| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 16.417,00 |
| Dez/25 | R$ 16.255,00 |
| Nov/25 | R$ 16.280,00 |
| Out/25 | R$ 16.320,00 |
| Set/25 | R$ 15.503,00 |
| Ago/25 | R$ 15.536,00 |
| Jul/25 | R$ 15.561,00 |
| Jun/25 | R$ 15.577,00 |
| Mai/25 | R$ 15.609,00 |
| Abr/25 | R$ 15.624,00 |
| Mar/25 | R$ 15.648,00 |
| Fev/25 | R$ 15.658,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE do GM Suprema CD 4.1 / 3.0, ano 1993, e o que isso significa para o seguro
A Tabela FIPE é um referencial amplamente utilizado no Brasil para precificar veículos usados em diversas finalidades, incluindo cálculo de seguros, financiamentos, e avaliações de venda entre particulares. Quando se trata de modelos com peculiaridades históricas, como o Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1993, entender como a FIPE reflete o valor do veículo ajuda corretores, clientes e seguradoras a alinharem expectativas sobre prêmios, coberturas e condições de contratação. Este artigo traça um panorama educativo sobre o modelo, a relevância da Tabela FIPE para seguros, a ficha técnica do Suprema nessa configuração e os principais aspectos que influenciam a negociação de proteção veicular.
Antes de entrar nos detalhes específicos do Suprema, vale esclarecer o papel da marca GM no cenário brasileiro. A General Motors do Brasil tem uma longa história de presença no mercado automotivo do país, marcada por lançamentos que visavam atender diferentes perfis de consumidores — desde utilitários de trabalho até sedãs com foco em conforto e sofisticação. O Chevrolet Suprema, apresentado no início dos anos noventa como uma proposta de sedã confortável e com pacotes de itens de conveniência, foi uma resposta da marca aos anseios de um público que buscava espaço interno generoso, robustez mecânica e uma identidade de marca consolidada pela confiabilidade associada ao portfólio da GM no Brasil. Com base em plataformas e conhecimentos de engenharia da época, o Suprema se conectou com uma demanda por carros de rosto mais clássico e linha de design quePASSAVA segurança percebida em longas jornadas.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para a Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 (1993)
A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência para estimar o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela agrega dados de transações de várias regiões do país, cobrindo diferentes versões, opcionais, kilometragens médias e condições gerais de conservação. Para operadores de seguros, a FIPE serve como um dos insumos para calibrar o valor do veículo, o que, por sua vez, influencia diretamente o valor segurável, o limite de indenização em caso de sinistro e o prêmio de cobertura.
No caso específico do Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1993, a FIPE atua como ponte entre as particularidades do carro, o histórico do mercado desse modelo no Brasil e as políticas de avaliação de risco das seguradoras. O veículo, por representar uma faixa de mercado de sedãs grandes de prestígio dos anos 1990, pode apresentar particularidades que impactam a precificação: disponibilidade de peças, histórico de sinistros registrado na frota similar, custos de manutenção e reparos, além do interesse de colecionadores ou entusiastas. Por isso, consultorias de seguros costumam considerar a FIPE como base de referência, complementada por inspeção técnica, documentação regular e dados de uso.
É importante entender que a FIPE não é um valor único e definitivo, mas sim uma estimativa de referência. Em muitos casos, distintas seguradoras podem aceitar faixas de valor segurável baseadas na combinação de FIPE com avaliação adicional do estado do veículo, histórico de uso e condições específicas do exemplar. Para o Suprema de 1993, que pode ter versões com motores diferentes (4.1 L I6 ou 3.0 L V6) e configurações de equipamento, a leitura da FIPE deve considerar a versão específica, o grau de originalidade e o histórico de manutenção ao longo dos anos. Esse cuidado evita surpresas na hora de acionar seguros e facilita decisões de renovação de apólices, sem abrir mão de proteção adequada.
Ficha técnica do Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 (1993)
A ficha técnica do Suprema CD 4.1 / 3.0, ano 1993, descreve a proposição da GM para um sedã de comprimento considerável, com foco em conforto, espaço interno e desempenho para uso diário e viagens. Como esse modelo chegou a disponibilizar duas configurações de motor, a ficha técnica abaixo privilegia aspectos coletivos do carro, destacando as opções de motorização e principais características de carroceria e equipamento — sem entrar em valores numéricos que variam conforme versão específica ou mercado local.
- Marca e origem: Chevrolet (GM do Brasil), modelo Suprema CD, geração dos anos 1990.
- Tipo de veículo: sedan de quatro portas, espaço interno amplo, voltado para conforto e viagem em estrada.
- Configurações de motor disponíveis:
- Opção 4.1 litros, motor de seis cilindros em linha (I6), conhecido pela entrega de torque para deslocamentos tranquilos em rodovias e em trechos urbanos com carga.
- Opção 3.0 litros, motor V6, desenho comum entre sedãs de porte médio/alto da época, com resposta adequada para ultrapassagens e manter velocidade constante em rodovias.
