como Classic, SL, E e SR, cada uma com itens de série e níveis de equipamento que influenciam o valor de mercado estimado na média histórica da FIPE.
Ficha técnica resumida do Monza Classic/SL/e/SR 1.8 (1990)
Abaixo está uma síntese técnica que ajuda a entender as características comuns desse ciclo de produção do Monza brasileiro, com observação de que as especificações podem variar conforme o lote, o estado de conservação e o histórico de manutenção de cada exemplar.

- Motor e potência: motor 1.8 litros, quatro cilindros, com faixa de potência estimada entre aproximadamente 85 a 95 cavalos, dependendo da configuração de injeção (carburador ou sistema de injeção) e da calibragem de fábrica; torque típico na faixa de 130 a 140 Nm. A ideia é que a motorização do Monza 1.8 priorizava equilíbrio entre consumo e desempenho para uso urbano.
- Transmissão: conjunto de transmissão com opção de câmbio manual de várias marchas (geralmente 5). Em algumas unidades, havia também a possibilidade de câmbio automático de 4 marchas, especialmente em versões mais equipadas ou em mercados específicos.
- Dimensões e massa: o Monza 1.8 é um sedã de quatro portas com comprimento próximo de 4,2 metros, largura em torno de 1,68 a 1,70 metros e entre-eixos próximo de 2,5 metros. O peso em ordem de marcha costuma ficar na faixa de aproximadamente 1.000 a 1.150 kg, variando conforme versão, opcionais e ajustes de suspensão.
- Capacidade de combustível e porta-malas: o tanque de combustível tende a comportar em torno de 50 litros, e o porta-malas oferece um volume aproximado na casa de 330 a 360 litros, com variações entre os modelos Classic, SL, E e SR conforme configuração de interior e de acústica.
Como a FIPE classifica o Monza 1990 e como interpretar os valores para seguro
Para interpretar os números da FIPE, é importante entender que a tabela reúne preços médios ponderados por estado e por faixa de idade do veículo. No caso do Monza 1.8 de 1990, a FIPE considera o estágio de conservação, a quilometragem, o estado de originais peças (principalmente itens do motor, câmbio e suspensão) e o nível de customização que o carro possa apresentar. Como o Monza dessa geração pode ter variações significativas entre um exemplar bem conservado com histórico de manutenção completo e outro com desgaste típico de uso diário, é comum que existam faixas de preço representadas pela FIPE para cada versão (Classic, SL, E e SR), o que facilita a comunicação entre seguradoras e proprietários.
Para quem contrata seguros, o valor utilizado pela seguradora como referência de indenização em caso de sinistro geralmente se aproxima do preço FIPE correspondente à versão, ano e estado do veículo. Contudo, o seguro também leva em conta o perfil de uso, o histórico de sinistros, o local de estacionamento, a manutenção preventiva e o valor agregado de itens de segurança. Por isso, é comum que, além da FIPE, haja uma avaliação interna da seguradora que possa ajustar o valor de indenização com base no estado de conservação, no extrato de manutenções e em coberturas adicionais contratuais.
Versões Classic, SL, E e SR: diferenças que impactam a avaliação de mercado
Entre as distintas versões disponíveis para o Monza 1.8 no início da década de 1990, as diferenças de acabamento, itens de conveniência e elementos de série costumavam impactar a percepção de valor no mercado e, por consequência, os ajustes da FIPE. O Classic, por exemplo, tende a apresentar o conjunto mais básico, com itens essenciais de conforto e segurança daquela época. A versão SL já elevava o nível de acabamento, com opções de rádio, acabamento interno diferenciado e alguns opcionais de conforto. A sigla “E” pode indicar uma linha com maior foco em itens de conveniência ou com configurações específicas de mercado, enquanto o SR tende a representar a faixa mais equipada, com possíveis melhorias em acabamento, rodas e itens de segurança. Em termos de avaliação FIPE, a diferença entre versões pode refletir em faixas de preço distintas dentro da mesma geração, o que reforça a importância de identificar corretamente a versão do veículo ao usar a tabela como referência de valor.
