Valor FIPE Atual
R$ 7.056,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 004200-5
Ano: 1987-1
MêsPreço
Jan/26R$ 7.056,00
Dez/25R$ 7.201,00
Nov/25R$ 7.212,00
Out/25R$ 6.896,00
Set/25R$ 6.486,00
Ago/25R$ 6.619,00
Jul/25R$ 6.630,00
Jun/25R$ 6.637,00
Mai/25R$ 6.651,00
Abr/25R$ 6.657,00
Mar/25R$ 6.668,00
Fev/25R$ 6.673,00

Análise detalhada da Tabela FIPE para o GM Monza 1987 com motor 2.0

Quando pensamos em seguros de automóveis, especialmente no universo de veículos clássicos e de épocas específicas, a Tabela FIPE surge como um farol para orientar cotações, negociações e indenizações. No caso do Chevrolet Monza SL/e SR 2.0 de 1987, a Tabela FIPE funciona como referência de mercado que ajuda corretoras, seguradoras e proprietários a entenderem o valor de veículo usado em diversos cenários. Este artigo explora como a Tabela FIPE se aplica ao Monza 1987, detalha a ficha técnica do modelo e oferece uma visão educativa sobre a relação entre a marca, as escolhas de seguro e o contexto histórico do automóvel. Em vez de apresentar valores, vamos destrinchar conceitos que ajudam a interpretar o que a tabela representa no dia a dia da proteção veicular.

O que é a Tabela FIPE e como ela funciona para seguros

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), consolida dados de mercado para veículos usados no Brasil. Ela não é um preço de venda, nem uma garantia de valor, mas sim uma referência amplamente utilizada pelo setor de seguros e por compradores e vendedores para calibrar negociações. O valor registrado na FIPE reflete uma média observada ao longo de um período, levando em conta disponibilidade, demanda, idade do veículo e condições de mercado. Em seguros, esse número serve como base para estabelecer coberturas, indenizações e limitações de contrato, especialmente em modelos mais antigos ou com versões específicas que podem ter variações significativas entre seus anos de fabricação.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Monza SL/e SR 2.0 1987

Para entender a relevância da FIPE no Monza 1987, é importante considerar alguns aspectos-chave do funcionamento da tabela:

  • Base de referência para cotações: as seguradoras costumam usar a FIPE como referência inicial para calcular prêmios, especialmente em veículos usados com histórico de conservação variado.
  • Atualizações periódicas: a FIPE é atualizada regularmente para incorporar mudanças no mercado. Em veículos clássicos, essas atualizações podem ocorrer com menor frequência, mas ainda assim refletem alterações de disponibilidade de peças, demanda por modelos específicos e condições de uso.
  • Interpretação contextual: o valor de referência não substitui uma avaliação detalhada do estado do veículo. Condições de conservação, histórico de manutenção, documentação e modificações podem ampliar ou reduzir o valor efetivo para fins de seguro.
  • Impacto no tipo de cobertura: modelos com maior desvalorização ou com características de restauração podem exigir coberturas específicas, como valor de indenização integral, cláusulas de preservação de peças originais ou coberturas adicionais contra roubo e incêndio.

Para quem está pesquisando sobre o Monza 1987, compreender a FIPE é crucial para alinhar expectativas com o que a seguradora considera justo no momento da contratação. A ligação entre o valor de referência e as coberturas escolhidas pode influenciar decisões como o tipo de indenização (parcial ou total) e a necessidade de garantias adicionais, como proteção de peças de reposição originais ou de alto custo de reposição.

Ficha técnica (resumo) do Chevrolet Monza SL/e SR 2.0 – 1987

O Monza SL/e SR 2.0 representa a linha de acabamento superior do sedã da Chevrolet no Brasil, incorporando recursos de conforto e aparência que atraíam clientes que buscavam um veículo com apelo histórico de desempenho, aliando confiabilidade ao espírito de um carro com características esportivas para a época. Abaixo, apresentamos um resumo técnico que pode orientar a compreensão do perfil do veículo para fins de seguro e avaliação de risco.

