Valor FIPE Atual
R$ 20.379,00
↓ 2,0% vs mês anterior
FIPE: 004019-3
Ano: 1996-1
MêsPreço
Jan/26R$ 20.379,00
Dez/25R$ 20.795,00
Nov/25R$ 20.590,00
Out/25R$ 20.387,00
Set/25R$ 20.490,00
Ago/25R$ 20.593,00
Jul/25R$ 20.390,00
Jun/25R$ 20.189,00
Mai/25R$ 19.990,00
Abr/25R$ 19.599,00
Mar/25R$ 19.405,00
Fev/25R$ 19.213,00

Entenda como a Tabela FIPE trata a GM: Chevrolet S10 Blazer DLX 2.2 MPFI/EFI de 1996

A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no Brasil para estimar o valor de veículos usados em diversos contextos, incluindo seguros, financiamentos e negociações entre particulares. Para quem atua no mercado de corretagem de seguros, compreender como o valor de referência da FIPE influencia a apólice é essencial. No caso específico da GM, a Chevrolet S-10 Blazer DLX com motor 2.2 MPFI/EFI, ano 1996, é um exemplo clássico de veículo com perfil robusto, apto a condução urbana e off-road moderado. Embora esse modelo tenha ficado fora de linha há décadas, ele continua circulando em frotas, coleções e com entusiastas que valorizam a experiência de condução, peças disponíveis e histórico de uso. Abaixo, desdobramos os principais aspectos da ficha técnica, da marca e do impacto da FIPE na hora de contratar o seguro para esse tipo de veículo.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros

A Tabela FIPE, oficialmente mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, agrega valores médios de referência para veículos automotores usados no Brasil. Esses valores servem como base para várias operações comerciais, como avaliação de prêmios de seguro, financiamento, apartação de bens e avaliação de indenizações em caso de sinistros. No universo dos seguros, o valor de referência da FIPE atua como uma linha de equilíbrio: ele não representa o preço de venda atual de uma unidade específica, mas oferece uma referência estável que facilita a cotação e a comparação entre seguradoras. Em veículos com mais de 25 anos, como a S10 Blazer DLX 2.2 de 1996, a FIPE costuma ser uma peça-chave para o cálculo do prêmio, especialmente em seguros compreensivos, de terceiros, ou em coberturas adicionais, como proteção contra roubo e colisão.

Tabela FIPE GM – Chevrolet S10 Blazer DLX 2.2 MPFI / EFI 1996

Entender a dinâmica da FIPE é também entender como o veículo é classificado pela seguradora. Elementos como a idade do carro, histórico de uso, estado de conservação, modificações e a disponibilidade de peças de reposição influenciam o valor de reparo e, consequentemente, o preço do seguro. Para modelos mais antigos, mantendo a Tabela FIPE como referência, as seguradoras costumam aplicar fatores adicionais ligados ao desgaste natural, à criticidade de peças específicas e à frequência de manutenção. Assim, a leitura correta da FIPE ajuda o corretor a orientar o cliente sobre coberturas, franquias e limites de cobertura, sem perder o foco na proteção efetiva do bem.

Outra dimensão relevante é a variação regional que pode ocorrer na percepção de valor. Embora a FIPE seja uma referência nacional, a disponibilidade de peças, a rede de assistência técnica e o custo local de mão de obra podem influenciar o prêmio final. Em áreas onde a S-10 Blazer DLX 2.2 encontra maior demanda por peças originais, o custo de reposição pode ser diferente do observado em regiões com menor oferta de peças. Por isso, ao trabalhar com um veículo clássico ou de coleção, o corretor pode conversar com o cliente sobre opções de coberturas adicionais, como assistência 24h, carro reserva por período de reparo e cláusulas específicas de proteção de peças originais.

Nesta discussão, é útil também entender a relação entre o modelo, a versão DLX e o motor 2.2 MPFI/EFI. A escolha entre MPFI (injeção eletrônica multiponto) e EFI (injeção eletrônica direta) pode ter implicações indiretas na avaliação de custo de reparo, disponibilidade de peças e, por consequência, no cálculo do prêmio de seguro. A seguir, apresentamos a ficha técnica da S10 Blazer DLX 2.2 MPFI/EFI de 1996 para que você possa alinhar expectativas com clientes, corretores e seguradoras.

Ficha Técnica da S10 Blazer DLX 2.2 MPFI/EFI (1996)

  • Motor: 2.2 L, quatro cilindros (I4), com injeção eletrônica MPFI/EFI, gasolina.
  • Potência e torque: potência em torno de 110–125 cv; torque entre 16–18 kgf·m, variando com calibração e condição de uso.
  • Transmissão e tração: transmissões manuais de 5 velocidades ou automáticas de 4 velocidades; tração 4×2 com opção de configuração 4×4 em algumas versões.
  • Dimensões e peso (aprox.): comprimento entre 4.60 m e 4.80 m; entre-eixos próximo de 2.70–2.80 m; peso em ordem de marcha aproximadamente entre 1.45 t e 1.60 t.

