| Mês | Preço |
|---|---|
| Mar/26 | R$ 33.744,00 |
| Fev/26 | R$ 32.823,00 |
| Jan/26 | R$ 31.261,00 |
| Dez/25 | R$ 30.478,00 |
| Nov/25 | R$ 31.128,00 |
| Out/25 | R$ 32.258,00 |
| Set/25 | R$ 31.922,00 |
| Ago/25 | R$ 32.205,00 |
| Jul/25 | R$ 31.117,00 |
| Jun/25 | R$ 30.604,00 |
| Mai/25 | R$ 29.734,00 |
| Abr/25 | R$ 29.021,00 |
Guia detalhado sobre a Tabela FIPE para o Honda Accord Sedan EX 2.7/3.0 24V 2004 e suas implicações no seguro
A Tabela FIPE representa, para seguradoras, uma referência essencial para estimar o valor de negociação de veículos usados. No dia a dia de uma corretora de seguros, entender como essa tabela funciona ajuda a interpretar cenários de indenização total, de prêmio de cobertura e de depreciação ao longo do tempo. Quando falamos de um modelo específico como o Honda Accord Sedan EX 2.7/3.0 24V, ano 2004, a leitura da FIPE pode parecer complexa à primeira vista, mas ganha clareza quando conectamos o universo do veículo às políticas de risco, uso e manutenção. Este artigo explora não apenas a Tabela FIPE associada a esse modelo, mas também a ficha técnica, o papel da marca Honda, o posicionamento do Accord no cenário brasileiro de começo dos anos 2000 e, por fim, como tudo isso impacta a escolha de coberturas e o custo do seguro.
Sobre a marca Honda: tradição, confiabilidade e inovação
A Honda é uma fabricante japonesa que, ao longo das décadas, consolidou uma reputação sólida por combinar engenharia confiável, eficiência e inovação no design de seus automóveis. A marca costuma associar robustez mecânica à busca por confiabilidade cotidiana, o que se traduz em menor incidência de falhas graves com manutenção adequada, uma agenda que interessa diretamente ao universo de seguros. Além disso, a Honda tem histórico de foco em conforto do condutor e do passageiro, com ergonomia pensada para uso diário e longas viagens. Em modelos como o Accord, a marca não apenas entrega desempenho, mas também pacotes de segurança que costumam influenciar positivamente o perfil de risco observado pelas seguradoras, especialmente quando associado a itens de assistências ao motorista, controles de estabilidade, múltiplos airbags e freios com sistemas de antibloqueio.

Nos anos em que o Accord se consolidou como uma opção de sedã de segmento médio, a Honda também investiu em custos de manutenção previsíveis, peças de reposição com disponibilidade ampla e uma rede de serviço que facilita a vida do proprietário. Esses fatores influenciam o custo de propriedade do veículo ao longo de seu ciclo de vida, o que, por consequência, se reflete no valor de seguro. Além disso, a percepção de valor residencial e de revenda — ligada à presença de versões EX com pacote de equipamentos — entra no cálculo de risco da seguradora, porque modelos com boa reputação de valor de revenda costumam apresentar uma curva de depreciação que pode suavizar o impacto do fator preço na indenização.
Contexto histórico do Honda Accord no Brasil em 2004
Em 2004, o Honda Accord já era conhecido no Brasil como uma opção de sedã muito alinhada a um patamar de conforto, tecnologia de cabine e espaço interno competitivo para a época. O Accord de quarta geração a sexta geração, dependendo da linha de produção e da região, apresentava opções de motorização que incluíam diferentes versões de V6, sempre com foco em entrega de torque suave, resposta rápida e um conjunto de suspensão que privilegiava uma condução estável mesmo em trechos com pavimento menos uniforme. A designação EX sugere, em muitos mercados, um pacote de itens de conveniência que aproxima o modelo de uma configuração de topo sem exigir recursos adicionais de personalização. Do ponto de vista de seguros, a percepção de valor, a probabilidade de uso familiar versus uso corporativo, bem como o histórico de manutenção dos proprietários (quando bem documentado) costumam ser fatores que ajudam a calibrar o prêmio com maior precisão, sem esquecer a necessidade de coberturas padrão de danos a terceiros, incêndio e roubo, que podem ter impactos diferenciados para um sedã de perfil executivo.
Interessante destacar que, na prática, a FIPE e as seguradoras observam não apenas o motor e o consumo, mas a combinação de aspectos como dimensões, peso, desempenho, tecnologia embarcada e histórico de custos de manutenção. O Accord, nesse cenário, costuma traduzir-se como veículo com perfil de uso moderado a longo prazo, aliado a potenciais elevados de conforto e itens de segurança. Por isso, ao comparar cotações de seguro, é comum que o histórico de manutenção — especialmente a regularidade de revisões, trocas de óleo, troca de itens de freio e pneus, bem como eventuais trocas de componentes de suspensão — seja tido como indicativo de menor risco de falhas súbitas, o que tende a influenciar positivamente o custo do seguro.
Ficha técnica do Honda Accord Sedan EX 2.7/3.0 24V 2004
A ficha técnica de um veículo é um conjunto de informações que ajuda a entender o que está por trás da experiência de condução, do consumo e da manutenção. Para o Honda Accord Sedan EX 2004, com opções de motor 2.7 e 3.0, a composição de especificações envolve o conjunto V6 com 24 válvulas, transmissão e configuração de tração que, no conjunto, proporcionam uma condução estável para uso diário e viagens mais longas. Abaixo, apresento uma visão objetiva, com foco naquilo que costuma constar como referência na FIPE e que tem impacto direto no entendimento de seguro e de depreciação ao longo do tempo.
