| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 11.920,00 |
| Dez/25 | R$ 11.944,00 |
| Nov/25 | R$ 11.963,00 |
| Out/25 | R$ 11.993,00 |
| Set/25 | R$ 12.032,00 |
| Ago/25 | R$ 12.058,00 |
| Jul/25 | R$ 12.078,00 |
| Jun/25 | R$ 12.091,00 |
| Mai/25 | R$ 12.117,00 |
| Abr/25 | R$ 12.129,00 |
| Mar/25 | R$ 12.148,00 |
| Fev/25 | R$ 12.156,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para GM: Chevrolet Trafic Furgão 2.1 Diesel (1995)
A Tabela FIPE é uma referência central para avaliações de mercado de veículos usados no Brasil. Ela funciona como um catálogo de preços médios, resultante de transações observadas ao longo do tempo, e é amplamente utilizada por seguradoras, concessionárias, financiadores e compradores para balizar valor de reposição, indenizações em sinistros e estimativas de seguro. Quando o veículo em análise é um clássico comercial de 1995, como o Chevrolet Trafic Furgão com motor 2.1 Diesel, a leitura da FIPE ganha uma dimensão prática para a proteção financeira de frotas e de profissionais autônomos que dependem do transporte de cargas. A ideia deste artigo é destrinchar como a Tabela FIPE se aplica ao modelo específico, oferecer uma ficha técnica resumida, discutir o papel da marca GM na construção de veículos de transporte e apresentar boas práticas para quem busca segurança adequada nesse universo.
O que é a Tabela FIPE e como ela impacta o seguro do Trafic 2.1 Diesel (1995)
A FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, mantém um levantamento periódico de valores médios de mercado para veículos nacionais. Os dados são usados para complementar cálculos de seguro, financiamento, aluguel de frota, entre outras situações em que é necessário estimar o valor de um bem móvel. No contexto de seguros, o valor de referência da FIPE serve como base para indenizações, reposições de ativos e avaliação de depreciação ao longo do tempo. Para um veículo antigo, como o Trafic Furgão de 1995, o valor na FIPE tende a refletir duas dimensões importantes: o estado de conservação, o histórico de uso e a disponibilidade de peças de reposição no mercado brasileiro. Em termos práticos, isso significa que o custo de uma apólice pode ser impactado pela faixa de valor indicada pela FIPE, pela necessidade de peças originais, pela robustez da assistência técnica da marca e pela reputação do veículo em termos de confiabilidade. Por isso, entender a origem dos dados FIPE e como eles se traduzem em cobertura ajuda a evitar surpresas no momento de acionar a seguradora.

É relevante notar que você verá, no topo deste post, os dados de preço do veículo já inseridos automaticamente pela plataforma. Isso facilita a leitura do restante do conteúdo sem confundir o valor de mercado com a função educativa do texto. O objetivo aqui é explicar como interpretar esses números dentro do contexto de um veículo de carga antigo e de uma marca com presença consolidada no setor de veículos de negócio.
Ficha técnica do Chevrolet Trafic Furgão Carga 2.1 Diesel 1995
- Motor: diesel 2.1 L com quatro cilindros; configuração comum para vans comerciais da época, priorizando torque para deslocamento de carga e durabilidade em condições urbanas e rodoviárias.
- Transmissão: caixa manual com várias marchas (tipicamente 4 ou 5 velocidades, conforme a versão), projetada para facilitar a condução em trajetos de entrega e viagens com carga.
- Capacidade de carga e estrutura: furgão de carga com espaço voltado para mercadorias, com o PBT e a configuração da carroceria variando conforme a versão e a configuração de fábrica; preparado para uso frequente em serviço de entrega, manutenção de estoque ou apoio logístico.
- Dimensões do compartimento e construção: carroceria voltada para maximizar a área de carga útil, com portas traseiras amplas e, quando disponível, porta lateral; a prática de uso comercial exige atenção à ergonomia de carregamento, altura de cubagem e acessibilidade para carregamento e descarga.
