Valor FIPE Atual
R$ 39.140,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 004149-1
Ano: 1997-3
MêsPreço
Fev/26R$ 39.140,00
Jan/26R$ 38.753,00
Dez/25R$ 38.370,00
Nov/25R$ 37.991,00
Out/25R$ 38.083,00
Set/25R$ 38.206,00
Ago/25R$ 38.287,00
Jul/25R$ 38.349,00
Jun/25R$ 38.388,00
Mai/25R$ 38.465,00
Abr/25R$ 38.500,00
Mar/25R$ 38.558,00

Guia completo sobre a Tabela FIPE para a GM Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros de veículos usados

A Tabela FIPE, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência de preço de várias categorias de veículos no Brasil. Ela produz valores médios de venda de automóveis usados com base em dados de mercado obtidos a partir de negociações reais entre compradores e vendedores. Para quem atua no setor de seguros, a FIPE oferece um norte importante: ajuda a estimar o valor de reposição ou de reparação em sinistros, orienta a formatação de coberturas e diminui a assimetria de informações entre seguradoras, corretores e clientes.

É fundamental compreender que a FIPE não é um orçamento de compra; ela reflete o preço de referência praticado no mercado para aquele modelo, ano e configuração específicos. Assim, ao planejar a cobertura de um veículo da Chevrolet Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997, a seguradora pode usar esse índice como base para estabelecer o valor segurado, a franquia, a indenização em caso de dano total e até o prêmio correspondente. Esse alinhamento evita surpresas na hora de acionar o seguro, especialmente com modelos mais antigos, que costumam apresentar variações maiores de preço conforme a configuração, estado de conservação, quilometragem e regionalidade.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997

Para motoristas e corretores, entender a dinâmica da FIPE facilita o processo de negociação. Quando o valor de referência se depara com particularidades do veículo (pequenas alterações de motor, cabine, itens opcionais), pode haver ajustes que precisam ser discutidos com a seguradora. Em resumo, a Tabela FIPE é uma bússola: orienta, mas não substitui a avaliação específica de cada veículo. No caso de modelos clássicos ou de nicho, como a Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997, esse entendimento é ainda mais relevante, pois pequenas variações estruturais podem influenciar significativamente a avaliação de risco e o custo do seguro.

Ao longo deste texto, veremos como interpretar a FIPE nesse contexto, quais dados da ficha técnica são relevantes para a seguradora e como a marca Chevy, com sua tradição, impacta a percepção de risco e o planejamento de proteção veicular.

Ficha técnica da Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997

A Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997 é um veículo de maior porte, voltado para desempenho, utilidade e robustez. A seguir, apresenta-se uma ficha técnica resumida para referência, com foco em aspectos que costumam influenciar a avaliação de seguro e o posicionamento na FIPE:

  • Versão e configuração: Silverado Tropical CD 4.1 Diesel (1997).
  • Motor: diesel 4,1 L, com configuração típica de linha de cilindros utilizada naquela época, projetado para torque em baixa e capacidade de puxar cargas moderadas a pesadas.
  • Transmissão: manual, com número de marchas tradicional para caminhonetes de uso misto (geralmente várias velocidades à frente), adequada para trabalho de campo e rodovia.
  • Tração e cabine: cabine dupla (CD) com opção de tração traseira, sendo comum também existir variantes com tração 4×4 para uso em terrenos desafiadores. Estrutura de carroceria robusta, com caçamba para transporte de cargas, características típicas de utilitárias de trabalho.

Observação: fatores como o estado de conservação, histórico de manutenção, quilometragem, itens originais ou substituídos, além de eventuais modificações, podem influenciar a leitura de valor na FIPE e o enquadramento de coberturas. Por isso, é comum que corretores e seguradoras avaliem o veículo de forma detalhada antes de fechar a apólice.

A Chevrolet e sua presença no mercado automotivo

A Chevrolet é uma marca emblemática dentro do portfólio da General Motors (GM). Com origem norte-americana e presença global, a marca consolidou-se ao longo de décadas por meio de modelos que privilegiam equilíbrio entre desempenho, conforto e utilidade prática. No Brasil, a Chevrolet construiu uma reputação de oferecer veículos que combinam robustez, rede de assistência técnica estruturada e disponibilidade de peças, fatores que ajudam a manter o custo de propriedade acessível ao longo do tempo.

Quando pensamos em pickups e utilitárias grandes, a Chevrolet traz ao mercado uma herança de modelos que enfrentam terrenos variados, cargas de trabalho e necessidades diversas de clientes comerciais e residenciais. A Silverado, em particular, representa uma linha voltada para trabalho pesado, com foco em torque, durabilidade e capacidade de reboque. Mesmo em versões antigas, o legado da marca na construção de chassis resistentes e na oferta de opções de utilidade prática costuma ser valorizado por seguradoras que avaliam o custo de reparo, peças disponíveis e histórico de fiabilidade.

