Valor FIPE Atual
R$ 25.784,00
↑ 3,4% vs mês anterior
FIPE: 004210-2
Ano: 2000-3
MêsPreço
Mar/26R$ 25.784,00
Fev/26R$ 24.944,00
Jan/26R$ 24.999,00
Dez/25R$ 25.047,00
Nov/25R$ 25.085,00
Out/25R$ 25.146,00
Set/25R$ 25.227,00
Ago/25R$ 25.281,00
Jul/25R$ 25.322,00
Jun/25R$ 25.348,00
Mai/25R$ 25.399,00
Abr/25R$ 25.422,00

Como interpretar a Tabela FIPE da GM para o Chevrolet Tracker 2.0 TB Int. Diesel 4×4 4p 2000

Por que a Tabela FIPE é relevante para seguros e negociações com corretoras

A Tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência nacional para o valor de veículos usados no Brasil. Ela serve de base para cálculos de seguro, financiamento, consignação e indenizações. Quando o tema é o Chevrolet Tracker equipado com motor 2.0 TB (turbo diesel) 4×4, 4 portas, com aodas entre os anos de produção próximos a 2000, a leitura correta dessa tabela ajuda a estabelecer uma faixa de valor que reflita a depreciação, a configuração do veículo e o cenário de mercado da época. Para quem contrata seguro, entender onde o Tracker se posiciona na FIPE permite orçar coberturas com prazos, franquias e parcelas mais adequadas ao perfil do veículo e ao uso que você faz dele.

É comum que o valor de referência da FIPE varie conforme o estado, a quilometragem e a conservação do veículo. Além disso, versões com motor turbodiesel, tração 4×4 e acabamento de 4 portas costumam ter particularidades de manutenção que influenciam a avaliação de risco pelo seguro. Por isso, ao consultar a Tabela FIPE, vale observar não apenas o número absoluto, mas também a linha de tempo (ano-modelo), a combinação de itens (4×4, diesel, câmbio) e a reputação da rede de assistência da GM na sua região. Um consultor de seguros experiente pode cruzar esse referencial com dados de sinistralidade, histórico de manutenção e condições de uso para chegar a uma proposta mais alinhada com a realidade de quem dirige o Tracker.

Tabela FIPE GM – Chevrolet TRACKER 2.0 TB Int. Diesel 4×4 4p 2000

Ficha técnica do Chevrolet Tracker 2.0 TB Int. Diesel 4×4 4p (2000)

  • Motor e desempenho: motor 2.0 turbodiesel de quatro cilindros, turboalimentado, câmbio manual de 5 marchas, propulsionando tração nas quatro rodas. Potência estimada na casa de faixa moderada para diesel de época, com torque relevante para uso fora de estrada leve. Zona de atuação do motor em rotações médias, com resposta adequada para trafegar em pistas não asfaltadas e em condições urbanas.
  • Transmissão e tração: transmissão manual de 5 velocidades, sistema de tração 4×4 com opcionais de redução, preparado para manter tração em superfícies escorregadias e terrenos desafiadores. Suspensão típica de SUV compacto da época, com boa capacidade de absorção de impactos em estradas ruins e em estradas de terra de pavimento simples.
  • Dimensões e capacidades: comprimento aproximado entre 4.1 e 4.2 metros, largura ao redor de 1.7 a 1.75 metros, altura próxima de 1.6 a 1.65 metros, e entre-eixos em torno de 2.5 metros. capacidade do tanque de combustível variando próximo a 50 a 60 litros. Peso vazio estimado na faixa de 1.3 a 1.4 toneladas, com capacidade para até 5 ocupantes e espaço de bagagem compatível com SUVs compactos da época.
  • Conforto, segurança e itens de série: cabine com itens de conforto básicos da época (ar-condicionado, direção assistida, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, airbags frontais em alguns modelos), com itens de segurança padrão para 2000 (freios com proteção antitravamento em alguns exemplares e freios a disco nas rodas dianteiras). Rodas com pneus de perfil adequado à época, e acabamentos internos condizentes com o segmento SUV compacto da GM. Observação: pacotes de acabamento podem variar conforme o mercado regional e a data de fabricação.