Sobre a marca GM/Chevrolet e o papel no negócio de vans comerciais
Chevrolet é uma marca histórica do grupo General Motors (GM) com longa atuação no Brasil e na América Latina. A trajetória da Chevrolet no segmento de veículos utilitários e de frotas revela um foco consistente em oferecer opções robustas, com foco em serviço de rede de assistência, disponibilidade de peças e suporte técnico para empresas que dependem de veículos para operações diárias. Em termos de filosofia de produto, a GM tem trabalhado para combinar durabilidade, facilidade de manutenção e custo-benefício, características especialmente valorizadas em furgões de carga que precisam manter a operação de pequenas e médias empresas mesmo diante de condições de estrada desafiadoras. A presença de modelos como o Trafic Furgão rapidamente se tornou útil para uma variedade de nichos, desde entregas urbanas até atividades de distribuição regional, reforçando a ideia de que veículos comerciais devem trazer confiabilidade, conforto básico para o motorista e adaptabilidade para diferentes cenários de negócio.
Para entender a escolha entre novos e usados em frotas, vale considerar alguns pilares da marca: rede de assistência técnica, disponibilidade de peças, histórico de serviço de manutenção recomendado pelo fabricante e, naturalmente, o custo total de propriedade ao longo do tempo. Em muitos cenários de seguro, a praça de atendimento local e a proximidade de oficinas autorizadas podem influenciar positivamente o atendimento e a reposição de itens, fator que, por sua vez, pode impactar a viabilidade de uma apólice com coberturas adicionais, como perda total, quebra acidental e assistência veicular. O Trafic 1995, por ser um veículo de produção antiga, pode exigir atenção especial à disponibilidade de peças originais ou equivalentes compatíveis, bem como à documentação de manutenção para fins de indenização ou reposição parcial em caso de sinistro.
Aplicação prática da FIPE na cotação de seguros para o Trafic 1995
Quando uma seguradora consulta a Tabela FIPE para um veículo antigo como o Trafic Furgão 2.1 Diesel, algumas questões tipicamente entram na equação de cotação. Primeiro, a faixa de valor de referência da FIPE serve como ponto de partida para determinar o valor segurado. Em seguros de veículo antigo, pode haver peculiaridades adicionais, como cláusulas específicas de uso comercial, cobrança de franquias diferenciadas, ou exigência de proteção extra para itens de carga, acessórios originais, alarmes, dispositivos de rastreabilidade e extensão de cobertura para acessórios que não compõem o equipamento básico de fábrica. Segundo, a idade do veículo e a verificação de histórico de sinistros influenciam a avaliação de risco. Veículos com histórico de perdas ou com dificuldade de reposição de peças podem ver ajustes de prêmio, mesmo quando o valor FIPE indicar uma faixa estável. Por fim, é comum que seguradoras recomendem opções de cobertura que protejam a condição de uso do veículo — por exemplo, proteção de carga, responsabilidade civil adicional para frota e cobertura de danos a terceiros — considerando que o Trafic de 1995 pode atuar em operações de entrega, logística regional ou atendimento a clientes, onde interrupções no serviço podem ter impactos diretos no faturamento do negócio.
Para o corretor de seguros ou o proprietário, compreender o que o valor FIPE representa na prática é crucial. O valor não é apenas um número; é uma referência para o que o veículo equivale no mercado de seguros, levando em conta idade, conservação, disponibilidade de peças e contexto econômico da região. Em termos simples, quanto melhor for a documentação de manutenção e quanto mais estáveis as condições de uso, mais previsível tende a ser o custo de seguro e a cobertura exigida para manter o veículo em operação sem interrupção.
