Valor FIPE Atual
R$ 13.934,00
↓ 1,1% vs mês anterior
FIPE: 004188-2
Ano: 1998-1
MêsPreço
Jan/26R$ 13.934,00
Dez/25R$ 14.091,00
Nov/25R$ 14.372,00
Out/25R$ 14.230,00
Set/25R$ 14.276,00
Ago/25R$ 14.307,00
Jul/25R$ 14.330,00
Jun/25R$ 14.345,00
Mai/25R$ 14.374,00
Abr/25R$ 14.387,00
Mar/25R$ 14.681,00
Fev/25R$ 14.536,00

Análise da Tabela FIPE da GM para a Trafic Furgao Carga 2.2 de 1998 e suas implicações no seguro

Quando se fala em seguro de veículos comerciais, especialmente modelos antigos ou de uso intenso como um furgão de carga, a Tabela FIPE ocupa um papel central. Ela não determina sozinha o valor do seguro, mas funciona como referência robusta para estimar o valor de mercado do veículo, orientar a indenização em caso de perda total ou de roubo e balizar o valor a ser financiado ou garantido por coberturas de proteção veicular. No caso específico do Chevrolet Trafic Furgao Carga 2.2, ano 1998, entender o que a Tabela FIPE informa ajuda tanto o proprietário quanto o corretor de seguros a planejar melhor a proteção, sem confundir custo com valor. Abaixo, exploramos o que envolve esse modelo, a relação entre a ficha técnica e a cobertura, além de boas práticas para quem atua no segmento de frotas leves ou utiliza o veículo para entrega e serviço.

O que é a Tabela FIPE e por que ela importa para seguros

A Tabela FIPE, mantida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, funciona como referência oficial de valores de mercado de veículos usados e seminovos no Brasil. Esse referencial é amplamente utilizado por seguradoras para estimar o valor de indenização em diferentes tipos de cobertura. Quando uma apólice prevê indenização por valor de mercado, por reposição ou por valor estipulado, a base de cálculo costuma estar atrelada à avaliação FIPE ou a um parâmetro baseado nessa referência. Em termos práticos, quanto menor ou maior for o valor FIPE do veículo, maior ou menor tende a ser a responsabilidade financeira da seguradora em caso de sinistro, sempre levando em consideração as condições contratuais, a idade do veículo, o histórico de manutenções, a quilometragem registrada e as opções de franquia.

Tabela FIPE GM – Chevrolet Trafic Furgao Carga 2.2 1998

Para quem administra uma frota leve ou atua com entregas, o Trafic Furgao Carga 2.2 de 1998, por ser um veículo de uso contínuo, pode sofrer variações significativas de valor ao longo do tempo. O FIPE reflete desgaste, disponibilidade de peças, demanda de mercado, histórico de uso e até a percepção do consumidor sobre o modelo naquele período. Além disso, a Tabela FIPE é útil para comparar propostas de seguro de diferentes seguradoras, já que oferece um parâmetro comum para calibrar o preço do seguro com base no valor de referência do veículo. Em resumo, conhecer o valor FIPE do veículo facilita negociações justas, evita surpresas em indenizações e ajuda a alinhar o orçamento com as necessidades reais da empresa ou do profissional autônomo que depende do furgão.

Ficha técnica do Chevrolet Trafic Furgao Carga 2.2 (1998)

A ficha técnica é uma fonte essencial para compreender o comportamento do veículo no dia a dia, o custo de manutenção e as exigências de seguro. Abaixo, apresentamos os principais atributos do Trafic Furgao Carga 2.2 do ano 1998, organizados de forma sucinta para facilitar a leitura na hora de avaliar a cobertura.

  • Motor e desempenho: motor 2.2L com quatro cilindros, configurado para uso em serviço de furgão de carga, com alimentação típica para veículos comerciais da época. Trata-se de um conjunto projetado para equilíbrio entre resposta de torque em baixa rotaçāo e eficiência para deslocamentos urbanos com carga.
  • Transmissão e drapejo de tração: câmbio manual de várias marchas (geralmente 5 velocidades), com configuração destinada a carregamento e deslocamento estável em trechos urbanos e rodoviários moderados. A arquitetura costuma favorecer o torque útil em acelerações sob carga.
  • Tração e construção: veículo com construção de furgão de carga, voltado ao aproveitamento de espaço interno, com chassis e carroceria adaptados para transporte de mercadorias. A tração típica é dianteira, característica comum em utilitários leves da época, favorecendo o espaço interno de carga e a manobrabilidade.
  • Dimensões, peso e capacidade: projeto voltado para uso comercial, com espaço de carga útil compatível com vans médias do segmento. As medidas externas colaboram para o posicionamento em frotas urbanas, com possíveis variações entre unidades específicas, lotação de carga e versões de acabamento. A capacidade de carga útil e o peso bruto total variam conforme a configuração de fábrica e adaptação de carroceria, sendo importante confirmar com o fabricante ou o manual do veículo para cada unidade.

Essa ficha técnica, ainda que resumida, oferece o referencial básico para avaliação de seguros, pois aponta o tipo de motor, a transmissão e o uso pretendido (carga). Em ambientes de corretagem, esses dados ajudam a calibrar a linha de seguros compatível com o veículo, considerando tanto a necessidade de proteção quanto a relação custo-benefício para o proprietário da frota ou do negócio.

