| Mês | Preço |
|---|---|
| Jan/26 | R$ 52.806,00 |
| Dez/25 | R$ 52.908,00 |
| Nov/25 | R$ 52.989,00 |
| Out/25 | R$ 53.118,00 |
| Set/25 | R$ 53.289,00 |
| Ago/25 | R$ 53.402,00 |
| Jul/25 | R$ 53.488,00 |
| Jun/25 | R$ 53.542,00 |
| Mai/25 | R$ 53.650,00 |
| Abr/25 | R$ 53.699,00 |
| Mar/25 | R$ 53.781,00 |
| Fev/25 | R$ 53.815,00 |
Entenda a Tabela FIPE para o GMC 15-190 T de 3 eixos com motor a diesel (1999) e como isso influencia a escolha de seguro
A Tabela FIPE funciona como um referencial consolidado para o valor de mercado de veículos usados, inclusive caminhões e ônibus. Para quem atua na corretagem de seguros, entender como esse mecanismo se aplica ao GMC 15-190 T com 3 eixos, duas portas e propulsão diesel, fabricado em 1999, é fundamental para embasar propostas, entender variações de prêmio e orientar o cliente sobre a necessidade de coberturas compatíveis com o uso esperado do veículo. Em termos práticos, a FIPE não determina o preço de compra nem o custo de reparos, mas consolida um valor médio de referência que serve de base para cálculos de cobertura, de indenização e de reposição em caso de sinistro. Abaixo, exploramos a ficha técnica do veículo, o papel da marca, aspectos da Tabela FIPE aplicados a esse tipo de caminhão e, por fim, impactos relevantes na contratação de seguros.
Ficha técnica do GMC 15-190 T 3-Eixos 2p (diesel) 1999
A ficha técnica serve como mapa rápido para entender o veículo que está sendo avaliado pela FIPE e pela seguradora. Embora haja variações de acordo com a configuração exata de cada unidade, seguem itens comuns a esse modelo, com foco em informações relevantes para o seguro:

– Fabricante: GMC (General Motors Company)
– Modelo: 15-190 T
– Ano de fabricação/modelo: 1999
– Versão: 3-eixos, cabine com 2 portas
– Tipo de veículo: Caminhão pesado de carga
– Motorização: Diesel, normalmente com turboalimentação
– Número de cilindros: 6 em linha (configuração típica para caminhões diesel da época)
– Deslocamento do motor: aproximadamente 7.0 litros
– Potência máxima: em torno de 180 hp (valor aproximado para unidades dessa linha na década de 1990)
– Torque: em faixa compatível com caminhões médios a pesados, frequentemente entre 50 e 70 kgf·m
– Transmissão: manual, com várias marchas à frente (configuração comum em caminhões de 1999); transmissão projetada para uso intenso em rodovias e estradas abastecidas por cargas variadas
– Tração: 6×4 (três eixos, com tração nas rodas traseiras para distribuição de peso de carga e tração adicional)
– PBT (Peso Bruto Total): típico na faixa de 15.000 kg, com variações conforme carroceria e ejeção de carga específicas
– Peso próprio aproximado: dependente da carroceria e do estado de conservação, com variações entre modelos e implementações
– Capacidade de carga útil: expressa pela diferença entre o PBT e o peso próprio; para esse tipo de caminhão, a carga útil pode ficar em patamares elevados, refletindo o uso para transportes de grande volume
– Dimensões (aproximadas): comprimento na faixa de 7,5 m a 8,5 m; largura em torno de 2,4 m a 2,6 m; altura variando conforme configuração da cabine e da carroceria
– Sistema de combustível: tanque de diesel com capacidade suficiente para longas jornadas, típico para operações rodoviárias com cargas constantes
– Sistema de freios: hidráulico com servofreio e, em muitos casos, sistema pneumático auxiliar para atuação dos freios retentores e de estacionamento
– Rodas e pneus: configuração para caminhão com aro grande (padrão da época), com pneus de banda larga para suportar o peso de carga e melhorar aderência
– Cabine: espaço para motorista e, dependendo da configuração, console e área de serviço, sem carrocerias adicionais na linha básica de cabine de dois lugares
Observação importante sobre a ficha técnica: os dados acima refletem características típicas de caminhões GMC da década de 1990 em configuração 3-eixos. Em operações reais, recomenda-se confirmar as especificações originais do veículo específico junto ao fabricante ou ao documento do veículo (CRLV/CRV, manual da plataforma, ficha técnica da carroceria) para ajustar avaliações de seguro, valor de reposição e condições de uso.