  • Motor e desempenho: motor 2.0 litros, quatro cilindros, gasolina. Potência estimada entre 95 e 105 cv (DIN), com torque na faixa de 12 a 14 kgf.m. O conjunto propulsor é acompanhado por uma resposta típica de leve esportividade da época, adequada para deslocamentos urbanos e viagens curtas com boa sensação de performance.
  • Transmissão e tração: câmbio manual de quatro velocidades como configuração padrão, com tração dianteira. A configuração de tração dianteira, associada ao motor 2.0, favorece a dirigibilidade estável em rodas dianteiras, especialmente em curvas urbanas com pavimento variado.
  • Dimensões e peso aproximados: carroceria sedan de quatro portas, com comprimento próximo de 4,20 metros, largura em torno de 1,70 metro e altura perto de 1,38 a 1,40 metro. O entre-eixos fica na casa de aproximadamente 2,45 metros, contribuindo para o equilíbrio entre espaço interno e manobrabilidade. O peso próprio está na faixa de 1.000 a 1.100 kg, variando conforme conservação, opcionais e ajustes ao longo da vida útil do veículo.
  • Capacidade do tanque e porta-malas: tanque de combustível com capacidade típica entre 45 e 50 litros; porta-malas com volume estimado entre 320 e 360 litros, adequado para bagagens de uso cotidiano e viagens curtas. Esses números ajudam a estimar consumo e autonomia, aspectos relevantes para cálculos de seguro em termos de exposição a riscos durante deslocamentos.

Observação: as especificações acima devem ser entendidas como referências gerais para o Monza SL/e SR 2.0 de 1987. Pequenas variações podem ocorrer entre unidades, especialmente por conta de diferentes lotes de fabricação, revisões técnicas ao longo da produção e eventuais restaurações ou substituições de componentes ao longo da vida útil do veículo. Ao considerar seguros, é útil consultar a documentação específica do seu exemplar e, se possível, anexar histórico de manutenção para refletir com mais precisão o estado de conservação.

História e importância da Chevrolet no Brasil

A Chevrolet tem uma presença histórica no Brasil que remonta a décadas de tradição automotiva. O Monza, apresentado no início dos anos 1980, foi uma resposta direta às demandas de um segmento que buscava conforto, desempenho e uma estética mais moderna para a época. O modelo Monza 2.0 com variantes SL e SR tornou-se referência entre os sedãs médios, oferecendo uma proposta mais sofisticada em comparação aos dois volumes que predominavam no mercado brasileiro. A plataforma do Monza, associada a motores relativamente responsáveis, ajudou a consolidar a marca como uma opção prática para famílias e entusiastas que procuravam um carro com personalidade, sem renunciar à confiabilidade típica da engenharia da GM.

Na década de 1980, o Monza destacava-se não apenas pela relação custo-benefício, mas pela versatilidade de acabamento. Versões de entrada ofereciam robustez e baixo custo de manutenção, enquanto as opções SL/e SR traziam elementos de conforto, acabamento interior mais apurado, acabamentos estéticos e detalhes de equipação que respondem à demanda de quem desejava uma proposta com aparência mais refinada. Essa combinação ajudou a manter a Chevrolet presente em lares brasileiros por meio de um veículo que, mesmo hoje, é lembrado com afeto por quem viveu aqueles anos de transformação automotiva.

Além dos aspectos históricos, o Monza de 1987 faz parte de um arco de produção que ilustra a evolução da indústria brasileira de automóveis: de carros com design simples e foco no custo-benefício para uma era em que a indústria buscava modernizar suas linhas, incorporar novas tecnologias e melhorar a segurança. Mesmo que as tecnologias de então tenham sido simples comparadas aos padrões de hoje, esse período foi fundamental para consolidar uma base de fãs, colecionadores e entusiastas que mantêm vivo o interesse por carros clássicos da maquininha brasileira.