A história da marca GM no Brasil e o papel do Monza
A General Motors, hoje parte da base global que opera sob a marca Chevrolet no Brasil, tem uma tradição consolidada de presença automotiva no país desde as primeiras décadas do século XX. Em particular, o Monza, lançado no início dos anos 1980, representou uma aposta da GM por um sedã moderno, com foco em espaço interno, robustez e conforto para uso cotidiano. No Brasil, o Monza consolidou-se como um segmento relevante durante sua produção, oferecendo versões com diferentes níveis de acabamento para atender a variados gostos e bolsos. Mesmo com o passar das décadas, o Monza é lembrado por sua proposta funcional, pela simplicidade de manutenção e pela relação entre custo de aquisição e desempenho para a época. Com o mercado de seguros, esse histórico influencia a forma como as seguradoras percebem o valor residual de modelos clássicos, reforçando a importância de uma avaliação precisa da FIPE para quem busca proteção adequada em um veículo com mais de 30 anos de uso.
Por que entender a FIPE é relevante para o seguro do Monza 1990
Para o proprietário, entender a FIPE facilita o diálogo com a seguradora, ajudando a compreender como o valor de indenização pode ser estabelecido em uma eventual perda total ou roubo. Além disso, compreender as particularidades do Monza 1.8 e suas versões ajuda a estimar de forma mais assertiva o custo de reposição de peças originais ou compatíveis, bem como a planejar coberturas adicionais, como proteção contra danos por incêndio, roubo e colisão. Em veículos com mais de três décadas, é comum que o custo de reposição de peças se torne um fator relevante na hora de definir a soma segurada. Por isso, conhecer o repertório técnico, as diferenças entre Classic, SL, E e SR e a lógica da FIPE pode evitar surpresas, especialmente quando é necessário declarar o valor de venda ou de substituição do veículo aos olhos da seguradora.
Cuidados práticos para manter o valor reportado na FIPE ao longo do tempo
Para preservar o valor de referência do Monza 1990 na FIPE, alguns cuidados são úteis. Manter o veículo com a manutenção em dia, registrar histórico de serviços, conservar itens originais que afetam o acabamento e o funcionamento do motor, além de evitar alterações que descaracterizem a configuração original, pode contribuir para manter uma faixa de preço mais estável. Em seguros, demonstrar um histórico de manutenções preventivas pode colaborar com a avaliação de risco, influenciando positivamente a percepção de valor na indenização, caso haja necessidade. Por fim, ter documentação atualizada, como notas de manutenção, trocas de peças críticas e comprovantes de revisões, auxilia na validação do estado de conservação junto à seguradora.
Para quem acompanha a evolução de valores: entender o impacto do uso diário e do envelhecimento
O Monza 1.8, por ser um veículo de uma era anterior, pode apresentar variações de valor de acordo com a quilometragem acumulada, o estado da pintura, a condição interna e o funcionamento de itens como sistema de freios, suspensão e sistema elétrico. A FIPE reflete, de certa forma, a tendência de mercado, que é sensível ao desgaste natural de idade e ao custo de manutenção de componentes. Por essa razão, proprietários que desejam manter o valor dentro de faixas estáveis devem priorizar inspeções periódicas, reparos em itens críticos e a preservação de originais que, historicamente, ajudam a manter a percepção de valor diante da FIPE.
Considerações finais sobre o Monza 1990 e a escolha de seguros responsáveis
O Chevrolet Monza Classic/SL/e/SR 1.8 de 1990 emerge como um exemplar de uma era em que a confiabilidade, o espaço interno e o custo de manutenção eram combinados de forma interessante para o público brasileiro. Ao lidar com a Tabela FIPE, é crucial reconhecer que os valores apresentados são pontos de referência, não fardos definitivos, e que cada veículo traz suas particularidades em termos de acabamento, histórico de uso e conservação. Para quem busca proteção veicular, compreender o papel da FIPE ajuda a tomar decisões mais informadas sobre cobertura, franquias e opções adicionais de proteção. E, para quem está avaliando o custo-benefício de manter um clássico como o Monza em uso regular, um olhar atento à história da marca, às configurações de cada versão e à filosofia da FIPE pode fazer a diferença na construção de uma apólice de seguro que combine tranquilidade com custo adequado.
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