| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 9.585,00 |
| Dez/25 | R$ 9.604,00 |
| Nov/25 | R$ 9.619,00 |
| Out/25 | R$ 9.643,00 |
| Set/25 | R$ 9.674,00 |
| Ago/25 | R$ 9.695,00 |
| Jul/25 | R$ 9.711,00 |
| Jun/25 | R$ 9.721,00 |
| Mai/25 | R$ 9.741,00 |
| Abr/25 | R$ 9.750,00 |
| Mar/25 | R$ 9.765,00 |
| Fev/25 | R$ 9.771,00 |
Entenda a Tabela FIPE aplicada ao GM Chevrolet Trafic Furgão 2.1 Diesel, ano 1993
A Tabela FIPE é uma referência amplamente utilizada no mercado brasileiro para estimar o valor de veículos usados. Quando o tema envolve modelos antigos e específicos, como o Chevrolet Trafic Furgão com motor diesel 2.1 do ano 1993, entender como a grade de valores da FIPE se aplica ajuda seguradoras, proprietários e comerciantes a avaliarem o risco, definirem percentuais de cobertura e estimarem indenizações de forma mais alinhada à realidade de mercado. Este artigo, direcionado a profissionais de seguro e interessados em gestão de frotas, explora o que compõe a ficha técnica desse modelo, o papel da marca GM na oferta de furgões de carga na década passada, bem como as implicações práticas para seguros, depreciação e manutenção. Importante: os dados de preço não serão exibidos neste texto, pois a finalidade é fornecer o arcabouco técnico e conceitual que fundamenta a leitura da Tabela FIPE para este veículo.
Contexto da Tabela FIPE para veículos GM e o Chevrolet Trafic Furgão 2.1 Diesel (1993)
A Tabela FIPE funciona como referência nacional de preços médios de veículos usados, atualizada mensalmente com base em observações de negociações em determinadas bases de dados. Para um veículo com a idade de três décadas, como o Trafic Furgão 2.1 Diesel de 1993, a leitura da FIPE envolve entender que o valor de referência pode variar conforme a configuração original de fábrica, o estado de conservação, o histórico de manutenção, o odômetro acumulado, o grau de desvalorização regional e o impacto de itens de desgaste — especialmente em caminhonetes ou furgões usados para trabalho pesado. Em seguros, a FIPE atua como um eixo de comparação para calcular o risco agregado, definir limites de cobertura e orientar as opções de indenização parcial ou total. Além disso, para modelos com histórico de uso comercial, o regime de manutenção, a disponibilidade de peças e o custo de reposição influenciam diretamente o prêmio e as condições da apólice. Ao consultá-la, profissionais de corretagem costumam cruzar a referência com a avaliação atual da condição do veículo e com o histórico de sinistros para chegar a uma proposta mais fiel à realidade de mercado.

É importante observar que o Trafic Furgão com motor 2.1 Diesel de 1993 representa uma categoria de utilitário leve cuja operação depende de componentes mecânicos de idade avançada. Em plataformas de seguros, a periculosidade associada ao veículo pode ser impactada por fatores como consumo de combustível, riscos de vazamento de óleo, estado de freios, sistemas elétricos envelhecidos e integridade estrutural. Por isso, a leitura atenta da ficha técnica e a avaliação de condições de uso (rotina de entregas, trajetos urbanos, trajetos rodoviários, carga transportada) são essenciais para uma cotação mais precisa, independente de o valor em si não constar neste texto. A chave está no entendimento de como cada item técnico pode correlacionar-se com o risco segurável e, por consequência, com o custo do seguro.