- Câmbio: combinações comuns de transmissão com atuação manual de várias marchas e automática, buscando atender diferentes estilos de condução, conforto auditivo e consumo em condições de uso mais intenso.
- Tração e chassis: propulsão traseira, com suspensão adaptada ao perfil do veículo para oferecer conforto em pavimento irregular e boa estabilidade em curvas, especialmente em eixos longos.
- Carroceria e dimensões: sedan de quatro portas com espaço generoso para ocupantes, porta-malas amplo e cabine com acabamento executivo típico dos modelos GM da época.
- Itens de série relevantes (variando por versão e pacote): ar-condicionado, direção assistida, vidros elétricos, travas elétricas, ajustes no formato de bancos, painel tradicional com instrumentos legíveis e controles ao alcance do motorista, além de recursos de conveniência que eram diferenciais para o período.
- Peso e materiais: construção sólida, com uso de aço estrutural robusto, refletindo o foco em durabilidade para uso diário e viagens de longa distância.
- Segurança: sistemas de proteção que eram padrão para a época, com reforços estruturais, cintos de segurança e, conforme a configuração, itens adicionais de proteção e retenção. A segurança de nossos dias evoluiu, mas a base de projeto daquele período priorizava proteção suficiente para condução de rotina.
- Conectividade e conforto: rádio com sintetizador de áudio, controles simples no volante na mecânica de condução, e, conforme o pacote, itens de conforto perceptíveis na cabine.
Observação importante sobre a ficha: os detalhes podem variar conforme a versão (4.1 I6 ou 3.0 V6) e o mercado de atuação. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE e ao buscar a melhor condição de seguro para um Suprema de 1993, é recomendado confirmar a configuração exata com o vendedor e com a seguradora para evitar divergências entre o valor estimado e o valor segurável real.
Como a Tabela FIPE influencia o valor segurável e o prêmio seguro do Suprema
Para o corretor de seguros, a leitura da Tabela FIPE associada ao Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1993 envolve uma compreensão de como o valor de referência afeta a política de proteção. Em termos operacionais, isso significa alinhar o somatório do valor da soma assegurada com as coberturas desejadas e com as exclusões previstas em contrato. Quando a FIPE sinaliza uma faixa de valor para um exemplar específico — considerando a versão de motor, o estado de conservação, a quilometragem e a documentação —, o processo de contratação tende a ficar mais previsível, reduzindo a margem de surpresas em caso de sinistro total ou de danos de grande monta.
Além disso, o histórico de uso, a disponibilidade de peças de reposição e a base de assistência técnica para esse modelo influenciam diretamente no custo do seguro. Modelos com manutenção exige menor risco de falhas graves, o que costuma refletir em prêmios mais estáveis. Por outro lado, veículos com raras peças de reposição, que exigem diagnóstico específico ou mão de obra especializada podem ter prêmios mais elevados para coberturas compreensivas. Em resumo, a Tabela FIPE funciona como uma linha de base, mas a apólice de seguro se beneficia de uma avaliação adicional que leve em conta o estado real do exemplar, o histórico de manutenção e o uso do veículo.
Para este veículo, vários fatores costumam ser relevantes na seguradora: o estado da lataria, a presença de retoques de pintura, o estado da mecânica (especialmente motores 4.1 I6 e 3.0 V6, que demandam atenção a componentes como sistema de alimentação, arrefecimento, carroceria e suspensão), o histórico de sinistros (acidentes e sinistros de terceiros) e a regularidade da documentação. A combinação desses elementos com a leitura da FIPE ajuda o corretor a propor uma proteção adequada sem subestimar o risco ou inflar premiação desnecessariamente.
Pontos-chave para quem está comparando seguros do Suprema
Ao comparar opções de seguro para o Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1993, vale observar os seguintes pontos relevantes que costumam impactar o contrato, sempre alinhando com a Tabela FIPE e com a avaliação da seguradora:
- Estado de conservação: veículos bem cuidados tendem a ter apólices com termos mais favoráveis e prêmios mais estáveis, refletindo menor probabilidade de falhas mecânicas inesperadas.
- Histórico de manutenção: registros de revisões em dias e com peças originais costumam favorecer acordos de cobertura, já que reduzem incertezas sobre a confiabilidade mecânica.
- Peças de reposição: disponibilidade de peças originais da GM para o Suprema pode influenciar o custo dos reparos e a viabilidade de reposição rápida, impactando o custo total da proteção.
- Uso do veículo: uso diário, viagens de longa distância ou participação em eventos de carro antigo podem exigir coberturas diferenciadas, como assistência 24 horas, proteção a terceiros ou cobertura de acessórios originais.
Esses quatro aspectos ajudam a entender melhor como a Tabela FIPE é integrada ao cálculo do seguro, servindo como base, mas não única, para a formação do prêmio. A prática de corretores é alinhar as expectativas do cliente com as possibilidades da seguradora, assegurando uma cobertura compatível com o valor estimado do veículo e com as necessidades de proteção ao longo do tempo.