- Motorização: duas opções de motor V6 de 24 válvulas — 2.7 L (menor deslocamento) e 3.0 L (deslocamento maior) — com entrega de potência suficiente para oferecer desempenho ágil sem comprometer o conforto de condução em rodovias e trechos urbanos.
- Transmissão: disponibilidade de câmbio manual de 5 velocidades e transmissão automática de 4 a 5 velocidades, conforme a configuração de mercado; a versão automática costuma favorecer uso diário com trocas suaves, enquanto a manual agrega prazer de condução para entusiastas.
- Tração: dianteira (FWD), típica de sedãs médios da época, com suspensão calibrada para equilíbrio entre estabilidade em curvas e conforto em superfícies irregulares.
- Dimensões, peso e capacidade: sedan de porte médio, com cabine espaçosa para cinco ocupantes e porta-malas generoso para a categoria; o conjunto de peso varia conforme a versão, com incidência direta sobre o consumo e a dinâmica de condução, além de influenciar o custo de seguro quando se considera a relação peso-potência.
Além dessas informações, vale notar que o Accord 2004 trazia evolução de conforto interior, com acabamento de cabine desejável para a época, materiais de boa qualidade para o segmento e escolhas de tecnologia a favor de uma experiência de condução mais refinada. O conjunto de freios, direção e suspensão foi calibrado para oferecer estabilidade em diferentes velocidades, um componente relevante para a avaliação de risco por parte das seguradoras. Quando o veículo está bem conservado, com pneus em bom estado, freios em dia e manutenção preventiva, a percepção de risco tende a reduzir-se, o que pode se refletir em propostas de seguro mais atrativas para o proprietário.
Desempenho, conforto e segurança: o que observar na prática
O Honda Accord EX 2004 é lembrado por uma combinação de serenidade de condução e resposta adequada quando o motorista solicita desempenho. O motor V6, dependendo da versão, oferece uma entrega de torque que facilita manter velocidades de cruzeiro estáveis em rodovias, sem exigir rotações excessivas. O acerto de suspensão busca um equilíbrio entre o conforto do passageiro e a estabilidade em curvas, com amortecedores que ajudam a absorver irregularidades de asfalto sem comprometer o controle do veículo. Do ponto de vista de segurança, o conjunto típico do Accord de época costuma incluir airbags frontais, freios com sistema antibloqueio (ABS) e, em versões mais completas, controles de estabilidade que contribuem para reduzir o descontrole em situações de manobra brusca ou piso irregular. Esses recursos não apenas protegem os ocupantes, mas também influenciam a percepção de risco para as seguradoras, já que itens de segurança tendem a contribuir para menores probabilidades de lesões graves em acidente.
O espaço interno, a qualidade de construção e o ruído de cabine também são aspectos relevantes para o conforto e para a experiência de uso diário. Em uma perspectiva de seguros, veículos com bom isolamento acústico e conforto ocupacional costumam proporcionar uma experiência de condução mais estável ao longo de viagens longas, o que pode ser interpretado como menor desgaste do motorista e menor probabilidade de desatenção ao dirigir em trechos longos. Por isso, fabricantes e seguradoras costumam valorizar, dentro do possível, a consistência entre o estado de conservação, a originalidade de peças e a periodicidade de revisões. Tudo isso impacta, indiretamente, a forma como o veículo é percebido no momento da contratação de uma apólice, especialmente em termos de cobertura de roubo, colisão e valor de indenização.
O que a FIPE considera e como isso afeta o seguro do Accord EX 2004
A Tabela FIPE funciona como uma referência de valor de mercado para veículos usados no Brasil. Ela é alimentada por transações de venda, consultas públicas e dados de mercado que ajudam a manter um parâmetro comum entre compradores, vendedores e seguradoras. No contexto de seguros, o valor FIPE é utilizado para indicar o valor de indenização em caso de sinistro de colisão total ou para fundamentar o cálculo de determinadas coberturas que dependem do valor do veículo. Para o Honda Accord EX 2004, isso pode significar que, com a devida atualização mensal, o valor base empregado pela seguradora reflita a idade do veículo, o estado de conservação, a quilometragem reportada e o histórico de manutenção apresentado pelo proprietário. A partir desse valor, as seguradoras definem prêmios, franquias e limites, buscando equilibrar o risco de sinistro com a viabilidade econômica da cobertura.
É comum observar que veículos com histórico de manutenções consistentes, peças originais e revisões em dia tendem a apresentar um perfil de risco mais estável. Por outro lado, modelos com pouco histórico de manutenção, improvisos mecânicos ou uso intenso sem cuidados podem sinalizar maior probabilidade de falhas e, consequentemente, maior exposição ao risco. A FIPE, ao fornecer um parâmetro de referência, auxilia as seguradoras a calibrar o prêmio com base na depreciação prevista do modelo, levando em conta o tempo de uso, o desgaste natural de componentes estratégicos (como motor, transmissão e sistema de freios) e o provável custo de reparo em eventuais sinistros. Com o Accord EX 2004,