A marca GM e a trajetória da Chevrolet no Brasil

Fundada como parte da General Motors, a marca Chevrolet tem uma história rica no Brasil, iniciando operações locais ainda no século XX. A GM investiu em linhas de montagem, redes de concessionárias e programas de assistência técnica que ajudaram a popularizar veículos leves de passeio, utilitários e caminhonetes no país. A Chevrolet, ao longo das décadas, consolidou-se como uma escolha de confiabilidade para quem busca robustez, disponibilidade de peças e uma rede de serviços ampla. A S-10, especialmente em suas variações Blazer, representou uma aposta da GM em oferecer picapes com cabine estendida, capazes de atender atividades profissionais, uso familiar e, em muitos casos, aventuras fora de asfalto, como trilhas leves e estradas de chão batido.

Falar da Chevrolet é falar de um ecossistema que envolve não apenas o veículo, mas também o suporte ao cliente, programas de manutenção e uma linha de peças compatíveis com veículos mais antigos. A disponibilidade de peças originais e de reposição, bem como a rede de oficinas autorizadas, é um ponto decisivo para muitos proprietários de veículos da GM. No contexto da Tabela FIPE, a marca e o modelo são referências que ajudam a contextualizar o valor de reparo e o custo de manutenção, fatores que impactam diretamente no custo total de propriedade e, por consequência, na escolha de coberturas de seguro mais adequadas. Clientes que possuem uma S10 Blazer DLX 2.2 costumam valorizar uma proteção que contemple não apenas danos a terceiros, mas também cobertura para colisões, roubo/furto, e assistência em trajetos longos ou com uso em terrenos desafiadores.

Como a Tabela FIPE influencia as escolhas de seguro para veículos clássicos e usados

Para ceder uma visão prática, é comum que seguradoras utilizem a Tabela FIPE como referência para estabelecer o valor assegurado do veículo. Esse valor serve de base para o cálculo do prêmio, das coberturas disponíveis e de eventuais indenizações em caso de sinistro. No caso de um modelo como a S10 Blazer DLX 2.2 MPFI/EFI de 1996, com histórico de uso variável, a FIPE ajuda a calibrar o quanto a seguradora considera o custo provável de substituição ou reparo do veículo. Vale destacar que, para veículos com mais de duas décadas, as apólices podem contemplar ajustes adicionais relacionados à disponibilidade de peças originais, à demanda de mão de obra especializada e à eventual necessidade de reposição de itens específicos de idade (pintura, borrachas, selagens, componentes mecânicos).

Além disso, ao avaliar a cobertura, o corretor pode explicar ao cliente que a FIPE não substitui uma avaliação particular do estado do veículo, especialmente se ele apresenta modificações, manutenção irregular ou sinais de desgaste que indiquem necessidade de reparos frequentes. Em situações em que o veículo é utilizado com frequência em viagens de lazer, em trilhas moderadas ou em rotas com trechos não pavimentados, o custo de seguro pode refletir o maior risco de danos adicionais. Nestes cenários, o cliente pode optar por coberturas adicionais, como danos a acessórios originais, proteção de vidros, assistência 24h em deslocamentos longos e cobertura para peças de reposição específicas do veículo.

Outra dimensão prática envolve a comunicação com o cliente sobre a importância de manter o veículo em boas condições mecânicas e estéticas. Um veículo bem conservado tende a ter menor risco de sinistro e, consequentemente, pode influenciar positivamente o prêmio de seguro. Em conversas com clientes que possuem uma S10 Blazer DLX 2.2, você pode destacar a importância de:

– manter o histórico de revisões em dia;
– manter documentação de manutenção e de eventual reforma;
– manter as peças originais ou de reposição compatíveis com o modelo DLX 2.2;
– considerar a proteção de acessórios e equipamentos que elevem o valor assegurado.

Essa orientação ajuda o segurado a entender como a FIPE, aliada a avaliações próprias da condição do veículo, contribui para uma apólice mais alinhada com o risco real. Em vez de uma visão estática, o prêmio se beneficia de uma leitura holística que contempla o estado do veículo, o uso previsto e as expectativas de reforços de proteção.

Para clientes que apreciam a prática da manutenção preventiva, vale ressaltar que a S10 Blazer DLX 2.2, quando bem cuidada, pode manter um excelente equilíbrio entre custo de propriedade e utilidade. Este equilíbrio é particularmente relevante quando pensamos em seguros: veículos bem conservados tendem a ter menor probabilidade de danos graves e, portanto, reduzem o custo esperado de sinistros. Daí a relação entre uma boa manutenção, a leitura atenta da FIPE e a escolha de coberturas condizentes com o uso real do veículo torna-se uma base sólida para a construção de uma proteção personalizada.

Por fim, a escolha de uma seguradora confiável é parte essencial do processo. A GT Seguros, por exemplo, costuma oferecer opções de cotação que levam em conta o valor FIPE, as particularidades do modelo e o histórico de uso do veículo. Através de uma abordagem educada e transparente, o corretor pode guiar o cliente na seleção de coberturas que protejam não apenas o bem, mas a própria tranquilidade do motorista durante o dia a dia e em viagens.

Se você está avaliando a proteção da sua Chevrolet S10 Blazer DLX 2.2 MPFI/EFI de 1996, a leitura cuidadosa da Tabela FIPE em conjunto com uma ficha técnica detalhada e uma avaliação do uso real do veículo pode fazer a diferença na escolha de coberturas, limites e franquias. A combinação entre a referência FIPE, a qualidade da rede de assistência da Chevrolet e a experiência de quem atua na corretagem de seguros pode resultar em proteção mais adequada, com equilíbrio entre custo e benefício ao longo do tempo.

Para uma proteção adequada do seu veículo, veja uma cotação com a GT Seguros.