| Mês | Preço |
|---|---|
| Fev/26 | R$ 6.626,00 |
| Jan/26 | R$ 6.641,00 |
| Dez/25 | R$ 6.654,00 |
| Nov/25 | R$ 6.664,00 |
| Out/25 | R$ 6.681,00 |
| Set/25 | R$ 6.818,00 |
| Ago/25 | R$ 6.833,00 |
| Jul/25 | R$ 6.844,00 |
| Jun/25 | R$ 6.851,00 |
| Mai/25 | R$ 6.865,00 |
| Abr/25 | R$ 6.872,00 |
| Mar/25 | R$ 6.804,00 |
Entendendo a Tabela FIPE para o Honda Accord Coupé EX 1992 e seu papel na avaliação de seguros
Quando o assunto é seguro de automóvel, a forma como as seguradoras determinam o valor de referência do veículo é tão importante quanto o próprio contrato. A Tabela FIPE funciona como um parâmetro padrão no Brasil para o preço de tabela de veículos usados. Embora o objetivo principal seja padronizar valores para a comercialização e para cálculos iniciais de seguros, a aplicação prática envolve fatores como estado de conservação, histórico de uso, proprietários, entre outros. No contexto do Honda Accord Coupé EX de 1992, uma faixa de observação comum entre corretores e seguradoras envolve a relação entre o que a FIPE reporta como referência e as particularidades do modelo, com foco em facilitar o entendimento do seguro para modelos mais velhos e com pouca produção recente no mercado brasileiro.
Neste artigo, vamos explorar não apenas a relação entre a Tabela FIPE e o seguro de um exemplar específico — o Honda Accord Coupé EX de 1992 — mas também oferecer uma visão educativa sobre a marca, a herança do modelo e os pontos-chave da ficha técnica. Tudo isso com o objetivo de ampliar a compreensão do consumidor sobre como a FIPE impacta escolhas de cobertura, a avaliação de riscos e a percepção de valor de um veículo clássico ou de idade avançada no portfólio de seguros.

Como a FIPE influencia a percepção de valor e as decisões de seguros
Antes de mergulhar no histórico da Honda e na ficha técnica do Accord Coupé EX 1992, é útil entender o papel da FIPE no ecossistema de seguros. A Tabela FIPE oferece uma referência de preço médio praticado no mercado de usados para cada modelo, ano e versão. Esse valor serve como base para cláusulas de seguro, principalmente nos itens de cobertura de danos (compreensivo) e, de forma geral, para o cálculo de indenização em caso de sinistro. Em modelos de menor disponibilidade ou com idade avançada, a FIPE ajuda a padronizar a avaliação de valor, evitando discricionariedade excessiva na cotação.
Para seguradoras, o valor de referência não é apenas um número isolado; ele se conecta a um conjunto de fatores de risco. Por exemplo, quanto maior o valor de referência, maior pode ser o prêmio mensal, especialmente se o veículo exigir peças de reposição mais específicas ou com disponibilidade limitada no mercado de peças usados. Além disso, para carros com histórico de uso em tráfego urbano intenso, com quilometragem elevada ou com múltiplos proprietários, o risco de sinistros pode exibir variações, mesmo quando a referência FIPE sugere um patamar de valor similar a outros modelos da mesma faixa etária.
Portanto, a Tabela FIPE funciona como um norteador, mas não substitui a avaliação detalhada de risco que cada seguradora realiza. Em modelos de nicho ou de determinada idade, como o Accord Coupé EX de 1992, é comum que as cotações considerem ainda a disponibilidade de peças, o custo de manutenção, a complexidade de reparos e o histórico de preservação do veículo. Em termos práticos, isso significa que dois Accord Coupé EX 1992 com a mesma referência FIPE podem ter cotações distintas se um deles apresentar sinais de desgaste mais acentuados, Estado de Conservação (EC) diferente ou histórico de sinistros diferente.
A Honda como marca: tradição, engenharia e confiabilidade
A Honda é uma das fabricantes que consolidou, ao longo das décadas, uma reputação associada a engenharia orientada pela confiabilidade, pela eficiência e pela qualidade de construção. A filosofia da marca, com foco contínuo na melhoria de processos, na durabilidade dos componentes e na experiencia de condução, ajudou a transformar a trajetória de modelos populares em referências de valor no mercado de usados. O Accord, como linha, aparece como um capítulo histórico da marca que combinou conforto, espaço adequado para família e uma performance estável ao longo de várias gerações.
