Valor FIPE Atual
R$ 36.057,00
↓ 0,2% vs mês anterior
FIPE: 505007-3
Ano: 1996-3
MêsPreço
Jan/26R$ 36.057,00
Dez/25R$ 36.126,00
Nov/25R$ 36.181,00
Out/25R$ 36.269,00
Set/25R$ 37.010,00
Ago/25R$ 37.766,00
Jul/25R$ 37.827,00
Jun/25R$ 37.865,00
Mai/25R$ 37.941,00
Abr/25R$ 37.976,00
Mar/25R$ 38.034,00
Fev/25R$ 38.057,00

GMC 16-220 T: visão técnica e implicações da Tabela FIPE para seguros de caminhões pesados (1996)

A Tabela FIPE para o GMC 16-220 T, veículo de 3 eixos com cabine de duas portas e motor diesel, lançado na metade da década de 1990, é um marco para quem trabalha com avaliação de risco e precificação de seguros de frotas. Este artigo explora não apenas a ficha técnica do modelo, mas também como a caracterização do veículo influencia a escolha de coberturas, a elaboração de apólices para caminhões pesados e a gestão de risco em operações de logística e construção. Embora a FIPE forneça referências de valor de mercado, o foco aqui está na compreensão prática do que compõe esse veículo, quais aspectos são relevantes para seguradoras e como profissionais de seguros podem interpretar esse conjunto de dados ao atender clientes com frotas que utilizam caminhões 3-eixos diesel como este.

Antes de entrar nos detalhes, vale destacar: o GMC 16-220 T representa uma configuração típica de caminhões de carga com tração em 6×4, capaz de enfrentar rotas urbanas e rodoviárias com volumes consideráveis. A era em que esse modelo foi produzido traz uma combinação de robustez mecânica, cabine simples e soluções de suspensa que priorizavam durabilidade em condições de trabalho, menos foco em o conforto de luxo e mais em confiabilidade em operação contínua. Para corretores e equipes de risco, compreender esses traços é fundamental para orientar escolhas de seguro que protejam ativos, motor e chassis, bem como a carga transportada.

Tabela FIPE GMC 16-220 T 3-Eixos 2p (diesel) 1996

Visão geral do GMC 16-220 T

O GMC 16-220 T é um caminhão de configuração 3-eixos com cabine de duas portas, movido por motor diesel e utilizado principalmente no transporte de cargas pesadas. Abaixo, pontos-chave para situar o veículo no contexto de seguros e avaliação de risco:

  • Tipo de veículo: caminhão pesado com tração 6×4, configurado para transportar cargas substanciais em trajetos de média a longa distância.
  • Segmento de uso: construção civil, logística de obras, transporte de materiais de grande volume e itens de alto peso específico.
  • Perfil de operação: serviço contínuo com paradas regulares, necessidade de manutenção programada e gestão de pneus e freios para margens de segurança elevadas.
  • Contexto de avaliação: o valor de seguro depende de dados como a idade do veículo, histórico de manutenção, quilometragem, estado de conservação e a ausência ou presença de aparelhos de rastreamento e proteção adicional para carga.

Ficha técnica detalhada

Para fins de referência técnica e para orientar avaliações de risco, apresentamos uma ficha técnica consolidada em quatro itens-chave. Observação: números exatos podem variar conforme a unidade, o país de uso e a especificação de fábrica; as informações a seguir refletem a configuração típica para um GMC 16-220 T 1996 na faixa de caminhões de 3 eixos.

  • Motor e desempenho: diesel, 6 cilindros em linha, deslocamento aproximado de 9,0 a 9,5 litros, turbocompressor, potência em torno de 220 cavalos-vélo (aprox. 164 kW) e torque máximo na faixa de 720 a 760 Nm.
  • Transmissão e tração: transmissão manual de 5 velocidades com relação de marchas adequada para deslocamentos de carga, eixo de tração 6×4 (duas rodas traseiras acionadas), freios com configuração de tambor na traseira e disco na dianteira em versões padrão; ABS opcional ou disponível em alguns equipamentos.
  • Dimensões, peso e capacidade: comprimento total estimado entre 9,0 e 9,6 metros, largura em torno de 2,5 metros, altura próxima a 3,3 metros; GVWR (Peso Bruto de Veículo) na faixa de 16.000 kg, com capacidade de carga útil estimada entre 6.000 e 9.000 kg, dependendo da configuração de cabine, carroceria e lastro de segurança.
  • Cabine, conforto e carga útil: cabine simples com 2 portas, espaço para motorista e passageiro, volante e painel de instrumentos de layout funcional para uso diário em operações de frota; tanque de combustível compatível com longas jornadas (em torno de 200 a 300 litros, variável por versão), e pontos de fixação para equipamentos de proteção de carga e sistemas de amarração.