O Monza SL/e SR 2.0 e os seguros: considerações úteis

Para quem trabalha com seguros de automóveis, especialmente no contexto de veículos históricos, entender o peso de fatores específicos é essencial. O Monza SL/e SR 2.0 de 1987 carrega características que influenciam a forma como o seguro é estruturado, bem como a percepção de risco pela seguradora. Abaixo, destacamos pontos a considerar, com foco educativo para proprietários que desejam planejar uma proteção adequada sem surpresas no momento de acionar o seguro:

  • Condicionamento do veículo: carros de época exigem avaliação detalhada do estado de conservação. Elementos como oxidação em estruturas de carroceria, estado do motor, sistema de freios, suspensão, estado elétrico e integridade do interior influenciam o prêmio e as opções de cobertura.
  • Riscos típicos e custos de reposição: peças originais para o Monza 1987 podem ter disponibilidade limitada ou exigir importação/atingentes de estoque de peças de reposição. Esse cenário impacta não apenas o custo de reparo, mas também a viabilização de coberturas com valores de indenização elevados para peças específicas.
  • Perfil de uso: muitos proprietários de Monza clássicos utilizam o veículo de forma esporádica, para lazer, encontros de carros antigos ou deslocamentos ocasionais. O padrão de uso influencia o tipo de cobertura (ex.: com indenização integral ou parcial) e as cláusulas de uso autorizado fora de eventos especiais.
  • Documentação e histórico: manter documentação de manutenção, registros de restaurações, comprovantes de serviço e histórico de sinistros ajuda a demonstrar o estado do veículo e pode refletir em condições de prêmio mais estáveis ao longo do tempo.

Para quem está no processo de contratação, vale lembrar que a FIPE serve como referência de valor de mercado, mas o seguro é um contrato que considera o estado real do veículo, o valor de reposição ou indenização acordado, as coberturas escolhidas e as cláusulas específicas do contrato. Em veículos históricos, pode haver opções de coberturas diferenciadas, como proteção de itens originais, seguro de peças de alto custo, cobertura contra roubo, incêndio, colisões e assistências diversas que ajudam a manter a proteção coerente com o perfil do bem.

Além disso, é importante entender como diferentes seguradoras tratam particularidades do Monza 2.0: a idade do veículo, a disponibilidade de peças, a possibilidade de restaurações e o histórico de manutenção costumam impactar o custo anual do seguro. Uma avaliação cuidadosa com uma corretora especializada pode identificar soluções mais adequadas, como coberturas com franquias proporcionais, serviços de guincho 24h, assistência em viagem e opções de proteção de compatibilidade com eventos de carro antigo, que muitas vezes são atrativas para quem participa de encontros de veículos clássicos.

Em resumo, o Monza SL/e SR 2.0 de 1987 é um exemplar com valor histórico e técnico relevante para o mercado de automóveis usados no Brasil. A Tabela FIPE oferece uma referência de mercado que, quando bem interpretada, ajuda proprietários a alinhar expectativa com seguradoras, além de orientar decisões de compra, venda e restauração. A relação entre a marca Chevrolet, a imagem do Monza na memória coletiva e as diferentes opções de seguro disponíveis cria um ecossistema que exige diálogo informado entre o proprietário, o corretor de seguros e a seguradora. O objetivo é alinhar proteção a necessidades reais, sem perder de vista a autenticidade e a importância histórica do modelo.

Para quem busca uma orientação prática sobre proteção e tranquilidade ao dirigir um Monza clássico, uma única sugestão permanece válida: procure uma cotação com a GT Seguros. Uma avaliação dedicada pode trazer clareza sobre coberturas, valores de indenização e condições que melhor se adequem ao uso, estado e histórico do veículo.