No caso do Accord Coupé EX 1992, a engenharia refletiu a expectativa de um sedã médio de duas portas que entregasse uma experiência de condução mais envolvente sem perder a praticidade. A decisão de manter o câmbio manual como opção e a disponibilidade de uma transmissão automática contribuíram para a versatilidade do veículo. Além disso, a arquitetura do motor — em linhas gerais, um four-cylinder de deslocamento relevante para a época — buscava equilibrar potência com consumo, uma busca que sempre foi parte do DNA da Honda. Esses traços ajudam, inclusive, a compreender por que modelos dessa geração ainda aparecem em muitas frotas de seguros hoje: a reputação de robustez, aliada à rede de assistência técnica e à disponibilidade de peças, cria uma base estável para serviços de manutenção e reparo.
Ao avaliar a marca, vale destacar que a Honda, ao longo dos anos, investiu em inovações que se tornaram marcos de confiabilidade. Itens como sistemas de ventilação, conforto e ergonomia do interior, bem como a integração de componentes mecânicos simplificados, contribuíram para reduzir o custo de propriedade ao longo do tempo — algo particularmente relevante quando se analisa um veículo com mais de duas décadas de uso. Em termos de seguro, essa confiabilidade pode se traduzir em sinistralidade relativamente controlada, desde que o veículo tenha passado por manutenções regulares, tenha documentação clara de histórico e esteja em condições técnicas compatíveis com o padrão original de fábrica.
Ficha técnica do Honda Accord Coupé EX 1992
A seguir, apresentamos uma ficha técnica simplificada, com itens-chave para o entendimento da estrutura do veículo, especialmente úteis para quem está avaliando seguros de carros usados. Observe que as especificações podem variar conforme o mercado (EUA, Japão ou Brasil) e conforme as configurações de fábrica disponíveis na região. A versão EX sempre foi associada a um conjunto de itens que buscavam oferecer um patamar acima de versões básicas, com foco em conforto, conveniência e desempenho equilibrado.
- Motor: 2.2 litros, quatro cilindros em linha, gasolina. Alimentação de injeção multiponto; desempenho típico compatível com a filosofia de equilíbrio entre potência e eficiência para a época.
- Transmissão: opções manuais de várias velocidades (comumente 5 velocidades) ou automática de 4 velocidades, conforme o mercado. Tração dianteira.
- Dimensões e carroceria: coupé de duas portas, com foco em esportividade contida dentro do segmento de sedã médio; carroceria robusta para a época, com acabamento interno voltado ao conforto do motorista e passageiros.
- Capacidade e conforto: espaço suficiente para até cinco ocupantes, com foco em ergonomia do banco dianteiro, visibilidade favorecida e itens de conveniência que compõem o pacote EX (ar condicionado, vidros elétricos, controles de áudio, entre outros, dependendo do mercado). Tanque de combustível com capacidade moderada para uso urbano e rodoviário.
É importante notar que esse conjunto técnico serve como base de referência para corretores e seguradoras ao tratar de um modelo específico de 1992. Em cada cotação, a avaliação de estado de conservação, histórico de manutenções, quilometragem, e proprietário único ou múltiplos proprietários, pode influenciar significativamente a percepção de risco e, consequentemente, o prêmio final. Ao lidar com uma peça antiga, a reatividade da seguradora em relação a peças de reposição e a disponibilidade de assistência técnica também costumam pesar na decisão de coberturas e franquias.
Como a versão EX influencia no seguro e na manutenção
A designação EX, associada a uma lista de itens de conforto e sistemas adicionais, tem impacto direto na percepção de valor e no custo de seguro. Em termos práticos, o EX pode trazer benefícios como a presença de elementos que, quando bem conservados, preservam o estado de conservação do conjunto automotivo. Entretanto, também pode implicar, para o setor de seguros, em maior valor de peça diante de necessidade de reparo, especialmente se o modelo exigir componentes específicos da época ou de fabricantes com disponibilidade limitada no mercado de reposição. O equilíbrio entre valor de mercado (referência FIPE), estado de conservação e histórico de manutenção determina, em última instância, o custo do seguro.