Ficha Técnica do Chevrolet Trafic Furgão 2.1 Diesel (1993)
- Motorização: diesel 2.1 litros, 4 cilindros, configuração inline, aspiração natural (sem turbo) — desenho típico de utilitários leves da época
- Desempenho: potência nominal na casa de 60–75 cv, torque na faixa de 12–16 kgf·m, valores que variam conforme o controle de emissões e a calibração de fábrica do ano-modelo
- Transmissão e tração: caixa manual de 5 marchas; tração dianteira, típica de furgões de uso urbano para melhorar o aproveitamento de espaço e a manobrabilidade em ambientes de carga
- Dimensões e capacidade de carga: vans de porte médio para carga com comprimento típico entre 4,6 e 4,8 m, largura próxima de 1,8–1,9 m e altura entre 1,9 e 2,0 m; payload estimado de aproximadamente 700–900 kg, dependendo da configuração de fábrica e de itens adicionais instalados no veículo
A Trafic na linha GM: papel e contexto no mercado de furgões de carga
O Chevrolet Trafic Furgão faz parte de uma linha de veículos utilitários leves que, historicamente, buscou atender empresas com operações de entrega, logística regional e serviços que requerem espaço de carga razoável aliado a custos de operação contidos. No conjunto da GM, o Trafic ocupou um nicho de mercado diferente do típico carro de passeio: ele se posicionava como ferramenta de trabalho, com foco em confiabilidade, espaço de cabine e facilidade de manutenção, características essenciais para quem depende de um veículo quase que diariamente para o negócio.
É relevante entender, para os profissionais de seguros, que veículos comerciais leves da década de 1990 trazem particularidades: componentes mecânicos simples, menos eletrônica embarcada comparável com os modelos atuais, mas com maior exposição a desgaste natural por uso contínuo. A disponibilidade de peças originais pode variar conforme a região, o que, por sua vez, afeta custos de reparo e o tempo de retorno ao serviço — fatores que costumam impactar o prêmio de seguro, especialmente em políticas de frotas ou de uso comercial frequente. Além disso, a percepção de valor e de depreciação associadas à idade do veículo pode influenciar escolhas de cobertura, como a opção por casco agregado, adicionais de proteção contra roubo/furto, ou até mesmo a escolha entre reposição de peças originais versus equivalentes de mercado.
Do ponto de vista da gestão de risco, modelos como o Trafic Furgão 2.1 Diesel de 1993 destacam a importância da avaliação de condição mecânica e estrutural. Em muitos casos, condutores que utilizam o veículo para entregas diárias enfrentam desgaste acelerado de componentes como suspensão, freios, sistema de combustível e sistemas de exaustão. O histórico de manutenção, comprovado por registros e notas fiscais, torna-se, portanto, um dos critérios mais relevantes na avaliação de seguros. Empresas que mantêm um cronograma de serviços e inspeções periódicas geralmente obtêm margens de prêmio mais estáveis, além de reduzir o risco de sinistros relacionados a falhas mecânicas ou a danos causados por falhas de sistema de freios ou direção.
A qualidade da rede de assistência da marca e a disponibilidade de peças originais também entram como fatores indiretos na decisão de seguradoras. Em um veículo com mais de 25 anos, a confiabilidade da marca pode inspirar confiança, mas a disponibilidade de peças de reposição e a facilidade de encontrar peças de segunda linha de boa procedência com garantia justificam uma avaliação cuidadosa. Além disso, no caso de furgões de carga, a capacidade de manter o veículo em operação — mesmo que com reparos programados — para cumprir prazos de entrega, é uma característica valorizada pelo setor de seguros, que busca reduzir lacunas de disponibilidade em momentos críticos de operação.
Implicações para o seguro: leitura da FIPE, depreciação e estratégia de cobertura
Para um veículo da época do Trafic Furgão 2.1 Diesel, a leitura da Tabela FIPE envolve reconhecer que o valor de referência serve como base para indenizações e para a avaliação de sinistralidade. Mesmo sem apresentar números neste espaço, é possível entender que: quanto maior a idade e quanto menor o estado de conservação, maior a variação entre o valor de aquisição e o valor de reposição; ao mesmo tempo, a reputação de confiabilidade da marca e a disponibilidade de peças podem amortecer esse efeito de depreciação em determinadas regiões.
