| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 14.378,00 |
| Fev/26 | R$ 14.411,00 |
| Jan/26 | R$ 14.443,00 |
| Dez/25 | R$ 14.471,00 |
| Nov/25 | R$ 14.494,00 |
| Out/25 | R$ 14.465,00 |
| Set/25 | R$ 14.512,00 |
| Ago/25 | R$ 14.543,00 |
| Jul/25 | R$ 14.567,00 |
| Jun/25 | R$ 14.582,00 |
| Mai/25 | R$ 14.612,00 |
| Abr/25 | R$ 14.626,00 |
Compreendendo a Tabela FIPE para a Harley-Davidson Dyna Low Rider 1995 e as implicações para o seguro
Ficha Técnica da Harley-Davidson Dyna Low Rider 1995
A Harley-Davidson Dyna Low Rider, na linha Dyna que marcou a década de 1990, representa uma etapa importante da evolução da marca na categoria cruiser. No ano de 1995, o modelo Dyna Low Rider fazia parte da família FXD, integrada à plataforma Evolution, reconhecida pela robustez e pela identidade visível de design que associamos aos casamentos entre potência, torque e estilo. Abaixo, sintetizamos as informações técnicas que costumam compor a ficha do modelo, com foco no que costuma constar para fins de seguros e avaliações de valor de reposição conforme a Tabela FIPE.
Fabricante e modelo: Harley-Davidson Dyna Low Rider (FXD) — linha Dyna, geração Evolution.

Ano/versão: 1995 (variações mínimas podem ocorrer entre mercados e submodelos dentro da linha Dyna daquele ano).
Categoria: Cruiser, com foco em conforto de condução em uso diário e viagens de curta e média distância, mantendo a estética “retro” característica da Harley.
Motorização: motor V-Twin de desenho Evolution com deslocamento aproximado de 1.340 cm³. Trata-se de um motor aspirado, alimentado por carburador na grande maioria dos exemplares da época (com a tecnologia de injeção eletrônica ainda entrando de forma mais ampla em modelos posteriores), com arquitetura de dois cilindros em V, arrefecido por ar. A configuração V-Twin é parte essencial da identidade Harley: torques altos em faixas de rotação utilizadas pelo uso rodoviário, associando empuxo estável a uma sonoridade característica.
Transmissão e tração: transmissão de 5 velocidades, acoplamento por embreagem hidráulica (no conjunto de acionamento da moto). Tração por correia (belt drive), que é típica de muitos modelos Dyna, contribuindo para uma condução mais suave, menos ruído de corrente e menos necessidade de lubrificação externa constante. A relação de marcha costuma oferecer boa cadência para cruzeiro em rodovias e subidas moderadas.
Dimensões e peso: como cruiser de porte médio, a Dyna Low Rider apresenta entre-eixos aportes que favorecem estabilidade, com peso aproximado na faixa de clientes e fábricas entre o valor de ordem de magnitude de centenas de quilos. O conjunto de suspensão, rodas e estrutura em aço confere uma silhueta estável e um centro de gravidade adequado para a condução em trajetos urbanos e estradas rurais.
Suspensão: garfo telescópico na dianteira; conjunto traseiro com dois amortecedores, proporcionando conforto básico para a condução em vias irregulares sem exigir ajustes frequentes. Essa configuração favorece a dirigibilidade em velocidades de cruzeiro e em percursos com piso não ideal, mas requer atenção especial em pisos muito ruins ou em pavimentos com irregularidades acentuadas.
Sistema de freios: disco na dianteira e disco na traseira, sem a inclusão de ABS naquela geração para a maioria dos exemplares vendidos no mercado consumidor da época. O freio dianteiro tende a oferecer boa resposta para o peso da moto e para a frenagem em velocidades de cruzeiro; o freio traseiro complementa a frenagem com a capacidade típica de um cruiser dos anos 90.