Do ponto de vista de manutenção, o Accord Coupé EX 1992 pode exigir atenção especial a itens como a sistema de arrefecimento, a transmissão (especialmente se for a caixa automática antiga), o sistema de freios, e a suspensão. A idade do veículo aumenta a probabilidade de desgaste de componentes como elasticidade de borrachas, vedação de portas, juntas de cabeçote e, às vezes, problemas elétricos com circuitos antigos. A boa notícia, comum a muitos modelos da época da Honda, é a disponibilidade de peças usadas e reposição por meio de redes de assistência técnica, oficinas especializadas e clubes de entusiastas. Ter um histórico de manutenções registradas facilita o ajuste de seguros, pois demonstra preocupação com a preservação do veículo e reduz incertezas sobre o estado geral de funcionamento.
Para o consumidor, observar a relação entre o estado de conservação, a quilometragem e o histórico de sinistros é essencial. Um carro bem mantido, com revisões periódicas e sem alterações relevantes na estrutura pode apresentar um risco de sinistro menor, o que, por consequência, tende a refletir em condições de seguro mais estáveis ao longo do tempo. Do outro lado, veículos com manutenção irregular, com peças de reposição genéricas de qualidade duvidosa ou com histórico de colisões não reparadas corretamente podem ter impacto direto sobre a percepção de valor pela seguradora, levando a ajustes na apólice.
Itens práticos para quem consulta a Tabela FIPE para o Accord Coupé EX 1992
Ao realizar uma leitura da Tabela FIPE em busca de referência para o Honda Accord Coupé EX 1992, vale observar alguns pontos que ajudam a alinhar expectativa com a realidade de seguro. Abaixo estão itens úteis para guiar a avaliação, sem exigir números de preço, apenas para compreensão do processo:
- Estado de conservação: carros que passaram por restaurações cuidadosas, com histórico de manutenção documentado, costumam justificar avaliações mais estáveis pela seguradora.
- Quilometragem e uso: uso predominantemente urbano pode implicar desgaste diferente de uso rodoviário moderado; ambos influenciam a depreciação do veículo ao longo do tempo.
- Propriedade e histórico de sinistros: histórico limpo tende a reduzir o risco percebido; múltiplos proprietários podem exigir avaliação adicional para entender o desgaste e a responsabilidade de cada um.
- Peças e disponibilidade: a exigência por peças originais ou de reposição para modelos antigos pode impactar o custo de reparo e, por tabela, o valor segurado para indenização em caso de sinistro.
Esses apontamentos ajudam a entender por que duas cotações FIPE para o mesmo modelo, ano e versão podem divergir. A diferença não está apenas no valor de referência, mas na leitura do risco feita pela seguradora com base no histórico do veículo e nas particularidades de cada apólice. Por isso, ao solicitar cotações, tenha em mente que informações adicionais sobre o veículo ajudam a fechar um acordo mais alinhado com suas necessidades de cobertura, sem surpresas no pós-sinistro.
Conclusão: o que aprender sobre o Honda Accord Coupé EX 1992 e a Tabela FIPE
O Honda Accord Coupé EX de 1992 representa, para muitos entusiastas e proprietários, um capítulo de confiabilidade, engenharia equilibrada e sensação de condução que ancora a reputação da marca. Ao conectar a Tabela FIPE com esse modelo específico, o objetivo é compreender como o valor de referência funciona como ponto de partida para seguros, sem substituir a avaliação técnica individual de cada veículo. A combinação entre a herança da Honda, a ficha técnica do modelo e a leitura cuidadosa do estado real do carro permite que o consumidor tenha uma visão mais clara de quais são as expectativas de cobertura, quais itens podem exigir atenção especial no reparo e como a manutenção regular pode influenciar o custo total de propriedade, inclusive no contexto do seguro.
Para quem está considerando contratar ou renovar um seguro com base na Tabela FIPE, a etapa seguinte envolve uma cotação que leve em conta não apenas o valor de referência, mas também o histórico de uso, a condição física do veículo e o tipo de cobertura desejada. Pensando nisso, a GT Seguros oferece opções de cotação que ajudam a comparar cenários de proteção, com foco na compatibilidade entre o valor do veículo, o perfil do motorista e as necessidades de cobertura.
Se você busca uma visão prática e ética para entender melhor o seguro do seu Honda Accord Coupé EX 1992, considere entrar em contato com a GT Seguros para uma cotação personalizada. Uma leitura bem fundamentada da FIPE, aliada à avaliação detalhada do estado do veículo, pode fazer a diferença entre uma cobertura adequada e uma proteção insuficiente diante de imprevistos. Faça sua cotação com a GT Seguros e compare as opções disponíveis de maneira simples, sem complicação.