O papel da marca GMC na indústria de veículos comerciais pesados
A GMC, parte do que hoje se torna parte da rede global de caminhões sob o guarda-chuva da General Motors, firmou seu espaço no segmento de utilitários pesados com uma linha de caminhões robustos e versáteis. Histórico de atuação no mercado, redes de serviço, disponibilidade de peças e adaptações para diferentes usos industriais tornam a marca confiável para empresas que dependem de entrega, logística de construção civil, transporte de materiais a granel e operações portuárias. A percepção de marca influencia diretamente na avaliação de risco do seguro: redes de assistência técnicas bem estabelecidas, disponibilidade de peças originais, reputação de durabilidade em condições de trabalho pesado e histórico de desempenho são fatores que constroem confiança na hora de definir coberturas, limites e suplementos de proteção contra roubo, terceiros e danos a carga.
Para corretores, entender a relevância da marca envolve não apenas a avaliação de sinistralidade histórica, mas também a capacidade de orientar o cliente sobre serviços pós-venda, opções de manutenção, extensão de garantia para componentes críticos (motor, transmissão, eixo) e disponibilidade de peças de reposição. Em termos de seguro, caminhões com história de uso comercial intenso costumam exigir monitoramento mais próximo de manutenções preventivas, serviços de assistência em viagem e, em alguns casos, dispositivos telemáticos para acompanhar o comportamento de condução e a utilização da frota. Tudo isso pode impactar diretamente o custo do seguro ao longo do tempo.
A der e o contexto da Tabela FIPE para veículos de frota com 3 eixos
A Tabela FIPE integra um conjunto de critérios que ajudam a padronizar o valor de referência de veículos usados. Para caminhões pesados de uso comercial, como o GMC 15-190 T com 3 eixos, a leitura da tabela envolve considerar vários aspectos que não se limitam ao ano do veículo. Entre os aspectos relevantes estão:
– Ano de fabricação e modelo: o ano influencia fortemente o valor de referência, sobretudo para veículos pesados cuja configuração muda ao longo do tempo devido a melhorias de motor, eficiência de combustível, alterações na suspensão e atualizações de sistemas de freio e eixo.
– Versão e configuração: caminhões com três eixos, cabine dupla ou simples, e variações de eixo traseiro e tração podem ter variações de valor na FIPE entre unidades com cabines, carrocerias ou implementos diferentes. A FIPE reconhece essas diferenças para manter a referência de mercado coerente.
– Combustível: a modalidade diesel, comum nesse tipo de veículo, é um aspecto que agrega ao valor de referência pela consistência de custo de operação e pelo perfil de manutenção exigido ao longo de anos de uso.
– Condição de conservação: veículos de frota, com histórico de serviço e manutenção documentada, costumam cumprir com upgrades mecânicos e com histórico de sinistros adequado ao perfil de uso, influenciando a avaliação de valor na FIPE.
– Uso previsível: operações de transporte de cargas, construção, logística de stee e indústria, quando devidamente documentadas, ajudam a entender o regime de uso e, por consequência, a velocidade de depreciação diante do mercado.
Para corretores de seguros, a leitura da Tabela FIPE é um recurso estratégico na precificação de danos parciais, de substituição parcial ou total, e na orientação sobre cobertura de risco de roubo, colisão, colisão com terceiros e danos a carga. Embora a FIPE não determine o prêmio de seguro, ela oferece uma base estável para discutir com o cliente a reapresentação de valores de reposição e a necessidade de coberturas adicionais, como guincho e assistência veicular, que podem impactar ao longo do tempo o custo total da proteção do veículo.