GM no Brasil na década de 1990: panorama para o mercado de utilitários

Nos anos 1990, a Genericidade da presença da GM no Brasil se consolidava em diversos segmentos, incluindo veículos comerciais leves. A GM, com a marca Chevrolet, investia na oferta de utilitários que atendessem às demandas de pequenas empresas, oficinas, vendedores ambulantes licenciados e serviços de entrega. O Trafic Furgao, dentro desse portfólio, representava uma opção prática para quem precisava de espaço de carga, robustez e custo de operação compatível com atividades diárias. A década foi marcada por uma competição acirrada no setor de furgões, com modelos que buscavam equilibrar capacidade de carga, consumo de combustível e facilidade de manutenção, fatores que, por sua vez, influenciam diretamente o custo total de propriedade e, indiretamente, o custo do seguro ao longo do tempo.

Para os profissionais da área de seguros, entender esse cenário histórico ajuda a contextualizar o valor de seguro e as escolhas de cobertura mais adequadas para veículos com trajetória de uso intenso. Frotas que operam em atividades de entrega, serviço técnico móvel ou transporte de mercadorias costumam exigir atenção especial a itens como proteção contra roubo, danos por colisões com objetos na rota urbana e cobertura de acessórios de carga. A história de uso de um veículo como o Trafic Furgao 2.2 de 1998 é decisiva na avaliação de prêmios, limites e franquias, pois a idade, o desgaste natural e as condições de manutenção interferem no risco agregado da operação.

Como a Tabela FIPE influencia a cotação de seguros

A relação entre a FIPE e a cotação de seguros não é apenas uma coincidência metodológica. As seguradoras costumam utilizar o valor FIPE como referência para diversos cenários de cobertura. Em apólices com indenização por valor de mercado, o FIPE serve como baliza para determinar quanto seria pago em caso de sinistro integral, levando em conta que o valor de venda do carro no mercado de usados é um indicador mais realista do que o preço original de lançamento. Em coberturas de reposição, a seguradora considera a necessidade de reconstituir o veículo da forma mais próxima possível do modelo existente, o que pode exigir peças de reposição originais e serviços compatíveis com o padrão do fabricante. Em todas as situações, o objetivo é fazer com que o seguro reflita de forma transparente o risco, o que envolve o desgaste natural, a manutenção e a probabilidade de sinistros.

Para o Chevrolet Trafic Furgao Carga 2.2 de 1998, esse raciocínio se aplica de modo específico, pois o veículo é mais vulnerável a danos durante operações de carga e descarga, além do risco inerente a quilômetros rodados em vias urbanas com circulação intensa de trânsito, assentos de trabalho e paradas frequentes para entrega. Assim, a avaliação FIPE ajuda a calibrar não apenas o prêmio, mas também a escolha entre coberturas de risco de roubo, incêndio, colisões, danos a carga e assistência 24h. O objetivo é alinhar o valor segurado com o valor real de mercado, reduzindo as surpresas em caso de sinistro e assegurando que a indenização cubra o que efetivamente importa para a continuidade do negócio.

Boas práticas para segurados de furgões antigos

Quando se tem um veículo antigo ou com trajetória de uso intenso, algumas práticas ajudam a manter o seguro mais eficiente e o custo sob controle. Abaixo estão diretrizes úteis para quem dirige, administra ou utiliza o Trafic Furgao 2.2 de 1998 no dia a dia, especialmente no contexto de seguros e proteção de frota:

  • Documentação em dia: mantenha em ordem todos os documentos do veículo, inclusive o manual, o histórico de manutenções e comprovantes de inspeções periódicas. Serviços de manutenção bem documentados ajudam a comprovar o cuidado com o caminhão de carga e reduzem dúvidas durante a contratação do seguro.
  • Manutenção registrada e peças originais: priorize manutenção regular com peças originais ou compatíveis de qualidade. Um histórico de serviço bem apresentado pode favorecer a negociação de prêmios mais favoráveis e reduzir o risco de recusa de sinistros por peças inadequadas.
  • Controle de quilometragem e uso operacional: registre a quilometragem real com regularidade e descreva o padrão de uso (entregas, trajetos urbanos, longas viagens). Dados consistentes ajudam a ajustar a cobertura de acordo com o uso efetivo do veículo.
  • Itens de segurança e proteção da carga: instale dispositivos de segurança eletrônicos, alarmes, bloqueios de volante ou imobilizadores, especialmente em veículos que permanecem em áreas públicas por longos períodos. A proteção da carga também é relevante para a apólice, pois reduz o risco de danos durante a atividade de transporte.

Ao adotar essas práticas, o proprietário ou gestor de frota não apenas reforça a proteção do veículo, mas também facilita a tarefa do corretor ao entender o perfil de risco do Trafic Furgao 2.2 de 1998. O resultado é uma cotação de seguro mais precisa, que reflete de forma fiel o valor de mercado do veículo, o histórico de uso e as medidas de mitigação de risco implementadas pela empresa.

Em suma, a Tabela FIPE funciona como um ponto de referência estável para discutir o valor de um veículo antigo, especialmente quando se trata de cópias de furgões de carga usados em atividades diárias. A integração entre o valor de referência e o estado de conservação do veículo orienta a escolha entre coberturas, limites de indenização e modalidades de pagamento da apólice. O resultado é um equilíbrio entre proteção adequada ao negócio e controle de custos, algo essencial para quem utiliza o Trafic Furgao Carga 2.2 de 1998 em operações de entrega, manutenção técnica móvel ou serviços de assistência em campo.

Se você está avaliando opções de seguro para um veículo desse tipo, vale considerar como a GT Seguros pode ajudar. A cotação com a GT Seguros oferece orientação especializada sobre as coberturas mais alinhadas ao uso real do veículo, com foco em valor de mercado, cobertura de carga e flexibilidade de franquias para o seu tipo de operação.

Para ter certeza de que sua proteção acompanha o valor de mercado, considere realizar uma cotação com a GT Seguros.