Ao considerar o seguro, profissionais devem observar alguns pontos-chave que costumam aparecer com frequência na prática de correção de prêmios para veículos utilitários antigos:
– Histórico de manutenção: registros consistentes demonstram diligência na conservação e reduzem o risco de falhas catastróficas, refletindo positivamente na credibilidade da proposta de seguro. Uma documentação que comprove revisões periódicas de freios, suspensão, motor e sistemas elétricos ajuda a manter o prêmio sob controle.
– Estado do motor e do sistema de alimentação: motores diesel velhos exigem atenção especial a vazamentos, desgaste de vedação, qualidade do combustível e eficiência de injetores. A confiabilidade do antigo sistema de injeção pode impactar tanto o custo de reparo quanto a disponibilidade de peças compatíveis.
– Estrutura e carroceria: ferrugem, corrosão, danos estruturais ou reparos de chapa podem influenciar o valor de reposição e a complexidade de reconstrução. Em furgões de carga, a integridade do piso de carga, da divisa entre cabine e área de carga e das portas traseiras é especialmente relevante para a avaliação de riscos de uso profissional.
– Coberturas adicionais: para veículos com uso comercial, é comum que seguradoras ofereçam opções como proteção contra colisão, incêndio, roubo/furto, responsabilidade civil a terceiros, assistência 24 horas, carro reserva e proteção de carga. A escolha de coberturas varia conforme o perfil da operação, a localização geográfica e o histórico de sinistros da empresa ou do proprietário.
Além disso, vale destacar que, para frotas, o gerenciamento de custos de seguro envolve não apenas o prêmio, mas também a manutenção de um programa de inspeção de sinistros, a distribuição de custos entre veículos com diferentes idades e condições, e a avaliação de programas de incentivo para condutores. Em termos de educação financeira para seguros, entender a interdependência entre FIPE, depreciação, estado do veículo e escolhas de coberturas ajuda a construir propostas mais transparentes e ajustadas à realidade de cada operação.
Considerações finais: como a Tabela FIPE e a ficha técnica orientam decisões em seguros
O universo de veículos usados de idade avançada, como o Chevrolet Trafic Furgão 2.1 Diesel de 1993, exige uma leitura cuidadosa da Tabela FIPE em conjunto com a ficha técnica do veículo. A FIPE oferece uma referência de mercado que, quando aliada a informações técnicas e ao histórico de uso, permite que corretores e seguradoras elaborem propostas de cobertura que reflitam o valor real do ativo, o custo potencial de reparos e a probabilidade de falhas mecânicas. A marca GM, com sua tradição de utilitários leves, fornece indicadores de confiabilidade e disponibilidade de peças ao longo de décadas, o que influencia diretamente o cenário de seguros para furgões dessa época.
Para quem administra frotas ou realiza atividades de entrega com veículos similares, manter o veículo em condições de operação, com uma bancada de manutenção acessível e uma documentação de revisões em dia, tende a favorecer condições de seguro mais estáveis e previsíveis. Além disso, compreender que as especificações técnicas — como motor diesel 2.1, configuração de 4 cilindros, transmissão manual de 5 marchas e tração dianteira — traduzem-se em padrões de desgaste, consumo e performance específicos, ajuda na avaliação de risco ao preparar um plano de seguro adequado à atividade de cada veículo. A leitura atenta da ficha técnica permite ainda antecipar necessidades de avaliação de danos, substituição de peças ou planejamento de upgrades que melhorem a segurança e a disponibilidade da frota.
Em termos de aconselhamento para proprietários, vale reforçar que a idade do veículo não é, isoladamente, um fator decisivo. O conjunto do estado de conservação, a manutenção contínua, a prática de condução segura e a gestão de sinistros são componentes que, juntos, ajudam a manter o custo de seguro sob controle. A Tabela FIPE, nesse contexto, funciona como um guia de referência que se complementa com a prática de gestão de manutenção e com a due diligence de cada negócio