Manutenção, custos de reparo e itens de reposição para o Suprema
Manter um Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 com qualidade ao longo dos anos exige planejamento, especialmente quando se trata de peças de reposição. Embora o modelo tenha se destacado pela robustez, a evolução de componentes ao longo de décadas pode tornar determinadas reparações mais onerosas. Por isso, ao-se pensar em seguro, vale considerar não apenas o valor FIPE, mas também o custo provável de manutenção futura, o que inclui itens como sistemas de motor, transmissão, suspensão, freios e componentes elétricos.
A docilidade de condução e o conforto de cabine do Suprema contribuem para a experiência de uso, porém o proprietário deve ficar atento a sinais de desgaste, como ruídos incomuns, vibrações, aquecimento do motor ou falhas no sistema elétrico. A boa prática de manutenção preventiva — com revisões em intervalo recomendado, checagens de líquidos, correias, sensores e alinhamento — não apenas preserva o valor do veículo, mas também reduz o risco de sinistros que elevem o custo total da apólice ao longo do tempo.
Outro ponto relevante na gestão de seguro é o histórico de sinistros. Acidentes moderados, reparos bem executados e documentação de serviço adequado ajudam a manter o veículo dentro de padrões que a FIPE reconhece como estáveis. Já danos de maior monta ou reparos não originais podem impactar a rentabilidade da apólice, exigindo uma avaliação adicional pela seguradora para manter a cobertura adequada sem surpresas no momento de indenização.
O papel da seguradora e a escolha da cobertura ideal
Ao escolher uma cobertura para o Suprema, é essencial entender o que cada tipo de proteção oferece e como a lógica da FIPE se traduz em termos práticos de cobertura. Coberturas básicas, compreensivas e adicionais com proteção a terceiros ajudam a compor uma estratégia de proteção que combine custo e benefício. Em veículos de idade, o equilíbrio entre o valor segurável (com base na FIPE e na avaliação técnica) e as coberturas necessárias (colisão, incêndio, roubo,roubo/furos, danos a terceiros, assistência 24 horas, carro reserva, entre outras) é a chave para uma apólice que tenha utilidade real e evite desperdícios.
É comum que seguradoras ofereçam opções de franquia, redução de prêmio pela depreciação gradual ou bônus por bom histórico de condução, ajustando a relação entre custo e proteção. Para o Suprema, que pode exigir avaliações específicas de veículo antigo ou clássico, essas opções podem ser particularmente relevantes, pois ajudam a manter o custo de seguro compatível com o valor de mercado estimado pela FIPE, ao mesmo tempo assegurando uma proteção adequada em caso de sinistro.
Conselhos práticos para proprietários de Suprema com base na FIPE
Para quem possui ou pretende adquirir um Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1993, seguem recomendações práticas que ajudam a navegar pelo universo da FIPE, seguro e manutenção:
- Solicite a tabela FIPE atualizada e as faixas de valor segurável para a versão exata do seu veículo (4.1 I6 ou 3.0 V6) para evitar divergências entre o que você vê na tabela e o que a seguradora avalia.
- Guarde histórico de manutenção com notas fiscais e registros de oficinas autorizadas, pois isso facilita a validação da qualidade de reparos e peças usadas em eventuais sinistros.
- Considere coberturas adicionais que façam sentido para o perfil do veículo, como proteção a acessórios originais, pane elétrica, e assistência em viagem, especialmente se as viagens são frequentes.
- Verifique a disponibilidade de peças originais ou equivalentes confiáveis, o que pode impactar prazos de reparo e, por consequência, o custo da apólice.
Um ponto final importante é a necessidade de manter a documentação em dia, incluindo o licenciamento, laudos de inspeção veicular quando aplicável e a regularidade do registro de propriedade. A robustez documental facilita a validação pela seguradora e pode contribuir para condições mais estáveis ao longo do tempo, mantendo o veículo dentro de padrões de avaliação reconhecidos pela FIPE.
Conclusão: segurança, valor e tranquilidade com a Tabela FIPE e a Suprema
O Chevrolet Suprema CD 4.1 / 3.0 de 1993 ocupa um lugar singular no histórico automotivo brasileiro, representando uma era de sedãs grandes e confortáveis com proposta de luxo acessível para o seu tempo. A Tabela FIPE cumpre papel central na precificação e na orientação de seguros, servindo como referência pragmática para corretores e proprietários entenderem o valor de mercado do exemplar. Embora a FIPE não determine sozinho o prêmio, ela serve como alicerce confiável para a construção de uma apólice equilibrada, alinhando expectativa de custo, proteção e continuidade do uso do veículo.
Se você está buscando proteção adequada para um Suprema de 1993, a combinação de uma leitura cuidadosa da FIPE com uma avaliação técnica do estado do veículo é o caminho recomendado. O objetivo é ter uma cobertura que acompanhe o valor estimado pela FIPE, leve em conta o estado físico do exemplar e ofereça tranquilidade para uso diário e viagens. E, para quem procura uma experiência de contratação simples, ágil e transparente, uma cotação com a GT Seguros pode ser uma opção conveniente para comparar propostas, entender as coberturas disponíveis e selecionar a proteção que melhor se encaixa ao seu perfil de uso e orçamento.
