Valor FIPE Atual
R$ 14.753,00
↑ 1,0% vs mês anterior
FIPE: 004062-2
Ano: 1994-1
MêsPreço
Jan/26R$ 14.753,00
Dez/25R$ 14.607,00
Nov/25R$ 14.463,00
Out/25R$ 14.320,00
Set/25R$ 14.040,00
Ago/25R$ 13.987,00
Jul/25R$ 13.930,00
Jun/25R$ 13.869,00
Mai/25R$ 13.816,00
Abr/25R$ 13.752,00
Mar/25R$ 13.616,00
Fev/25R$ 13.625,00

Guia detalhado para interpretar a Tabela FIPE da GM: Chevrolet Suprema GLS 2.2/2.0 — 1994

A Tabela FIPE é uma referência importante para avaliações de mercado, reajustes de seguro e indenizações. Quando falamos de modelos da indústria brasileira dos anos 1990, como a Chevrolet Suprema GLS nas versões 2.0 e 2.2 de 1994, a leitura cuidadosa da tabela requer atenção às particularidades dessas versões, ao histórico de produção da marca e às variações de configuração que ocorreram ao longo do tempo. Este artigo aborda como a Tabela FIPE classifica esse modelo específico, destacando elementos da ficha técnica, o papel da marca GM no cenário nacional e o impacto dessas informações para quem busca coberturas de seguro mais alinhadas com a realidade do veículo.

Contexto da Chevrolet no Brasil e a linha Suprema

Nos anos 1990, a Chevrolet, marca pertencente ao Grupo General Motors (GM), consolidou sua presença no mercado nacional com uma linha de modelos que atendiam a diferentes segmentos. Entre eles, o sedã de porte médio ganhou importância por combinar conforto, acabamento e espaço interno com uma identidade de marca que já possuía tradição no Brasil. A Suprema foi apresentada como uma opção de nível superior dentro da linha GM, buscando competidores diretos na faixa de sedãs médios da época. As versões GLS, incluindo as variantes com motores de 2.0 e 2.2 litros, trouxeram conjuntos de equipamentos que enfatizavam conforto, acabamento interno e uma proposta de condução adequada ao uso diário, sem abrir mão de um posicionamento de valor para o proprietário. Com a passagem dos anos, o modelo consolidou-se como referência de referência para entusiastas de automóveis clássicos nacionais, mantendo relevância para avaliações de mercado realizadas pela FIPE e, consequentemente, para cálculos de seguro veicular.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Suprema GLS 2.2 / 2.0 1994

Essa herança é relevante para entender a Tabela FIPE do modelo: cada versão pode ter diferenças sutis que impactam a avaliação. Fatores como o ano de fabricação, a faixa de motor (2.0 ou 2.2 litros) e o nível de equipamento influenciam como o veículo aparece na base de dados da FIPE. Para corretores de seguros, compreender esse contexto é essencial para calibrar coberturas e indenizações de acordo com o estado de conservação, histórico de uso e originalidade do carro.

O que é a Tabela FIPE e como ela orienta o seguro

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência padronizada para o valor de mercado de veículos usados no Brasil. Ela contempla informações como marca, modelo, ano de fabricação, versão e tipo de combustível, entre outros atributos relevantes. Em termos práticos, a FIPE serve de base para a determinação de valores de reposição ou indenização em seguros, especialmente para danos parciais, sinistros totais ou avaliações de restituição em caso de aquisição de um veículo usado. No caso da Chevrolet Suprema GLS 2.0/2.2 de 1994, a leitura da FIPE exige atenção às particularidades dessas versões, que podem ter nomes de versão, opções de motorização e equipagem que se refletem diretamente nos parâmetros da tabela.

É comum que as seguradoras utilizem a FIPE como referência central, complementando-a com informações sobre o estado do veículo, histórico de manutenção, quilometragem e alterações que possam ter sofrido ao longo do tempo. Assim, a avaliação resulta de uma combinação entre o que consta na base FIPE e o que o veículo efetivamente apresenta na prática. Isso favorece uma indenização mais justa, tanto para o segurado quanto para a seguradora, evitando distorções que possam surgir a partir de uma avaliação puramente subjetiva ou de dados desatualizados.

Ficha Técnica do Chevrolet Suprema GLS 2.2 / 2.0 (1994)

A seguir, apresenta-se uma ficha técnica consolidada, com informações básicas que costumam figurar em catálogos e fichas da época. Vale reforçar que as especificações podem variar conforme a versão exata, o ano de fabricação e a configuração de fábrica. A leitura abaixo oferece um panorama para entender onde se encaixa a Suprema na tabela FIPE e como isso se traduz em avaliações para seguros.

  • Motorização: quatro cilindros, com opções de motor 2.0 litros ou 2.2 litros. O conjunto buscava equilíbrio entre desempenho e eficiência para um sedã de porte médio.
  • Transmissão: disponibilidade de opções de câmbio manual (tipicamente com múltiplas marchas) e, em algumas versões, transmissão automática; características variavam conforme o mercado e o ano de fabricação.
  • Tração e layout: tração dianteira com motor dianteiro, combinação comum em sedãs da época, favorecendo espaço interno e conforto ao motorista e aos passageiros.
  • Equipamento e acabamento: a linha GLS enfatizava itens de conforto e acabamento de qualidade para o segmento, com itens como ar-condicionado, direção assistida, vidros elétricos e travas elétricas em algumas configurações; o nível de detalhamento podia variar conforme o ano/modelo específico e a versão de fábrica.

É essencial observar que a ficha técnica de modelos com mais de 25 anos pode apresentar variações entre unidades, dependendo da configuração original, de eventuais substituições de peças e do estado de conservação. Ao consultar a FIPE para esse modelo, o consultor de seguros deve cruzar o registro do veículo com o estado atual para assegurar uma avaliação compatível com a realidade do automóvel.

