Valor FIPE Atual
R$ 14.668,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 004200-5
Ano: 1991-1
MêsPreço
Jan/26R$ 14.668,00
Dez/25R$ 14.524,00
Nov/25R$ 14.381,00
Out/25R$ 14.240,00
Set/25R$ 13.961,00
Ago/25R$ 13.824,00
Jul/25R$ 13.688,00
Jun/25R$ 13.553,00
Mai/25R$ 13.420,00
Abr/25R$ 13.157,00
Mar/25R$ 13.028,00
Fev/25R$ 13.097,00

Entenda a relação entre a Tabela FIPE e o Chevrolet Monza 1991 (SL/e SR 2.0) para fins de seguro

Quando se fala em seguro de automóvel, entender como a Tabela FIPE incide sobre a avaliação do veículo é essencial. O Chevrolet Monza SL/e SR 2.0, modelo de 1991, é um exemplar clássico da indústria brasileira, que carrega tanto valor histórico quanto particularidades mecânicas que impactam a forma como as seguradoras calculam o risco e, consequentemente, as condições da apólice. Este artigo aborda a Tabela FIPE no contexto do Monza 1991, oferece uma ficha técnica objetiva do carro, discute a relevância da marca GM no Brasil e apresenta orientações úteis para quem busca seguro com base nessa referência de mercado. Tudo com foco educativo e informativo, para que você, leitor, compreenda melhor como esses elementos se conectam na prática de seguros automotivos.

Ficha Técnica do Chevrolet Monza SL/e SR 2.0 1991

A seguir estão as informações técnicas resumidas, que ajudam a identificar o perfil do Monza 2.0 do ano 1991. Este conjunto técnico é utilizado como referência para seguradoras ao pensar no custo de reposição, disponibilidade de peças e comportamento do veículo em situações de sinistro. Dados específicos podem variar conforme a unidade e o país de comercialização, mas as características gerais a seguir são representativas do modelo no Brasil:

Tabela FIPE GM – Chevrolet Monza SL/e SR 2.0 1991
  • Motor: 2.0 litros, quatro cilindros em linha, alimentação por injeção eletrônica multiponto (EFI), configuração de válvulas de 8, com arrefecimento a água.
  • Potência: aproximadamente 95 cv (gasolina), com faixa de torque típica para uso urbano e rodoviário da época.
  • Transmissão: manual de 5 marchas (na configuração mais comum para as versões SL/e SR), com tração dianteira.
  • Dimensões e peso: porte intermediário para a época, peso próximo de 1.100 a 1.150 kg, comprimento ao redor de 4,2 a 4,3 metros, largura na casa dos 1,6 metro.

Notas rápidas sobre a ficha: o Monza 1991 é um carro de gerações anteriores à ampla popularização de transmissions automáticas nos modelos de uso comum. A motorização 2.0 oferece equilíbrio entre desempenho moderado e consumo aceitável para a época, com motor voltado para uso diário, cidade e estradas. A disponibilidade de peças originais e a rede de assistência da época contribuíram para uma manutenção relativamente acessível para o padrão de mercado daquele período. Esse conjunto técnico costuma influenciar a avaliação da seguradora ao determinar o custo de reposição de peças, bem como a facilidade de reparo após um sinistro.

A marca GM no Brasil e o Monza

A General Motors, hoje parte de um ecossistema global sob diferentes etapas de reorganização corporativa, teve uma presença sólida no Brasil ao longo das décadas. A GM chegou ao Brasil com foco em oferecer opções de automóveis com desempenho estável, conforto e uma rede de concessionárias que proporcionava suporte local. Entre os modelos que deixaram marca na memória de consumidores e entusiastas, o Monza se destaca pela linha de sedãs médios de visual moderno para a época, com linhas de design que refletiam a tendência de transição entre o clássico e o contemporâneo. O Monza, em suas variações SL, SR e outras, simboliza uma fase em que a indústria nacional buscava equilibrar inovação com custo de manutenção acessível para o público brasileiro.