Capacidade de combustível: suficiente para percursos razoáveis, refletindo o foco da moto em uso rodoviário e turismo leve. A especificação de combustível, associada a um tanque compatível com a arquitetura do motor Evolution, é comumente suficiente para trechos entre cidades sem a necessidade de recargas constantes.
Altura do assento, distância ao solo e ergonomia: o assento tem altura que favorece condução confortável para uma ampla variedade de pilotos. A posição de condução, com guidão acessível e pedaleiras dispostas para facilitar o alcance, é um dos pontos fortes da Dyna Low Rider, promovendo boa assimilação de curvas e manobras urbanas com menos esforço de braços e ombros.
Capacidade de armazenamento e acabamento: a linha Dyna é conhecida pela estética cromada, bastidores e detalhes que reforçam o apelo visual; o espaço de armazenamento é básico, alinhado ao caráter de cruiser, com foco principal no conforto de pilotagem, sem excesso de peso em acessórios adicionais na época de fábrica.
Observação: as especificações listadas acima representam o conjunto técnico típico da Harley-Davidson Dyna Low Rider 1995 e podem apresentar variações conforme o mercado, submodelo ou personalizações aplicadas pelo proprietário. Em contextos de seguro, valores diferentes podem aparecer para itens como potência (quando a moto apresentar alterações), peso em ordem de marcha e espaço de tanque, que influenciam a avaliação de risco e o custo de cobertura.
Sobre a marca: Harley-Davidson, tradição, design e presença global
A Harley-Davidson é uma das marcas mais emblemáticas do setor de motocicletas, com uma história que remonta a mais de um século, marcada pela cultura de customized e pelo estilo de pilotagem que associa bravura, liberdade e tradição. A história da empresa é entrelaçada com momentos-chave da indústria automotiva mundial, incluindo a consolidação de uma comunidade de fãs, clubes e eventos que transformaram a Harley em um fenômeno cultural, não apenas técnico. Esse legado se reflete no design reconhecível de seus modelos: linhas robustas, cromados proeminentes, bancos largos e uma sonoridade que se tornou marca registrada de muitos fãs da motocicleta.
Ao longo dos anos, a Harley-Davidson expandiu seus portfólios para além das “cruisers” clássicas, incorporando variações de motores evolutivos, plataformas de chassis e uma experiência de pilotagem que busca equilibrar potência, conforto e estilo. A Dyna Low Rider, em particular, apresenta o espírito de uma motocicleta que alia o desempenho do motor V-Twin com a presença estética de uma cruiser tradicional, projetada para proporcionar viagens com uma sensação de controle e entrega de torque em faixas de rotação que favorecem a condução em asfalto urbano e em trechos de estrada.
Essa herança contribui para a percepção de valor de seguros de motos Harley: a marca, associada a uma reputação de qualidade e de reposição de peças, pode influenciar tanto o custo de seguro quanto a disponibilidade de coberturas específicas. No entanto, vale destacar que o peso histórico da Harley também implica a necessidade de avaliação cuidadosa do estado de conservação, de eventuais modificações e de documentação, fatores que, somados à idade do modelo, impactam diretamente na composição da apólice, nas franjas de cobertura e nas cláusulas de proteção.
A importância da Tabela FIPE para o seguro de motos antigas
A Tabela FIPE é, para o mercado brasileiro, uma referência amplamente utilizada para a estimativa de valor de marca, complexidade de reposição e de indenizações em seguros. Inserida como referência para o valor de mercado, ela serve como base prática para seguradoras definirem o limite de cobertura, o prêmio e as condições de indenização em caso de sinistro. Para motos antigas como a Harley-Davidson Dyna Low Rider 1995, a tabela assume papel ainda mais relevante, pois o valor de reposição ou de referência de seguro pode não acompanhar estritamente a variação de preços de mercado observada para modelos mais novos.