Como o seguro encara um GMC 15-190 T 3-Eixos 2p Diesel de 1999
Nesse tipo de veículo, algumas áreas merecem atenção especial na hora de desenhar a cobertura adequada:
– Valor de reposição: a relação entre o valor da FIPE e o custo de reposição da unidade é a chave para evitar situações de indenização insuficiente. Em frotas, muitas empresas optam por coberturas com valor de reposição integral ou com recompra proporcional, dependendo da política interna de gestão de ativos.
– Coberturas de carga: para caminhões como o GMC 15-190 T, a proteção da carga transportada é um componente essencial. Em operações com cargas sensíveis ou de alto valor, vale considerar a opção de seguro de carga com rampas de responsabilidade do transportador.
– Responsabilidade civil: por se tratar de veículo de transporte de terceiros, a cobertura de responsabilidade civil é parte crucial da apólice, atrelada a limites compatíveis com o tipo de operação (rodoviária, intramunicipal ou intermunicipal).
– Danos e proteção de equipamentos: proteções para peças críticas (motor, transmissão, eixo, sistema de freio) e extensões de garantia contribuíram para reduzir custos de reparo e manter a frota em operação, o que é especialmente relevante para veículos mais antigos. Em modelos de 1999, a análise de estado e de histórico de manutenções é parte essencial para estimar o risco de falha e, consequentemente, o prêmio.
– Telemetria e monitoramento: para empresas que utilizam o GMC 15-190 T em operações de alto volume, soluções de rastreamento podem ajudar a reduzir sinistros, melhorar a eficiência do transporte e, como resultado, favorecer condições mais estáveis de seguro ao longo do tempo.
Roteiro rápido para orientar a cotação com a GT Seguros
Ao preparar-se para uma cotação de seguro para o GMC 15-190 T 3-Eixos 2p Diesel (1999), vale seguir algumas práticas que ajudam a chegar a uma proteção adequada sem criar custos desnecessários:
- Documente a origem e o estado da manutenção do veículo, com laudos e ordens de serviço atualizados.
- Defina claramente o uso da frota (transporte externo, entrega urbana, operações de construção, entre outros) para ajustar coberturas específicas de acordo com o perfil de risco.
- Considere a inclusão de serviços adicionais de assistência 24h, guincho, carro reserva e proteção de carga, quando a operação exigir.)
- Converse com a GT Seguros para uma avaliação personalizada que leve em conta a Tabela FIPE, a idade do veículo, o histórico de sinistros da frota e as particularidades da operação.
O objetivo é alinhar o custo da proteção com a realidade operacional, assegurando que o veículo esteja coberto de forma eficaz frente aos riscos de uso, desgaste natural e eventual depreciação. A Tabela FIPE funciona como um reference de mercado que facilita esse alinhamento, especialmente para empresas de transporte e corretores que precisam traduzir o valor de reposição e a exposição a riscos para termos de seguro compreensíveis pelo cliente.
Concluindo, o GMC 15-190 T com 3 eixos e motor diesel de 1999 representa uma classe de veículo que exige atenção particular na gestão de risco e na construção de uma apólice de seguro que possa acompanhar o seu desempenho na operação de frota. A combinação entre a especificação técnica, a avaliação de valor pela FIPE e a reputação de marca da GMC oferece uma base sólida para decisões bem fundamentadas. Quando bem ajustada, essa proteção pode contribuir para a continuidade operacional da empresa, reduzindo impactos financeiros provenientes de sinistros, tempo de inatividade e custos de reposição de ativos.
Se você busca uma solução de seguro que leve em conta as especificidades do GMC 15-190 T 3-Eixos 2p Diesel de 1999, a GT Seguros está pronta para oferecer uma cotação personalizada que reflita o uso real do veículo, o perfil da operação e as coberturas mais adequadas ao seu negócio. Conte com a nossa equipe para orientar o caminho da proteção com tranquilidade e eficiência.