Essa trajetória da GM no Brasil influencia a percepção de valor de peças originais, disponibilidade de assistência técnica e o histórico de confiabilidade que muitos segurados associam a esse tipo de veículo. Mesmo com o tempo, a memória de um carro clássico pode ter reflexos práticos na hora de contratar seguro: a disponibilidade de peças, a qualidade da rede de reparo e a percepção de risco por parte da seguradora são aspectos que ajudam a compor a visão de risco da apólice. É importante lembrar que a FIPE, como referência de preços, observa uma amostra ampla do mercado de usados, o que significa que modelos como o Monza 1991 podem apresentar variação de avaliação conforme a condição do veículo, quilometragem, histórico de sinistros e conservação geral.

Como a Tabela FIPE se relaciona com a proteção do Monza 1991

A Tabela FIPE funciona como uma referência de mercado amplamente utilizada no Brasil para estabelecer valores de reposição e de venda de veículos usados. Para o seguro, esse referencial serve como base para calibrar o valor assegurado, isto é, o montante que a seguradora considera adequado para cobrir o veículo em caso de perda total ou de danos significativos. O objetivo é que o valor segurado reflita o que seria necessário, em condições normais de mercado, para substituir o veículo por outro igual ou com configuração equivalente. No caso do Monza SL/e SR 2.0 1991, a FIPE observa a oferta de unidades similares, a demanda do modelo na tabela de referência e as particularidades do veículo, como motor 2.0, configuração mecânica, tipo de câmbio e acabamento, entre outros fatores.

É crucial compreender que a FIPE não é uma avaliação do estado mecânico do seu carro nem um veredito sobre o valor de revenda específico da sua unidade. Em termos de seguro, porém, ela é amplamente utilizada como parâmetro para a definição de prêmio inicial, cobertura básica e limites de indenização. Em muitos casos, a seguradora utiliza o valor de referência FIPE como base para estabelecer o valor segurado, ajustando-o de acordo com fatores adicionais, como a idade do veículo, o histórico de sinistros, a área de moradia, o uso diário (urbano, rodoviário, transporte de passageiros) e as características de condução do segurado.

Para quem possui um Monza 1991, compreender a FIPE implica reconhecer que pequenas variações entre unidades podem afetar a percepção de valor pelas seguradoras. Um exemplar bem conservado, com histórico de manutenção documentado, carroceria sem avarias graves, e com itens originais preservados tende a receber uma avaliação de seguridade mais favorável. Por outro lado, unidades com histórico de colisões, danos estruturais não reparados ou alterações que desviem do conjunto original podem sofrer ajustes no valor segurado, o que, por sua vez, impacta o custo do seguro. Portanto, manter a documentação, recibos de manutenção e registros de peças originais pode facilitar negociações mais equilibradas com a seguradora, ao mesmo tempo em que preserva a integridade do valor proporcionado pela FIPE.

Fatores que influenciam a avaliação do Monza 1991 na FIPE para seguro

Embora a FIPE ofereça uma referência consolidada, diversos fatores locais e específicos da unidade afetam a forma como o veículo é visto por uma seguradora. Entre os principais, destacam-se:

– Condição física geral: a presença de ferrugem, corrosão, amassados e danos estruturais pode influenciar a percepção de risco, ainda que o valor de referência FIPE permaneça estável. Manter a carroceria e o interior em bom estado costuma facilitar a obtenção de condições de seguro mais vantajosas.

– Histórico de manutenção: registros de manutenção periódica, uso de peças originais e serviços realizados em rede autorizada ajudam a demonstrar cuidado com o veículo, o que tende a impactar positivamente o prêmio. A documentação de revisões, trocas de bateria, correias, freios e suspensão funciona como evidência de gestão de risco.

– Quilometragem: veículos com baixa quilometragem para a idade muitas vezes são vistos com menor probabilidade de desgaste acelerado, o que pode influenciar o preço do seguro. Contudo, quilometragens muito altas também podem indicar maior exposição a desgaste, elevando o prêmio em certos casos.

– Modificações e acessórios: alterações que modificam desempenho, estética ou segurança podem alterar o valor de reposição e o perfil de risco. Itens de segurança adicionais, se presentes (alarmas, travas eletrônicas, sistema de imobilizador), costumam ser avaliados pela seguradora como fatores que reduzem o risco.