A evolução da GM no Brasil e o papel do Tracker

A General Motors do Brasil sempre foi um ativo protagonista no panorama automotivo nacional. Ao longo de décadas, a marca consolidou uma linha de veículos voltados tanto para o uso urbano quanto para o lazer, incluindo SUVs que agregam capacidade de carga, altura ao solo e sensação de robustez. O Tracker, inserido no portfólio GMcomo um compacto SUV, representou uma aposta em versatilidade: espaço interno para família, com boa visão de estrada e tração dianteira ou 4×4, conforme a versão. Ainda que o Tracker tenha passado por várias mudanças de geração e de estratégias de produto, a associação da GM a um veículo pensado para uso misto — urbano com oportunidades de fora de estrada leve — permanece um marco de presença no segmento de utilitários esportivos compactos.

O veículo também é importante para o segmento de seguros, pois combina características que influenciam o perfil de risco: motor turbo diesel, drivetrain 4×4 e uma provável manutenção mais especializada. Corretores de seguros costumam questionar sobre histórico de retenção de peças, disponibilidade de peças originais, e a infraestrutura de assistência técnica da rede GM na região do segurado. A Tabela FIPE entra como uma referência de valor para a indenização, mas a avaliação de risco envolve uma leitura holística do veículo, levando em conta idade, condições de uso, quilometragem e procedimento de manutenção.

Como a versão 4×4 e o motor diesel impactam o custo do seguro

Quando o Tracker em questão apresenta tração 4×4 e motor turbodiesel, o perfil de risco para a seguradora tende a ser diferente de versões 2×4 ou de gasolina equivalentes. Em termos de seguros, alguns pontos costumam aparecer com maior frequência:

  • Fator de uso: veículos com aptidão para tração 4×4 costumam ser usados não apenas no trânsito urbano, mas também em áreas de estrada de terra, trilhas ou deslocamentos de fim de semana. Isso eleva a possibilidade de sinistros relacionados a colisões com obstáculos, desgaste de componentes de tração e estrutura diante de terrenos mais desafiadores.
  • Manutenção e disponibilidade de peças: motores turbodiesel e sistemas de tração 4×4 exigem peças específicas e mão de obra especializada. A disponibilidade de assistência técnica qualificada e o histórico de manutenção contribuem para a avaliação de prêmio, riscos de estorno de peças e custos de reparo.
  • Risco de roubo e furto: vans, SUVs e utilitários com componentes de valor, como turbos e sistemas de injeção diesel, podem enriquecer o perfil de roubo. A rede de atendimento da GM, a percepção de disponibilidade de peças originais e dados de sinistro locais ajudam a definir a propensão a ocorrências desse tipo.
  • Despesas de manutenção: desgaste de componentes como turbocompressor, sistema de combustível, filtros, freios e componentes de suspensão pode impactar custos operacionais. Corretores costumam orientar sobre a necessidade de revisões periódicas, evitando surpresas e assegurando que o seguro reflita a realidade de uso.

Como a FIPE ajuda na escolha de coberturas e faixas de indenização

Ao escolher coberturas, o segurado pode alinhar a faixa de indenização com o valor estimado pela FIPE, mas é essencial entender que a FIPE é apenas um referencial. Em muitos contratos de seguro, há opções como: valor comercial (valor de mercado), valor do veículo na tabela FIPE ajustado pela depreciação, ou valor de reposição em casos de sinistro total. Para o Tracker 2.0 TB Int. Diesel 4×4 4p, a combinação entre o valor obtido pela FIPE e o estado geral do veículo (quilometragem, conservação, histórico de manutenção) ajuda a determinar o montante adequado de cobertura, bem como a escolha de franquias que não comprometam a viabilidade econômica da apólice no dia a dia.

Outro aspecto relevante é o histórico de uso: veículos que passam mais tempo em áreas com pistas não pavimentadas ou que são usados para atividades ao ar livre podem exigir coberturas adicionais, como proteção contra danos causados pela água ou pela poeira, que, embora não estejam presentes em todas as apólices, podem ser agregadas mediante ajuste de prêmio. A leitura da FIPE, portanto, deve acompanhar uma avaliação prática de como o dono utiliza o Tracker, levando em conta o ambiente, as condições de trânsito e os hábitos de condução.