Conforto, segurança e manutenção no dia a dia

Os aspectos de conforto e segurança em caminhões como o GMC 16-220 T podem parecer secundários diante da prioridade operacional, mas impactam diretamente na qualidade da condução, no comportamento do veículo durante manobras e na redução de riscos durante o trajeto. Abaixo, elementos relevantes para avaliação de risco e planejamento de seguros:

  • Condição da cabine: a configuração de duas portas e o layout de banco podem influenciar ergonomia, visibilidade e tempo de fadiga do motorista, fatores relevantes ao calcular o risco de sinistros por erro humano ou distração.
  • Precauções de segurança: estabilidade em curvas, controle de carga e amarração adequada são cruciais para evitar deslocamento de carga e capotamento em trechos com descidas, lombadas ou paradas súbitas.
  • Manutenção preventiva: itens condicionantes para seguros incluem histórico de trocas de óleo, filtros, sistema de freios, suspensão e verificação de componentes críticos como embreagem, transmissão e diferencial. A ausência de falhas recorrentes favorece a taxa de prêmio e a liquidez em caso de sinistro.
  • Rastreamento e proteção de carga: soluções de rastreamento, alarmes e sistemas de proteção de carga são variáveis que influenciam prêmios, termos de cobertura e opções de cobertura para carga transportada.

A marca GMC: legado, visão de mercado e presença no Brasil

A GMC, parte da General Motors, tem uma história marcada pela especialização em veículos de uso comercial, caminhões e utilitários utilitários robustos. Com décadas de experiência, a marca construiu reputação voltada a durabilidade, capacidade de carga e facilidade de manutenção — atributos que costumam interessar diretamente às seguradoras e aos gestores de frotas. A seguir, aspectos que ajudam a entender o posicionamento da GMC no mercado global e no contexto brasileiro:

  • Origens e foco: a GMC nasceu como parte de um ecossistema de marcas que atenderam mercados de utilitários, caminhões leves e pesados, com ênfase em desempenho durável em condições de trabalho desafiadoras.
  • Imagem de confiabilidade: a linha de caminhões é reconhecida por estruturas rígidas, motorizações robustas e componentes que suportam longas jornadas com menor necessidade de intervenções emergenciais.
  • Presença no Brasil: historicamente, a GMC teve presença modesta no mercado brasileiro, com rotas de importação e operações de frota ligadas a obras de infraestrutura, mineração e logística de grande porte. A disponibilidade de peças e serviços pode variar conforme o ciclo econômico e políticas de importação.
  • Contribuição para a gestão de risco: para corretores, a familiaridade com a marca favorece a comunicação com clientes, facilita a verificação de assistência técnica autorizada, bem como o planejamento de coberturas específicas para frotas com veículos pesados.

Tabela FIPE e implicações para seguros de caminhões pesados

A Tabela FIPE funciona como referência de valor de mercado de veículos usados no Brasil. Para caminhões pesados como o GMC 16-220 T, a FIPE serve de base para orientar a indenização em casos de perda total, o valor de reposição parcial e o dimensionamento de coberturas adicionais. Contudo, há nuances importantes para a prática de seguros:

  • O que a FIPE mede: trata-se de um valor de referência agregado, com variações por ano/modelo, estado de conservação, idade, uso e configuração específica. Caminhões com 3 eixos, especialmente os de uso comercial pesado, costumam apresentar variações mais sensíveis a circunstâncias operacionais e de manutenção.
  • Limitações da referência: a FIPE não é um avalor de reposição integral; fatores como estado de conservação, histórico de manutenção, acidentes anteriores, documentos pendentes e valorização de itens agregados à carroceria podem alterar o valor segurado necessário.
  • Relevância para o seguro: para apólices de casco, de responsabilidade civil ou para combate a roubo de carga, o valor de referência da FIPE ajuda a calibrar o valor segurado. Prêmios são decorrentes da soma de risco do veículo, do uso e da carga transportada, além de importância de coberturas opcionais (terceiros, danos, incêndio, totalização por roubo, etc.).
  • Interpretação prática: corretores devem cruzar o valor FIPE com o estado real do veículo, as condições de uso (frota própria, aluguel, locação), o histórico de sinistros e a proteção de carga para construir uma apólice que proteja de forma adequada tanto o ativo automotor quanto as mercadorias transportadas.

Implicações para corretores e gestão de riscos

Para quem atua na corretagem de seguros, o GMC 16-220 T representa um conjunto de particularidades úteis para a avaliação de risco, a configuração de coberturas e a estipulação de valores de indenização. A seguir, considerações práticas que ajudam a alinhar a recomendação de seguro com a realidade da operação:

  • Configuração da apólice: veículos pesados com