– Local de circulação e garagem: áreas com maior incidência de furtos, vandalismo ou sinistros podem impactar a percepção de risco. Garantir uma garagem coberta e adotando medidas simples de proteção pode se refletir em condições mais estáveis de prêmio.

– Regime de uso: se o Monza é utilizado como veículo residencial, de uso profissional ou para atividades com maior exposição a riscos de colisão, a seguradora ajusta o grau de exposição ao risco, o que pode modificar o custo da apólice ao longo do tempo.

Cuidados com a manutenção para melhorar a segurabilidade do Monza 1991

Para quem busca uma relação mais equilibrada entre valor de reposição, disponibilidade de peças e custo do seguro, algumas práticas simples podem fazer diferença. Abaixo estão medidas que ajudam a manter o Monza 1991 mais alinhado com as expectativas das seguradoras, sem perder a autenticidade do veículo:

– Manter o histórico de serviços em dia: realizar revisões periódicas, trocas de óleo, filtros, pastilhas e fluídos conforme as recomendações do fabricante. A documentação oficial de cada serviço serve de comprovante para a seguradora e pode facilitar a avaliação de risco.

– Priorizar peças originais ou de qualidade equivalente: sempre que possível, utilizar peças originais ou equivalentes credenciados ajuda a preservar o estado original do veículo e reduz a incerteza quanto à reposição em caso de sinistro.

– Melhorar a proteção veicular: instalar dispositivos de segurança compatíveis com o veículo, como alarme, travas adicionais ou imobilizador, e guardar o carro em garagem coberta quando possível. Tais medidas são vistas positivamente pela seguradora ao considerar o nível de exposição ao risco.

– Manutenção da carroceria e da estética interna: conservar pinturas, veredas da carroceria e o interior em bom estado contribui para manter o valor de mercado. Investimentos em recuperação estética, quando realizados com qualidade, ajudam a preservar a imagem geral do carro perante a FIPE e as seguradoras.

Essas estratégias não apenas ajudam a manter o Monza 1991 em condições mais próximas ao seu estado original, mas também simplificam o diálogo com a seguradora, permitindo que o contrato de seguro reflita com mais fidelidade o que o veículo representa em termos de risco e de custo de reposição.

Considerações finais sobre o Monza 1991 e a decisão de seguro

O Monza SL/e SR 2.0 de 1991 é um modelo que carrega consigo um legado de design e engenharia específica da época. Quando confrontado com a Tabela FIPE, é fundamental reconhecer que esse referencial é uma ferramenta valiosa para entender o posicionamento de mercado e o cenário de reposição de peças, mas que ele não substitui a avaliação individual da unidade. Para quem pretende adquirir, manter ou renovar o seguro de um Monza 1991, vale a pena considerar o equilíbrio entre o valor de referência FIPE, o estado de conservação do veículo, o histórico de manutenção e as necessidades pessoais de cobertura. A combinação de esses elementos orienta a escolha por coberturas adicionais, franquia adequada e, principalmente, o que esperar da indenização em caso de sinistro.

Além disso, entender a marca GM como parte de uma história automotiva brasileira ajuda a contextualizar a importância de preservar a originalidade do veículo e de entender o custo de reposição de peças. Com o tempo, o Monza pode ganhar valor histórico para colecionadores, reforçando a ideia de que a seguradora considera não apenas o custo de substituição, mas também a disponibilidade de peças e o tempo de reparo. Em resumo, a Tabela FIPE é uma referência-chave para o seguro do Monza 1991, ajudando a calibrar o valor segurado e o prêmio, desde que associado a uma avaliação criteriosa do estado do veículo e do comportamento do dono como usuário e mantenedor do carro.

Se você está avaliando opções de seguro para o Monza SL/e SR 2.0 1991 ou deseja entender como a FIPE influencia o seu contrato de proteção, a GT Seguros pode oferecer orientações especializadas para esse modelo clássico. Faça uma cotação com a GT Seguros e descubra condições que se alinham ao seu perfil de uso, à idade do veículo e ao seu orçamento, com transparência e foco na proteção adequada ao seu patrimônio.