É comum que as seguradoras utilizem a FIPE como ponto de partida para calcular o “valor segurado” da motocicleta. Esse valor é utilizado para determinar a cobertura de casco (quando disponível), bem como o montante que será indenizado em caso de perda total ou de roubo. Em muitos casos, as apólices associam o valor segurado a percentuais do valor FIPE ou a um valor mínimo/máximo estipulado pela empresa, sempre com base na avaliação de risco do veículo. Cabe destacar que FIPE é uma referência mensal que pode variar conforme as condições de mercado, disponibilidade de peças, demanda por modelos específicos e o estado de conservação da moto.
Para o proprietário de uma Harley antiga, essa relação entre FIPE e seguro implica em alguns pontos práticos: manter a moto em bom estado, documentar alterações (quando existentes) e manter um histórico de manutenção. Além disso, é comum que o seguro de motos clássicas, incluindo modelos Dyna, ofereça opções adicionais de proteção, como cobertura para acessórios originais e itens de customização, bem como proteção contra roubo com análise de localização e qualidade de chassis. Em resumo, a FIPE funciona como uma bússola: orienta a definição de valor de reposição, ajuda a estabelecer o prêmio compatível com o risco e oferece um referencial no processo de cotação de seguros.
Como interpretar a Tabela FIPE para a Dyna Low Rider 1995
Interpretar a Tabela FIPE envolve entender como o valor de referência se relaciona com as condições reais da moto, com a idade e com as particularidades do veículo. Para um modelo de 1995, fatores que influenciam a leitura da FIPE incluem o estado de conservação, a originalidade de peças e a existência de modificações que possam alterar o desempenho, o visual ou o valor de revenda. Além disso, a disponibilidade de peças originais da Harley para esse ano pode impactar o custo de reposição, o que, por sua vez, afeta a avaliação de seguro.
A seguir, alguns pontos práticos para interpretar a FIPE neste contexto:
1) Valor de referência: a FIPE fornece um valor de referência que funciona como base para a indenização em casos de perda total ou roubo. Em motos antigas, esse valor servirá de referência, mas muitas seguradoras permitem ajustes com base no estado da moto, na documentação e na existência de itens originais ou de custo de reposição estimado.
2) Variação mensal: o valor FIPE pode oscilar ao longo do tempo. Motos clássicas podem demonstrar flutuações suaves, mas a percepção de valor do mercado pode ser maior do que a média calculada pela FIPE, especialmente quando há demanda de colecionadores ou de entusiastas. Por isso, é comum que seguradoras usem a FIPE como base, mas ajustem o valor segurado conforme avaliação técnica ou documentação de manutenção.
3) Coberturas adicionais: para modelos com modificações ou peças especiais, o valor segurado pode superar o valor FIPE, desde que haja comprovação e documentação das alterações. Muitos contratos permitem a inclusão de acessórios originais ou aftermarket, desde que devidamente declarados e avaliados.
4) Documentação de suporte: ter notas fiscais, comprovantes de manutenção, livros de serviço, histórico de proprietários e fotografias atualizadas ajuda a sustentar o valor segurado escolhido, reduzindo surpresas no momento de uma eventual indenização. O conjunto de documentos facilita a avaliação de risco pela seguradora e pode influenciar a faixa de prêmio na apólice.
Ao conversar com o corretor ou com a seguradora, vale esclarecer que a Harley-Davidson Dyna Low Rider 1995, por seu apelo histórico, muitas vezes entra em regimes de seguro com módulos específicos para motos “clássicas” ou “especializadas”. Nesses casos, o processo de cotação tende a considerar não apenas o FIPE, mas também a condição de preservação, o uso pretendido (rota, lazer, deslocamento urbano) e a possibilidade de valor de reposição assistida em caso de sinistro.
Como a idade do modelo influencia o prêmio de seguro
A idade da Harley-Davidson Dyna Low Rider 1995 impacta diretamente o custo do seguro de