Principais fatores que afetam a avaliação FIPE deste modelo

Avaliar uma Suprema GLS 2.0/2.2 envolve considerar não apenas o conjunto motortrônico, mas também aspectos que costumam pesar na FIPE e, consequentemente, no seguro. Entre os fatores mais relevantes, destacam-se:

Condição geral do veículo: itens como corrosão, estado da carroceria, painéis, alinhamento e funcionamento das portas, teto e bagageiro influenciam o valor de referência. Um carro que apresenta preservação estética e mecânica tende a ter uma leitura FIPE mais próxima do esperado para a versão em si.

Originalidade e histórico de manutenção: peças originais ou de equivalente qualidade, histórico de revisões e documentação de serviços ajudam a consolidar um valor estável na FIPE. Veículos com histórico de manutenções regulares costumam ser mais valorizados em avaliações de seguro, pois apresentam menor risco de falhas graves no curto prazo.

Nível de equipagem e opcionais: dependendo do ano, do mercado e da disponibilidade de itens, a Suprema GLS pode trazer diferentes recursos de conforto, segurança e conveniência. A presença de itens como ar-condicionado, direção assistida, sistemas de som, vidros elétricos e trava elétrica pode influenciar a percepção de valor na base FIPE, ainda que a variação possa ocorrer entre versões.

Quilometragem e uso: unidades com quilometragem compatível com a idade geralmente recebem avaliações que refletem melhor o estado do conjunto mecânico e de desgaste. Já veículos com uso intenso podem sofrer de desgaste acelerado em componentes críticos, o que pode impactar a nota de avaliação na FIPE. Em seguro, esse fator costuma ser ponderado juntamente com a documentação de manutenção.

Mercado de reposição e disponibilidade de peças: para modelos veteranos, a disponibilidade de peças originais e a facilidade de encontrar componentes de reposição influenciam a percepção de facilidade de recuperação do veículo, o que, por sua vez, pode afetar a avaliação de seguro. A presença de rede de assistência técnica especializada também favorece avaliações mais estáveis.

Como a FIPE se conecta ao seguro da Suprema GLS

Para corretores e clientes, entender essa conexão é crucial. A FIPE oferece uma referência de valor, mas o seguro não se limita a esse número único. A prática comum envolve combinar a faixa FIPE com informações específicas do veículo para fixar a indenização em caso de sinistro total ou parcial. Um automóvel em bom estado, com documentação em dia e histórico de manutenção confiável, tende a receber uma avaliação mais próxima da média de mercado para a versão 2.0/2.2, o que favorece condições de seguro mais estáveis e previsíveis.

Além disso, a FIPE serve como referência de atualização periódica. Em cenários de oscilações de mercado, o ajuste do valor segurado pode ocorrer para refletir mudanças na condição do veículo, nos custos de reposição de peças originais e na disponibilidade de componentes. Por isso, é comum que corretores verifiquem periodicamente a aderência entre o valor segurado e a FIPE, realizando atualizações sempre que necessário, para manter a proteção adequada sem extrapolar o valor de mercado da época.

Dados práticos para o dia a dia de quem possui uma Suprema GLS

Para donos e administradores de frotas que utilizam veículos clássicos ou colecionáveis, algumas práticas ajudam a manter a consistência entre o veículo, a FIPE e o seguro:

  • Documentar a origem e histórico do veículo, incluindo manutenções, substituições de peças e recondicionamentos mecânicos.
  • Conservar registros fotográficos que mostrem o estado da carroceria, interior e motor em diferentes fases do tempo.
  • Manter um inventário de peças originais ou de qualidade equivalente, para facilitar a reposição sem impacto significativo no valor de mercado.
  • Atualizar, sempre que possível, as informações com a seguradora para alinhar o valor segurado à realidade atual do veículo, evitando desvios entre FIPE e cobertura contratada.

O processo de avaliação, inclusive para a Suprema GLS, envolve uma análise holística: o corretor cruza o valor FIPE com o estado de conservação, o histórico de manutenção, a quilometragem e as peculiaridades da unidade. Essa abordagem leva a uma proposta de seguro que reflita com mais fidelidade o valor de reposição ou o valor de mercado para aquela versão específica, reduzindo surpresas em caso de sinistro.

Considerações finais sobre a tabela FIPE e a Chevrolet Suprema GLS

A Chevrolet Suprema GLS 2.0/2.2 de 1994 ocupa um espaço histórico importante no portfólio da GM no Brasil. Seu desempenho na leitura da Tabela FIPE depende de fatores como condição do veículo, originalidade, versão específica e estado de conservação. Para quem atua como corretor de seguros, compreender as sutilezas dessas versões ajuda a oferecer coberturas mais bem ajustadas, com critérios claros de indenização. Já para o proprietário, entender como a FIPE se relaciona com o seguro facilita a negociação de prêmios, a escolha de coberturas e a organização de documentação essencial para o processo de avaliação em caso de necessidade.

Ao planejar a proteção de um veículo clássico ou histórico como a Suprema GLS, vale buscar orientação de profissionais que entendem as particularidades do modelo e a lógica da Tabela FIPE. Assim, a cobertura de seguro pode acompanhar o valor de mercado da época, evitando desvios que comprometam a tranquilidade financeira em eventual sinistro.

Se você busca proteção adequada e uma avaliação que considere o histórico do seu Chevrolet Suprema GLS, vale considerar uma cotação com a GT Seguros. Eles podem oferecer opções de coberturas que respeitam as particularidades de veículos denominados clássicos, com propostas alinhadas ao que a FIPE indica para a sua versão de 1994.