Boas práticas para manter a proteção financeira do Trafic Furgão 2.1 Diesel (1995)
Para quem administra uma frota ou usa o Trafic para atividades independentes, algumas atitudes ajudam a manter a proteção financeira associada à Tabela FIPE e às apólices de seguro em dia. Abaixo, pontos práticos que costumam fazer diferença ao longo dos anos de operação:
- Documentação de manutenção: manter um histórico organizado de revisões, troca de peças essenciais e eventuais reparos ajuda a fundamentar a avaliação de conservação perante a seguradora.
- Conservação da carroceria e do compartimento de carga: manter a carroceria protegida contra corrosão, ferrugem e danos na caçamba de carga facilita uma avaliação positiva para reposição ou indenização quando necessário.
- Uso correto de acessórios: pneus em bom estado, extintores, triângulos de sinalização,abela de carga segura e dispositivos de rastreamento podem influenciar positivamente os termos da apólice.
- Escolha de coberturas proporcionais ao uso: para quem trabalha com entregas, vale considerar coberturas de proteção de carga, responsabilidade civil e danos a terceiros, alinhadas às rotinas de operação.
Esses hábitos reduzem a probabilidade de debates na hora de acionar a seguradora e ajudam a manter o valor de reposição próximo da FIPE, desde que a condição do veículo permaneça estável ao longo do tempo. Além disso, é recomendável consultar um corretor experiente que saiba relacionar a FIPE com a experiência de uso do Trafic e com as particularidades da operação da sua empresa. Um olhar especializado pode indicar a melhor combinação entre valor segurado, franquias e coberturas adicionais, evitando tanto subseguro quanto sobrecusto desnecessário.
Considerações sobre a marca GM/Chevrolet no universo de vans comerciais antigas
Quando pensamos em veículos de serviço e uso comercial, a marca GM/Chevrolet traz uma herança de robustez e serviço de rede que costuma tranquilizar gestores de frotas. A presença de oficinas autorizadas, disponibilidade de peças originais e uma linha de atendimento técnico que busca padronizar procedimentos facilita a gestão de seguros. Ainda que veículos mais antigos exijam atenção especial em termos de disponibilidade de peças, a GM historicamente investiu em plataformas de apoio para frotas e programas de manutenção acessíveis, o que pode refletir positivamente na avaliação de risco por parte de seguradoras. Além disso, a familiaridade com a linha de produtos GM pode favorecer soluções de assistência veicular, recuperação de danos e reposição de componentes, características relevantes para quem depende do Trafic para atividades de entrega e logística.
Notas finais sobre o uso da Tabela FIPE na prática do seguro
Para profissionais de seguros, corretores e proprietários, é essencial manter uma visão integrada: a FIPE oferece uma referência sólida para o valor de reposição, mas o custo efetivo da apólice depende de fatores como o uso do veículo, o histórico de sinistros, a manutenção registrada, a cobertura de carga e as especificidades da operação diária. Em veículos de idade intermediária, como o Trafic Furgão 2.1 Diesel de 1995, pode haver particularidades relacionadas a opções de proteção de patrimônio, limites de indenização e condições de reparo. Por isso, a recomendação é buscar orientação especializada, com a certeza de que a cotação de seguro reflita não apenas o valor de mercado, mas o papel estratégico do veículo na sua rotina de trabalho.
Com este entendimento, você ganha clareza para combinar o que a FIPE sugere com o que a operação do veículo requer em termos de proteção. Lembre-se de que os dados de preço aparecem no topo do post, para que você possa acompanhar a relação entre o conteúdo educativo e a referência de mercado sem confusões. A leitura cuidadosa melhora a tomada de decisão, especialmente quando se trata de um veículo único, com história e papel central para o negócio.
Se você está procurando por uma opção de cotação que combine expertise em seguros com foco em veículos comerciais de idade, considerar a GT Seguros pode ser uma escolha inteligente. Faça sua cotação com a GT Seguros e avalie as opções de cobertura alinhadas à realidade da sua operação.