Além do fator mecânico, o posicionamento da Chevrolet no ecossistema automotivo brasileiro envolve o serviço de atendimento, disponibilidade de peças originais e suporte técnico – elementos que influenciam diretamente a avaliação de risco em uma apólice. Em modelos com mais de duas décadas de uso, o histórico de manutenção e a documentação de conservação ganham ainda mais relevância para a parametrização do seguro. Por fim, a relação entre o fabricante e o mercado local favorece, de modo geral, uma rede de assistência que facilita o atendimento em caso de sinistro, mantendo o veículo em condições de retorno rápido à frota ou ao uso cotidiano.

Como a Tabela FIPE influencia a apólice de seguro de um modelo clássico como a Silverado 1997

Para veículos de idade intermediária como a Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997, a Tabela FIPE atua como referência de valor de mercado. Esse valor serve de base para diversas frentes da contratação de seguro:

– Valor de reposição a indenização: em muitos contratos, o valor segurado pode ser alinhado ao que a FIPE aponta como referência para aquele modelo e ano. Isso impacta diretamente se o veículo for recuperado integralmente no sinistro ou se for indenizado em caso de perda total.

– Definição de cobertura: a FIPE ajuda a entender qual seria o custo aproximado de reposição ou de indenização de peças, o que facilita decidir entre coberturas de mercado ao valor de reposição, de valor venal ou de valor de aquisição. Em carros com histórico de personalizações ou modificações, é comum que o corretor proponha ajustes para refletir o valor de reposição real do modelo específico.

– Parâmetros de prêmio: com base no valor referencial, as seguradoras calculam o risco relativo de cada veículo. Itens como idade, uso (profissional ou particular), espaço de blindagem, entre outros, influenciam o prêmio final. Em veículos clássicos, a depreciação pode ter um papel mais acertado quando alinhada a uma leitura de mercado, mantendo o equilíbrio entre custo de proteção e potencial indenização.

É importante observar que a FIPE é uma referência de mercado, não uma obrigação de pagamento de indenização. Sempre que houver dúvidas, o corretor pode explicar ao cliente como o valor FIPE influencia a apólice e quais cenários podem exigir ajuste no contrato para manter o seguro condizente com o valor de mercado atual.

Considerações finais sobre o modelo e a proteção veicular

Modelos da Chevrolet, como a Silverado Tropical CD 4.1 Diesel de 1997, trazem consigo uma combinação de legado, utilidade prática e demanda específica entre compradores que valorizam a capacidade de trabalho do veículo. No processo de contratação de seguro, vale reforçar alguns pontos-chave para quem administra esse tipo de automóvel:

– Avaliação de estado: veículos mais antigos exigem uma avaliação detalhada do estado de conservação, incluindo motor, sistema de transmissão, suspensão, freios, funil de caçamba e cabine. A integridade de componentes críticos influencia não apenas a segurabilidade, mas também o custo de eventual reparo.

– Documentação de manutenção: ter registros de revisões, trocas de peças, histórico de serviços e notas fiscais facilita a validação de condições do veículo na hora da contratação ou de um sinistro. Quanto mais completo o dossiê, menor a margem de incerteza para a seguradora.

– Opções de cobertura: para modelos com destinos variados (uso urbano, transporte de cargas, atividades recreativas com reboque), vale considerar coberturas que vão desde danos a terceiros até proteção total com cobertura de peças específicas, guarnições de caçamba, itens de segurança e assistência em viagem. A opção de proteção contra incêndio, roubo e colisão é comum, mas as particularidades do modelo podem exigir extensões de coberturas.

– Requisitos regionais: localidades com climas diferentes, trechos de estrada variados e disponibilidade de assistência técnica podem influenciar a decisão sobre o nível de cobertura. Em regiões com menor densidade de assistência, a decisão por coberturas mais amplas pode reduzir o risco de ficar sem apoio técnico em situações de sinistro ou pane.

Ao alinhar a Tabela FIPE com a ficha técnica e as expectativas do cliente, corretores de seguros conseguem propor uma proteção que seja ao mesmo tempo econômica e suficiente para as necessidades específicas de uma Silverado 1997. A leitura cuidadosa da FIPE, associada à compreensão da história do veículo e ao diagnóstico detalhado do estado atual, é o caminho para uma apólice bem ajustada — sem surpresas desagradáveis quando for necessário acionar o seguro.

Se você está avaliando a proteção adequada para a Silverado Tropical CD 4.1 Diesel 1997, tire suas dúvidas com um corretor experiente e peça uma cotação personalizada. Assim você compara opções, entende o que cada coberta oferece e escolhe a melhor combinação de proteção para o seu veículo e seu orçamento. E para um suporte dedicado na simulação de coberturas e valores, considere uma cotação com a GT Seguros.