Mercado, confiabilidade e dicas para manutenção do Tracker 2.0 TB Int. Diesel

Ter um veículo com motor turbodiesel pede atenção especial a certos componentes. Vehículos diésel, especialmente com turbocompressor, costumam exigir climatizações adequadas, uso de combustível de qualidade e manutenção de injetores, filtros e sistema de alimentação. A confiabilidade de uma frota com motores diesel da GM na época depende do cuidado com o sistema de injeção, do estado do turbo e da boa manutenção do sistema de arrefecimento. Por isso, ao planejar a apólice de seguro para o Tracker, vale considerar o custo de substituição de peças críticas e a disponibilidade de peças originais, especialmente se o veículo estiver fora de linha de produção ou com estoque regional limitado.

Além disso, a idade do veículo, o tempo de uso da bateria, a condição das mangas de escapamento e o estado das peças de suspensão influenciam a experiência de condução. Um seguro com assistência 24 horas, cobertura para colisões, danos a terceiros e proteção contra roubo pode ser ajustado para refletir o quão exposto o Tracker está ao ambiente de uso diário. Em termos de prevenção, manter o histórico de manutenções, guardar notas de revisões, e manter a documentação em dia facilita o processo de indenização, caso algum evento ocorra.

Interpretação prática da Tabela FIPE para este modelo específico

Quando se consulta a Tabela FIPE para o Chevrolet Tracker 2.0 TB Int. Diesel 4×4 4p (2000), há elementos a observar para não confundir o valor com outras variantes da linha GM. Primeiro, observe o código da versão, que distingue diesel de gasolina, bem como 4×4 de 4 portas. Em segundo lugar, o ano-modelo é crucial: veículos fabricados em diferentes anos podem ter variações sutis de especificação, o que impacta o recall de peças, o custo de manutenção, a depreciação e, por consequência, a faixa de indenização nas seguradoras. Terceiro, verifique se a referência da FIPE corresponde ao veículo com ou sem itens adicionais de fábrica, como ar-condicionado, airbags adicionais ou sistemas de assistência de condução, já que esses itens podem modular o valor de mercado discutido pela tabela. Por fim, compare a leitura da FIPE com o estado real do veículo — a conservação da carroceria, o interior, o estado de pneus, a quilometragem e o histórico de manutenção — para alinhar a melhor cobertura de seguro com a realidade do seu Tracker.

Essa interpretação prática facilita a construção de uma relação entre o preço de referência da FIPE e a proteção que você quer para o veículo. Se a finalidade principal for usar o Tracker no cotidiano, com deslocamentos urbanos e viagens ocasionais a trilhas leves, a apólice pode ser mais enxuta, mas sem deixar de cobrir danos a terceiros e colisões. Se, por outro lado, o veículo é utilizado com maior frequência em estradas não asfaltadas ou em áreas com maior risco de roubo, a cobertura pode ser ampliada com opções adicionais de proteção, como proteção para furtos qualificados, guincho, ou franquias reduzidas. O objetivo é que a leitura da FIPE seja um ponto de partida para a construção de uma proteção que condiz com o uso real do veículo.

Conclusão e convite à cotação com a GT Seguros

Interpretar a Tabela FIPE para o Chevrolet Tracker 2.0 TB Int. Diesel 4×4 4p 2000 envolve entender não apenas o valor de mercado, mas também como as características específicas dessa versão — motor turbo diesel, tração 4×4, o conjunto de itens de conforto da época e a rede de assistência da GM — influenciam no custo do seguro, na manutenção prevista e no desempenho em situações de sinistro. Ao alinhar o valor da FIPE com o estado real do veículo, é possível construir uma apólice que equilibre proteção, custo e tranquilidade para quem usa o Tracker no dia a dia e em deslocamentos de lazer.

Se você busca transparência, orientação especializada e uma proposta que considere as particularidades deste modelo, a GT Seguros está pronta para ajudar. Faça uma cotação conosco e encontre coberturas ajustadas ao seu perfil, com prazos, franquias e condições que façam sentido para você.